Nova Zelândia

Quando Contar Ovelhas Tira o Sono


Pré-Tosquia

Empregado da herdade Walter Peak segura uma ovelha que irá tosquiar.

Herdade Walter Peak

Visitantes da herdade Walter Peak aguardam o barco TSS Earnslaw de regresso a Queenstown, à beira do lago Wakatipu.

Curral Walter Peak

Ovelhas da herdade Walter Peak de Queenstown aguardam tosquia.

Saída para o Pasto

Ovelhas deixam uma herdade perdida numa enseada profunda da enseada de Banks de forma ordeira

Rebanho dourado

Rebanho no sopé de uma encosta nos arredores de Arrowtown.

Contraste ovino

Ovelhas sobre uma pastagem da herdade Walter Peak.

Rebanho Aspiring

Rebanho num pasto entre Wanaka e a base do Monte Aspiring.

Haste Impressionante

Anfitrião da herdade Walter Peak exibe uma haste.

Fila ovina

Fila de ovelhas numa margem elevada de um rio na proximidade do monte Aspiring.

Tosquia

Empregado da herdade Walter Peak exemplifica uma tosquia.

Border Collie

Cão pastor Border-collie persegue e agrupa ovelhas, o seu principal contibuto para a vida dos criadores de ovelhas.

Há 20 anos, a Nova Zelândia tinha 18 ovinos por cada habitante. Por questões políticas e económicas, a média baixou para metade. Nos antípodas, muitos criadores estão preocupados com o seu futuro.

A excêntrica Península de Banks parece resultado de um momento de diversão geológica. Um maciço central elevado e repleto de pequenas colinas ondulantes dá lugar, nas extremidades mais baixas, a inúmeros recortes na paisagem, enseadas e baías de que o oceano Pacífico há muito se apoderou. Dois vulcões residentes, o Lyttelton e o Akaroa chegaram a medir, ali, 1500 m de altitude mas uma forte erosão, comandada pela mesma actividade sísmica que sacudiu recentemente Christchurch e a região circundante, quebraram-nos e alisaram-nos, ao longo do tempo.

Mas, por estranho que pareça, há pouco de vulcânico no cenário. Quase não se vê lava solidificada ou rocha basáltica, cobertas por um tapete perfeito de erva que se estende pelas encostas e chega a invadir os areais poeirentos. Vedações rústicas quebradas, aqui e ali, por portões de madeira, acompanham as estradas estreitas que nos introduzem a um dos ambientes realmente bucólicos à face da Terra. E, curva atrás de curva, pasto após pasto, revelam mais e mais espécimes da fauna ovina neozelandesa.

Os mapas de propriedades da província de Canterbury provam o predomínio das herdades originalmente ovelheiras. Se o espectro for alargado à chuvosa nação kiwi, pouco muda.

James Cook foi pioneiro a trazer ovinos para as terras da Nova Zelândia, durante as expedições marítimas que liderou entre 1773 e 1777. A espécie não se estabeleceu nessa ocasião mas a história mudou quando quatro colonos empreendedores importaram 1600 espécimes da Austrália para Wellington e distribuíram mais de metade pelo sul da Ilha do Norte. Continuou a corrigir-se  após William e John Deans terem introduzido os primeiros merinos (carneiros originais de Aragão) às planícies de Canterbury, muito antes da espécie ter dado lugar a outras mais leves e adaptáveis aos solos ensopados ou simplesmente mais rentáveis, casos das English Leicester, as Lincoln, Romney Marsh, Cheviot e as Border Leicester, posteriormente cruzadas.

E Johny Jones conseguiu, em Otago, no sudeste da Ilha do Sul, o primeiro sucesso inequívoco. Este investidor, enriqueceu a sua estação baleeira de Waikouaiti com 2000 ovelhas instaladas em terras alugadas a tribos maoris. Assegurou, dessa forma, uma alimentação mais diversificada aos homens do mar e iniciou-se na exportação de lã que viria a aquecer a economia local.

A expansão da criação ovina na Ilha do Norte foi inicialmente travada pelo facto de os indígenas maori deterem a maior parte das terras e por estas se encontrarem subsumidas num mato cerrado. O sul adiantou-se mas à medida que os colonos conseguiam obter dos nativos mais pasto acima do estreito de Cook, a Ilha do Norte alinhou com a do sul e a Nova Zelândia entrou no século XX, em plena prosperidade.

A partir de 1882, a indústria da carne congelada desenvolveu-se e prendou os proprietários de herdades com novas oportunidades.  No período de recuperação da 2ª Guerra Mundial, a Grã-Bretanha absorveu toda a produção de lã e carne da Nova Zelândia. E, antes e durante a guerra da Coreia, os EUA procuraram quantidades do produto nunca imaginadas pelos produtores kiwis. Até 1961, a lã representou um terço das exportações do país e as suas remessas combinadas com as da carne congelada tornaram a criação de ovinos a actividade rural mais importante até 1987. 

Daí em diante, distintas alternativas aliciaram os donos das herdades ovelheiras que vamos encontrando por todo o país.

Em Queenstown, na região sublime dos Southern Lakes, como por todos os recantos da nação, o advento do turismo ajudou a baralhar as regras do jogo e, em certos lugares privilegiados, inspirou soluções menos trabalhosas mas altamente rentáveis.

Durante anos a fio, o navio a vapor TSS Earnslaw foi o único meio de transporte fiável e prático a operar no vasto lago Wakatipu. À época, deslocava oitocentos passageiros enquanto as nuvens de fumo largadas pela sua chaminé pintavam o céu de negro. A herdade Walter Peak, situada na extremidade do lago oposta a Queenstown, dependia em parte da embarcação. Hoje, as suas actividades pecuárias são apenas as suficientes para atrair os turistas mas a relação com o barco, mantém-se.

Faça chuva ou faça sol, a Lady of the Lake (como era também chamado) zarpa de Queenstown carregado de curiosos urbanos que admiram o lago e as montanhas nevadas circundantes e pisam o solo da propriedade ansiosos pela descoberta rural.

São recebidos numa elegante mansão central e mimados com chá e scones. Em seguida, um capataz-humorista residente apresenta-lhes a Walter Peak Farm e as virtudes dos cães pastores locais. Para terminar, demonstra os segredos da tosquia numa ovelha azarada: “O senhor do cabelo metaleiro aí atrás não se ria da criatura que trato de si a seguir!”

As piadas sádico-rurais do anfitrião e as exibições, em geral, divertem a assistência. E o lucro obtido com os bilhetes pagos a peso de ouro, continua a justificar o abandono dos negócios que estiveram na base da fundação da quinta, ali, cada vez menos rentáveis.

Mas foram variáveis políticas e económicas bem mais influentes que fizeram e fazem oscilar o número das ovelhas neozelandesas.

Em 1973, a Grã Bretanha aderiu à UE e submeteu-se ao proteccionismo do Velho Mundo passando a absorver menos produção dos antípodas. Também na década de 70, deu-se o primeiro choque petrolífero que inflacionou o custo do transportes. Enquanto isso, uma miríade de novos materiais naturais e sintéticos substituíram a lã na confecção de vestuário e outros adereços.

Subsídios governamentais forçados mantiveram a indústria à tona e, apesar das dificuldades do mercado, o número de animais atingiu o seu máximo de 70.301.461 cabeças, em 1982. Três anos depois, o governo inaugurou uma política de mercado livre e retirou abruptamente todos os apoios aos produtores que se começaram a tresmalhar.

Já nos anos 2000, alguma lã que era ainda comprada pela Austrália, Europa e Estados Unidos passou a ser enviada em bruto para a China, para ser enrolada em novelo a baixo custo. Mesmo assim, em duas décadas, as ovelhas neozelandesas diminuíram para metade.

“Não vai demorar muito, amigo…” mente-nos o moderno cowboy kiwi, do cimo da sua moto-quatro amarela. Como qualquer nativo, já achamos normal ficarmos retidos quinze minutos numa estrada à espera da travessia do gado mas, agora, como quase não acontecia, são também manadas de vacas, não só rebanhos, os responsáveis.

A resposta das herdades à crise implicou uma mudança drástica para a produção de lacticínios (de vaca) que depressa ultrapassou os proveitos ovinos, impulsionada pela acção da maior empresa do país, a Fonterra, que controla quase um terço do comércio internacional do ramo.

A Nova Zelândia é ainda o maior exportador de carne de ovino e lã forte do mundo. E apenas o oitavo produtor mundial de leite. Mas a contagem das ovelhas continua decrescente.

 

Nelson a Wharariki, Nova Zelândia

O Litoral Maori em que os Europeus Deram à Costa

Abel Janszoon Tasman explorava mais da recém-mapeada e mítica "Terra Australis" quando um equívoco azedou o contacto com nativos de uma ilha desconhecida. O episódio inaugurou a história colonial da Nova Zelândia. Hoje, tanto a costa divinal em que o episódio se sucedeu como os mares em redor evocam o navegador holandês.
Bay of Islands, Nova Zelândia

O Âmago Civilizacional da Nova Zelândia

Waitangi é o lugar chave da Independência e da já longa coexistência dos nativos maori com os colonos britânicos. Na Bay of Islands em redor, celebra-se a beleza idílico-marinha dos antípodas neozelandeses mas também a complexa e fascinante nação kiwi.
Wanaka, Nova Zelândia

Que Bem que Se Está no Campo dos Antípodas

Se a Nova Zelândia é conhecida pela sua tranquilidade e intimidade com a Natureza, Wanaka excede qualquer imaginário. Situada num cenário idílico entre o lago homónimo e o místico Mount Aspiring, ascendeu a lugar de culto. Muitos kiwis aspiram a para lá mudar as suas vidas.

Ilha do Norte, Nova Zelândia

A Caminho da Maoridade

A Nova Zelândia é um dos países em que descendentes de colonos e nativos mais se respeitam. Ao explorarmos a sua lha do Norte, inteirámo-nos do amadurecimento interétnico desta nação tão da Commonwealth como maori e polinésia. 

Península de Banks, Nova Zelândia

Divinal Estilhaço de Terra

Vista do ar, a mais óbvia protuberância da costa leste da Ilha do Sul parece ter implodido vezes sem conta. Vulcânica mas verdejante e bucólica, a Península de Banks confina na sua geomorfologia de quase roda-dentada a essência da sempre invejável vida neozelandesa.

Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.

Sirocco
Arquitectura & Design

Helsínquia, Finlândia

O Design que Veio do Frio

Com parte do território acima do Círculo Polar Árctico, os finlandeses respondem ao clima com soluções eficientes e uma obsessão pela estética e pelo modernismo inspirada pela vizinha Escandinávia.

Lagoas fumarentas
Aventura

Tongariro, Nova Zelândia

Os Vulcões de Todas as Discórdias

No final do século XIX, um chefe indígena cedeu os vulcões de Tongariro à coroa britânica. Hoje, parte significativa do povo maori continua a reclamar aos colonos europeus as suas montanhas de fogo.

Indígena Coroado
Cerimónias e Festividades

Pueblos del Sur, Venezuela

Por uns Trás-os-Montes Venezuelanos em Festa

Em 1619, as autoridades de Mérida ditaram a povoação do território em redor. Da encomenda, resultaram 19 aldeias remotas que encontramos entregues a comemorações com caretos e pauliteiros locais.

Bar sobre o grande estuário
Cidades

Sydney, Austrália

De Desterro de Criminosos a Cidade Exemplar

A primeira das colónias australianas foi erguida por reclusos desterrados. Hoje, os aussies de Sydney gabam-se de antigos condenados da sua árvore genealógica e orgulham-se da prosperidade cosmopolita da megalópole que habitam. 

Basmati Bismi
Comida

Singapura

A Capital Asiática da Comida

Eram 4 as etnias condóminas de Singapura, cada qual com a sua tradição culinária. Adicionou-se a influência de milhares de imigrados e expatriados numa ilha com metade da área de Londres. Apurou-se a nação com a maior diversidade e qualidade de víveres do Oriente. 

Maikos a fingir
Cultura

Quioto, Japão

Sobrevivência: A Última Arte Gueixa

Já foram quase 100 mil mas os tempos mudaram e estas acompanhantes de luxo estão em vias de extinção. Hoje, as poucas que restam vêem-se forçadas a ceder a modernidade menos subtil e elegante do Japão

Sol nascente nos olhos
Desporto

Busselton, Austrália

2000 metros em Estilo Aussie

Em 1853, Busselton foi dotada de um dos pontões então mais longos do Mundo. Quando a estrutura decaiu, os moradores decidiram dar a volta ao problema. Desde 1996 que o fazem, todos os anos, a nadar.

Devils Marbles
Em Viagem

Alice Springs a Darwin, Austrália

A Caminho do Top End

Do Red Centre ao Top End tropical, a Stuart Hwy percorre mais de 1.500km solitários através da Austrália. Nesse trajecto, a grande ilha muda radicalmente de visual mas mantém-se fiel à sua alma rude.

Manhã cedo no Lago
Étnico

Nantou, Taiwan

No Âmago da Outra China

Nantou é a única província de Taiwan isolada do oceano Pacífico. Quem hoje descobre o coração montanhoso desta região tende a concordar com os navegadores portugueses que baptizaram Taiwan de Formosa.

Luminosidade caprichosa no Grand Canyon
Fotografia
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E Fez-se Luz na Terra. Saiba usá-la.

O tema da luz na fotografia é inesgotável. Neste artigo, transmitimos-lhe algumas noções basilares sobre o seu comportamento, para começar, apenas e só face à geolocalização, a altura do dia e do ano.
A Guardiã do Ditador
História

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Do Berço da Geórgia à Infância de Estaline

À descoberta do Cáucaso, exploramos Uplistsikhe, uma cidade troglodita antecessora da Geórgia. E a apenas 10km, em Gori, damos com o lugar da infância conturbada de Joseb Jughashvili, que se tornaria o mais famoso e tirano dos líderes soviéticos.

Vela ao vento
Ilhas

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As Ilhas Africanas das Especiarias

Vasco da Gama abriu o Índico ao império luso. No século XVIII, o arquipélago de Zanzibar tornou-se o maior produtor de cravinho e as especiarias diversificaram-se, tal como os povos que o disputaram.

Esqui
Inverno Branco

Lapónia, Finlândia

Sob o Encanto Gélido do Árctico

Estamos a 66º Norte e às portas da Lapónia. Por estes lados, a paisagem branca é de todos e de ninguém como as árvores cobertas de neve, o frio atroz e a noite sem fim.

De visita
Literatura

Rússia

O Escritor que Não Resistiu ao Próprio Enredo

Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

Barcos em seco
Natureza

Mar de Aral, Usbequistão

O Lago que o Algodão Absorveu

Em 1960, era um dos 4 maiores lagos do mundo mas projectos de irrigação secaram grande parte da água e do modo de vida dos pescadores. Em troca, a URSS inundou o Usbequistão com ouro branco vegetal.

Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Abastecimento
Parques Naturais

PN Serengeti, Tanzânia

A Grande Migração da Savana Sem Fim

Nestas pradarias que o povo Masai diz siringet (correrem para sempre), milhões de gnus e outros herbívoros perseguem as chuvas. Para os predadores, a sua chegada e a da monção são uma mesma salvação.

Um rasto na madrugada
Património Mundial Unesco
Damaraland, Namíbia

Namíbia On the Rocks

Centenas de quilómetros para norte de Swakopmund, muitos mais das dunas emblemáticas de Sossuvlei, Damaraland acolhe desertos entrecortados por colinas de rochas avermelhadas, a maior montanha e a arte rupestre decana da jovem nação. Os colonos sul-africanos baptizaram esta região em função dos Damara, uma das etnias da Namíbia. Só estes e outros habitantes comprovam que fica na Terra.
Palestra
Personagens

Christchurch, Nova Zelândia

O Feiticeiro Amaldiçoado

Apesar da sua notoriedade nos antípodas, Ian Channell o bruxo da Nova Zelândia não conseguiu prever ou evitar vários sismos que assolaram Christchurch. O último obrigou-o a mudar-se para casa da mãe.

Tambores e tatoos
Praia

Taiti, Polinésia Francesa

Taiti Para lá do Clichê

As vizinhas Bora Bora e Maupiti têm cenários superiores mas o Taiti é há muito conotado com paraíso e há mais vida na maior e mais populosa ilha da Polinésia Francesa, o seu milenar coração cultural.

Religião
Cidade Velha, Cabo Verde

Cidade Velha: a anciã das Cidades Tropico-Coloniais

Foi a primeira povoação fundada por europeus abaixo do Trópico de Câncer. Em tempos determinante para expansão portuguesa para África e para a América do Sul e para o tráfico negreiro que a acompanhou, a Cidade Velha tornou-se uma herança pungente mas incontornável da génese cabo-verdiana.

A Toy Train story
Sobre carris
Darjeeling Himalayan Railway, Índia

Ainda Circula a Sério o Comboio Himalaia de Brincar

Nem o forte declive de alguns tramos nem a modernidade o detêm. De Siliguri, no sopé tropical da grande cordilheira asiática, a Darjeeling, já com os seus picos cimeiros à vista, o mais famoso dos Toy Trains indianos assegura há 117 anos, dia após dia, um árduo percurso de sonho. De viagem pela zona, subimos a bordo e deixamo-nos encantar.
Sociedade
Dali, China

Flash Mob à Moda Chinesa

A hora está marcada e o lugar é conhecido. Quando a música começa a tocar, uma multidão segue a coreografia de forma harmoniosa até que o tempo se esgota e todos regressam às suas vidas.
Retorno na mesma moeda
Vida Quotidiana
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Dawki, Dawki, Bangladesh à Vista

Descemos das terras altas e montanhosas de Meghalaya para as planas a sul e abaixo. Ali, o caudal translúcido e verde do Dawki faz de fronteira entre a Índia e o Bangladesh. Sob um calor húmido que há muito não sentíamos, o rio também atrai centenas de indianos e bangladeshianos entregues a uma pitoresca evasão.
Perigo de praia
Vida Selvagem

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Uma África Tão Selvagem Quanto Zulu

Na eminência do litoral de Moçambique, a província de KwaZulu-Natal abriga uma inesperada África do Sul. Praias desertas repletas de dunas, vastos pântanos estuarinos e colinas cobertas de nevoeiro preenchem esta terra selvagem também banhada pelo oceano Índico. Partilham-na os súbditos da sempre orgulhosa nação zulu e uma das faunas mais prolíficas e diversificadas do continente africano.

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Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.