Volta ao Mundo - Parte 1

Viajar Traz Sabedoria. Saiba como dar a Volta ao Mundo.


Viajar é conhecer
Ilustração na janela de um aeroporto invernoso de Rovaniemi, na Lapónia finlandesa.
O Glaciar Amália
Passageiros aglomeram-se junto a proa para admirar o glaciar Amália
Locomotiva garrida
Locomotiva do Kuranda train em Kuranda.
Avião sobre banhistas-Maho Beach-Sint Maarten
Avião prestes a aterrar sobre banhistas no mar da Maho Beach.
Pista à Vista
Ski plane da Mount Cook Ski Planes prestes a aterrar na pista de Mount Cook.
Deck carregado
Tripulante entra no deck colorido do Navimag.
De partida
Habitantes de Malekula e outras ilhas em redor deixam Wala com o cruzeiro em fundo.
Kuranda train
O Kuranda train avança por um traçado sinuoso ao longo da selva do Parque Nacional Barron Falls.
De volta a Coron
Bangkas prestes a deixarem a enseada em que se esconde o lago Kayangan.
Um curto passeio
Wayne McMillan junto ao Pegasus da Mount Cook Ski Planes que acabou de aterrar nas alturas dos Alpes do Sul.
Maquilhagem de rua
Mulher improvisa uma maquilhagem numa rua de Shibuya.
Erika Mae
Jeepney sobrecarregado de passageiros e carga vence uma subida próximo de El Nido, no norte de Palawan.
A Terra gira sobre si própria todos os dias. Nesta série de artigos, encontra esclarecimentos e conselhos indispensáveis a quem faz questão de a circundar pelo menos uma vez na vida.

Fernão Magalhães inaugurou aquela que se veio tornar a primeira viagem de circum-navegação ( viagem de volta ao mundo) da Terra de sempre.

Por essa altura, o Mundo era ainda, em grande parte, desconhecido da velha Europa e, como acontecia frequentemente aos navegadores, uma grande porção do percurso do descobridor português em busca de uma rota via Ocidente para as especiarias foi feito sem qualquer referência.

Depois de chegar àquele que baptizou de oceano Pacífico, Magalhães estimava que a navegação para as ilhas das especiarias duraria alguns dias. Acabou por demorar três longos meses.

Nesse período, enquanto avançava para Oeste e “subia” em direcção ao equador, Magalhães falhou praticamente todos os arquipélagos e ilhas disseminados pelo Pacífico, não que isso lhe importasse por aí além mas, muitos deles, hoje considerados paradisíacos.

Ancorou já do lado oposto do oceano, nas Marianas, em Guam e, pouco depois, em Mactan, nas Filipinas. Nesta ilha, abusou ligeiramente da sorte.

Tentou converter ao cristianismo um chefe de nome Lapu Lapu. Acabou morto por uma tribo nativa em fúria.

Nos dias que correm, tem tudo para evitar que uma volta ao mundo seja, em vez de problemática ou dramática, uma vivência altamente recompensadora.

Aqui ficam as primeiras de muitas informações e dicas que lhe iremos dar para que possa concretizar o sonho.

1- Acreditar na Viagem de Volta ao Mundo. Valorizá-la com Determinação

Confrontado com os repetidos nãos do rei Manuel I à sua proposta, Fernão Magalhães não baixou os braços.

Frustrado, decidiu sacrificar o patriotismo que com certeza guardava após meia-vida de batalhas e ferimentos ao serviço da Coroa portuguesa, mudou-se de armas e bagagens para Sevilha.

Só descansou quando convenceu o rei Carlos I a apoiar o seu projecto de prosseguir em busca da Ásia pelo Ocidente, então, a única maneira de chegar às especiarias “portuguesas” sem comprometer o acordado no Tratado de Tordesilhas.

Não encare a ideia de dar uma volta ao mundo como um mero sonho. Existem muitas maneiras de tornar a ideia realidade. Se não puder fazê-lo de uma forma, faça de outra mas não se deixe derrotar pela sua aparente complexidade.

Em Portugal, e em geral, na esfera latino-americana, as viagens continuam a ser demasiado vistas como uma espécie de capricho aventureiro, quase como um luxo de que nos devemos sentir culpados.

Ao invés, como podemos verificar em inúmeros períodos de descoberta, no mundo anglófono e do norte da Europa, em geral, é comum adolescentes ainda menores viajarem em pequenos grupos de amigos com autorização dos pais.

O Mítico Gap Year

Já para não falar do famoso Gap Year. O Gap Year consiste num intervalo entre o término dos estudos secundários e o início da vida universitária que os adolescentes reservam para se valorizarem enquanto pessoas a viajar.

Também se pode aplicar a entre o término da vida universitária e a profissional.

E, fazem-no, com tal convicção e prazer que, muitos passam a viajar sempre que podem e repetem aquela espécie de ano sabático entre o fim dos estudos universitários e o início da vida profissional.

Qualquer um destas distintas formas de Gap Year tem lugar obrigatório nos seus currículos.

Acima de tudo, não despreze o enriquecimento pessoal obtido em qualquer viagem.

Em particular, por uma viagem de volta ao mundo. Não hesite em vê-la como uma experiência que lhe trará um conhecimento e abertura de espírito para sempre.

Rejeite qualquer receio de estar a desperdiçar tempo ou dinheiro.

2- A Liberdade e o Dinheiro Necessários para a Volta ao Mundo

Se já tiver conseguido algum à vontade financeiro

aproveite um intervalo entre empregos ou crie-o e parta à aventura. Uma outra solução é obter autorização para uma licença sem vencimento na sua empresa.

Tem forma de trabalhar por conta d’ outrem, via Internet, respeitando simplesmente prazos de entrega? Então desenvolva e exponha essa hipótese com clarividência e determinação. Lute pelo objectivo.

Se é profissional por conta própria, organize-se ao máximo e prepare todas as soluções tecnológicas possíveis para tele-trabalhar em viagem.

Quantas vezes a sua empresa não angariou já clientes e projectos, detectou problemas e encontrou soluções em equipa, com recurso a videoconferências e afins ? 

Alerte os clientes e parceiros de trabalho para a menor disponibilidade de contacto, prepare-se para acordar e trabalhar durante a noite devido às diferenças horárias e ajuste-se o melhor que puder à nova realidade. 

No nosso caso particular, fizemos duas viagens deste tipo já a contar com várias pausas de um dia, às vezes dois, para programar, criar e entregar reportagens de viagem que fomos entregando a diversas publicações.

À parte destas pausas, também tratámos sistematicamente de tarefas complementares após o anoitecer e, em contacto com Portugal durante a madrugada, com sacrifício de jantares aprazíveis, de saídas e convívios nocturnos.

Às vezes, não se pode ter tudo.

De qualquer maneira, o privilégio de se dar uma volta ao mundo compensa a maior parte dos sacrifícios.

No caso de não ter reunido dinheiro suficiente para a Volta ao Mundo

pense num plano para o conseguir que vá, o menos possível, contra os seus princípios de vida.

Muitos mochileiros, principalmente do mundo anglófono – com destaque para os viajantes da Austrália – trabalham seis meses ou um ano de seguida em empregos sem responsabilidades de longo termo.

Após este período de esforço – chamemos-lhe assim – gozam a recompensa em viagens de períodos que tentam prolongar ao máximo a manter um equilíbrio saudável entre gastos, e prazer e conforto.

Só em jeito de exemplo, nas nossas viagens, conhecemos alguns que o faziam em bares de Londres. Outros que cumpriam a parte dolorosa desse plano em minas de ouro da Austrália.

Estes últimos, davam mais de si durante períodos curtos mas ganhavam muito mais que os os primeiros, e bem mais depressa.

Durante o cruzeiro NAVIMAG, pelos fiordes do Chile, também conhecemos um casal de guatemaltecos – sim, de guatemaltecos – que investiam e ganhavam dinheiro online na bolsa enquanto viajavam.

Nada é garantido. Mas quem não arrisca não petisca. O segredo mais valioso está em aproveitar ao máximo a riqueza patrimonial, o conhecimento e a experiência profissional que se tem.

Se tem uma casa própria, alugue a casa pelo período em que estiver de viagem.

Em último caso, caso precise, venda algumas posses que não sejam absolutamente necessárias.

Incluindo carro que poderá voltar a comprar uma vez estabelecida ou re-estabelecida uma rotina laboral.

3 – Em Quanto tempo deve fazer uma Volta ao Mundo?

Só depende de si, da sua capacidade financeira e da liberdade profissional que conseguir assegurar.

Em termos técnicos, se optar por fazer a viagem com base em voos e um bilhete específico de volta ao mundo de uma aliança aérea – por exemplo a Star Alliance de que faz parte a TAP –  terá um limite máximo de um ano.

Só poderá estender este prazo se adquirir mais do que um bilhete.

Neste caso, estará a “aldrabar” um pouco o conceito de volta ao mundo já que, por norma, o primeiro itinerário tem que perfazer uma volta ao mundo real.

As alianças aéreas também estabelecem tempos mínimos para completar a volta, por exemplo, 10 dias após a partida do seu primeiro voo internacional.

Se tiver disponibilidade financeira e de calendário, claro que o ideal seria sempre fazer esta viagem sonho num ano. Levá-la a cabo com tempo suficiente para explorar cada um dos seus lugares preferidos com calma.

Abundam, na Terra, cenários e formas de vida em tudo distintos do nosso. Matéria-prima arrebatadora para descoberta não lhe irá faltar.

A nosso ver e ainda decorrente das experiências passadas, um ano estabelece uma boa barreira psicológica.

Sobretudo se estiver a viajar só, é muito provável que, ao fim de um ano comece a sentir saudades.

Da família, do país, da casa e das restantes pessoas com quem habitualmente se dá.

Saudades e Desânimo vs Entusiasmo pela Aventura e Descoberta

Claro que esta sensação também vai e vem e oscila ao longo da viagem. Oscila consoante o lugar e as vivências porque for passando e, principalmente as pessoas que vai conhecendo.

Tivemos períodos de absoluto êxtase de descoberta exótica em Vanuatu em que o fascínio abafava qualquer outro sentimento.

Também tivemos fases de maior vazio existencial e nostalgia.

Aconteceu, por exemplo, em certas ilhas da Polinésia Francesa ou na Grande Terre (Nova Caledónia) em que nos foi mais difícil sentir e fazer parte de uma vida local genuína.

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Inverno Branco
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A Ilha que se Encostou ao Paraíso

Em 1964, Katsura Morimura deliciou o Japão com um romance-turquesa passado em Ouvéa. Mas a vizinha Île-des-Pins apoderou-se do título "A Ilha mais próxima do Paraíso" e extasia os seus visitantes.
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Natureza
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O Ressuscitar do Lugar Mais Quente

Desde 1921 que Al Aziziyah, na Líbia, era considerado o lugar mais quente do Planeta. Mas a polémica em redor dos 58º ali medidos fez com que, 99 anos depois, o título fosse devolvido ao Vale da Morte.
Sheki, Outono no Cáucaso, Azerbaijão, Lares de Outono
Outono
Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.
Ponte de Ross, Tasmânia, Austrália
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À Descoberta de Tassie, Parte 3, Tasmânia, Austrália

Tasmânia de Alto a Baixo

Há muito a vítima predilecta das anedotas australianas, a Tasmânia nunca perdeu o orgulho no jeito aussie mais rude ser. Tassie mantém-se envolta em mistério e misticismo numa espécie de traseiras dos antípodas. Neste artigo, narramos o percurso peculiar de Hobart, a capital instalada no sul improvável da ilha até à costa norte, a virada ao continente australiano.
Grand Canyon, Arizona, Viagem América do Norte, Abismal, Sombras Quentes
Património Mundial UNESCO
Grand Canyon, E.U.A.

Viagem pela América do Norte Abismal

O rio Colorado e tributários começaram a fluir no planalto homónimo há 17 milhões de anos e expuseram metade do passado geológico da Terra. Também esculpiram uma das suas mais deslumbrantes entranhas.
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Personagens
Apia, Samoa Ocidental

A Anfitriã do Pacífico do Sul

Vendeu burgers aos GI’s na 2ª Guerra Mundial e abriu um hotel que recebeu Marlon Brando e Gary Cooper. Aggie Grey faleceu em 1988 mas o seu legado de acolhimento perdura no Pacífico do Sul.
Vista da Casa Iguana, Corn islands, puro caribe, nicaragua
Praias
Corn Islands-Ilhas do Milho, Nicarágua

Puro Caribe

Cenários tropicais perfeitos e a vida genuína dos habitantes são os únicos luxos disponíveis nas também chamadas Corn Islands ou Ilhas do Milho, um arquipélago perdido nos confins centro-americanos do Mar das Caraíbas.
Peregrinos no cimo, Monte Sinai, Egipto
Religião
Monte Sinai, Egipto

Força nas Pernas e Fé em Deus

Moisés recebeu os Dez Mandamentos no cume do Monte Sinai e revelou-os ao povo de Israel. Hoje, centenas de peregrinos vencem, todas as noites, os 4000 degraus daquela dolorosa mas mística ascensão.
Comboio Kuranda train, Cairns, Queensland, Australia
Sobre carris
Cairns-Kuranda, Austrália

Comboio para o Meio da Selva

Construído a partir de Cairns para salvar da fome mineiros isolados na floresta tropical por inundações, com o tempo, o Kuranda Railway tornou-se no ganha-pão de centenas de aussies alternativos.
Ilha Sentosa, Singapura, Família em praia artificial de Sentosa
Sociedade
Sentosa, Singapura

A Evasão e a Diversão de Singapura

Foi uma fortaleza em que os japoneses assassinaram prisioneiros aliados e acolheu tropas que perseguiram sabotadores indonésios. Hoje, a ilha de Sentosa combate a monotonia que se apoderava do país.
O projeccionista
Vida Quotidiana
Sainte-Luce, Martinica

Um Projeccionista Saudoso

De 1954 a 1983, Gérard Pierre projectou muitos dos filmes famosos que chegavam à Martinica. 30 anos após o fecho da sala em que trabalhava, ainda custava a este nativo nostálgico mudar de bobine.
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Vida Selvagem
Masai Mara, Quénia

Reserva Masai Mara: De Viagem pela Terra Masai

A savana de Mara tornou-se famosa pelo confronto entre os milhões de herbívoros e os seus predadores. Mas, numa comunhão temerária com a vida selvagem, são os humanos Masai que ali mais se destacam.
Napali Coast e Waimea Canyon, Kauai, Rugas do Havai
Voos Panorâmicos
NaPali Coast, Havai

As Rugas Deslumbrantes do Havai

Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto exploramos a sua Napalo Coast por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.