Melbourne, Austrália

Austrália “Asienada”


Emma

Três amigos e colegas de Taiwan junto a uma das residências universitárias de Melbourne.

Barco e eléctrico passam junto ao CBD (Central Business District) de Melbourne em pleno lusco-fusco.

Peões cruzam a estrada em frente à estação de Flinders, o principal interface ferroviário de Melbourne.

Amigas asiáticas dividem uma das charretes que percorrem o centro de Melbourne.

Casal à porta do Luna Park de Melbourne.

Transeuntes detêm-se para seguir uma partida de xadrez numa rua da cidade.

Amigas de um colégio da cidade riem-se de colegas prestes a chegar.

Um arranha-céus de Melbourne, em contraste absoluto com a igreja em frente e com as vivendas no exterior do CBD (Central Business District).

Cúpula do Melbourne Central Shopping Central.

Moradores aproveitam o conforto do relvado em frente à biblioteca da cidade.

Casas de banho subterrâneas e com visual clássico.

Central Business District visto do interior do edifício Yarra, parte da Federation Square.

Um artista de rua faz malabarismos com maças nas imediações do edifício Yarra, na Fed Square.

saltimbanco americano

Um café esplanada, abrigado por detrás da igreja de St. Paul, uma das mais emblemáticas de Melbourne.

Simbiose Urbana

Fachada do Luna Park de Melbourne, em St. Kilda.

Luna Park

Topo de um dos arranha-céus neo-góticos da cidade.

Tribune tower

Transeuntes atravessam uma das muitas arcadas de Melbourne, ocupada por bares e restaurantes.

Cidade de arcadas

Visitante prepara-se para fotografar a fachada do museu da cidade.

Foto iminente

Bandeiras australiana e aborígine esvoaçam no topo do edifício do Museu de Melbourne.

Supremacia colonial

Uma réplica da Eiffel Tower no Arts Center de Melbourne.

Paris à Moda Aussie

Barracas de praia coloridas na praia de Brighton, um subúrbio de Melbourne à beira-mar.

Design Balnear

Casal passa junto à fachada do edifício Yarra.

Numa tarde solarenga

Galeria das Crianças que complementa o Museu de Melbourne.

Cubo afundado

Ciclista destaca-se de uma multidão de transeuntes em frente à estação ferroviária de Flinders.

Flinders Station

Três estudantes em uniformes típicos do mais clássico ensino britânico.

Herança Britânica II

Um casal de Shangai instalado e visivelmente confortável em Melbourne.

Mia e Tony

Trolley detêm-se numa paragem do centro.

Transporte Preservado

Vista do CBD (Central Business District) ao anoitecer.

Para lá do rio Yarra

Casal de visitantes prepara-se para uma estadia improvisada na cidade.

Colchão só para um

O cimo do edifício Yarra e da Federation Square contra a base dos arranha-céus do CBD (Central Business District) de Melbourne.

Urbanismo de Victoria

Praticantes de remo treinam no rio Yarra.

Remo na Oceania

Combinação de edifícios de distintas arquitecturas do centro de Melbourne, iluminados ao lusco-fusco.

Multi-Arquitectura

Embarcação de recreio passa por baixo de uma ponte sobre o rio Yarra.

Capital cultural aussie, Melbourne também é frequentemente eleita a cidade com melhor qualidade de vida do Mundo. Quase um milhão de emigrantes orientais aproveitaram este acolhimento imaculado.

A Austrália, e Melbourne, em particular, tornaram-se destinos eleitos para a aprendizagem da cada vez mais indispensável língua inglesa. Conscientes da urgência dessa e de outras oportunidades, muitas vezes dotados de bolsas e subsídios dos seus estados, jovens chineses, taiwaneses, filipinos, vietnamitas, japoneses e coreanos afluem ao sul do país, adaptam-se entre compatriotas e vivem em pleno as suas novas vidas ozzies.

Visitantes ocidentais como nós começam por estranhar mas, com o tempo, habituam-se ao inesperado desvio étnico. Alguns, inspiram-se inclusive nele.

Quando entramos na futurista Federation Square, Scott, um saltimbanco americano em digressão pela Oceânia, inicia o seu número de malabarismo cómico com um sarcástico: “Olá pessoal, é maravilhoso estar de volta à Australásia. Por falar em Ásia, estou a ver que vocês chineses também se estão a multiplicar bem por aqui!”.

Não são só os chineses. Bem contabilizados, os asiáticos já perfazem mais de 800.000, 20% da população de Melbourne.

Num qualquer dia de semana, esta praça emblemática exibe uma espécie de erupção de aço, vidro e geometria abstracta. Funciona como um ponto de encontro privilegiado e promove a grande diversidade étnica da cidade.

É logo ali ao lado que encontramos a sua veia fluvial, o rio Yarra que estabelece outro marco simbólico da colonização da Austrália. O Yarra foi importante para os aborígenes Wurundjeri, Boonwurrung e Wathaurong que o conheciam como o rio que “corre para sempre”. Hoje, à medida que os candeeiros de beira-rio aquecem o lusco-fusco, as esplanadas da sua promenade enchem-se das gentes recém-libertadas dos empregos. Tal como apreciamos quase uma hora a fio, o Yarra é percorrido por equipas de remo determinadas, à boa maneira de Oxford ou Cambridge. Também divide Melbourne em termos geográficos e sociais.

“Atravessar o rio” é uma expressão a que os moradores recorrem com frequência e que traduz a cisão que existe entre as zonas da classe trabalhadora da margem norte – Fitz Roy, Collingwood, Carlton e Brunswick e as aristocratas da sul – Saint Kilda e Prahan.  Real como as de outras metrópoles, a rivalidade tem repercussões dramáticas e alguns habitantes destes bairros passam meses sem visitar o outro lado.

Os que chegaram com origem asiática, esses, na sua maioria tentam proliferar nos subúrbios mais distantes.  Lutam pelo êxito, com maior concentração no sudeste da cidade e, alguns deles, negócios da China na Chinatown, formada a partir de 1850, no dealbar da emigração para a grande ilha suscitada pela febre do ouro de Victoria. 

Por essa altura, em simultâneo com os mineiros de olhos amendoados, chegaram investidores em bordeis, salões de ópio, pensões e ervanárias. Hoje, como em tantos outros por esse mundo fora, o bairro é dominado por incontáveis restaurantes com patos tostados pendurados no exterior. Retém uma atmosfera semi-salobre para os padrões de esterilidade do centro sofisticado de Melbourne.

Durante o dia, os espaços verdes anexos de Birrarung Marr e dos Alexandra e Queen Victoria Gardens são autênticos recreios em que Melbourne faz a sua fotossíntese. Depois, com o anoitecer, é a SouthBank Promenade que se anima em estilo. Quando os remadores se afastam e nenhum barco sulca as águas do Yarra, o espelho de água  recompõe-se e oferece-nos o reflexo colorido da Flinders Station e do seu influente business district. Impõem-se no coração financeiro da Austrália a Eureka Tower, quatro outros dos seis edifícios mais altos da nação, e também cinco das suas maiores companhias em termos de capitalização bolsista: o banco ANZ, a BHP Billiton (a companhia mineira número um do mundo) e a concorrente Rio Tinto, o National Bank of Australia e a empresa de comunicações Telstra.

Nem todos os Melbornianos conquistaram as fortunas dos proprietários e gestores de topo destas empresas mas, ainda assim, a maior parte viu e vê uma espécie de Australian Dream tornar-se realidade. Vivendas com quintais criteriosamente ajardinados ou cultivados e, aqui e ali, próximos do acre “prometido” (cerca de mil metros quadrados) ocupam grandes extensões dos arredores e definem uma outra deliciosa paisagem urbana. A qualidade de vida que proporcionam, feita de sucessivos momentos ao ar livre – leitura, churrascos, desporto etc – é invejável e contribui para que Melbourne seja frequentemente classificada entre as cinco cidades mais acolhedoras do mundo.

Os emigrantes asiáticos aproveitam a hospitalidade o mais que podem. E os acabados de se instalar com ambições desmedidas de sucesso académico e empresarial tendem a apaixonar-se pelo ambiente ecléctico da cidade.

Passeamos pela Swanston Street e passamos em frente à Biblioteca Estatal imponente de Victoria. Não fosse a arquitectura vitoriana e seríamos iludidos a pensar que estávamos numa qualquer praça nova de Hong Kong ou Taipé, tal é a quantidade de adolescentes orientais a usufruir da meteorologia favorável no jardim em frente. No interior, o cenário repete-se nas salas de leitura majestosas de La Trobe e Dome. Mais tarde, quando tentamos fotografar alguém com visual inequivocamente aussie numa outra zona da cidade, desesperamos e acabamos a abordar também jovens asiáticos, a maior parte deles tímidos mas voluntariosos.

Mia e Tony formam um casal esguio e elegante, orgulhoso das suas imagens modernas. Vindos de Xangai, já viviam na capital de Victoria havia algum tempo mas o seu inglês continuava algo limitado. Emma, Juliet e Jimmy, três amigos de Taiwan regressavam da universidade e expressavam-se na língua também aussie com bastante mais à vontade. Tinham planos partilhados de se fixarem e ali formar famílias. “A Austrália é a Austrália, confessa-nos Juliet. E Melbourne é uma Austrália muito especial. Já devem ter reparado!”.

A “asianação” da grande ilha e de Melbourne, em específico colhe reacções díspares, raramente a indiferença. É frequente ouvir-se de habitantes com mais idade o discurso da “Velha Pátria Aussie” em que toda a população era solidária e não padecia do individualismo e compartimentação étnica que muitos consideram minar, hoje, a alma da nação.

Mas também se tornaram famosas opiniões como as do jornalista George Megalogenis: “a contemplação do umbigo australiano sobre se o boom mineiro terminou ou simplesmente decaiu, faz-nos ignorar o aspecto mais importante: o nosso futuro na Ásia é o da melhor nação de imigração…Mas, para o provar, precisamos de mais chineses e indianos que queiram radicar-se de um lado ao outro do país. Não menos.”

Até a nível desportivo, a Austrália tem precisado dos asiáticos para ultrapassar a sua solidão geográfica e desolação geológica, Desde 1950 que requeria repetidamente à FIFA que fosse incluída na Confederação Asiática de Futebol. O pedido foi concedido em 2005.

Little Havana, E.U.A.

A Pequena Havana dos Inconformados

Ao longo das décadas e até aos dias de hoje, milhares de cubanos cruzaram o estreito da Flórida em busca da terra da liberdade e da oportunidade. Com os E.U.A. ali a meros 145 km, muitos não foram mais longe. A sua Little Havana de Miami é, hoje, o bairro mais emblemático da diáspora cubana.

Sydney, Austrália

De Desterro de Criminosos a Cidade Exemplar

A primeira das colónias australianas foi erguida por reclusos desterrados. Hoje, os aussies de Sydney gabam-se de antigos condenados da sua árvore genealógica e orgulham-se da prosperidade cosmopolita da megalópole que habitam. 

Victoria, Austrália

No Grande Sul Australiano

Uma das evasões preferidas dos habitantes de Melbourne, a estrada B100 desvenda um litoral sublime que o oceano moldou. E bastam alguns km para perceber porque foi baptizada The Great Ocean Road.

Viti Levu, Fiji

Uma Partilha Improvável

Em pleno Pacífico Sul, uma comunidade numerosa de descendentes de indianos recrutados pelos ex-colonos britânicos e a população indígena melanésia repartem há muito a ilha chefe de Fiji.

Perth, Austrália

A Cidade Solitária

A mais 2000km de uma congénere digna desse nome, Perth é considerada a urbe mais remota à face da Terra. Apesar de isolados entre o Índico e o vasto Outback, são poucos os habitantes que se queixam.

Perth, Austrália

Cowboys da Oceania

O Texas até fica do outro lado do mundo mas não faltam vaqueiros no país dos coalas e dos cangurus. Rodeos do Outback recriam a versão original e 8 segundos não duram menos no Faroeste australiano.

Perth, Austrália

Em Honra da Fundação, de Luto Pela Invasão

26/1 é uma data controversa na Austrália. Enquanto os colonos britânicos o celebram com churrascos e muita cerveja, os aborígenes celebram o facto de não terem sido completamente dizimados.

Red Centre, Austrália

No Coração Partido da Austrália

O Red Centre abriga alguns dos monumentos naturais incontornáveis da Grande Ilha. Impressiona-nos pela grandiosidade dos cenários mas também a incompatibilidade renovada das suas duas civilizações.

Oslo, Noruega

Uma Capital Sobrecapitalizada

Um dos problemas da Noruega tem sido decidir como investir os milhares milhões de euros do seu fundo soberano recordista. Mas nem os recursos desmedidos salvam Oslo das suas incoerências sociais.

Waikiki, Havai

A Invasão Nipónica do Havai

Décadas após o ataque a Pearl Harbour e da capitulação na 2ª Guerra Mundial, os japoneses voltaram ao Havai armados com milhões de dólares. Waikiki, o seu alvo predilecto, faz questão de se render.

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Um
Arquitectura & Design

Talisay City, Filipinas

Monumento a um Amor Luso-Filipino

No final do século XIX, Mariano Lacson, um fazendeiro filipino e Maria Braga, uma portuguesa de Macau, apaixonaram-se e casaram. Durante a gravidez do que seria o seu 11º filho, Maria sucumbiu a uma queda. Destroçado, Mariano ergueu uma mansão em sua honra. Em plena 2ª Guerra Mundial, a mansão foi incendiada mas as ruínas elegantes que resistiram eternizam a sua trágica relação.

Fogo-de-artifício branco
Aventura

Seward, Alasca

O 4 de Julho Mais Longo

A independência dos E.U.A. é festejada, em Seward, de forma modesta. Para compensar, na cidade que honra o homem que prendou a nação com o seu maior estado, a data e a celebração parecem não ter fim.

Sombra de sucesso
Cerimónias e Festividades

Champotón, México

Rodeo debaixo de Sombreros

Com o fim do ano, 5 municípios mexicanos organizam uma feira em honra da Virgén de La Concepción. Aos poucos, o evento tornou-se o pretexto ideal para os cavaleiros locais exibirem as suas habilidades

Celebração Nahuatl
Cidades

Cidade do México, México

Alma Mexicana

Com mais de 20 milhões de habitantes numa vasta área metropolitana, esta megalópole marca, a partir do seu cerne de zócalo, o pulsar espiritual de uma nação desde sempre vulnerável e dramática.

Comida
Comida do Mundo

Gastronomia Sem Fronteiras nem Preconceitos

Cada povo, suas receitas e iguarias. Em certos casos, as mesmas que deliciam nações inteiras repugnam muitas outras. Para quem viaja pelo mundo, o ingrediente mais importante é uma mente bem aberta.
Cultura
Lagoa de Jok​ülsárlón, Islândia

O Canto e o Gelo

Criada pela água do oceano Árctico e pelo degelo do maior glaciar da Europa, Jokülsárlón forma um domínio frígido e imponente. Os islandeses reverenciam-na e prestam-lhe surpreendentes homenagens.
Radical 24h por dia
Desporto

Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.

Convés multifuncional
Em Viagem

Puerto Natales-Puerto Montt, Chile

Cruzeiro num Cargueiro

Após longa pedinchice de mochileiros, a companhia chilena NAVIMAG decidiu admiti-los a bordo. Desde então, muitos viajantes exploraram os canais da Patagónia, lado a lado com contentores e gado.

Natal de todas as cores
Étnico
Shillong, India

Selfiestão de Natal num Baluarte Cristão da Índia

Chega Dezembro. Com uma população em larga medida cristã, o estado de Meghalaya sincroniza a sua Natividade com a do Ocidente e destoa do sobrelotado subcontinente hindu e muçulmano. Shillong, a capital, resplandece de fé, felicidade, jingle bells e iluminações garridas. Para deslumbre dos veraneantes indianos de outras partes e credos.
Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
A pequena-grande Senglea
História

Senglea, Malta

A Cidade com Mais Malta

No virar do século XX, Senglea acolhia 8.000 habitantes em 0.2 km2, um recorde europeu, hoje, tem “apenas” 3.000 cristãos bairristas. É a mais diminuta, sobrelotada e genuína das urbes maltesas.

Perigo: correntes
Ilhas

Reunião

O Melodrama Balnear da Reunião

Nem todos os litorais tropicais são retiros prazerosos e revigorantes. Batido por rebentação violenta, minado de correntes traiçoeiras e, muito pior, palco dos ataques de tubarões mais frequentes à face da Terra, o da remota ilha francesa da Reunião está por conceder aos seus banhistas a paz e o deleite que dele anseiam.

Aurora fria II
Inverno Branco
Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
Litoral de Upolu
Literatura

Upolu, Samoa Ocidental

A Ilha do Tesouro de Stevenson

Aos 30 anos, o escritor escocês começou a procurar um lugar que o salvasse do seu corpo amaldiçoado.Em Upolu e nos samoanos, encontrou um refúgio acolhedor a que entregou a sua vida de alma e coração

O Apogeu da América do Norte
Natureza

Denali, Alasca

O Tecto Sagrado da América do Norte

Os indígenas Athabascan chamaram-no Denali, ou o Grande e reverenciam a sua altivez. Esta montanha deslumbrante suscitou a cobiça dos montanhistas e uma longa sucessão de ascensões recordistas.

Filhos da Mãe-Arménia
Outono

Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.

Sal Muito Grosso
Parques Naturais

Salta e Jujuy, Argentina

Nas Terras Altas da Argentina Profunda

Um périplo pelas províncias de Salta e Jujuy leva-nos a desvendar um país sem sinal de pampas. Sumidos na vastidão andina, estes confins do Noroeste da Argentina também se perderam no tempo.

Pastéis nos ares
Património Mundial Unesco

Campeche, México

Campeche Sobre Can Pech

Como aconteceu por todo o México, os conquistadores chegaram, viram e venceram. Can Pech, a povoação maia, contava com quase 40 mil habitantes, palácios, pirâmides e uma arquitetura urbana exuberante, mas, em 1540, subsistiam menos de 6 mil nativos. Sobre as ruínas, os espanhóis ergueram Campeche, uma das mais imponentes cidades coloniais das Américas.

Palestra
Personagens

Christchurch, Nova Zelândia

O Feiticeiro Amaldiçoado

Apesar da sua notoriedade nos antípodas, Ian Channell o bruxo da Nova Zelândia não conseguiu prever ou evitar vários sismos que assolaram Christchurch. O último obrigou-o a mudar-se para casa da mãe.

Conversa ao pôr-do-sol
Praia

White Beach, Filipinas

A Praia Asiática de Todos os Sonhos

Foi revelada por mochileiros ocidentais e pela equipa de filmagem de “Assim Nascem os Heróis”. Seguiram-se centenas de resorts e milhares de veraneantes orientais mais alvos que o areal de giz.

Rumo ao vale
Religião

Alaverdi, Arménia

Um Teleférico Chamado Ensejo

O cimo da garganta do rio Debed esconde os mosteiros arménios de Sanahin e Haghpat e blocos de apartamentos soviéticos em socalcos. O seu fundo abriga a mina e fundição de cobre que sustenta a cidade. A ligar estes dois mundos, está uma cabine suspensa providencial em que as gentes de Alaverdi contam viajar na companhia de Deus.

A Toy Train story
Sobre carris
Darjeeling Himalayan Railway, Índia

Ainda Circula a Sério o Comboio Himalaia de Brincar

Nem o forte declive de alguns tramos nem a modernidade o detêm. De Siliguri, no sopé tropical da grande cordilheira asiática, a Darjeeling, já com os seus picos cimeiros à vista, o mais famoso dos Toy Trains indianos assegura há 117 anos, dia após dia, um árduo percurso de sonho. De viagem pela zona, subimos a bordo e deixamo-nos encantar.
Sociedade
Mercados

Uma Economia de Mercado

A lei da oferta e da procura dita a sua proliferação. Genéricos ou específicos, cobertos ou a céu aberto, estes espaços dedicados à compra, à venda e à troca são expressões de vida e saúde financeira.
Retorno na mesma moeda
Vida Quotidiana

Dawki, Índia

Dawki, Dawki, Bangladesh à Vista

Descemos das terras altas e montanhosas de Meghalaya para as planas a sul e abaixo. Ali, o caudal translúcido e verde do Dawki faz de fronteira entre a Índia e o Bangladesh. Sob um calor húmido que há muito não sentíamos, o rio também atrai centenas de indianos e bangladeshianos entregues a uma pitoresca evasão.

Trio das alturas
Vida Selvagem

PN Manyara, Tanzânia

Na África Favorita de Hemingway

Situado no limiar ocidental do vale do Rift, o parque nacional lago Manyara é um dos mais diminutos mas encantadores e ricos em vida selvagem da Tanzânia. Em 1933, entre caça e discussões literárias, Ernest Hemingway dedicou-lhe um mês da sua vida atribulada. Narrou esses dias aventureiros de safari em “As Verdes Colinas de África”.

Os sounds
Voos Panorâmicos

The Sounds, Nova Zelândia

Os Fiordes dos Antipodas

Um capricho geológico fez da região de Fiordland a mais crua e imponente da Nova Zelândia. Ano após anos, muitos milhares de visitantes veneram o subdomíno retalhado entre Te Anau e o Mar da Tasmânia.