Champotón, México

Rodeo debaixo de Sombreros


Sombra de sucesso

Charro (vaqueiro mexicano) puxa um vitelo durante a prova de "colas en el lienzo", que consiste em derrubar um touro puxando-lhe a cauda.

Bancada improvisada

Amigas adelitas e um jovem charro acompanham a acção das "suertes charras" (provas) do cimo de um muro.

Treinos com laços

Charros praticam lançamento do laço para as provas prestes a começar que requerem o emprego desta perícia.

Nos bastidores

Adelita sob um sombrero segura um cavalo próximo de uma porta de acesso à arena do "lienzo de charro".

Duo charro

Vaqueros a cavalo nas imediações do "lienzo de charro" e junto a uma camioneta de transporte de animais.

Gerações Charreas

Pai segura um bebé vaquero sobre o muro do partidero (corredor de entrada) da arena de Champotón, enquanto os participantes se exercitam.

O centro da acção

Apresentador da prova fala ao microfone e duas adelitas acompanham os acontecimentos do cimo de um terraço com vista privilegiada sobre a arena.

O Olhar Criterioso do Juiz

Participante lida o seu cavalo para conseguir movimentos exigidos pela prova, sob a apreciação atenta do juíz e apresentador.

À Moda vaquera

Pormenor de um vaquero trajado segundo a tradição mexicana de Campeche.

Desfile de Vaqueros

Charros entram na arena principal para darem início às várias provas que formam as "suertes charras".

Aisse

Jovem adelita refugiada do calor excessivo provocado pelos trajes tradicionais ao volante da carrinha de familiares.

Com o fim do ano, 5 municípios mexicanos organizam uma feira em honra da Virgén de La Concepción. Aos poucos, o evento tornou-se o pretexto ideal para os cavaleiros locais exibirem as suas habilidades

Seguíamos no banco de trás ainda despertos e atentos aos cenários em redor, apesar da viagem longa desde as ruínas de Edzná e os confins trópico-selvagens da península de Iucatão.  Instalado no lugar do morto, Wilberth Alexandro Pech ma

ntinha-se também alerta e, entusiasmado por nos transmitir as peculiaridades dos lugares por que passávamos. “pois amigos, agora estamos a chegar a Champotón. Pode parecer-vos difícil de acreditar mas, o mar do Golfo do México que aí vêem nem sem

pre está assim imóvel. E foi neste mesmo litoral que, em 1507, Francisco Hernández de Córdoba fez aqui, depois de Campeche, a segunda escala da incursão hispânica ao interior destas partes das Américas. Os indígenas cocomes e tutul xiúes receberam-nos bem. Permitiram que se abastecessem de água e mantimentos e que prosseguissem à descoberta”.

Quando nada o parecia indicar e, chegados por terra, somos prendados com um acolhimento provavelmente ainda mais caloroso.

A tarde já ia a meio e a principal cidade do estado aproximava-se a olhos vistos. Mas um frenesim de beira-estrada desperta-nos a atenção e a curiosidade. “Ah, isto é uma das nossas feiras. Esta realiza-se em homenagem da Virgen de la Concépcion.” adianta-nos Wilberth.  Acho que vai haver mais um charreo. Ainda estamos com tempo. Querem lá ir espreitar?” Não pensamos duas vezes. Saltamos do carro, atravessamos a via e reassumimos um sempre bem-vindo modo de exploração.

Do lado de lá, um grupo de señoritas a cavalo avança ao longo de um muro que estabelece a fronteira da rua para o evento. Trajam vestidos fartos e coloridos de adelitas ou rancheiras. Preparam-se para regressar ao recinto e pouco se importam, muito pelo contrário, que as sigamos.

Damos com uma portão improvisado. Uma espécie de porteiro permite-lhes a passagem. Surpreso pela inesperada sequência, el charro de serviço pede a um colega que vá falar com alguém mais. Quando o emissário trás a resposta, convida-nos a entrar e dá-nos as boas-vindas. Depressa percebemos que tínhamos ingressado no partidero, a secção rectangular do lienzo charro (arena mexicana) em que a competição decorreria. Ali, dezenas de vaqueiros igualmente vestidos a rigor, confraternizam e ensaiam os passos e movimentos que estão prestes a exibir.

Um ou outro charros mais desinibidos abordam-nos com curtos diálogos de ocasião. Até que os congéneres os convocam para novos exercícios e ficamos por conta própria entre os muros brancos e os cavalos e cavaleiros ali encerrados.

A charreria está prestes a ter início. Um vaqueiro mais velho com ar e postura de líder surge do nada e trata de nos acomodar de forma menos inconveniente. “Amigos, se querem fotografar isto o melhor sítio é a varanda lá à frente. Mas olhem que a escada se partiu. Tenham cuidado a subir senão ainda ficam espetados num dos ferros.”

Passamos para o exterior e caminhamos ao longo do muro. Cruzamo-nos com vários outros participantes da charreria e com seus familiares e amigos. É então que começamos a sentir o espírito de comunidade de que se reveste o acontecimento. Com a ajuda de duas madres expectantes, encontramos o tal ponto de acesso, menos problemático do que o organizador o havia feito. Trepamos sem cerimónias e instalamo-nos no pequeno terraço de cimento já semi-ocupado por mais adelitas, por crianças e um anfitrião-apresentador-juiz do evento munido de uma prancha de notas e de um microfone.

“E aí esta Maz. Esse que vem para mais! Já está na porta. Carlos Maz, aí vem ele lá no fundo. Aí se aproxima Maz!”

Também de sombrero e uniforme charro, o apresentador, narra a acção das colas en el lienzo, uma das várias suertes charras em que são avaliados os concorrentes. Um a um, estes perseguem bezerros largados no início do partidero e tentam laçar-lhes as patas ou quartos traseiros de forma a imobiliza-los. O charro seguinte acerta apenas numa das patas e vê o vitelo fugir-lhe a espernear. À parte desse erro, comete outras falhas técnicas. Num hispânico campechano cerrado, o juiz apresentador faz-lhe as contas sem cerimónias. Do tagarelado amplificado, percebemos que tinha conseguido zero menos oito pontos e mais algumas desencorajadoras subtracções.

A feira já vinha a decorrer havia alguns dias e, o público não abundava nas bancadas. Ainda assim, os desfiles, as suertes charreas e as escaramuzas (acrobacias femininas a cavalo) sucedem-se com as jovens competidoras a montarem à la mujeriegas que é como dizer de lado enquanto, sobre o terraço em que permanecemos, outras admiram as exibições a decorrerem logo abaixo.

Bem junto a nós, uma adelita mais nova irrompe num pranto birrento e gera uma discussão que o pai resolve sem grande apelo.

Entretanto, a charreria chega ao fim. Descemos para o solo e, ao passarmos por uma carrinha pick-up, ouvimos de novo o choro que havia começado no terraço. Espreitamos pela janela e damos com a jovenzita que o pai colocara de castigo. Tentamos animá-la e acabamos por compreender finalmente as suas razões: “É que faz muito calor e eu já estava farta de usar a saia e aquela roupa toda. Queria pôr-me mais fresca mas o meu pai dizia que hoje era um dia especial e que tinha que aguentar.”

Conversa puxa conversa, lá conseguimos animá-la. Entre brincadeiras com o volante e muitas caretas, Aisse encanta-nos com a sua beleza mestiça e boa-disposição juvenil.

Lembramo-nos que temos Wilberth há muito à espera. Já nos dirigimos para a saída do lienzo charro quando somos chamados para uma mesa em que decorre um repasto improvisado. “ Sentem-se!” ordena o senhor que nos tinha dado concedido a entrada no evento. “Já trabalharam muito. Agora descansem e comam!”

Servem-nos refrescos e mixiote (carne de borrego assada). Os convivas também satisfazem a sua curiosidade com inúmeras perguntas sobre de onde vimos e o que por ali fazemos.

Saboreamos a refeição e a agradável hospitalidade enquanto podemos até que o sol surge a rondar o horizonte e nos relembra que já estaríamos a abusar da paciência do guia e do motorista.

Despedimo-nos daquela gente de coração quente e subimos mais um pouco pelo litoral oeste da Península de Iucatão, apontados a Campeche.

Izamal, México

A Cidade Mexicana, Santa, Bela e Amarela

Até à chegada dos conquistadores espanhóis, Izamal era um polo de adoração do deus Maia supremo Itzamná e Kinich Kakmó, o do sol. Aos poucos, os invasores arrasaram as várias pirâmides dos nativos. No seu lugar, ergueram um grande convento franciscano e um prolífico casario colonial, com o mesmo tom solar em que a cidade hoje católica resplandece.
Campeche, México

Campeche Sobre Can Pech

Como aconteceu por todo o México, os conquistadores chegaram, viram e venceram. Can Pech, a povoação maia, contava com quase 40 mil habitantes, palácios, pirâmides e uma arquitetura urbana exuberante, mas, em 1540, subsistiam menos de 6 mil nativos. Sobre as ruínas, os espanhóis ergueram Campeche, uma das mais imponentes cidades coloniais das Américas.

Mérida, México

A Mais Exuberante das Méridas

Em 25 a.C, os romanos fundaram Emerita Augusta, capital da Lusitânia. A expansão espanhola gerou três outras Méridas no mundo. Das quatro, a capital do Iucatão é a mais colorida e animada, resplandecente de herança colonial hispânica e vida multiétnica.

Cobá, México

Das Ruínas aos Lares Maias

Na Península de Iucatão, a história do segundo maior povo indígena mexicano confunde-se com o seu dia-a-dia e funde-se com a modernidade. Em Cobá, passámos do cimo de uma das suas pirâmides milenares para o coração de uma povoação dos nossos tempos.

Cidade do México, México

Alma Mexicana

Com mais de 20 milhões de habitantes numa vasta área metropolitana, esta megalópole marca, a partir do seu cerne de zócalo, o pulsar espiritual de uma nação desde sempre vulnerável e dramática.

Perth, Austrália

Cowboys da Oceania

O Texas até fica do outro lado do mundo mas não faltam vaqueiros no país dos coalas e dos cangurus. Rodeos do Outback recriam a versão original e 8 segundos não duram menos no Faroeste australiano.

Chiapas e Iucatão, México

Uma Estafeta de Fé

Equivalente católica da Nª Sra. de Fátima, a Virgem de Guadalupe move e comove o México. Os seus fiéis cruzam-se nas estradas do país, determinados em levar a prova da sua fé à patrona das Américas.

Campeche, México

Há 200 Anos a Brincar com a Sorte

No fim do século XVIII, os campechanos renderam-se a um jogo introduzido para esfriar a febre das cartas a dinheiro. Hoje, jogada quase só por abuelitas, a loteria local pouco passa de uma diversão.

Sombra vs Luz
Arquitectura & Design

Quioto, Japão

O Templo que Renasceu das Cinzas

O Pavilhão Dourado foi várias vezes poupado à destruição ao longo da história, incluindo a das bombas largadas pelos EUA mas não resistiu à perturbação mental de Hayashi Yoken. Quando o admirámos, luzia como nunca.

Alturas Tibetanas
Aventura

Mal de Altitude: não é mau. É péssimo!

Em viagem, acontece vermo-nos confrontados com a falta de tempo para explorar um lugar tão imperdível como elevado. Ditam a medicina e a experiência que não se deve arriscar subir à pressa.
Verificação da correspondência
Cerimónias e Festividades

Rovaniemi, Finlândia

Árctico Natalício

Fartos de esperar pela descida do velhote de barbas pela chaminé, invertemos a história. Aproveitamos uma viagem à Lapónia Finlandesa e passamos pelo seu furtivo lar. 

A ver a vida passar
Cidades
Dali, China

A China Surrealista de Dali

Encaixada num cenário lacustre mágico, a antiga capital do povo Bai manteve-se, até há algum tempo, um refúgio da comunidade mochileira de viajantes. As mudanças sociais e económicas da China fomentaram a invasão de chineses à descoberta do recanto sudoeste da nação.
Comida
Comida do Mundo

Gastronomia Sem Fronteiras nem Preconceitos

Cada povo, suas receitas e iguarias. Em certos casos, as mesmas que deliciam nações inteiras repugnam muitas outras. Para quem viaja pelo mundo, o ingrediente mais importante é uma mente bem aberta.
Intersecção
Cultura

Hungduan, Filipinas

Filipinas em Estilo “Country”

Os GI's partiram com o fim da 2a Guerra Mundial mas a música do interior dos EUA que ouviam ainda anima a Cordillera de Luzon. É de tricycle e ao seu ritmo que visitamos os terraços de arroz Hungduan.

Bola de volta
Desporto

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Aurora fria II
Em Viagem
Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras do Circuito Annapurna pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
Conversa entre fotocópias
Étnico

Inari, Finlândia

A Assembleia Babel da Nação Sami

A nação sami é afectada pela ingerência das leis de 4 países, pelas suas fronteiras e pela multiplicidade de sub-etnias e dialectos. Mesmo assim, no parlamento de Inari, lá se vai conseguindo governar

Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Torres Kanak
História

Grande Terre, Nova Caledónia

O Grande Calhau do Pacífico do Sul

James Cook baptizou assim a longínqua Nova Caledónia porque o fez lembrar a Escócia do seu pai, já os colonos franceses foram menos românticos. Prendados com uma das maiores reservas de níquel do mundo, chamaram Le Caillou à ilha-mãe do arquipélago. Nem a sua mineração obsta a que seja um dos mais deslumbrantes retalhos de Terra da Oceânia.

Perigo: correntes
Ilhas
Reunião

O Melodrama Balnear da Reunião

Nem todos os litorais tropicais são retiros prazerosos e revigorantes. Batido por rebentação violenta, minado de correntes traiçoeiras e, pior, palco dos ataques de tubarões mais frequentes à face da Terra, o da ilha da Reunião falha em conceder aos seus banhistas a paz e o deleite que dele anseiam.
Doca gelada
Inverno Branco

Ilha Hailuoto, Finlândia

Um Refúgio no Golfo de Bótnia

Durante o Inverno, Hailuoto está ligada à restante Finlândia pela maior estrada de gelo do país. A maior parte dos seus 986 habitantes estima, acima de tudo, o distanciamento que a ilha lhes concede.

De visita
Literatura

Rússia

O Escritor que Não Resistiu ao Próprio Enredo

Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

Natureza
Estradas Imperdíveis

Grandes Percursos, Grandes Viagens

Com nomes pomposos ou meros códigos rodoviários, certas estradas percorrem cenários realmente sublimes. Da Road 66 à Great Ocean Road, são, todas elas, aventuras imperdíveis ao volante.
Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Pose mais à mão
Parques Naturais

Deserto de Atacama, Chile

A Vida nos Limites

Quando menos se espera, o lugar mais seco do mundo revela novos cenários extraterrestres numa fronteira entre o inóspito e o acolhedor, o estéril e o fértil que os nativos se habituaram a atravessar.

Cortejo garrido
Património Mundial Unesco

Suzdal, Rússia

1000 Anos de Rússia à Moda Antiga

Foi uma capital pródiga quando Moscovo não passava de um lugarejo rural. Pelo caminho, perdeu relevância política mas acumulou a maior concentração de igrejas, mosteiros e conventos do país dos czares. Hoje, sob as suas incontáveis cúpulas, Suzdal é tão ortodoxa quanto monumental.

Cabana de Brando
Personagens

Apia, Samoa Ocidental

A Anfitriã do Pacífico do Sul

Vendeu burgers aos GI’s na 2ª Guerra Mundial e abriu um hotel que recebeu Marlon Brando e Gary Cooper. Aggie Grey faleceu em 1988 mas o seu legado de acolhimento perdura no Pacífico do Sul.

Baie d'Oro
Praia

Île-des-Pins, Nova Caledónia

A Ilha que se Encostou ao Paraíso

Em 1964, Katsura Morimura deliciou o Japão com um romance-turquesa passado em Ouvéa. Mas a vizinha Île-des-Pins apoderou-se do título "A Ilha mais próxima do Paraíso" e extasia os seus visitantes.

Rumo ao vale
Religião
Alaverdi, Arménia

Um Teleférico Chamado Ensejo

O cimo da garganta do rio Debed esconde os mosteiros arménios de Sanahin e Haghpat e blocos de apartamentos soviéticos em socalcos. O seu fundo abriga a mina e fundição de cobre que sustenta a cidade. A ligar estes dois mundos, está uma cabine suspensa providencial em que as gentes de Alaverdi contam viajar na companhia de Deus.
Em manobras
Sobre carris

Fianarantsoa-Manakara, Madagáscar

A Bordo do TGV Malgaxe

Partimos de Fianarantsoa às 7a.m. Só às 3 da madrugada seguinte completámos os 170km para Manakara. Os nativos chamam a este comboio quase secular Train Grandes Vibrations. Durante a longa viagem, sentimos, bem fortes, as do coração de Madagáscar.

Solidão andina
Sociedade

Mérida, Venezuela

A Renovação Vertiginosa do Teleférico mais Alto do Mundo

Em execução desde 2010, a reconstrução do teleférico de Mérida chegou à sua estação terminal. Foi levada a cabo nas montanhas andinas por operários intrépidos que sofreram na pele a grandeza da obra.

Dança dos cabelos
Vida Quotidiana
Huang Luo, China

Huang Luo: a Aldeia Chinesa dos Cabelos mais Longos

Numa região multiétnica coberta de arrozais socalcados, as mulheres de Huang Luo renderam-se a uma mesma obsessão capilar. Deixam crescer os cabelos mais longos do mundo, anos a fio, até um comprimento médio de 170 a 200 cm. Por estranho que pareça, para os manterem belos e lustrosos, usam apenas água e arrôz.
Brincadeira ao ocaso
Vida Selvagem
PN Gorongosa, Moçambique

O Coração Selvagem de Moçambique dá Sinais de Vida

A Gorongosa abrigava um dos mais exuberantes ecossistemas de África mas, de 1980 a 1992, sucumbiu à Guerra Civil travada entre a FRELIMO e a RENAMO. Greg Carr, o inventor milionário do Voice Mail recebeu a mensagem do embaixador moçambicano na ONU a desafiá-lo a apoiar Moçambique. Para bem do país e da humanidade, Carr comprometeu-se a ressuscitar o parque nacional deslumbrante que o governo colonial português lá criara.
Vale de Kalalau
Voos Panorâmicos

Napali Coast, Havai

As Rugas Deslumbrantes do Havai

Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto a exploramos por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.