Banguecoque, Tailândia

Mil e Uma Noites Perdidas


Go Go

Bar Go-Go na zona nocturna de Patpong.

Tuk-tuk

Uma viagem de rickshaw, tuk-tuk, como são chamados em Banguecoque.

Luz e cor

Luzes da Chinatown de Banguecoque, uma das maiores do mundo.

Tattoo Thai

Loja de tatuagens de Patpong em grande actividade.

Corrida colorida

Tuk tuks desafiam-se numa rua da Chinatown.

Ócio Profissional

Donos de um pequeno negócio passam o tempo a ler o jornal.

Banca Chinatown

Donos de uma banca na gigantesca Chinatown de Banguecoque.

Neon

Neon em chinês, uma decoração predominante da Chinatown.

Rio Chao Praya

Panorâmica da capital Tailandesa, atravessada pelo rio Chao Praya.

Patpong

Transeuntes numa rua de Patpong.

História e Modernismo

O grande palácio destacado na amalgama de edifícios bem mais modernos de Banguecok.

Em 1984, Murray Head cantou a magia e bipolaridade nocturna da capital tailandesa em "One Night in Bangkok". Vários anos, golpes de estado, e manifestações depois, Banguecoque continua sem sono.

Depois de uma verdadeira viagem de rally sobre três rodas pelas ruas da metrópole, o condutor acelerado imobiliza o seu veículo à entrada da Khao San Road. “Não, não! Eu disse 140 por pessoa. Pagam 280! Grita o dono do tuk tuk tentando disfarçar a sua pequenez”.

Aproveita a presença de colegas que aguardam a saída dos turistas para outros recantos de Banguecoque, levanta a voz e aposta numa esperteza que, por certo, funciona com a maior parte dos visitantes mais inexperientes. Passamos-lhe 150 bahts para a mão, agradecemos o serviço e integramo-nos na multidão frenética de thais e farangs que ocupa esta artéria cosmopolita da cidade.

Chegamos de um voo longo proveniente da Europa e o cansaço aperta. Usamos as derradeiras energias para carregar as mochilas e procurar uma guest-house suficientemente digna dentro de um orçamento modesto que só há pouco tempo começámos a esgotar.  Estamos conscientes de que Banguecoque acolhe dos melhores hotéis à face da Terra mas, duas inspecções depois, já nos falta a paciência e cedemos ao desconforto de um quarto exíguo e espartano que treme com o drum & bass dos bares mais próximos. Assim instalados, somos de imediato separados por relações opostas com o jet-lag. As horas passam e o ribombar refreia-se aos poucos mas nem por isso me chega o sono. Quando os primeiros raios de sol entram através dos cortinados mal fechados, desisto de esperar e saio para comer algo e explorar a madrugada da Khao San Rd que, pela ausência de ruído, pensava já deserta. Faço-me aos asfalto semi-molhado por uma curta chuva tropical. Não chego a percorrer vinte metros quando sou abordado por uns poucos vultos até então abrigados. Um esquadrão de ladyboys determinados interpõe-se entre mim e o néon 7Eleven que brilha ao fundo. “I want to meet you”, “Come here, precious!” e “You should try my tricks” são só algumas das frases de engate que me deixam ainda mais desorientado. Acelero o passo e vou-me furtando às propostas até que a loja de conveniência me salva. Lembro-me que estou na velha Krung Thep, a cidade dos anjos do oriente e interrogo-me se também estes espécimes contarão para o epíteto.

Resisto duas horas sentado na loja a ler uma revista e regresso ao quarto a tempo de sairmos à descoberta de Banguecoque, durante o dia entregue aos seus palácios, templos budistas e mercados, ao fluir lamacento do rio Chao Praya e à humidade e calor alimentados pelas monções do Sudeste Asiático que tantas vezes descambam para chuvadas intermináveis. Vasta e com pouca sombra, a capital tailandesa pode revelar-se uma metrópole desgastante para quem chega com a missão de a explorar nuns poucos dias. São as inúmeras recompensas nocturnas que acabam por fazer esquecer a fadiga.

Com o pôr-do-sol, a Chinatown local ganha nova vida e as suas bancas e pequenos restaurantes fritam mariscos e moluscos, preparam pad thais e fried rices e servem as especialidades chinesas preferidas pela população do distrito Samphanthawong em redor.

Passam mais e mais tuk-tuks com pinturas garridas e luzes fluorescentes que os sinalizam aos transeuntes. Novo, cada um  custa em redor de 1000 euros e apesar das autoridades os terem tentado proibir no passado, ano após ano, Banguecoque é inundada com mais alguns milhares destes veículos barulhentos e poluentes. A razão é simples. Quase todos os seus condutores são tailandeses do Nordeste que chegam à capital sem dinheiro para alugar os táxis de marca japonesa – agora em grande parte cor-de-rosa – com que disputam as ruas.    

O dia aproxima-se do fim mas vários negócios insistem em facturar aproveitando uma maior disponibilidade das pessoas libertas dos seus trabalhos. É o caso de algumas tendas com fruta exótica, de outras repletas de roupa e adereços mas também de ourivesarias bem recheadas de cordões, anéis e pulseiras e com um número aparentemente excessivo de empregados.

Noutras zonas mais centrais, os pequenos salões de massagens ficam mais activos que nunca. Pela diferença de dificuldade de cada uma das missões, ir à Tailândia e não experimentar uma massagem tailandesa é bem mais grave que ir a Roma e não ver o Papa. Muitos estrangeiros chegam escaldados por excesso de sol nas praias do sul, doridos de caminhadas nas montanhas do norte ou simplesmente de voltas sem fim a pé e de tuk-tuk na capital. Alguns chegam convencidos de que vão ser mimados e acarinhados mas o estilo tai tem pouco que ver com outros orientais e ocidentais, bem mais suaves. Quando chega a nossa vez, as massagistas fazem questão de nos ensinar a dizer “diep” e “mai diep” as palavras do seu dialecto para dói e não dói. E o tratamento depressa o justifica. Dedos, punhos, cotovelos, pulsos, joelhos e pés estimulam os corpos pouco preparados que, de quando em quando, também são puxados, torcidos, pisados e manipulados numa espécie de Yoga passivo. Na teoria, o objectivo é conseguir uma redistribuição homogénea da energia pelo sistema nervoso por forma a gerar um fluxo mais harmonioso e saudável. Na prática, as sensações mistas e alternadas de dor e prazer formam uma experiência que os clientes concordam em denominar brutalmente agradável. Dependendo de quem as descobre, outras podem revelar-se agradavelmente brutas.

O Muai Thai pratica-se, há séculos, por toda a Tailândia mas ganhou um protagonismo lógico em Banguecoque onde se situam inúmeros ginásios de treino e os principais ringues que recebem torneios nacionais e mundiais. Entretanto, a modalidade conquistou adeptos e vários campeões noutros países de tal maneira que só nos rankings das categorias mais leves surgem tailandeses.

Na altura em que passámos pela capital, não estava previsto nenhum grande evento mas acabámos por espreitar um torneio de exibição menor levado a cabo num pavilhão demasiado escuro e desprovido de público. Como era de esperar, a violência dos socos e pontapés acabou por impressionar bastante mais que o ambiente envolvente.

“One night in Bangkok makes a hard man humble. Not much between despair and ecstasy” resumia o refrão de Murray Head, no âmago do seu mega-sucesso pop-rock de 1984. A sensação  confirma-se vezes sem conta assim que os visitantes ganham noção do que está por trás de muitos dos espectáculos da cidade.

Lutadores de Muai Thai vencedores e milionários chegam das províncias remotas do país onde são introduzidos e mantidos no desporto ainda crianças como forma de rendimento extra das famílias pobres. Algo do género se passa noutro distrito célebre da capital onde vários bares disfarçam apenas o necessário uma actividade sexual que sustenta milhares de famílias indigentes.

Originalmente pertencente a uma família de imigrantes chineses, os Patponganit, Patpong foi sendo ocupada por negócios e bares. Por volta de 1968, era já conhecida como uma das R&R (Rest and Recuperation) zones predilectas dos soldados norte-americanos de serviço na Guerra do Vietname e, nos anos 70, tinha-se já tornado na principal área de vida nocturna da capital, hoje disputada por outras bastante mais requintadas.

Visitamo-la, como tantos farangs curiosos, com o objectivo de descobrir o exotismo decadente dos seus go-go bars e, enquanto nos distraímos com bancas à pinha de um pouco de tudo, somos abordados por agentes  que nos mostram menus repletos de habilidades pseudo-sexuais sem quaisquer escrúpulos – quase todos baptizados como pussy qualquer coisa. “Entrem, entrem! Temos ping-pong pussy prestes a começar!” Acabamos por espreitar um antro barulhento, iluminado por néon e em que dezenas raparigas de biquíni ou topless dançam elevadas sobre um balcão e agarradas a um varão. Assistimos a um dos shows populares refrescados por duas cervejas nacionais Singha.

Quarenta minutos depois, regressamos à atmosfera menos abafada da rua, apanhamos um tuk-tuk e mudamo-nos para o bazar nocturno Soi 38 para recuperarmos forças a devorar espetadas de almôndegas de peixe e outras especialidades gastronómicas de rua. Essa noite da grande Banguecoque, também a perdemos. Não seria a última.

Ilhas Phi Phi, Tailândia

De regresso a "A Praia"

Passaram 15 anos desde a estreia do clássico mochileiro baseado no romance de Alex Garland. O filme popularizou os lugares em que foi rodado. Pouco depois, alguns desapareceram temporária mas literalmente do mapa mas, hoje, a sua fama controversa permanece intacta.

Chiang Mai, Tailândia

300 Wats de Energia Espiritual e Cultural

Os tailandeses chamam a cada templo budista wat e a sua capital do norte tem-nos em óbvia abundância. Entregue a sucessivos eventos realizados entre santuários, Chiang Mai nunca se chega a desligar.

Las Vegas, E.U.A.

Onde o Pecado tem Sempre Perdão

Projectada do Deserto Mojave como uma miragem de néon, a capital norte-americana do jogo e do espectáculo é vivida como uma aposta no escuro. Exuberante e viciante, Vegas nem aprende nem se arrepende.

Wall like an Egyptian
Arquitectura & Design
Luxor, Egipto

De Luxor a Tebas: viagem ao Antigo-Egipto

Tebas foi erguida como a nova capital suprema do Império Egípcio, o assento de Amon, o Deus dos Deuses. A moderna Luxor herdou a sua sumptuosidade. Entre uma e a outra fluem o Nilo sagrado e milénios de história deslumbrante.
Doca gelada
Aventura

Ilha Hailuoto, Finlândia

Um Refúgio no Golfo de Bótnia

Durante o Inverno, Hailuoto está ligada à restante Finlândia pela maior estrada de gelo do país. A maior parte dos seus 986 habitantes estima, acima de tudo, o distanciamento que a ilha lhes concede.

Chegada à festa
Cerimónias e Festividades

Perth, Austrália

Em Honra da Fundação, de Luto Pela Invasão

26/1 é uma data controversa na Austrália. Enquanto os colonos britânicos o celebram com churrascos e muita cerveja, os aborígenes celebram o facto de não terem sido completamente dizimados.

Bar sobre o grande estuário
Cidades

Sydney, Austrália

De Desterro de Criminosos a Cidade Exemplar

A primeira das colónias australianas foi erguida por reclusos desterrados. Hoje, os aussies de Sydney gabam-se de antigos condenados da sua árvore genealógica e orgulham-se da prosperidade cosmopolita da megalópole que habitam. 

Muito que escolher
Comida

São Tomé e Príncipe

Que Nunca Lhes Falte o Cacau

No início do séc. XX, São Tomé e Príncipe geravam mais cacau que qualquer outro território. Graças à dedicação de alguns empreendedores, a produção subsiste e as duas ilhas sabem ao melhor chocolate.

Seydisfjordur
Cultura

Seydisfjordur, Islândia

Da Arte da Pesca à Pesca da Arte

Quando a frota pesqueira de Seydisfjordur foi comprada por armadores de Reiquejavique, a povoação teve que se adaptar. Hoje captura discípulos de Dieter Roth e outras almas boémias e criativas.

Bola de volta
Desporto

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Pórtico do tempo
Em Viagem
Usbequistão

Viagem Pelo Pseudo-Alcatrão do Usbequistão

Os séculos passaram. As velhas e degradadas estradas soviéticas sulcam os desertos e oásis antes atravessados pelas caravanas da Rota da Seda. Sujeitos ao seu jugo durante uma semana, vivemos cada paragem e incursão nos lugares e cenários usbeques como recompensas rodoviárias históricas.
Jingkieng Wahsurah
Étnico
Meghalaya, Índia

Pontes de Povos que Criam Raízes

A imprevisibilidade dos rios na região mais chuvosa à face da Terra nunca demoveu os Khasi e os Jaintia. Confrontadas com a abundância de árvores ficus elastica nos seus vales, estas etnias habituaram-se a moldar-lhes os ramos e estirpes. Da sua tradição perdida no tempo, legaram centenas de pontes de raízes deslumbrantes às futuras gerações.
Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Minhocas
História

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Em 2003, uma sublevação político-popular fez a esfera de poder na Geórgia inclinar-se do Leste para Ocidente. De então para cá, a capital Tbilisi não renegou nem os seus séculos de história também soviética, nem o pressuposto revolucionário de se integrar na Europa. Quando a visitamos, deslumbramo-nos com a fascinante mixagem das suas passadas vidas.

Observatório Dourado
Ilhas

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Um Vulcão de Olho no Espaço

O tecto do Havai era interdito aos nativos por abrigar divindades benevolentes. Mas, a partir de 1968 várias nações sacrificaram a paz dos deuses e ergueram a maior estação astronómica à face da Terra

Recta Final
Inverno Branco

Inari, Lapónia, Finlândia

A Corrida Mais Louca do Topo do Mundo

Há séculos que os lapões da Finlândia competem a reboque das suas renas. Na final Kings Cup, confrontam-se a grande velocidade, bem acima do Círculo Polar Ártico e muito abaixo de zero.

Litoral de Upolu
Literatura

Upolu, Samoa Ocidental

A Ilha do Tesouro de Stevenson

Aos 30 anos, o escritor escocês começou a procurar um lugar que o salvasse do seu corpo amaldiçoado.Em Upolu e nos samoanos, encontrou um refúgio acolhedor a que entregou a sua vida de alma e coração

Sombras Quentes
Natureza

Grand Canyon, E.U.A.

América do Norte Abismal

O rio Colorado e tributários começaram a fluir no planalto homónimo há 17 milhões de anos e expuseram metade do passado geológico da Terra. Também esculpiram uma das suas mais deslumbrantes entranhas.

Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Antes da chuva
Parques Naturais

Camiguin, Filipinas

Uma Ilha de Fogo Rendida à Água

Com mais de vinte cones acima dos 100 metros, a abrupta e luxuriante, Camiguin tem a maior concentração de vulcões que qualquer outra das 7641 ilhas filipinas ou do planeta. Mas, nos últimos tempos, nem o facto de um destes vulcões estar activo tem perturbado a paz da sua vida rural, piscatória e, para gáudio dos forasteiros, fortemente balnear.

Cortejo garrido
Património Mundial Unesco

Suzdal, Rússia

1000 Anos de Rússia à Moda Antiga

Foi uma capital pródiga quando Moscovo não passava de um lugarejo rural. Pelo caminho, perdeu relevância política mas acumulou a maior concentração de igrejas, mosteiros e conventos do país dos czares. Hoje, sob as suas incontáveis cúpulas, Suzdal é tão ortodoxa quanto monumental.

Palestra
Personagens

Christchurch, Nova Zelândia

O Feiticeiro Amaldiçoado

Apesar da sua notoriedade nos antípodas, Ian Channell o bruxo da Nova Zelândia não conseguiu prever ou evitar vários sismos que assolaram Christchurch. O último obrigou-o a mudar-se para casa da mãe.

Pesca no Paraíso
Praia

Ouvéa, Nova Caledónia

Entre a Lealdade e a Liberdade

A Nova Caledónia sempre questionou a integração na longínqua França. Em Ouvéa, encontramos uma história de resistência mas também nativos que preferem a cidadania e os privilégios francófonos.

Rumo ao vale
Religião
Alaverdi, Arménia

Um Teleférico Chamado Ensejo

O cimo da garganta do rio Debed esconde os mosteiros arménios de Sanahin e Haghpat e blocos de apartamentos soviéticos em socalcos. O seu fundo abriga a mina e fundição de cobre que sustenta a cidade. A ligar estes dois mundos, está uma cabine suspensa providencial em que as gentes de Alaverdi contam viajar na companhia de Deus.
A todo o vapor
Sobre carris

Ushuaia, Argentina

O Derradeiro Comboio Austral

Até 1947, o Tren del Fin del Mundo fez incontáveis viagens para que os condenados do presídio de Ushuaia cortassem lenha. Hoje, os passageiros são outros mas nenhuma outra composição passa mais a Sul

Ijen-Inferno
Sociedade

Vulcão Ijen, Indonésia

Escravos do Enxofre

Centenas de javaneses entregam-se ao vulcão Ijen onde são consumidos por gases venenosos e cargas que lhes deformam os ombros. Cada turno rende-lhes menos de 30€ mas todos agradecem o martírio.

Um
Vida Quotidiana

Talisay City, Filipinas

Monumento a um Amor Luso-Filipino

No final do século XIX, Mariano Lacson, um fazendeiro filipino e Maria Braga, uma portuguesa de Macau, apaixonaram-se e casaram. Durante a gravidez do que seria o seu 11º filho, Maria sucumbiu a uma queda. Destroçado, Mariano ergueu uma mansão em sua honra. Em plena 2ª Guerra Mundial, a mansão foi incendiada mas as ruínas elegantes que resistiram eternizam a sua trágica relação.

Curiosidade ursa
Vida Selvagem

Katmai, Alasca

Nos Passos do Grizzly Man

Timothy Treadwell conviveu Verões a fio com os ursos de Katmai. Em viagem pelo Alasca, seguimos alguns dos seus trilhos mas, ao contrário do protector tresloucado da espécie, nunca fomos longe demais.

Vale de Kalalau
Voos Panorâmicos

Napali Coast, Havai

As Rugas Deslumbrantes do Havai

Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto a exploramos por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.