Tóquio, Japão

No Reino do Sashimi


Vendedores de Tsukiji

Vendedores a postos nas suas bancas do mercado de peixe de Tsukiji.

Carros Eléctricos

Trabalhadores conduzem carros eléctricos de transporte e carga.

Banca

Vendedor atrás de uma montra exuberante de peixe e marisco no mercado de Tsukiji.

Preço do peixe

Preços do peixe afixado de forma vistosa em exemplares de cada espécie.

Carga de Gelo

Funcionário abastece-se de gelo.

Peixe & Marisco

Montra de peixe e marisco.

Comprador

Comprador examina um peixe bem guardado numa caixa de esferovite.

O Caixa

Trabalhador responsável pela caixa de um stand.

Cabeças de peixes

Jovem empregado de um stand corta cabeças de peixes.

Loja genérica

Trabalhadores fazem compras numa loja não piscícola do mercado de peixe de Tsukiji.

Vendedores de Tsukiji II

Vendedores a postos nas suas bancas do mercado de peixe de Tsukiji.

Num ano apenas, cada japonês come mais que o seu peso em peixe e marisco. Uma parte considerável é processada e vendida por 65 mil habitantes de Tóquio no maior mercado piscícola do mundo.

Se dúvidas restassem, a atracção exercida sobre os gaijin (estrangeiros) de visita a Tóquio comprova a excentricidade deste vasto mercado. Como nós experimentámos, todos os dias, centenas de almas curiosas dos quatro cantos do mundo saem dos seus hotéis e guest-houses nas primeiras horas ainda escuras da madrugada, tão ensonadas como entusiasmadas por nova incursão nas particularidades civilizacionais da capital japonesa. O encerramento do sistema de metro pouco depois da meia-noite obriga a maior parte a usar os dispendiosos táxis da cidade. Mas não demora até que cada centena de ienes extra e as horas de sono perdidas sejam compensadas.

Por volta das três da manhã, cerca de 2300 toneladas de peixe, marisco e algas começam a chegar ao vasto complexo de Tsukiji em descargas incessantes e são preparadas para a venda em lota que se segue. Os trabalhadores içam enormes atuns e peixes-espada, cortam e transportam blocos de gelo em pequenas carroças por eles puxadas ou sobre a grade traseira de velhas pasteleiras e passam de mão em mão caixas e tanques com espécimes de peixes e moluscos tão estranhos quanto vivos.

Os tons quentes do sol nascente espalham-se finalmente no céu limpo e sente-se fluir a energia produtiva que permitiu que, em apenas duzentos anos, Tóquio se desenvolvesse de um mero pântano até à metrópole em que se tornou, a mesma energia que alimenta e mobiliza a maior cidade do mundo.

De 11 de Março até 26 de Julho 2011, o acesso dos estrangeiros esteve interdito devido aos danos provocados nos edifícios pelo grande tremor de terra de Sendai. Quando o visitámos, só era possível entrar a partir das cinco da manhã e  o acesso à lota dos atuns – um dos espaços mais procurados – era concedido a apenas algumas dezenas de felizardos por dia.

Ali surgem, alinhados segundo o tipo e proveniência, centenas de espécimes de atuns congelados e fumegantes devido à diferença da sua temperatura face à ambiente. E, a partir do momento em que soa o sino da abertura da lota, ali são arrematados por preços exorbitantes que, consoante a excelência da sua carne, podem ascender a 8.000 euros, como acontece com certos peixes-espada e com atuns-rabilhos de grande porte e um otoro (parte mais gorda da barriga, localizada abaixo da barbatana peitoral) irrepreensível, a matéria-prima sempre disputada do melhor sushi e sashimi da nação dos imperadores.

As famílias de alguns vendedores e funcionários trabalham no mercado para cima de dez gerações. A de Shiro Kamoshita, 61 anos, está presente há apenas três o que não o impediu de se estabelecer como um intermediário de sucesso, apto como poucos a avaliar o peixe que lhe passa pelos olhos: “Um bom atum é como um lutador de sumo. Um lutador de sumo come imenso mas como se exercita muito, tem muito músculo e a gordura em redor é suave. Com o atum, passa-se exactamente a mesma coisa.”

Gritados num japonês mais imperceptível que nunca, os negócios processam-se segundo um protocolo sagrado mas nem sempre respeitado pelos turistas que, de tempos em tempos, não resistem a tocar nas peças expostas e irritam os proprietários, os compradores e as autoridades do mercado provocando novas e desnecessárias restrições de acesso.

Segundo nos informaram, as regras mudam consoante os acontecimentos e as pressões opostas dos intervenientes sem qualquer vantagem na presença dos estrangeiros e dos donos dos restaurantes do complexo. Estes, aumentam a sua facturação sempre que os gaijin são atacados pela fome e devoram as suas refeições. E quando os frequentam com o propósito superior de provarem o sushi e sashimi mais frescos e genuínos do Japão, os mesmos que são vendidos nos restaurantes luxuosos da zona multimilionária de Ginza, mais de 12 horas depois (parte de jantares tardios) a 400 euros por dose. Ou uma série de outros pratos menos famosos mas bem mais desafiantes como o fugu, uma iguaria confeccionada a partir de peixe-balão e que pode ser letal caso o cozinheiro responsável não remova convenientemente os órgãos que concentram um veneno para que não existe antídoto, a tetrodotoxina.

Outros acidentes são constantemente evitados no mercado de peixe de Tsukiji. Centenas de pequenos carros eléctricos com visual enferrujado de adereços do “Espaço 1999” são conduzidos por trabalhadores que se mantêm em constante alerta para nos contornarem e a colegas ocupados ou distraídos. Peixeiros de facas em riste cortam enormes barbatanas para contentores ensanguentados enquanto funcionários previnem avalanches em pilhas de caixas de esferovite vazias. 

Apesar da quantidade de peixe e marisco presente o aroma característico destas criaturas é estranhamente ténue ao que não é alheia a obsessão japonesa pela higiene e anti-sepsia. Todas as bancas estão organizadas sem mácula e os produtos – incluindo alguns resultantes da controversa pesca da baleia japonesa – surgem sobre camadas generosas de gelo picado, embalados por celofane e em arcas frigoríficas sofisticadas ou, se ainda vivos, em contentores com água salgada. Folhas de cartolina espessa asseguram a identificação das espécies com grandes caracteres bem visíveis assim como o preço que, quase sem excepção, não deve ser regateado.

Um dos poucos vendedores que fala inglês pergunta-nos de onde somos e apressa-se a identificar Portugal num planisfério que mantém afixado num tecto baixo da sua banca. “Portugal? Muito bom peixe e marisco! E, se bem me lembro dos meus tempos passados nos mares, comem quase tanto como nós.”

O consumo per capita de peixe japonês, como o português, é exemplar, ultrapassado apenas por nações insulares com centenas de milhares de habitantes como a Islândia ou outras menores e bastante menos desenvolvidas como as Maldivas e Kiribati.

Mas, apesar da tonelagem ainda fornecida pelo mercado de Tsukiji, desde o fim do século XX que a quantidade de atum ali vendido – e o Japão consome cerca de um terço da produção mundial –  tem vindo a decair até se ficar apenas pelos 11%, prejudicada pela opção das grandes superfícies de comprar directamente na fonte, algo facilitado pela evolução nas comunicações e pela consolidação do retalho.

Em simultâneo, o peixe comprado por Kamoshita e pelos colegas já não é pescado exclusivamente nas águas ao largo das quase 7000 ilhas japonesas. Mais de metade provém de vendedores tão longínquos como os de Port Lincoln, na Austrália ou Gloucester, Massachusetts. E para agravar a situação, as mulheres japonesas trabalham agora, cada vez mais, fora de casa. Como têm menos tempo para comprar peixe fresco, optam pela conveniência do peixe processado.

Estas mudanças têm ameaçado a subsistência dos pescadores, intermediários e vendedores japoneses como a qualidade do produto em geral.

Pescadores e estivadores cortam a cauda aos atuns expostos na lota para que os compradores possam examinar o teor de gordura e a cor da carne. E a origem do atum surge escrita em japonês numa etiqueta colocada na carcaça. Por norma, quando os atuns vêm de águas não nipónicas, é cortada uma porção extra. São peixes que passam mais tempo fora de água até chegarem ao mercado e, por isso, é necessário dar acesso extra para se investigar a carne convenientemente. 

Devido ao grande tremor de terra de Sendai, os respectivos tsunamis e a catástrofe de Fukushima perderam-se muitos pescadores e embarcações que abasteciam a capital e os receios de contaminação passaram a ser nucleares. Apesar de o governo ter proibido a pesca nas águas ao largo do nordeste do Japão, as transacções no mercado de Tsukiji e as importações de peixe e marisco japoneses diminuíram por efeito da popularização e internacionalização dos receios. Nos últimos meses, no entanto, o mercado de Tsukiji, como o Japão em geral tem vindo a recuperar e, como acontecia há séculos, recomeça a abastecer a grande capital nipónica.

Enxame, Moçambique

Área de Serviço à Moda Moçambicana

Repete-se em quase todas as paragens em povoações de Moçambique dignas de aparecer nos mapas. O machimbombo (autocarro) detém-se e é cercado por uma multidão de empresários ansiosos. Os produtos oferecidos podem ser universais como água ou bolachas ou típicos da zona. Nesta região a uns quilómetros de Nampula, as vendas de fruta eram sucediam-se, sempre bastante intensas.
Comida do Mundo

Gastronomia Sem Fronteiras nem Preconceitos

Cada povo, suas receitas e iguarias. Em certos casos, as mesmas que deliciam nações inteiras repugnam muitas outras. Para quem viaja pelo mundo, o ingrediente mais importante é uma mente bem aberta.
Mercados

Uma Economia de Mercado

A lei da oferta e da procura dita a sua proliferação. Genéricos ou específicos, cobertos ou a céu aberto, estes espaços dedicados à compra, à venda e à troca são expressões de vida e saúde financeira.

Vale de Fergana, Usbequistão

A Nação a Que Não Falta o Pão

Poucos países empregam os cereais como o Usbequistão. Nesta república da Ásia Central, o pão tem um papel vital e social. Os Usbeques produzem-no e consomem-no com devoção e em abundância.

Tóquio, Japão

À Moda de Tóquio

No ultra-populoso e hiper-codificado Japão, há sempre espaço para mais sofisticação e criatividade. Sejam nacionais ou importados, é na capital que começam por desfilar os novos visuais nipónicos.

Herança colonial
Arquitectura & Design

Lençois da Bahia, Brasil

Nem os Diamantes São Eternos

No século XIX, Lençóis tornou-se na maior fornecedora mundial de diamantes. Mas o comércio das gemas não durou o que se esperava. Hoje, a arquitectura colonial que herdou é o seu bem mais precioso.

Aventura
De Barco

Desafios Para Quem Só Enjoa de Navegar na Net

Embarque de corpo e alma nestas viagens e deixe-se levar pela adrenalina ou pela imponência de cenários tão dispares como o arquipélago filipino de Bacuit e o mar gelado do Golfo finlandês de Bótnia.
Cocquete
Cerimónias e Festividades

Napier, Nova Zelândia

De Volta aos Anos 30

Devastada por um sismo, Napier foi reconstruida num Art Deco quase térreo e vive a fazer de conta que parou nos thirties. Os seus visitantes rendem-se à atmosfera Great Gatsby que a cidade encena.

Natal de todas as cores
Cidades
Shillong, India

Selfiestão de Natal num Baluarte Cristão da Índia

Chega Dezembro. Com uma população em larga medida cristã, o estado de Meghalaya sincroniza a sua Natividade com a do Ocidente e destoa do sobrelotado subcontinente hindu e muçulmano. Shillong, a capital, resplandece de fé, felicidade, jingle bells e iluminações garridas. Para deslumbre dos veraneantes indianos de outras partes e credos.
Ilha menor
Comida
Tonga, Samoa Ocidental, Polinésia

Pacífico XXL

Durante séculos, os nativos das ilhas polinésias subsistiram da terra e do mar. Até que a intrusão das potências coloniais e a posterior introdução de peças de carne gordas, da fast-food e das bebidas açucaradas geraram uma praga de diabetes e de obesidade. Hoje, enquanto boa parte do PIB nacional de Tonga, de Samoa Ocidental e vizinhas é desperdiçado nesses “venenos ocidentais”, os pescadores mal conseguem vender o seu peixe.
Correria equina
Cultura
Castro Laboreiro, Portugal  

No Cimo Raiano-Serrano de Portugal

Chegamos à eminência da Galiza, a 1000m de altitude e até mais. Castro Laboreiro e as aldeias em redor impõem-se à monumentalidade granítica das serras e do Planalto da Peneda e de Laboreiro. Como o fazem as suas gentes resilientes que, entregues ora a Brandas ora a Inverneiras, ainda chamam casa a estas paragens deslumbrantes.
Fogo-de-artifício branco
Desporto

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O 4 de Julho Mais Longo

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Budismo majestoso
Em Viagem
Circuito Anapurna: 4º – Upper Pisang a Ngawal, Nepal

Do Pesadelo ao Deslumbre

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Pequena súbdita
Étnico

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À Descoberta do Antigo Reino de Bisnaga

Em 1565, o império hindu de Vijayanagar sucumbiu a ataques inimigos. 45 anos antes, já tinha sido vítima da aportuguesação do seu nome por dois aventureiros portugueses que o revelaram ao Ocidente.

Crepúsculo exuberante
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A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
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Senglea, Malta

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No virar do século XX, Senglea acolhia 8.000 habitantes em 0.2 km2, um recorde europeu, hoje, tem “apenas” 3.000 cristãos bairristas. É a mais diminuta, sobrelotada e genuína das urbes maltesas.

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Nem todos os litorais tropicais são retiros prazerosos e revigorantes. Batido por rebentação violenta, minado de correntes traiçoeiras e, pior, palco dos ataques de tubarões mais frequentes à face da Terra, o da ilha da Reunião falha em conceder aos seus banhistas a paz e o deleite que dele anseiam.
Doca gelada
Inverno Branco

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Um Refúgio no Golfo de Bótnia

Durante o Inverno, Hailuoto está ligada à restante Finlândia pela maior estrada de gelo do país. A maior parte dos seus 986 habitantes estima, acima de tudo, o distanciamento que a ilha lhes concede.

De visita
Literatura

Rússia

O Escritor que Não Resistiu ao Próprio Enredo

Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

Torres del Paine I
Natureza

PN Torres del Paine, Chile

A Mais Dramática das Patagónias

Em nenhuma outra parte os confins austrais da América do Sul se revelam tão arrebatadores como na cordilheira de Paine. Ali, um castro natural de colossos de granito envolto de lagos e glaciares projecta-se da pampa e submete-se aos caprichos da meteorologia e da luz. 

Aposentos dourados
Outono

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Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Contemplação
Parques Naturais

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Um Apelo de Granito

Duas montanhas de pedra geraram uma disputa fronteiriça entre a Argentina e o Chile.Mas estes países não são os únicos pretendentes.Há muito que os cerros Fitz Roy e Torre atraem alpinistas obstinados

Anéis de Fogo
Património Mundial Unesco
PN Bromo Tengger Semeru, Indonésia

O Mar Vulcânico de Java

A gigantesca caldeira de Tengger eleva-se a 2000m no âmago de uma vastidão arenosa do leste de Java. Dela se projectam o monte supremo desta ilha indonésia, o Semeru, e vários outros vulcões. Da fertilidade e clemência deste cenário tão sublime quanto dantesco prospera uma das poucas comunidades hindus que resistiram ao predomínio muçulmano em redor.
Lenha
Personagens

PN Oulanka, Finlândia

Um Lobo Pouco Solitário

Jukka “Era-Susi” Nordman criou uma das maiores matilhas de dog sledding do mundo. Tornou-se numa das personagens mais emblemáticas do país mas continua fiel ao seu cognome: Wilderness Wolf

Pesca no Paraíso
Praia

Ouvéa, Nova Caledónia

Entre a Lealdade e a Liberdade

A Nova Caledónia sempre questionou a integração na longínqua França. Em Ouvéa, encontramos uma história de resistência mas também nativos que preferem a cidadania e os privilégios francófonos.

As forças ocupantes
Religião

Lhasa, Tibete

A Sino-Demolição do Tecto do Mundo

Qualquer debate sobre soberania é acessório e uma perda de tempo. Quem quiser deslumbrar-se com a pureza, a afabilidade e o exotismo da cultura tibetana deve visitar o território o quanto antes. A ganância civilizacional Han que move a China não tardará a soterrar o milenar Tibete. 

Em manobras
Sobre carris

Fianarantsoa-Manakara, Madagáscar

A Bordo do TGV Malgaxe

Partimos de Fianarantsoa às 7a.m. Só às 3 da madrugada seguinte completámos os 170km para Manakara. Os nativos chamam a este comboio quase secular Train Grandes Vibrations. Durante a longa viagem, sentimos, bem fortes, as do coração de Madagáscar.

Formação
Sociedade

Jerusalém, Israel

Em Festa no Muro das Lamentações

Nem só a preces e orações atende o lugar mais sagrado do judaísmo. As suas pedras milenares testemunham, há décadas, o juramento dos novos recrutas das IDF e ecoam os gritos eufóricos que se seguem.

Gado
Vida Quotidiana

Colónia Pellegrini, Argentina

Quando a Carne é Fraca

É conhecido o sabor inconfundível da carne argentina. Mas esta riqueza é mais vulnerável do que se imagina. A ameaça da febre aftosa, em particular, mantém as autoridades e os produtores sobre brasas.

Perigo de praia
Vida Selvagem

Santa Lucia, África do Sul

Uma África Tão Selvagem Quanto Zulu

Na eminência do litoral de Moçambique, a província de KwaZulu-Natal abriga uma inesperada África do Sul. Praias desertas repletas de dunas, vastos pântanos estuarinos e colinas cobertas de nevoeiro preenchem esta terra selvagem também banhada pelo oceano Índico. Partilham-na os súbditos da sempre orgulhosa nação zulu e uma das faunas mais prolíficas e diversificadas do continente africano.

Pleno Dog Mushing
Voos Panorâmicos

Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.