Circuito Annapurna: 4º – Upper Pisang a Ngawal, Nepal

Do Pesadelo ao Deslumbre


Ghyaru village II
Casario de Ghyaru como visto do trilho que prossegue para Ngawal, acima de uma pilha de lajes budistas de oração.
O Nepal às costas II
Moradora de Ngawal regressa à povoação carregada de vegetação combustível.
Estupa II
Pormenor de uma estupa com as bandeiras budistas de oração esticadas em vários sentidos.
Mais uma estupa
Um caminhante inesperado
Carregador e guia nepalês no trilho então sombrio a umas centenas de metros de Ghyaru.
De volta ao cimo
Iaque vence uma ruela pedregosa de Ghyaru.
Ghyaru village I
O casario de Ghyaru visto do início do trilho que segue para Ngawal.
Rebanho ao sol
Cabras percorrem uma ruela ainda solarenga de Ghyaru.
Chef à Nepalesa
O Nepal às costas I
Budismo majestoso
Sem que estivéssemos avisados, confrontamo-nos com uma subida que nos leva ao desespero. Puxamos ao máximo pelas forças e alcançamos Ghyaru onde nos sentimos mais próximos que nunca dos Annapurnas. O resto do caminho para Ngawal soube como uma espécie de extensão da recompensa.

À medida que nos distanciamos de Upper Pisang, apreciamos a perspectiva lateralizada da povoação com o seu casario malhado pela neve, como que a desafiar a povoação original disposta lá em baixo, ao longo da margem oposta do Marsyangdi.

Lower Pisang, Circuito Annapurna, Nepal

Vista de Lower Pisang à beira do rio Marsyangdi, com a montanha Annapurna II bem acima.

Mais para a frente naquele trecho florestado do Circuito Annapurna, contornamos um meandro do rio que nos expulsa do vale amplo de Pisang e entrega a um novo desfiladeiro com visual alpino, repleto de pinheiros.

Percorremo-lo de fio a pavio. Até que encontramos novo paredão mani e, no seu prolongamento, o casal italo-hispânico que tínhamos conhecido no dia anterior: Edoardo Berto e Sara Perez.

Meandros do Marsyangdi, circuito Annapurna, Nepal

Leito escavado do rio Marsyangdi uma constante em boa parte do circuito Annapurna.

Queixamo-nos do peso excessivo que carregávamos. No seu jeito despachado, Sara avisa-nos que, nesse caso, íamos sofrer a dobrar. “Já viram o castigo que ali vem? O Josh e o Fevsi estão lá para o alto.”

Uma Ladeira Castigadora 

Nem no mapa, nem no terreno. A verdade é que nos passara despercebido o declive que levava a Ghyaru, bem mais assustador que o que nos conduzira a Upper Pisang no final de tarde anterior.

Pintura budista, Circuito Annapurna, Nepal

Pormenor de arte religiosa budista num muro de orações que antecede a subida para Ghyaru.

Edo e Sara deixam-nos entregues a um já merecido snack. Pouco depois, no seu encalço, damos com uma ponte suspensa sobre um afluente desnivelado do Marsyangdi. No lado de lá, o trilho confronta-nos com um ziguezaguear que parece desenrolar-se sem fim pela vertente da montanha acima.

Nesse momento, ainda nos passa pela cabeça voltarmos atrás, para o trilho alternativo e bem mais plano que partia da já longínqua Lower Pisang. Até que vislumbramos os corpos dos outros compinchas, bem mais para o topo.

A sua relativa iminência estimula-nos a enfrentarmos a ladeira, de acordo com um plano em que concordamos: recuperaríamos o fôlego e a postura, nem que fosse só vinte segundos no término de cada um dos zigues ou zagues.

Bandeiras de oração em Ghyaru, Nepal

Bandeiras de oraçao garridas e, em fundo, uma montanha majestosa dos Annapurnas.

Assim dito, assim feito. Passados quarenta e cinco minutos, voltamos à companhia de Edo e Sara, ambos ainda deslumbrados com o cenário que tinham pela frente.

Saudamo-los e partilhamos com eles a vista inacreditável. Nunca, nos dias que já levávamos de caminhada, as montanhas dos Annapurnas, nos pareceram tão próximas e tão íntimas como ali. Era, aliás, a razão porque Edo, Sara, Fevsi e Josh, tinham decidido instalar-se na primeira das guest-houses da povoação.

Juntamo-nos a eles numa deliciosa galhofa multilingue. Celebramos a conquista e almoçamos os seis sobre um terraço de madeira com vista para o panorama surreal que tanto tínhamos feito por merecer.

Por essa altura, já Josh descobrira que se esquecera do seu permit do circuito em Chame e que, por mais frustrante que lhe soasse, teria que recuar dois ou três percursos para o recuperar, a começar na madrugada seguinte.

Em solidariedade para com o alemão mas também em função da vista, os quatro companheiros decidiram pernoitar naquela mesma pousada. Nós, precisávamos de prosseguir.

Dona de Tea House de Ghyaru, Nepal

Dona nepalesa de um pequeno restaurante e hotel logo à entrada de Ghyaru.

De acordo, mesmo contrariados, por volta das três da tarde, compramos uns mini-chocolates de reserva e saímos disparados para a próxima povoação no mapa.

São cerca de duas horas. Duas, mas planas!” assim nos descreve o caminho a dona nepalesa da pousada de Ghyaru, desgostosa por ver partir fontes de lucro com que já contava.

Yak Ru hotel, Ghyaru, Nepal

Entrada para o restaurante e hotel Yak Ru, em Ghyaru.

O caminho (ainda assim) bem mais tranquilo para Ngawal

Depressa nos inteiramos de que, apesar de mais selvagem e monumental que a maior parte do trecho entre Upper Pisang e Ghyaru, o trilho não tinha, nem de perto nem de longe, tal perfil.

Incluía uma série de subidas e descidas quase sempre roubadas às encostas e que espreitavam grandes precipícios sobre o rio cavado no desfiladeiro. O Marsyangdi – nem poderia ser outro – voltava a escoltar-nos.

Morador de Ghyaru, Nepal

Moradora de Ghyaru carrega dois grandes cestos de caruma seca.

Durante todo o tempo, cruzamo-nos apenas com um ciclista europeu que conduzia uma BTT e com um nativo do Nepal que se apresentou como guia ou carregador, o que nos desse mais jeito. Seguiam ambos no sentido contrário.

O facto de o sol ter deixado de dar em largas secções do percurso e de suspeitarmos que o vento reforçado trazia nuvens antes retidas pelas montanhas, faz-nos acelerar o passo.

Estupa entre Ghyaru e Ngawal, Nepal

Estupa entre a sombra e o sol poente, com a cordilheira das Anapurnas ao longe.

Com o destino à vista, as promessas fáceis e vãs do angariador à porta, convencem-nos a ficarmos na segunda das guest-houses que encontramos.

Sete horas e meia após a partida de Upper Pisang, cinco de dura caminhada, damos entrada em Ngawal, a aldeia que nos acolheria na noite que, tal como nós, já quase caia.

Mais informações sobre caminhadas no Nepal no site oficial do Turismo do Nepal.

Circuito Anapurna: 6º – Braga, Nepal

Num Nepal Mais Velho que o Mosteiro de Braga

Quatro dias de caminhada depois, dormimos aos 3.519 metros de Braga (Braka). À chegada, apenas o nome nos é familiar. Confrontados com o encanto místico da povoação, disposta em redor de um dos mosteiros budistas mais antigos e reverenciados do circuito Annapurna, lá prolongamos a aclimatização com agrado.
Circuito Annapurna: 5º- Ngawal-Braga, Nepal

Rumo a Braga. A Nepalesa.

Passamos nova manhã de meteorologia gloriosa à descoberta de Ngawal. Segue-se um curto trajecto na direcção de Manang, a principal povoação no caminho para o zénite do circuito Annapurna. Ficamo-nos por Braga (Braka). A aldeola não tardaria a provar-se uma das suas mais inolvidáveis escalas.
Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras do Circuito Annapurna pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
Circuito Annapurna: 2º - Chame a Upper PisangNepal

(I)Eminentes Annapurnas

Despertamos em Chame, ainda abaixo dos 3000m. Lá  avistamos, pela primeira vez, os picos nevados e mais elevados dos Himalaias. De lá partimos para nova caminhada do Circuito Annapurna pelos sopés e encostas da grande cordilheira. Rumo a Upper Pisang.
Circuito Annapurna: 1º Pokhara a Chame, Nepal

Por Fim, a Caminho

Depois de vários dias de preparação em Pokhara, partimos em direcção aos Himalaias. O percurso pedestre só o começamos em Chame, a 2670 metros de altitude, com os picos nevados da cordilheira Annapurna já à vista. Até lá, completamos um doloroso mas necessário preâmbulo rodoviário pela sua base subtropical.
Bhaktapur, Nepal

As Máscaras Nepalesas da Vida

O povo indígena Newar do Vale de Katmandu atribui grande importância à religiosidade hindu e budista que os une uns aos outros e à Terra. De acordo, abençoa os seus ritos de passagem com danças newar de homens mascarados de divindades. Mesmo se há muito repetidas do nascimento à reencarnação, estas danças ancestrais não iludem a modernidade e começam a ver um fim.
Cocquete
Arquitectura & Design

Napier, Nova Zelândia

De Volta aos Anos 30

Devastada por um sismo, Napier foi reconstruida num Art Deco quase térreo e vive a fazer de conta que parou nos thirties. Os seus visitantes rendem-se à atmosfera Great Gatsby que a cidade encena.

Doca gelada
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Um Refúgio no Golfo de Bótnia

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Festival MassKara, cidade de Bacolod, Filipinas
Cerimónias e Festividades
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Um Festival para Rir da Tragédia

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