Busselton, Austrália

2000 metros em Estilo Aussie


Sol nascente nos olhos
Participante perscruta o horizonte pouco antes do tiro de partida.
Quase a postos
Nadadores já dentro de água prontos para mais uma largada do Jetty Swim.
Desviem-se !
Polícia de Busselton dá o tiro de partida que inaugura mais uma das provas do Jetty Swim.
Braçadas mil
Nadadores mais rápidos começam a avançar ao longo do pontão de 1841 metros.
À sombra do pontão
Nadadora-salvadora a postos para um eventual socorro sob os pilares do pontão.
Na liderança
Alguns dos nadadores na dianteira da competição passam junto a um veleiro, para lá da extremidade do pontão.
Uma espécie de atalho
Nadadoras entram na água já na extremidade do pontão, para nadarem metade do percurso.
Amizade Amarela
Nadadoras-salvadoras de serviço sobre o pontão posam para a fotografia com grande entusiasmo.
De saída
Nadadores acabam de iniciar a sua prova atrás dos velhos armazéns do jetty de Busselton e ainda a muitas centenas de metros da outra extremidade.
Um Índico Caótico
Nadadores participantes, stewards, nadadores-salvadores e outros intervenientes salpicam a água azul-forte do oceano Índico.
Acompanhamento Total
Membro da organização segue de caiaque lado a lado com um dos nadadores da classe mais rápida do Jetty Swim.
Mestres do salvamento
Nadadores-salvadores convivem junto a uma margem pouco antes do início da competição.
De olho na Natação
Membro da organização observa o desenrolar da prova a partir do areal da praia de Busselton.
Os mais rápidos
Nadadores australianos e estrangeiros mais rápidos preparam-se para o primeiro tiro de partida do Jetty Swim.
Hidratação dentro de água
Participante já com idade avançada interrompe a sua natação para beber água.
Diferentes cores, diferentes categorias
A primeira leva de nadadores mais rápidos (de toucas amarelas) avança para a água à frente das seguintes, mais lentas.
Para cá da meta
O ponto de chegada na margem do oceano Índico e do lado oposto do pontão face aquele em que os concorrentes tinham alinhado à partida.
Em 1853, Busselton foi dotada de um dos pontões então mais longos do Mundo. Quando a estrutura decaiu, os moradores decidiram dar a volta ao problema. Desde 1996 que o fazem, todos os anos. A nadar.

Estávamos há três semanas em Perth.

Tínhamos explorado as ruas históricas e solarengas da cidade solitária e as de Freemantle. E ainda as praias imaculadas das imediações. Juntamo-nos à romaria veraneante dos seus moradores. Viajamos em direcção ao sudoeste profundo da Austrália.

De acordo com os locais, “tudo começa em Busselton e só fica melhor a partir de lá.” Ainda sem deslumbres, as primeiras impressões matinais vão ao encontro.

É um litoral de águas calmas em tom de esmeralda e areias brancas o que serve a pequena povoação, erguida numa arquitectura moderna assente no pré-construído improvisado.

Depressa percebemos que, com o tempo, a estância tinha conquistado o papel de Meca regional da prática desportiva. E tudo fazia para manter a sua fama.

Ao fim de cada ano, Busselton acolhe uma competição do campeonato mundial Ironman. Nela se defrontam 800 dos atletas mais resistentes do Mundo, super-aptos a completar e vencer uma prova que combina 3.8 km de natação, 180 de ciclismo e 42 km de corrida.

Sol nascente nos olhos

Participante perscruta o horizonte pouco antes do tiro de partida.

Como sempre, desde há algum tempo, a organização voltou a provar-se brilhante e voltou a promover a Austrália aos olhos do mundo. Mas, como qualquer competidor, Busselton nunca está satisfeita. Quando não pode brilhar ao mais alto nível, pratica a uma escala nacional ou regional.

Caminhamos junto a água quando um transeunte nos interpela: “Estou a ver pelo equipamento que vieram fotografar a natação, certo?”.

Passa-nos ao lado aquilo de que fala. Mike põe-nos a par:

“Ah não sabem de nada! Amanhã, às oito da manhã temos o Jetty Swim. É uma prova de natação muito concorrida por estes lados”. “Vão ser milhares dentro de água. Começa aqui no areal, dá a volta ao pontão e termina onde começou, mas do outro lado da estrutura”.

O evento soa-nos a divertido. Nem que fosse só por isso, ia-nos permitir observar uma das nações mais desportivas do mundo em acção. Ficamos, assim, de aparecer antes da hora da partida.

“Austrália” de Baz Luhrmann num Ecrã de Drive In

Até lá, aproveitamos para descobrir Busselton e os arredores.

Ao fim da tarde, damos com um drive-in que está prestes a recuperar o clássico hollywodesco de Baz Luhrmann, “Austrália”. Sem nada de demasiado importante para resolver, juntamo-nos à fila de entrada que se prolonga por várias centenas de metros.

Natação, Austrália Ocidental, Estilo Aussie, Entrada Drive In

Carro dá entrada no Drive In de Busselton, onde está em exibição “Australia”.

Quando entramos, sobra apenas uma réstia de luz solar e ficamos mais longe do ecrã do que desejávamos. Vemo-nos também cercados de Utes (diminutivo aussie para utility vehicle) sobrelotadas e equipadas a rigor para o evento, com colchões a cobrir as superfícies desconfortáveis das suas caixas, recheadas de cerveja gelada e snacks.

A noite cai.

Tentamos desligar do modo laboral e seguir a relação peculiar entre Lady Sarah Ashley (Nicole Kidman) e o rude sedutor drover (Hugh Jackman).

Aproveitamos também para admirarmos, semi-in loco, as paisagens monumentais do inóspito Bungle Bungle (região do norte da Austrália Ocidental) exibidas no grande ecrã.

Natação, Austrália Ocidental, Estilo Aussie, Drive in

“Australia” em exibição no drive in de Busselton.

Até que, a meio do filme, recebemos uma chamada telefónica da família, preocupada com a nossa segurança por se ter inteirado, nos noticiários portugueses, de vários mega-incêndios que lavram na região de Victoria.

Uma vez que estamos a mais de 2500 km de distância, tentamos lidar com a situação como o drover aprendeu a lidar com Lady Sarah Ashley: com muita paciência e humor.

O Protagonismo do Longo Jetty na Vida de Busselton

Na manhã seguinte, por volta das sete, já estamos a tentar estacionar junto ao jetty de Busselton que os moradores e as autoridades asseguram tratar-se da estrutura de madeira mais longa do Hemisfério sul.

O pontão começou a ser construído em 1853 e continuamente alongado até 1960 quando atingiu os actuais 1841 metros. Doze anos decorridos, foi considerado inapto para atracagem e carregamento de embarcações.

Depois de um período de decadência, a cidade recuperou-o. Ofereceu-o à população para sua recriação.

À boa maneira australiana, os residentes aproveitaram a dádiva tanto quanto podiam. Deu-nos a ideia que, nos dias que correm, a cidade não poderia viver sem o seu jetty recordista.

Natação, Austrália Ocidental, Estilo Aussie, gaivotas no areal

Gaivotas ocupam um areal na base do pontão de Busselton.

Nem a cidade nem, pelos vistos, a imprensa local que publica, todas as semanas, uma estória dos moradores lá passada.

Já foram abordados avistamentos de tubarões e relatos excêntricos de pescaria, propostas de casamento e celebrações de bodas, entre tantas outros acontecimentos e efemérides.

Jetty Swim: 2000 Metros Épicos em Redor do Pontão de Busselton

O Jetty Swim, esse, teve a sua estreia em 1996. De uma natação organizada entre alguns amigos, tornou-se numa competição internacional reputada.

Apesar da hora madrugadora, a chegada precoce de inúmeros nadadores ansiosos complica-nos a tarefa de arranjar lugar para o carro. Sobre o areal e o pontão, o espaço também não abunda.

Uma espécie de atalho

Nadadoras entram na água já na extremidade do pontão, para nadarem metade do percurso.

Milhares de corpos masculinos, femininos, de todas as idades e em distintas formas físicas exercitam-se sem parar, preparam os organismos para o frio da água e para o influxo de adrenalina que estão prestes a receber.

Vislumbramos Mike. Traja um uniforme da organização e usa um megafone para separar os competidores consoante a sua ordem de largada.

Os mais rápidos

Nadadores australianos e estrangeiros mais rápidos preparam-se para o primeiro tiro de partida do Jetty Swim.

Em três tempos, a multidão é dividida, de maneira a que os mais lentos não atrapalhem os profissionais.

Essa divisão, materializada nas diferentes toucas usadas pelos nadadores, forma, sobre o areal e também já à entrada de água, um fascinante espectáculo multicolor.

Distintas embarcações percorrem a área de mar ao largo, de maneira afastarem eventuais tubarões, ou não estivéssemos na zona da Austrália com maior número de ataques destes temíveis predadores.

O público concentra-se sobre o relvado que antecede o areal e à entrada do pontão.

Quando todas as cores estão alinhadas à beira de água e os nadadores de toucas amarelas (os mais rápidos) dentro dela, um policia estrategicamente colocado puxa de uma espingarda.

Dá o tiro de partida.

Desviem-se !

Polícia de Busselton dá o tiro de partida que inaugura mais uma das provas do Jetty Swim.

Uma Natação em Águas Frias que Renova o Espírito Aussie

De imediato, centenas de competidores lançam-se nas águas frígidas do Índico.

A organização deixa passar os tempos de intervalo necessários para as classes seguintes. A cena repete-se com colunas de toucas de outras cores até que todos os participantes nadam ao longo do pontão.

Um Índico Caótico

Nadadores participantes, stewards, nadadores-salvadores e outros intervenientes salpicam a água azul-forte do oceano Índico.

O jetty é, entretanto, aberto a mais público. Uma multidão percorre-o para achar e apoiar os nadadores familiares e amigos.

Enquanto isso, os stewards e salva-vidas ao serviço do evento verificam a segurança de quem segue dentro de água, no caso das classes mais rápidas, a legalidade da sua natação.

Natação, Austrália Ocidental, Estilo Aussie, Inspiração

Nadadora em plena fase de respiração do estilo crawl.

Quando chegamos à extremidade oposta do pontão, já os competidores favoritos a dobraram e regressam a terra a grande velocidade, seguidos de perto por pequenas embarcações e motas de água.

Mais tarde, junto ao pódio, o último dos participantes demora tanto a completar a prova que a organização se vê forçada a começar a entrega dos prémios antes que saia de água.

Enquanto se distribuem as medalhas, os nadadores que acabaram de chegar recebem chá. Vários outros que entraram em hipotermia têm direto a assistência especial.

À boa maneira aussie, o sofrimento físico e a resiliência empregue para o vencer geram uma atmosfera de bem-estar que constatamos em incontáveis conversas entusiastas.

Amizade Amarela

Nadadoras-salvadoras de serviço sobre o pontão posam para a fotografia com grande entusiasmo.

Busselton tinha suplantado mais uma prova.

Nós, estávamos apenas a umas poucas centenas de quilómetros de contornar a esquina geográfica que separava o litoral do Índico do banhado pelo oceano Antárctico.

Para sul, havia um outro mundo australiano por explorar.

Perth, Austrália

A Cidade Solitária

A mais 2000km de uma congénere digna desse nome, Perth é considerada a urbe mais remota à face da Terra. Apesar de isolados entre o Índico e o vasto Outback, são poucos os habitantes que se queixam.
Perth a Albany, Austrália

Pelos Confins do Faroeste Australiano

Poucos povos veneram a evasão como os aussies. Com o Verão meridional em pleno e o fim-de-semana à porta, os habitantes de Perth refugiam-se da rotina urbana no recanto sudoeste da nação. Pela nossa parte, sem compromissos, exploramos a infindável Austrália Ocidental até ao seu limite sul.
À Descoberta de Tassie,  Parte 2 - Hobart a Port Arthur, Austrália

Uma Ilha Condenada ao Crime

O complexo prisional de Port Arthur sempre atemorizou os desterrados britânicos. 90 anos após o seu fecho, um crime hediondo ali cometido forçou a Tasmânia a regressar aos seus tempos mais lúgubres.
Cairns-Kuranda, Austrália

Comboio para o Meio da Selva

Construído a partir de Cairns para salvar da fome mineiros isolados na floresta tropical por inundações, com o tempo, o Kuranda Railway tornou-se no ganha-pão de centenas de aussies alternativos.
Wycliffe Wells, Austrália

Os Ficheiros Pouco Secretos de Wycliffe Wells

Há décadas que os moradores, peritos de ovnilogia e visitantes testemunham avistamentos em redor de Wycliffe Wells. Aqui, Roswell nunca serviu de exemplo e cada novo fenómeno é comunicado ao mundo.
Alice Springs a Darwin, Austrália

Estrada Stuart, a Caminho do Top End da Austrália

Do Red Centre ao Top End tropical, a estrada Stuart Highway percorre mais de 1.500km solitários através da Austrália. Nesse trajecto, o Território do Norte muda radicalmente de visual mas mantém-se fiel à sua alma rude.
À Descoberta de Tassie, Parte 1 - Hobart, Austrália

A Porta dos Fundos da Austrália

Hobart, a capital da Tasmânia e a mais meridional da Austrália foi colonizada por milhares de degredados de Inglaterra. Sem surpresa, a sua população preserva uma forte admiração pelos modos de vida marginais.
Melbourne, Austrália

Uma Austrália "Asienada"

Capital cultural aussie, Melbourne também é frequentemente eleita a cidade com melhor qualidade de vida do Mundo. Quase um milhão de emigrantes orientais aproveitaram este acolhimento imaculado.
Great Ocean Road, Austrália

Oceano Fora, pelo Grande Sul Australiano

Uma das evasões preferidas dos habitantes do estado australiano de Victoria, a via B100 desvenda um litoral sublime que o oceano moldou. Bastaram-nos uns quilómetros para percebermos porque foi baptizada de The Great Ocean Road.
À Descoberta de Tassie, Parte 4 -  Devonport a Strahan, Austrália

Pelo Oeste Selvagem da Tasmânia

Se a quase antípoda Tazzie já é um mundo australiano à parte, o que dizer então da sua inóspita região ocidental. Entre Devonport e Strahan, florestas densas, rios esquivos e um litoral rude batido por um oceano Índico quase Antárctico geram enigma e respeito.
Atherton Tableland, Austrália

A Milhas do Natal (parte II)

A 25 Dezembro, exploramos o interior elevado, bucólico mas tropical do norte de Queensland. Ignoramos o paradeiro da maioria dos habitantes e estranhamos a absoluta ausência da quadra natalícia.
Michaelmas Cay, Austrália

A Milhas do Natal (parte I)

Na Austrália, vivemos o mais incaracterístico dos 24os de Dezembro. Zarpamos para o Mar de Coral e desembarcamos num ilhéu idílico que partilhamos com gaivinas-de-bico-laranja e outras aves.
Aurora ilumina o vale de Pisang, Nepal.
Annapurna (circuito)
Circuito Annapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras do Circuito Annapurna pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
Music Theatre and Exhibition Hall, Tbilissi, Georgia
Arquitectura & Design
Tbilisi, Geórgia

Geórgia ainda com Perfume a Revolução das Rosas

Em 2003, uma sublevação político-popular fez a esfera de poder na Geórgia inclinar-se do Leste para Ocidente. De então para cá, a capital Tbilisi não renegou nem os seus séculos de história também soviética, nem o pressuposto revolucionário de se integrar na Europa. Quando a visitamos, deslumbramo-nos com a fascinante mixagem das suas passadas vidas.
Aventura
Viagens de Barco

Para Quem Só Enjoa de Navegar na Net

Embarque e deixe-se levar em viagens de barco imperdíveis como o arquipélago filipino de Bacuit e o mar gelado do Golfo finlandês de Bótnia.
Celebração newar, Bhaktapur, Nepal
Cerimónias e Festividades
Bhaktapur, Nepal

As Máscaras Nepalesas da Vida

O povo indígena Newar do Vale de Katmandu atribui grande importância à religiosidade hindu e budista que os une uns aos outros e à Terra. De acordo, abençoa os seus ritos de passagem com danças newar de homens mascarados de divindades. Mesmo se há muito repetidas do nascimento à reencarnação, estas danças ancestrais não iludem a modernidade e começam a ver um fim.
tunel de gelo, rota ouro negro, Valdez, Alasca, EUA
Cidades
Valdez, Alasca

Na Rota do Ouro Negro

Em 1989, o petroleiro Exxon Valdez provocou um enorme desastre ambientai. A embarcação deixou de sulcar os mares mas a cidade vitimada que lhe deu o nome continua no rumo do crude do oceano Árctico.
Comida
Mercados

Uma Economia de Mercado

A lei da oferta e da procura dita a sua proliferação. Genéricos ou específicos, cobertos ou a céu aberto, estes espaços dedicados à compra, à venda e à troca são expressões de vida e saúde financeira.
Cultura
Lhasa, Tibete

Quando o Budismo se Cansa da Meditação

Nem só com silêncio e retiro espiritual se procura o Nirvana. No Mosteiro de Sera, os jovens monges aperfeiçoam o seu saber budista com acesos confrontos dialécticos e bateres de palmas crepitantes.
Fogo artifício de 4 de Julho-Seward, Alasca, Estados Unidos
Desporto
Seward, Alasca

O 4 de Julho Mais Longo

A independência dos Estados Unidos é festejada, em Seward, Alasca, de forma modesta. Mesmo assim, o 4 de Julho e a sua celebração parecem não ter fim.
Braga ou Braka ou Brakra, no Nepal
Em Viagem
Circuito Annapurna: 6º – Braga, Nepal

Num Nepal Mais Velho que o Mosteiro de Braga

Quatro dias de caminhada depois, dormimos aos 3.519 metros de Braga (Braka). À chegada, apenas o nome nos é familiar. Confrontados com o encanto místico da povoação, disposta em redor de um dos mosteiros budistas mais antigos e reverenciados do circuito Annapurna, lá prolongamos a aclimatização com subida ao Ice Lake (4620m).
Tambores e tatoos
Étnico
Taiti, Polinésia Francesa

Taiti Para lá do Clichê

As vizinhas Bora Bora e Maupiti têm cenários superiores mas o Taiti é há muito conotado com paraíso e há mais vida na maior e mais populosa ilha da Polinésia Francesa, o seu milenar coração cultural.
tunel de gelo, rota ouro negro, Valdez, Alasca, EUA
Portfólio Fotográfico Got2Globe

Sensações vs Impressões

Casario de Balestrand, Noruega
História
Balestrand, Noruega

Balestrand: uma Vida Entre Fiordes

São comuns as povoações nas encostas dos desfiladeiros da Noruega. Balestrand está à entrada de três. Os seus cenários destacam-se de tal forma dos demais que atraíram pintores famosos e continuam a seduzir viajantes intrigados.
Sementeira, Lombok, mar Bali, ilha Sonda, Indonesia
Ilhas
Lombok, Indonésia

Lombok. O Mar de Bali Merece uma Sonda Assim

Há muito encobertos pela fama da ilha vizinha, os cenários exóticos de Lombok continuam por revelar, sob a protecção sagrada do guardião Gunung Rinjani, o segundo maior vulcão da Indonésia.
Cavalos sob nevão, Islândia Neve Sem Fim Ilha Fogo
Inverno Branco
Husavik a Myvatn, Islândia

Neve sem Fim na Ilha do Fogo

Quando, a meio de Maio, a Islândia já conta com o aconchego do sol mas o frio mas o frio e a neve perduram, os habitantes cedem a uma fascinante ansiedade estival.
Visitantes da casa de Ernest Hemingway, Key West, Florida, Estados Unidos
Literatura
Key West, Estados Unidos

O Recreio Caribenho de Hemingway

Efusivo como sempre, Ernest Hemingway qualificou Key West como “o melhor lugar em que tinha estado...”. Nos fundos tropicais dos E.U.A. contíguos, encontrou evasão e diversão tresloucada e alcoolizada. E a inspiração para escrever com intensidade a condizer.
savuti, botswana, leões comedores de elefantes
Natureza
Savuti, Botswana

Os Leões Comedores de Elefantes de Savuti

Um retalho do deserto do Kalahari seca ou é irrigado consoante caprichos tectónicos da região. No Savuti, os leões habituaram-se a depender deles próprios e predam os maiores animais da savana.
Sheki, Outono no Cáucaso, Azerbaijão, Lares de Outono
Outono
Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.
Soufrière e Pitons, Saint Luci
Parques Naturais
Soufrière, Saint Lucia

As Grandes Pirâmides das Antilhas

Destacados acima de um litoral exuberante, os picos irmãos Pitons são a imagem de marca de Saint Lucia. Tornaram-se de tal maneira emblemáticos que têm lugar reservado nas notas mais altas de East Caribbean Dollars. Logo ao lado, os moradores da ex-capital Soufrière sabem o quão preciosa é a sua vista.
Forte Galle, Sri Lanka, Ceilão Lendária Taprobana
Património Mundial UNESCO
Galle, Sri Lanka

Nem Além, Nem Aquém da Lendária Taprobana

Camões eternizou o Ceilão como um marco indelével das Descobertas onde Galle foi das primeiras fortalezas que os portugueses controlaram e cederam. Passaram-se cinco séculos e o Ceilão deu lugar ao Sri Lanka. Galle resiste e continua a seduzir exploradores dos quatro cantos da Terra.
ora de cima escadote, feiticeiro da nova zelandia, Christchurch, Nova Zelandia
Personagens
Christchurch, Nova Zelândia

O Feiticeiro Amaldiçoado da Nova Zelândia

Apesar da sua notoriedade nos antípodas, Ian Channell, o feiticeiro da Nova Zelândia não conseguiu prever ou evitar vários sismos que assolaram Christchurch. Com 88 anos de idade, após 23 anos de contrato com a cidade, fez afirmações demasiado polémicas e acabou despedido.
Barco e timoneiro, Cayo Los Pájaros, Los Haitises, República Dominicana
Praias
Península de Samaná, PN Los Haitises, República Dominicana

Da Península de Samaná aos Haitises Dominicanos

No recanto nordeste da República Dominicana, onde a natureza caribenha ainda triunfa, enfrentamos um Atlântico bem mais vigoroso que o esperado nestas paragens. Lá cavalgamos em regime comunitário até à famosa cascata Limón, cruzamos a baía de Samaná e nos embrenhamos na “terra das montanhas” remota e exuberante que a encerra.
Motociclista no desfiladeiro de Sela, Arunachal Pradesh, Índia
Religião
Guwahati a Sela Pass, Índia

Viagem Mundana ao Desfiladeiro Sagrado de Sela

Durante 25 horas, percorremos a NH13, uma das mais elevadas e perigosas estradas indianas. Viajamos da bacia do rio Bramaputra aos Himalaias disputados da província de Arunachal Pradesh. Neste artigo, descrevemos-lhe o trecho até aos 4170 m de altitude do Sela Pass que nos apontou à cidade budista-tibetana de Tawang.
A Toy Train story
Sobre carris
Siliguri a Darjeeling, Índia

Ainda Circula a Sério o Comboio Himalaia de Brincar

Nem o forte declive de alguns tramos nem a modernidade o detêm. De Siliguri, no sopé tropical da grande cordilheira asiática, a Darjeeling, já com os seus picos cimeiros à vista, o mais famoso dos Toy Trains indianos assegura há 117 anos, dia após dia, um árduo percurso de sonho. De viagem pela zona, subimos a bordo e deixamo-nos encantar.
Sociedade
Margilan, Usbequistão

Um Ganha Pão do Uzbequistão

Numa de muitas padarias de Margilan, desgastado pelo calor intenso do forno tandyr, o padeiro Maruf'Jon trabalha meio-cozido como os distintos pães tradicionais vendidos por todo o Usbequistão
Retorno na mesma moeda
Vida Quotidiana
Dawki, Índia

Dawki, Dawki, Bangladesh à Vista

Descemos das terras altas e montanhosas de Meghalaya para as planas a sul e abaixo. Ali, o caudal translúcido e verde do Dawki faz de fronteira entre a Índia e o Bangladesh. Sob um calor húmido que há muito não sentíamos, o rio também atrai centenas de indianos e bangladeshianos entregues a uma pitoresca evasão.
Rinoceronte, PN Kaziranga, Assam, Índia
Vida Selvagem
PN Kaziranga, Índia

O Baluarte dos Monocerontes Indianos

Situado no estado de Assam, a sul do grande rio Bramaputra, o PN Kaziranga ocupa uma vasta área de pântano aluvial. Lá se concentram dois terços dos rhinocerus unicornis do mundo, entre em redor de 100 tigres, 1200 elefantes e muitos outros animais. Pressionado pela proximidade humana e pela inevitável caça furtiva, este parque precioso só não se tem conseguido proteger das cheias hiperbólicas das monções e de algumas polémicas.
Pleno Dog Mushing
Voos Panorâmicos
Seward, Alasca

O Dog Mushing Estival do Alasca

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, o dog mushing não pode parar.
EN FR PT ES