Nha Trang-Doc Let, Vietname

O Sal da Terra Vietnamita


Fila Vietnamita

Trabalhadoras da salina de Hon Khoi transportam sal para montes já antes formados.

Sal a Dobrar

O reflexo de uma das mulheres reflectido na água superficial da salina de Hon Khoi.

Um azul Doc Let

Retalho da praia de Doc Let, considerada uma das mais atractivas do Vietname.

Uma Silhueta bem Marcada

A sombra forte de uma trabalhadora impressa num grande monte de sal.

Barco do Amor

Casal asiático diverte-se nas águas quentes da praia de Doc Let.

De volta ao trilho

Mulheres sobem a um dos caminhos elevados que conduzem aos montes de sal.

A Caminho do Armazém

Pai e filhos sobre um carro de bois sobrecarregado, no caminho entre Nha Trang e Doc Let.

Torre Po Nagar

Mulher vietnamita atravessa o complexo das torre Cham de Po Nagar, nos arredores de Nha Trang.

Fila vietnamita II

Trabalhadoras em mais um dos percursos de ida-e-volta com que vão aumentando os montes de sal.

Manobras Armadas

Um batalhão exercita coreografias militares em frente ao Concert Hall de Nha Trang.

Percurso Invertido

A imagem colorida de trabalhadoras das salinas reflectida no sal ensopado de Hon Khoi.

Em busca de litorais atraentes na velha Indochina, desiludimo-nos com a rudeza balnear de Nha Trang. E é no labor feminino e exótico das salinas de Hon Khoi que encontramos um Vietname mais a gosto.

Estava longe de ser pioneira a nossa determinação em desfrutarmos da ainda pouco conhecida costa vietnamita. Até na esfera fictional nos ocorriam exemplos memoráveis. Numa das cenas mais emblemáticas de “Apocalypse Now”, o capitão e veterano de operações especiais Benjamin Willard (Martin Sheen) apercebe-se das intenções tresloucadas do tenente-coronel Bill Kilgore (Robert Duvall) e, sob inúmeros helicópteros, caças e uma chuva de projécteis de obuses e outros dispositivos explosivos, pergunta-lhe: “Está louco? Raio que o parta! Não lhe parece um pouco arriscado para diversão?” Ao que o lunático Kilgore responde: ”Se eu digo que é seguro surfar esta praia, é porque é seguro surfar esta praia! Eu não tenho medo de surfar esta praia, vou surfar este sítio todo!”. A cena prossegue para uma sequência de excentricidade militar. Kilgore larga o megafone que usava para fazer ouvir os seus comandos, despe a camisa, pega num rádio-transmissor e ordena um bombardeamento de napalm à floresta em que se abrigava o inimigo. Acaba, assim, com o ataque que por pouco não matara os infelizes soldados que, por sua ordem, surfavam as pequenas ondas do delta em redor.

Foram fictícios os nomes que Francis Ford Coppola atribuiu ao rio que Willard então sobe em busca do coronel Walter E. Kurtz (Marlon Brando) e os de vários outros locais que retratou nas Filipinas. Mas não se revelou esse o caso de Nha Trang, cidade do sul do Vietname que acolheu uma das bases militares mais importantes dos americanos durante a guerra e que tínhamos decidido visitar também com o propósito de tirarmos nem que fosse um só dia de repouso balnear.

Chegamos ainda de madrugada de uma longa viagem nocturna de Hoi An, a mais de 500 km para norte, instalamo-nos na guest house da empresa de autocarros que nos trouxera e dormimos sem hora de despertar.

Por volta da 1h da tarde, acordamos já bem recarregados, tomamos um pequeno-almoço robusto e saímos para espreitar a beira-mar que delimitava a cidade a Oriente. Já nas imediações do mar da China do Sul, contornamos o grande edifício do Concert Hall. No topo, esvoaça a bandeira vermelha e amarelo-estrelada do Vietname e, em frente, desfila um batalhão de soldados de uniformes verde-tropa antiquados.

A combinação destas visões traz-nos mais uma vez de volta o imaginário dos tempos bélicos da nação e deixa poucas dúvidas quanto ao triunfo inesperado e sacrificado do antes norte vietcong. Acima de tudo, precisávamos de mais alguma paz e sossego. Atravessamos a derradeira estrada marginal e uma floresta de cocos considerável para o ambiente municipal em que se encontrava. Do outro lado, damos com um areal com mais de 6 km de extensão.

A tarde ainda vai meio, o sol tropical queimava como quase sempre na época seca do sul do Vietname. Estavam reunidas as condições para uma enchente de banhistas mas, como era de esperar numa Ásia tão recatada, só uns quantos forasteiros ocidentais se sujeitavam à lenta tortura da radiação ultravioleta.

Em redor destes, verdadeiros enxames de massagistas, vendedores de marisco, de redes de dormir, artesanato, CD’s e DVD’s piratas, protegidos do grande astro até à ponta dos dedos, faziam o que podiam para atormentar o seu descanso. Mesmo refastelados longe do centro logístico da praia, não tardamos a chamar atenções e a ser incluídos no rol de alvos.

Durante mais de uma hora, descontraímos o que conseguimos abordados de três em três minutos por propostas comerciais bastante recusáveis. Até que uma frente de nuvens densas nos leva o Sol e, aos poucos, afluem à praia alguns jovens banhistas vietnamitas e de outras partes da Ásia, satisfeitos por nela se poderem divertir sem macular as suas peles sagradas.

Aproveitamos o resto do dia para reorganizarmos a viagem de Nha Trang para sul.

Na manhã seguinte, começamos por visitar a principal herança arqueológica da região, umas torres conhecidas por Po Nagar construídas entre os séculos VII e XII em honra da deusa hindu do reino Cham mas que acabaram por ser adaptadas à fé budista que, entretanto, conquistaria a preferência do povo viet. Demoramo-nos o suficiente para apreciarmos a sumptuosidade histórica do lugar e o cenário fluvial formado pelo rio Cai, logo ao lado.

Por essa altura, já tínhamos alugado uma motoreta e determinado que rumaríamos à praia de Doc Let. Várias publicações dedicadas às viagens garantiam tratar-se da mais encantadora do Vietname. 

Avançamos por estradas repletas de crateras, numa realidade de jogo de computador que nos obrigava a desviar vezes sem conta de outras motas sobrecarregadas de passageiros, de objectos e de animais. Também nos esquivámos de carros e carroças de bois, cães, patos, porcos e até de canas de bambu em queda de um qualquer camião.

Já em Doc Let, de novo com os pés refrescados no Mar da China do Sul, confirmamos o azul-turquesa forte de que havíamos lido e uma areia tão branca e reflectora que nos “cegava” os olhos. Percebemos igualmente que os vietnamitas tinham substituído parte da floresta de coqueiros por uma espécie de ciprestes juvenis que, de acordo com os nossos padrões culturais, conferiam à praia um certo visual trópico-funerário.

Damos alguns mergulhos e braçadas e, durante uma boa meia-hora, descansamos as pernas massacradas pela viagem. Mas ainda são 8 da manhã e somos praticamente os únicos ocidentais em Doc Let. Voltamos a ser visados vezes sem conta por vendedores, agora de panos e de fruta fresca. Não tardamos a perder a paciência.

Regressamos à motorizada apontados a umas salinas por que antes tínhamos passado. Quando chegamos, dezenas de trabalhadores percorrem os passadiços salientes em filas harmoniosas, cada um carregado com dois cestos cheios de sal que equilibravam, à moda vietnamita, sobre uma vara ao ombro.

Aproximamo-nos com subtileza. Ao examinamos melhor a cena, percebemos que são mulheres. Têm o corpo e a cara tapados como protecção da erosão aliada do sol e do sal. Observamo-las a suportarem o árduo ofício com estoicismo – como acontece frequentemente às vietnamitas, em vez de aos seus maridos, quando toca a tarefas pesadas. Numa ou outra ocasião,  retiravam as máscaras da face para mostrarem sorrisos esforçados e deixarem escapar uma qualquer observação ou pergunta para nós imperceptível.

No regresso a Nha Trang, descobrimos que aquelas se tratavam das salinas de Hon Khoi encarregues de “salgar” uma boa parte do Vietname. As suas trabalhadoras da comuna de Ninh Hai levantavam-se todos os dias às três da madrugada e pedalavam 4 km para ali pegarem ao serviço. Das 4 às 9 da manhã, repetiam viagens de ida-e-volta, carregadas com 20 kg de sal e aumentavam, assim, os inúmeros montes já formados.

A partir das 9h, o sol tornava as salinas numa verdadeira fornalha que, tal como elas, já não conseguíamos suportar. Dessa hora em diante, chegavam os camiões que distribuíam a matéria-prima pelo país. Não esperámos pelo primeiro. Voltámos à motoreta e enfrentámos o doloroso regresso a Nha Trang com um almoço vietnamita bem temperado em mente.

Hué, Vietname

A Herança Vermelha do Vietname Imperial

Sofreu as piores agruras da Guerra do Vietname e foi desprezada pelos vietcong devido ao passado feudal. As bandeiras nacional-comunistas esvoaçam sobre as suas muralhas mas Hué recupera o esplendor.

Profissões Árduas

O Pão que o Diabo Amassou

O trabalho é essencial à maior parte das vidas. Mas, certos trabalhos impõem um grau de esforço, monotonia ou perigosidade de que só alguns eleitos estão à altura.

Hoi An, Vietname

O Porto Vietnamita Que Ficou a Ver Navios

Hoi An foi um dos entrepostos comerciais mais importantes da Ásia. Mudanças políticas e o assoreamento do rio Thu Bon ditaram o seu declínio e preservaram-na como as cidade mais pitoresca do Vietname.

Hanói, Vietname

Sob a Ordem do Caos

A capital vietnamita ignora há muito os escassos semáforos, outros sinais de trânsito e os sinaleiros decorativos. Vive num ritmo próprio e numa sincronização de movimentos inatingível pelo Ocidente.

Vulcão Ijen, Indonésia

Escravos do Enxofre

Centenas de javaneses entregam-se ao vulcão Ijen onde são consumidos por gases venenosos e cargas que lhes deformam os ombros. Cada turno rende-lhes menos de 30€ mas todos agradecem o martírio.

Ho Chi-Minh a Angkor, Camboja

O Tortuoso Caminho para Angkor

Do Vietname em diante, as estradas cambojanas desfeitas e os campos de minas remetem-nos para os anos do terror Khmer Vermelho. Sobrevivemos e somos recompensados com a visão do maior templo religioso

Praia soleada
Arquitectura & Design

Miami Beach, E.U.A.

A Praia de Todas as Vaidades

Poucos litorais concentram, ao mesmo tempo, tanto calor e exibições de fama, de riqueza e de glória. Situada no extremo sudeste dos E.U.A., Miami Beach tem acesso por seis pontes que a ligam ao resto da Flórida. É manifestamente parco para o número de almas que a desejam.

Aventura
De Barco

Desafios Para Quem Só Enjoa de Navegar na Net

Embarque de corpo e alma nestas viagens e deixe-se levar pela adrenalina ou pela imponência de cenários tão dispares como o arquipélago filipino de Bacuit e o mar gelado do Golfo finlandês de Bótnia.
Cortejo Ortodoxo
Cerimónias e Festividades
Suzdal, Rússia

Séculos de Devoção a um Monge Devoto

Eutímio foi um asceta russo do século XIV que se entregou a Deus de corpo e alma. A sua fé inspirou a religiosidade de Suzdal. Os crentes da cidade veneram-no como ao santo em que se tornou.
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Nos Passos do Grizzly Man

Timothy Treadwell conviveu Verões a fio com os ursos de Katmai. Em viagem pelo Alasca, seguimos alguns dos seus trilhos mas, ao contrário do protector tresloucado da espécie, nunca fomos longe demais.

Filhos da Mãe-Arménia
Património Mundial Unesco
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Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Acima de tudo e de todos
Personagens
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Em 2015, a primeira-dama do Zimbabué Grace Mugabe afirmou que o presidente, então com 91 anos, governaria até aos 100, numa cadeira-de-rodas especial. Pouco depois, começou a insinuar-se à sua sucessão. Mas, nos últimos dias, os generais precipitaram, por fim, a remoção de Robert Mugabe que substituiram pelo antigo vice-presidente Emmerson Mnangagwa.
Magníficos Dias Atlânticos
Praia

Morro de São Paulo, Brasil

Um Litoral Divinal da Bahia

Há três décadas, não passava de uma vila piscatória remota e humilde. Até que algumas comunidades pós-hippies revelaram o retiro do Morro ao mundo e o promoveram a uma espécie de santuário balnear.

Religião
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Nem só com silêncio e retiro espiritual se procura o Nirvana. No Mosteiro de Sera, os jovens monges aperfeiçoam o seu saber budista com acesos confrontos dialécticos e bateres de palmas crepitantes.
Assento do sono
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Em execução desde 2010, a reconstrução do teleférico de Mérida chegou à sua estação terminal. Foi levada a cabo nas montanhas andinas por operários intrépidos que sofreram na pele a grandeza da obra.

Dança dos cabelos
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Um Rio na Fronteira da Vida com a Morte

O Chobe marca a divisão entre o Botswana e três dos países vizinhos, a Zâmbia, o Zimbabwé e a Namíbia. Mas o seu leito caprichoso tem uma função bem mais crucial que esta delimitação política.

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Voos Panorâmicos

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