Hiroxima, Japão

Uma Cidade Rendida à Paz


Memória cruel

Casal analisa uma imagem da devastação de Hiroxima após o rebentamento da bomba atómica Little Boy.

Homenagem sentida

Funcionário deixa o cenotáfio que abriga os nomes de todas as vítimas directas e indirectas do ataque nuclear a Hiroxima.

Ruínas Excepcionais

Moradores passam em frente à Cúpula Genbaku, ruínas do único edifício que não foi arrasado pela explosão da Little Boy.

Cúpula Genbaku

Pormenor da Cúpula A-Bomb (Genbaku Dome), um edifício cuja estrutura resistiu à explosão da Little Boy, com epicentro a algumas centenas de metros.

Diversão pós-escolar

Crianças brincam nos Sinos da Paz, mais um dos monumentos do Parque da Paz de Hiroxima.

Em nome das crianças perdidas

Monumento da Paz das Crianças, erguido no Memorial da Paz de Hiroxima.

Memoriais e Memórias

Catedral A-Bomb vista à distância, através do Cenotáfio Memorial.

Museu do Memorial da Paz

Fachada do Museu do Memorial da Paz.

Acampamento no Museu

Estudantes convivem sentados no exterior do Museu do Memorial da Paz.

Representação da destruição

Máquete de Hiroxima após o rebentamento da bomba atómica.

Filhas de Hibabuska

Filha de sobrevivente de Hiroxima visita o cenotáfio do Memorial da cidade.

Em 6-8-1945, Hiroxima sucumbiu à explosão da primeira bomba atómica usada em guerra. Volvidos 70 anos, a cidade luta pela memória da tragédia e para que as armas nucleares sejam erradicadas até 2020.

Não fosse pelo seu passado marcante e dificilmente seria uma descoberta prioritária esta urbe de novo produtiva e populosa do oeste de Honshu, a maior ilha do Japão. Como qualquer forasteiro, chegamos intrigados sobre as cicatrizes históricas que viríamos encont

rar sabendo que mais de seis décadas haviam decorrido desde a sua destruição massiva. A chegada de shinkansen (comboio-bala) a uma estação sofisticada local que abrigava vários outros comboios similares dizia mais do lado futurista do Japão e o cen&aa

cute;rio urbano em redor também não parecia ajudar.

Pedimos indicações que nos permitem chegar à paragem de autocarro de que precisamos e, com sorte, até o aguardamos no sentido correcto. Mas é um velho eléctrico verde e amarelo que se aproxima com o número que devemos apanhar e, quando subimos, seguimos finalmente a bordo do passado da cidade. A Hiroden, a companhia que os explora e aos autocarros da cidade, estabeleceu-se em 1910 e, no início de 1945, operava já dezenas de eléctricos. Apenas quatro sobreviveram à guerra mas a construção de um metropolitano revelou-se demasiado dispendiosa (Hiroxima está situada num delta) e, como tal, as autoridades optaram por reforçar os transportes à superfície. Compraram eléctricos antigos a cidades vizinhas e combinam o seu serviço com o de outros mais modernos.

É fim de semana. Passamos por um estádio de basebol à pinha e, ao longe, vemos a réplica do castelo medieval da cidade mas, mais cedo do que estimávamos, uma voz feminina  de tom juvenil, à boa moda nipónica, anuncia-nos a paragem de saída. Atravessamos a mesma avenida por que continua o eléctrico e, já do lado oposto, damos com o Parque do Memorial da Paz e, numa absoluta solidão arquitectónica e temporal, com as ruínas da Cúpula de Genbaku, à beira do rio Aioi.

O edifício funcionava, à época, como o Salão de Promoção Industrial de Hiroxima e a sua resistência à explosão continua a surpreender a maior parte dos cientistas. Devido ao vento, a tripulação do B-29 Enola Gay falhou o alvo, uma ponte próxima do rio Aioi. A detonação deu-se a 580 metros do solo, como predeterminado, mas cerca de 240 metros ao lado do ponto escolhido.

Mesmo assim, a cerca de 100 metros de distância, estima-se que a pressão provocada sobre o edifício tenha sido de 35 toneladas por m2. Num raio de 2 km, quase nenhuma estrutura ficou de pé mas a destruição generalizada verificou-se até 12 km2.

Neste espaço e fora dele, entre 70 a 80 mil habitantes, (cerca de 30% da população de então) morreu imediatamente, enquanto outros tantos ficaram feridos. Ironicamente, sabe-se que o urânio (U235) era ineficiente e que só 1.68% do material presente na bomba – que os americanos baptizaram de Little Boy – fissionou.

Outras cidades japonesas eram alvos possíveis mas Hiroxima acabou condenada por acolher um importante arsenal do exército e um porto no seio de uma vasta área industrial urbana. Para mais, era cercada de colinas o que contribuiria para aumentar os efeitos da explosão e convencer o Japão a render-se incondicionalmente, de acordo com a Declaração de Potsdam.

Atravessamos o rio e o parque verdejante, entre grupos de crianças japonesas que as escolas fazem questão de levar ao memorial para as elucidar sobre o período mais tenebroso da história nipónica. Como é de esperar, a inocência das suas idades impede-as de assimilar  demasiado o significado daquele lugar e muitas entregam-se a brincadeiras endiabradas em redor dos monumentos desmistificando-os e perturbando os pensamentos e as orações de visitantes que continuam a sofrer com a perda de familiares ou simplesmente da honra japonesa.

Entramos no museu e, por três longas horas ficamos entregues ao silêncio lúgubre das suas salas, aos mapas, aos vídeos, aos vestígios distorcidos e transformados de outras formas pela explosão e seus efeitos e aos cenários reconstituídos do terror vivido pela cidade.

Nesse tempo, a abundância de informação simplificada permite-nos também saber e compreender vários aspectos surpreendentes da tragédia. O facto de os radares japoneses terem detectado os aviões uma hora antes do bombardeamento e terem optado por não os tentar interceptar por serem apenas três e a força aérea nipónica precisar de poupar combustível. O destino incrível de Eizo Nomura que sobreviveu a apenas 170 metros do hipocentro (hoje marcado no chão como um monumento) se encontrar na cave de um edifício anti-sísmico de betão reforçado e o drama comovente de Sadako Sakai, a menina que tinha dois anos quando se deu a explosão e a quem foi, nove anos depois, diagnosticada leucemia. Sabe-se que a sua melhor amiga Chizuko Hamamoto a visitou no hospital e que, fazendo fé na crença popular japonesa de que um cisne concederá um desejo a quem dobrar 1000 cisnes de origami, ofereceu a Sadako o primeiro. Mas Sadako tinha apenas um ano de vida. Diz-se que dobrou 644 cisnes de origami antes de falecer e que os seus amigos completaram os restantes e os enterraram junto com a menina.

Regressamos ao exterior e encontramos duas idosas nipónicas em meditação junto à estátua das crianças da bomba atómica. Questionamo-nos se não serão hibakushas – sobreviventes do ataque nuclear – já que a sua idade e a postura compenetrada e comovida tudo o indica.

Em 2010, o governo japonês reconhecia 227.565 hibakushas, em grande parte a viver ainda no Japão e, muitas, em Hiroxima. Destes, as autoridades nipónicas reconhecem que 1% sofrem de doenças causadas pela radiação. Todos recebem um apoio financeiro mas o apoio médico e financeiro prestado aos últimos é especial. Como é especial, de uma forma negativa, o seu estatuto social encoberto. Durante décadas, o desconhecimento acerca dos efeitos da radiação levou a que os hibakusha fossem discriminados por receio de contágio e hereditariedade das doenças. Essa questão vai-se desvanecendo à medida que as vítimas, todas idosas falecem.

É outra das heranças problemáticas que Hiroxima tenta ultrapassar. Em 1949, por iniciativa do seu mayor, o parlamento japonês declarou-a Cidade de Paz. Desde então, tornou-se numa sede apetecível para conferências internacionais sobre a paz e outros assuntos sociais, de tal forma que a Universidade local fundou, em 1998, um Instituto da Paz de Hiroxima. Ao mesmo tempo, o mayor actual de Hiroxima é o Presidente dos Mayors for Peace, uma organização que tem como fim mobilizar as cidades e os seus cidadãos para a abolição e eliminação de todas as armas nucleares até 2020. Uma conquista que se revela cada vez mais improvável.

Militares

Defensores das Suas Pátrias

Detectamo-los por todo o lado, mesmo em tempos de paz. A maior parte dos que encontramos a postos, nas cidades, cumpre apenas missões rotineiras que requerem, acima de tudo, rigor e paciência.

Okinawa, Japão

O Pequeno Império do Sol

Reerguida da devastação causada pela 2ª Guerra Mundial, Okinawa recuperou a herança da sua civilização secular ryukyu. Hoje, este arquipélago a sul de Kyushu abriga um Japão à margem, prendado por um oceano Pacífico turquesa e bafejado por um peculiar tropicalismo nipónico.

Taiwan

Formosa mas Não Segura

Os navegadores portugueses não podiam imaginar o imbróglio reservado à ilha que os encantou. Passados quase 500 anos, Taiwan prospera, algures entre a independência e a integração na grande China.

Pearl Harbour, Havai

O Dia em que o Japão foi Longe Demais

A 7 de Dezembro de 1941, a Marinha Imperial Japonesa atacou a base militar de Pearl Harbour. Partes do Havai parecem colónias nipónicas mas os E.U.A nunca esquecerão a afronta.

Tóquio, Japão

O Imperador sem Império

Após a capitulação na 2ª Guerra Mundial, o Japão submeteu-se a uma constituição que encerrou um dos mais longos impérios da História. O imperador japonês é, hoje, o único monarca a reinar sem império.

Lenha à Pressa
Arquitectura & Design
Ketchikan, Alasca

Aqui Começa o Alasca

A realidade passa despercebida a boa parte do mundo, mas existem dois Alascas. Em termos urbanos, o estado é inaugurado no sul do seu oculto cabo de frigideira, uma faixa de terra separada dos restantes E.U.A. pelo litoral oeste do Canadá. Ketchikan, é a mais meridional das cidades alasquenses, a sua Capital da Chuva e a Capital Mundial do Salmão.
Aterragem sobre o gelo
Aventura

Mount Cook, Nova Zelândia

A Conquista Aeronáutica dos Alpes do Sul

Em 1955, o piloto Harry Wigley criou um sistema de descolagem e aterragem sobre asfalto ou neve. Desde então, a sua empresa revela, a partir do ar, alguns dos cenários mais grandiosos da Oceania.

Tédio terreno
Cerimónias e Festividades
Bhaktapur, Nepal

As Máscaras Nepalesas da Vida

O povo indígena Newar do Vale de Katmandu atribui grande importância à religiosidade hindu e budista que os une uns aos outros e à Terra. De acordo, abençoa os seus ritos de passagem com danças newar de homens mascarados de divindades. Mesmo se há muito repetidas do nascimento à reencarnação, estas danças ancestrais não iludem a modernidade e começam a ver um fim.
1001 Noites Russas
Cidades
Rostov Veliky, Rússia

Sob as Cúpulas da Alma Russa

É uma das mais antigas e importantes cidades medievais, fundada durante as origens ainda pagãs da nação dos czares. No fim do século XV, incorporada no Grande Ducado de Moscovo, tornou-se um centro imponente da religiosidade ortodoxa. Hoje, só o esplendor do kremlin moscovita suplanta o da cidadela da tranquila e pitoresca Rostov Veliky.
Comodidade até na Natureza
Comida

Tóquio, Japão

O Império das Máquinas de Bebidas

São mais de 5 milhões as caixas luminosas ultra-tecnológicas espalhadas pelo país e muitas mais latas e garrafas exuberantes de bebidas apelativas. Há muito que os japoneses deixaram de lhes resistir.

Tribal
Cultura

Albuquerque, E.U.A.

Soam os Tambores, Resistem os Índios

Com mais de 500 tribos presentes, o "Gathering of the Nations" celebra o que de sagrado subsiste das culturas nativo-americanas. Mas também revela os danos infligidos pela civilização colonizadora.

Sol nascente nos olhos
Desporto

Busselton, Austrália

2000 metros em Estilo Aussie

Em 1853, Busselton foi dotada de um dos pontões então mais longos do Mundo. Quando a estrutura decaiu, os moradores decidiram dar a volta ao problema. Desde 1996 que o fazem, todos os anos, a nadar.

Espera sem fim
Em Viagem
Jet Lag (Parte 1)

Evite a Turbulência do Pós-voo

Quando voamos através de mais que 3 fusos horários, o relógio interno que regula o nosso organismo desregula-se. O máximo que podemos fazer é aliviar o mal-estar que sentimos até se voltar a acertar.
Paz de "cenote"
Étnico

Iucatão, México

O Fim do Fim do Mundo

O dia anunciado passou mas o Apocalipse teimou em não chegar. Na Mesoamérica, os maias da actualidade observaram e aturaram, incrédulos, toda a histeria em redor do seu calendário.

Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Verão Escarlate
História

Valência a Xàtiva, Espanha

Do outro Lado da Ibéria

Deixada de lado a modernidade de Valência, exploramos os cenários naturais e históricos que a "comunidad" partilha com o Mediterrâneo. Quanto mais viajamos mais nos seduz a sua vida garrida.

Passagem
Ilhas

Tanna, Vanuatu

Daqui se Fez Vanuatu ao Ocidente

O programa de TV “Meet the Natives” levou representantes tribais de Tanna a conhecer a Grã-Bretanha e os E.U.A. De visita à sua ilha, percebemos porque nada os entusiasmou mais que o regresso a casa.

Lenha
Inverno Branco

PN Oulanka, Finlândia

Um Lobo Pouco Solitário

Jukka “Era-Susi” Nordman criou uma das maiores matilhas de dog sledding do mundo. Tornou-se numa das personagens mais emblemáticas do país mas continua fiel ao seu cognome: Wilderness Wolf

Litoral de Upolu
Literatura

Upolu, Samoa Ocidental

A Ilha do Tesouro de Stevenson

Aos 30 anos, o escritor escocês começou a procurar um lugar que o salvasse do seu corpo amaldiçoado.Em Upolu e nos samoanos, encontrou um refúgio acolhedor a que entregou a sua vida de alma e coração

Desembarque Tardio
Natureza

Arquipélago Bacuit, Filipinas

A Última Fronteira Filipina

Um dos cenários marítimos mais fascinantes do Mundo, a vastidão de ilhéus escarpados de Bacuit esconde recifes de coral garridos, pequenas praias e lagoas idílicas. Para a descobrir, basta uma bangka.

Filhos da Mãe-Arménia
Outono
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Enseada do Éden
Parques Naturais

Praslin, Seichelles

O Éden dos Enigmáticos Cocos-do-Mar

Durante séculos, os marinheiros árabes e europeus acreditaram que a maior semente do mundo, que encontravam nos litorais do Índico com forma de quadris voluptuosos de mulher, provinha de uma árvore mítica no fundo dos oceanos.  A ilha sensual que sempre os gerou deixou-nos extasiados.

No rumo da Democracia
Património Mundial Unesco

PN Thingvelir, Islândia

Nas Origens da Remota Democracia Viking

As fundações do governo popular que nos vêm à mente são as helénicas. Mas aquele que se crê ter sido o primeiro parlamento do mundo foi inaugurado em pleno século X, no interior enregelado da Islândia.

Gang de 4
Personagens
Tombstone, E.U.A.

Tombstone: a Cidade Demasiado Dura para Morrer

Filões de prata descobertos no fim do século XIX fizeram de Tombstone um centro mineiro próspero e conflituoso na fronteira dos Estados Unidos com o México. Lawrence Kasdan, Kurt Russel, Kevin Costner e outros realizadores e actores hollywoodescos tornaram famosos os irmãos Earp e o duelo sanguinário de “O.K. Corral”. A Tombstone que, ao longo dos tempos tantas vidas reclamou, está para durar.
Pedaço de Maldivas
Praia

Maldivas

De Atol em Atol

Trazido de Fiji para navegar nas Maldivas, o Princess Yasawa adaptou-se bem aos novos mares. Por norma, bastam um ou dois dias de itinerário, para a genuinidade e o deleite da vida a bordo virem à tona.

Debate ao molho
Religião

Lhasa, Tibete

O Mosteiro da Sagrada Discussão

Em poucos lugares do mundo se usa um dialecto com tanta veemência como no mosteiro de Sera. Ali, centenas de monges travam, em tibetano, debates intensos e estridentes sobre os ensinamentos de Buda.

White Pass & Yukon Train
Sobre carris

Skagway, Alasca

Uma Variante da Corrida ao Ouro do Klondike

A última grande febre do ouro norte-americana passou há muito. Hoje em dia, centenas de cruzeiros despejam, todos os Verões, milhares de visitantes endinheirados nas ruas repletas de lojas de Skagway.

Coreografia pré-matrimonial
Sociedade

Old Jaffa, Israel

Onde Assenta a Cidade que Nunca Pára

Telavive é famosa pela noite mais intensa do Médio Oriente. Mas, se os seus jovens se divertem até à exaustão nas discotecas à beira Mediterrâneo, é cada vez mais na vizinha Old Jaffa que dão o nó.

Vida Quotidiana
Enxame, Moçambique

Área de Serviço à Moda Moçambicana

Repete-se em quase todas as paragens em povoações de Moçambique dignas de aparecer nos mapas. O machimbombo (autocarro) detém-se e é cercado por uma multidão de empresários ansiosos. Os produtos oferecidos podem ser universais como água ou bolachas ou típicos da zona. Nesta região a uns quilómetros de Nampula, as vendas de fruta eram sucediam-se, sempre bastante intensas.
Brincadeira ao ocaso
Vida Selvagem
PN Gorongosa, Moçambique

O Coração Selvagem de Moçambique dá Sinais de Vida

A Gorongosa abrigava um dos mais exuberantes ecossistemas de África mas, de 1980 a 1992, sucumbiu à Guerra Civil travada entre a FRELIMO e a RENAMO. Greg Carr, o inventor milionário do Voice Mail recebeu a mensagem do embaixador moçambicano na ONU a desafiá-lo a apoiar Moçambique. Para bem do país e da humanidade, Carr comprometeu-se a ressuscitar o parque nacional deslumbrante que o governo colonial português lá criara.
Pleno Dog Mushing
Voos Panorâmicos

Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.