Victoria, Austrália

No Grande Sul Australiano


Twelve Apostles

O cenário mais famoso de toda a Great Ocean Road, formado por penhascos em sucessão que se projectam do mar.

À beira-mar

Casal descontrai junto à rebentação, ali produzida por um misto de oceano Índico com Antárctico.

The Arch

Outra obra da forte erosão costeira, na proximidade da the London Bridge que caiu há alguns anos.

A caminho da chuva

Estrada secundária atravessa um pântano e dirige-se para uma grande massa de ar húmido.

Sono fácil

Um dos muitos coalas que podem ser avistados em eucaliptais à beira da Great Ocean Road.

Lanche em Campervan

Casal saboreia uma refeição prática numa campervan alugada para explorar o sul da Austrália.

Verde & Amarelo

Lagoa num prado vasto assume o mesmo tom profundo do céu tempestuoso, nas imediações dos Twelve Apostles.

Regresso à base

Bodyboarders voltam às suas carrinhas depois de algum tempo na água gélida do oceano Antárctico.

Passeio de maré-baixa

Visitantes da Great Ocean Road caminham numa beira-mar gerada pelo recuar das águas no sopé dos penhascos.

Sob o Arco

Amigos passam por baixo do The Arch para regressarem ao nível da Great Ocean Road.

Costa Grandiosa

Paisagem do extremo sul do estado de Victoria, próximo dos Twelve Apostles.

Uma das evasões preferidas dos habitantes de Melbourne, a estrada B100 desvenda um litoral sublime que o oceano moldou. E bastam alguns km para perceber porque foi baptizada The Great Ocean Road.

Habituados ao bem-estar mas permanentemente ansiosos pelo contacto com a natureza, os habitantes de Melbourne e do estado de Victoria em geral deixam as suas casas sempre que podem para desbravarem a Austrália selvagem. E, como se não bastasse o facto de Melbourne ser considerada ano após ano, uma das três cidades do Mundo com melhor qualidade de vida, o mais emblemático dos itinerários do sul da grande ilha está a apenas uma hora e meia de carro desta metrópole.

Oficialmente designada por B100, a Great Ocean Road tem início em Torquay. Ao longo de 243km sinuosos, estende-se para oeste e revela a Shipwreck Coast, o Estreito de Bass e o oceano Antárctico.

A obra que lhe deu origem começou em Setembro de 1919 com o objectivo de completar um monumento “útil” que homenageasse os alistados que haviam morrido na 1a Guerra Mundial e, ao mesmo tempo, ligasse diversas povoações isoladas e constituísse uma via importante para a indústria madeireira e para o turismo. Foi assegurada por uma equipa de prospecção de terreno que conquistava o terreno agreste a uma média de 3 km por mês e por 3000 mil homens que iam construindo atrás, à mão e com recurso a explosivos, a pás e picaretas, carrinhos de mão e a maquinaria menor. Para compensar todas as dificuldades e riscos – vários operários morreram durante as secções montanhosas do litoral – as autoridades mantiveram sempre disponíveis um piano, um gramofone, jogos, jornais e revistas. Mas, apesar do luxo, a verdadeira benesse deu à costa em 1924 quando o barco a vapor Casino embateu num recife e ficou encalhado próximo do cabo Patton largando 500 barris de cerveja e 120 caixas de bebidas espirituosas. Tão generosa quanto inesperada, a oferta obrigou a que os homens decretassem uma pausa de duas semanas, o tempo que demoraram a consumir a carga.

Merecida e animadora, a interrupção pouco ou nada atrasou os trabalhos que se arrastavam há cinco anos e viriam a terminar apenas em 1932, quando o troço Lorne-Apollo Bay ficou completo justificando a inauguração solene do maior memorial de guerra jamais construído.

Hoje, o percurso surpreende e encanta curva atrás de curva, principalmente a partir de Anglesea, depois de passado o trajecto mais urbanizado.

A povoação costeira de Aireys Inlet marca o início da cordilheira de Otway e o aparecimento das primeiras praias atractivas. Combinam-se ali a atmosfera sofisticada da vila com os penhascos vulcânicos que escondem lagoas de maré ao longo do litoral rude e com as paisagens de bush australiano da cordilheira de Otway, parte do Parque Estatal Angahook-Lorne. 

Com uns meros 1200 habitantes (mais 200 que Aireys Inlet), Lorne é a paragem que se segue. Moderna e elegante, tornou-se numa das preferidas dos visitantes da Great Ocean Road muito graças às suas vistas de mar mas também devido aos restaurantes, cafés e pubs clássicos acolhedores. De Lorne para diante, a estrada serpenteia entre o oceano Antárctico e as encostas da cordilheira surgem decoradas por eucaliptais densos. Em redor de Kenett River, estes eucaliptais são lares de comunidades letárgicas de coalas com que as famílias de turistas fazem questão de conviver.

Alguns quilómetros depois, surge Apollo Bay, uma vila piscatória e praia de Verão famosa entre a população urbana que se rendeu às suas colinas suaves e aos extensos areais brancos. É também uma base perfeita para explorar o Parque Nacional Otway, a Blanket Bay e o cabo Otway que marca o ponto mais meridional do percurso.

A Shipwreck Coast revela-se aqui mais selvagem e impressionante que nunca e foi inclemente para muitas embarcações, vitimas das correntes poderosas, do nevoeiro e dos recifes afiados. Foi o caso do Loch Ard que, em 1878, se afundou ao largo da ilha Mutton Bird na noite final da sua longa viagem de Inglaterra, provocando a morte de 53 dos seus 55 passageiros. E do Falls of Halladale, uma barca de Glasgow que naufragou no trecho final da sua rota de Nova Iorque para Melbourne. Também do Newfield e do La Bella, entre outros.

Começa nas imediações o domínio do Parque Nacional Port Campbell, o trecho mais admirado do longo percurso da Great Ocean Road. Ali se sucedem penhascos com setenta metros escavados há muitos milénios pela força do oceano Antárctico e curiosas “esculturas” rochosas deixadas para trás pela grande ilha que provocam rebentamentos precoces das ondas e servem de pouso aos leões-marinhos e à restante fauna da região. A mais notória destas formações, a Twelve Apostles, é hoje, objecto de um verdadeiro culto fotográfico internacional e os seus cerca de dois milhões de visitantes anuais levaram as autoridades de Victoria a dotarem as imediações de infra-estruturas e condições especiais como voos panorâmicos e longas passadeiras de madeira que contornam as falésias sugerindo os melhores ângulos de apreciação.

A formação foi curiosamente conhecida por the Saw and the Piglets (a porca e os porquinhos) até 1922, altura em que, com objectivos turísticos, seria rebaptizada como Twelve Apostles, apesar de, nessa altura, serem apenas nove os rochedos que se projectavam do mar.  Como acontecia há milhões de anos, os rochedos continuaram, no entanto, à mercê das ondas e as suas bases a perdiam cerca de 2 cm por ano. Assim, em Julho de 2005, o desabamento de um deles, deixou o total ainda mais longe do novo nome. Nos dias que correm, só seis dos apóstolos podem ser vistos das plataformas. Um dos sobreviventes está fora de alcance a não ser que se aproveite a maré vazia para descer e explorar o areal e as rochas.

Para ocidente de Port Campbell, a próxima escultura do oceano é The Arch, localizada em frente de Point Esse e, na proximidade, fica a London Bridge, uma outra vítima recente da erosão.

A Great Ocean Road termina 12 km para leste de Warrnambool, onde encontra a Princes Highway. Até lá, as falésias diminuem ligeiramente de altura mas o mar mantêm-se gélido e pouco convidativo. Apesar das condições à primeira vista desfavoráveis, a região faz as delícias dos surfistas e dos campistas que ao volante de campervans coloridas se vão aventurando praia atrás de praia movidos e fascinados pelo seu grande sul australiano.

Overseas Highway, E.U.A.

A Alpondra Caribenha dos E.U.A.

Os Estados Unidos continentais parecem encerrar-se, a sul, na sua caprichosa península da Flórida. Não se ficam por aí. Mais de cem ilhas de coral, areia e mangal formam uma excêntrica extensão tropical que há muito seduz os veraneantes norte-americanos.

Península de Banks, Nova Zelândia

Divinal Estilhaço de Terra

Vista do ar, a mais óbvia protuberância da costa leste da Ilha do Sul parece ter implodido vezes sem conta. Vulcânica mas verdejante e bucólica, a Península de Banks confina na sua geomorfologia de quase roda-dentada a essência da sempre invejável vida neozelandesa.

Perth a Albany, Austrália

Pelos Confins do Faroeste Australiano

Poucos povos veneram a evasão como os aussies. Com o Verão meridional em pleno e o fim-de-semana à porta, os habitantes de Perth refugiam-se da rotina urbana no recanto sudoeste da nação. Pela nossa parte, sem compromissos, exploramos a infindável Austrália Ocidental até ao seu limite sul.

Sydney, Austrália

De Desterro de Criminosos a Cidade Exemplar

A primeira das colónias australianas foi erguida por reclusos desterrados. Hoje, os aussies de Sydney gabam-se de antigos condenados da sua árvore genealógica e orgulham-se da prosperidade cosmopolita da megalópole que habitam. 

Estradas Imperdíveis

Grandes Percursos, Grandes Viagens

Com nomes pomposos ou meros códigos rodoviários, certas estradas percorrem cenários realmente sublimes. Da Road 66 à Great Ocean Road, são, todas elas, aventuras imperdíveis ao volante.

Melbourne, Austrália

Austrália "Asienada"

Capital cultural aussie, Melbourne também é frequentemente eleita a cidade com melhor qualidade de vida do Mundo. Quase um milhão de emigrantes orientais aproveitaram este acolhimento imaculado.

À Descoberta de Tassie, 2ª Parte, Tasmânia, Austrália

Tasmânia de Alto a Baixo

Há muito a vítima predilecta das anedotas australianas, a Tasmânia nunca perdeu o orgulho no jeito aussie mais rude ser. Tassie mantém-se envolta em mistério e misticismo numa espécie de traseiras dos antípodas. Neste artigo, narramos o percurso peculiar de Hobart, a capital instalada no sul improvável da ilha até à costa norte, a virada ao continente australiano.
À Descoberta de Tassie, Parte 1 - Hobart, Austrália

A Porta dos Fundos da Austrália

Hobart, a capital da Tasmânia e a mais meridional da Austrália foi colonizada por milhares de degredados de Inglaterra. Sem surpresa, a sua população preserva uma forte admiração pelos modos de vida marginais.

Alice Springs a Darwin, Austrália

A Caminho do Top End

Do Red Centre ao Top End tropical, a Stuart Hwy percorre mais de 1.500km solitários através da Austrália. Nesse trajecto, a grande ilha muda radicalmente de visual mas mantém-se fiel à sua alma rude.

Perth, Austrália

Cowboys da Oceania

O Texas até fica do outro lado do mundo mas não faltam vaqueiros no país dos coalas e dos cangurus. Rodeos do Outback recriam a versão original e 8 segundos não duram menos no Faroeste australiano.

Big Sur, E.U.A.

A Costa de Todos os Refúgios

Ao longo de 150km, o litoral californiano submete-se a uma vastidão de montanha, oceano e nevoeiro. Neste cenário épico, centenas de almas atormentadas seguem os passos de Jack Kerouack e Henri Miller

Templo Nigatsu, Nara, Japão
Kikuno
Nara, Japão

Budismo vs Modernismo: a Face Dupla de Nara

No século VIII d.C. Nara foi a capital nipónica. Durante 74 anos desse período, os imperadores ergueram templos e santuários em honra do Budismo, a religião recém-chegada do outro lado do Mar do Japão. Hoje, só esses mesmos monumentos, a espiritualidade secular e os parques repletos de veados protegem a cidade do inexorável cerco da urbanidade.
Luderitz, Namibia
Arquitectura & Design
Lüderitz, Namibia

Wilkommen in Afrika

O chanceler Bismarck sempre desdenhou as possessões ultramarinas. Contra a sua vontade e todas as probabilidades, em plena Corrida a África, o mercador Adolf Lüderitz forçou a Alemanha assumir um recanto inóspito do continente. A cidade homónima prosperou e preserva uma das heranças mais excêntricas do império germânico.
Aventura
Circuito Annapurna: 5º- Ngawal-Braga, Nepal

Rumo a Braga. A Nepalesa.

Passamos nova manhã de meteorologia gloriosa à descoberta de Ngawal. Segue-se um curto trajecto na direcção de Manang, a principal povoação no caminho para o zénite do circuito Annapurna. Ficamo-nos por Braga (Braka). A aldeola não tardaria a provar-se uma das suas mais inolvidáveis escalas.
Corrida de camelos, Festival do Deserto, Sam Sam Dunes, Rajastão, Índia
Cerimónias e Festividades
Jaisalmer, Índia

Há Festa no Deserto do Thar

Mal o curto Inverno parte, Jaisalmer entrega-se a desfiles, a corridas de camelos e a competições de turbantes e de bigodes. As suas muralhas, ruelas e as dunas em redor ganham mais cor que nunca. Durante os três dias do evento, nativos e forasteiros assistem, deslumbrados, a como o vasto e inóspito Thar resplandece afinal de vida.
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Cidades
São Francisco, E.U.A.

Uma Vida aos Altos e Baixos

Um acidente macabro com uma carroça inspirou a saga dos cable cars de São Francisco. Hoje, estas relíquias funcionam como uma operação de charme da cidade do nevoeiro mas também têm os seus riscos.
Muito que escolher
Comida

São Tomé e Príncipe

Que Nunca Lhes Falte o Cacau

No início do séc. XX, São Tomé e Príncipe geravam mais cacau que qualquer outro território. Graças à dedicação de alguns empreendedores, a produção subsiste e as duas ilhas sabem ao melhor chocolate.

Tribal
Cultura

Albuquerque, E.U.A.

Soam os Tambores, Resistem os Índios

Com mais de 500 tribos presentes, o "Gathering of the Nations" celebra o que de sagrado subsiste das culturas nativo-americanas. Mas também revela os danos infligidos pela civilização colonizadora.

Recta Final
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A Corrida Mais Louca do Topo do Mundo

Há séculos que os lapões da Finlândia competem a reboque das suas renas. Na final Kings Cup, confrontam-se a grande velocidade, bem acima do Círculo Polar Ártico e muito abaixo de zero.

Monte Lamjung Kailas Himal, Nepal
Em Viagem
Circuito Annapurna: 2º - Chame a Upper PisangNepal

(I)Eminentes Annapurnas

Despertamos em Chame, ainda abaixo dos 3000m. Lá  avistamos, pela primeira vez, os picos nevados e mais elevados dos Himalaias. De lá partimos para nova caminhada do Circuito Annapurna pelos sopés e encostas da grande cordilheira. Rumo a Upper Pisang.
Jovens percorrem a rua principal de Chame, Nepal
Étnico
Circuito Annapurna: 1º Pokhara a Chame, Nepal

Por Fim, a Caminho

Depois de vários dias de preparação em Pokhara, partimos em direcção aos Himalaias. O percurso pedestre só o começamos em Chame, a 2670 metros de altitude, com os picos nevados da cordilheira Annapurna já à vista. Até lá, completamos um doloroso mas necessário preâmbulo rodoviário pela sua base subtropical.
Crepúsculo exuberante
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Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
História
Fortalezas

O Mundo à Defesa

Sob ameaça dos inimigos desde os confins dos tempos, os líderes de povoações e de nações ergueram castelos e fortalezas. Um pouco por todo o lado, monumentos militares como estes continuam a resistir.
Eden Polinésio
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Maupiti, Polinésia Francesa

Uma Sociedade à Margem

À sombra da fama quase planetária da vizinha Bora Bora, Maupiti é remota, pouco habitada e ainda menos desenvolvida. Os seus habitantes sentem-se abandonados mas quem a visita agradece o abandono.

Esqui
Inverno Branco

Lapónia, Finlândia

Sob o Encanto Gélido do Árctico

Estamos a 66º Norte e às portas da Lapónia. Por estes lados, a paisagem branca é de todos e de ninguém como as árvores cobertas de neve, o frio atroz e a noite sem fim.

Suspeitos
Literatura

São Petersburgo, Rússia

Na Pista de “Crime e Castigo”

Em São Peterburgo, não resistimos a investigar a inspiração para as personagens vis do romance mais famoso de Fiódor Dostoiévski: as suas próprias lástimas e as misérias de certos concidadãos.

Braga ou Braka ou Brakra, no Nepal
Natureza
Circuito Anapurna: 6º – Braga, Nepal

Num Nepal Mais Velho que o Mosteiro de Braga

Quatro dias de caminhada depois, dormimos aos 3.519 metros de Braga (Braka). À chegada, apenas o nome nos é familiar. Confrontados com o encanto místico da povoação, disposta em redor de um dos mosteiros budistas mais antigos e reverenciados do circuito Annapurna, lá prolongamos a aclimatização com agrado.
Estátua Mãe-Arménia, Erevan, Arménia
Outono
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Contemplação
Parques Naturais

El Chalten, Argentina

Um Apelo de Granito

Duas montanhas de pedra geraram uma disputa fronteiriça entre a Argentina e o Chile.Mas estes países não são os únicos pretendentes.Há muito que os cerros Fitz Roy e Torre atraem alpinistas obstinados

Património Mundial UNESCO
De Barco

Desafios Para Quem Só Enjoa de Navegar na Net

Embarque de corpo e alma nestas viagens e deixe-se levar pela adrenalina ou pela imponência de cenários tão dispares como o arquipélago filipino de Bacuit e o mar gelado do Golfo finlandês de Bótnia.
Verificação da correspondência
Personagens

Rovaniemi, Finlândia

Árctico Natalício

Fartos de esperar pela descida do velhote de barbas pela chaminé, invertemos a história. Aproveitamos uma viagem à Lapónia Finlandesa e passamos pelo seu furtivo lar. 

Brigada incrédula
Praias

La Digue, Seichelles

Monumental Granito Tropical

Praias escondidas por selva luxuriante, feitas de areia coralífera banhada por um mar turquesa-esmeralda são tudo menos raras no oceano Índico. La Digue recriou-se. Em redor do seu litoral, brotam rochedos massivos que a erosão esculpiu como uma homenagem excêntrica e sólida do tempo à Natureza.

Estante Sagrada
Religião

Tsfat, Israel

Quando a Cabala é Vítima de Si Mesma

Nos anos 50, Tsfat congregava a vida artística da jovem nação israelita e recuperava a sua mística secular. Mas convertidos famosos como Madonna vieram perturbar a mais elementar discrição cabalista.

Colosso Ferroviário
Sobre carris

Cairns-Kuranda, Austrália

Comboio para o Meio da Selva

Construído a partir de Cairns para salvar da fome mineiros isolados na floresta tropical por inundações, com o tempo, o Kuranda Railway tornou-se no ganha-pão de centenas de aussies alternativos.

Praia portuária
Sociedade

Sentosa, Singapura

O Recreio de Singapura

Foi uma fortaleza em que os japoneses assassinaram prisioneiros aliados e acolheu tropas que perseguiram sabotadores indonésios. Hoje, a ilha de Sentosa combate a monotonia que se apoderava do país.

Retorno na mesma moeda
Vida Quotidiana
Dawki, Índia

Dawki, Dawki, Bangladesh à Vista

Descemos das terras altas e montanhosas de Meghalaya para as planas a sul e abaixo. Ali, o caudal translúcido e verde do Dawki faz de fronteira entre a Índia e o Bangladesh. Sob um calor húmido que há muito não sentíamos, o rio também atrai centenas de indianos e bangladeshianos entregues a uma pitoresca evasão.
Jipe cruza Damaraland, Namíbia
Vida Selvagem
Damaraland, Namíbia

Namíbia On the Rocks

Centenas de quilómetros para norte de Swakopmund, muitos mais das dunas emblemáticas de Sossuvlei, Damaraland acolhe desertos entrecortados por colinas de rochas avermelhadas, a maior montanha e a arte rupestre decana da jovem nação. Os colonos sul-africanos baptizaram esta região em função dos Damara, uma das etnias da Namíbia. Só estes e outros habitantes comprovam que fica na Terra.
Bungee jumping, Queenstown, Nova Zelândia
Voos Panorâmicos
Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades radicais reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.