Taiwan

Formosa mas Não Segura


Marcha Patriota

Soldados marcham em frente ao mausoléu de Chiang Kai-shek durante uma cerimónia de recolher da bandeira, em Taipé.

Colegas a Tempo Inteiro

Funcionárias de uma loja durante a sua pausa para almoço.

Santuário dos Mártires

Um momento da complexa cerimónia do render da guarda que se realiza diariamente no Santuário dos Mártires de Taipé.

A Caminho

Morador monta na sua bicicleta, uma visão cada vez mais rara na sofisticada capital de Taiwan.

Geração Taipé-teen

Publicidade com design apelativo à entrada de um túnel de metro de Taipé.

Parada militar em dia de chuva

Soldados desfilam durante um cortejo militar, em Taipé.

OKWAP

Transeuntes descem para atravessar uma avenida de Taipé, através de uma passagem subterrânea.

Estilo cor-de-rosa

Mulher acrescenta algum estilo a um cenário típico de Taipé, as enormes aglomerações de motorizadas formadas nos semáforos.

Retoque Essencial

Homem ajusta o capacete a um soldado do santuário dos Mártires, em Taipé.

À sombra de Buda

Grupo de monges budistas atravessa uma feira realizada em frente ao mausoléu de Chiang kai-shek.

Montra Loveteen

Moradora passa por uma loja de roupa.

Os navegadores portugueses não podiam imaginar o imbróglio reservado à ilha que os encantou. Passados quase 500 anos, Taiwan prospera, algures entre a independência e a integração na grande China.

O pôr-do-sol tinge o céu sobre o mausoléu de Chiang Kai-shek. E como acontece, dia após dia, uma pequena formação de soldados elegantes, de botas negras e uniforme branco, avança através da praça majestosa, contorna o edifício t

ambém ele branco e, em absoluta sincronia, acerca-se de um poste centrado que ostenta uma bandeira vermelha, azul e branca. Cumpridos mais alguns passos da coreografia, o enorme pano é dobrado sob o olhar curioso de uma meia dúzia de transeuntes.

Este cenário im

ponente fica em Taipé, a capital taiwanesa e, apesar da solenidade, em nenhum outro território terá uma cerimónia de recolher ou içar da bandeira um significado tão dúbio como aqui.

Em redor, a riqueza e a sofisticação são indisfarçáveis e transformaram esta ilha montanhosa e sobrelotada (22.5 milhões de habitantes em 35,980 km2 ) num dos quatro Tigres Asiáticos, junto com a Coreia do Sul, Singapura e Hong-Kong, com um PIB per capita, em 2010, superior ao do Japão e da França.

“Wait, wait, I come back” assegura o motorista que nos conduz por quinze dias. E vai até uma casota coroada por caracteres chineses de néon vermelho onde é atendido por uma jovem de mini-mini saia e top descaído. Foi esta apenas a primeira de muitas ocasiões em que interrompeu a condução para comprar a noz de bétele que mascaria durante toda a viagem.

Taiwan tem destas coisas. São resquícios curiosos de um passado tradicionalista em que, abençoada pelo ambiente democrático, a religião continua a ter o seu papel. E a modernização da capital e restantes grandes cidades não anularam a existência quase rural do interior montanhoso. 

À moda do extremo-oriente, Taipé revela-se simultaneamente caótica e organizada, cinzenta mas sedutora. Inspirou-se nas soluções dos vizinhos japoneses até que se emancipou, iluminada pelos seus próprios outdoors futuristas, pelas montras das multinacionais glamorosas e pelas criações geniais dos engenheiros e programadores que forma. Mesmo assim, nem todos os nativos estão para aturar para sempre os caprichos da metrópole frenética.

Centenas de quilómetros depois de a deixarmos, paramos numa margem do lago Sun Moon e, malgrado o nevoeiro, damos com três nadadores equipados a rigor que pedimos para fotografar. Solta a conversa, adiam as próximas braçadas para nos explicarem o porquê da sua actividade madrugadora: “Somos amigos, todos ex-professores …”, esclarece, em inglês, Julia Wang, a mais extrovertida do trio. “Trabalhámos em Taipé os anos necessários para a reforma e, depois, refugiámo-nos aqui no Sun Moon. Como vêem, atravessamo-lo quase todos os dias para nos mantermos em forma… “ “Quando éramos mais jovens gostávamos da vida de Taipé mas, com a idade, começámos a achar que este era o melhor lugar para a pátria retribuir os nossos serviços…”  

A palavra é usada com frequência pelos habitantes da ilha mas, em termos práticos, os taiwaneses não vivem num país. Nem numa província ou dependência de outra qualquer nação. Fazem parte da República da China, um caso de indefinição geopolítica único no mundo que, apesar da sua actualidade, se esboçou no longínquo ano de 1949.

Durante a 2ª Guerra Mundial, o exército comunista de Mao Zedong e o nacionalista (Kuomintang) de Chiang Kai-shek uniram forças ainda na grande China para expulsar o inimigo japonês. Com esse objectivo garantido, reataram a Guerra Civil, tal qual onde a tinham deixado, para decidir quem ficaria à frente do país.

Graças a um apoio soviético massivo, os comunistas inverteram o ascendente inicial nacionalista e, em 1949, obrigaram o General Chiang Kai-shek e o seu exército de 600.000 homens, mais um milhão de outros apoiantes, a fugir para Taiwan, um reduto situado a 60 km ao largo da costa leste da China, governado pelo KMT desde a expulsão dos japoneses decretada pelo Acordo de Yalta. 

Aquando da fuga, as tropas do KMT levaram consigo a constituição e a bandeira da República da China original, fundada, em 1911, pelo seu primeiro presidente, Dr. Sun Yatsen, uma das poucas figuras admiradas tanto na China como em Taiwan. Foi desta transposição ideológica do continente para os territórios insulares que surgiu a República da China actual.  

Apesar da retirada abrupta, Chiang Kai-shek, o novo presidente da ROC, estava convicto que a estadia do KMT em Taiwan seria breve e de que, assim que o seu exército estivesse reorganizado, voltaria à carga. Ao mesmo tempo, a ocidente do estreito, os comunistas preparavam a invasão de Taiwan. Nenhum dos planos se viria a concretizar e a China comunista, como a República da China, desenvolveram-se nos seus próprios territórios. 

Do terraço do Top View Taipei Observatory, contemplamos a imponência urbana de Taipé de que se destaca o famoso 101 (One o’ One). Com 509 metros, foi este o edifício mais alto do mundo de 2004 até à recente construção do Burj Khalifa, no Dubai.

Sugoy!” exclamam repetidamente vários japoneses entusiasmados. Não obstante a despromoção, gente dos quatro cantos do planeta e até os ultra-sofisticados nipónicos se surpreendem com a audácia arquitectónica do arranha-céus e com a prosperidade desafiante da pequena Formosa.

Ao contrário da economia exemplar da ilha, a sua situação politica mantém-se, hoje, estagnada. O regresso do KMT ao poder suavizou o relacionamento entre as duas partes e tornou tanto a declaração de independência como um eventual conflito menos provável. Mas a aproximação não implicou que Taiwan aceitasse a China Única há muito perseguida pela RPC.

O Dragão ultrapassou entretanto o Japão como segunda economia do mundo. De acordo, o seu orçamento militar atinge números recordistas que começam a preocupar tanto a RDC como os EUA (principais aliados militares).

Barak Obama deu seguimento ao compromisso assumido na Taiwan Relations Act renovando, assim, o jogo duplo dos americanos, que privilegiam a interacção diplomática oficial com a RPC mas inibem qualquer sua intenção de anexar Taiwan e restantes ilhas da RDC para concretizar a desejada Grande China.

Em 2010, os EUA anunciaram a sua intenção de vender material militar no valor de 6.4 biliões de dólares aos taiwaneses e voltaram a irritar o governo chinês que, como faz já de forma automática, libertou nova série de avisos e intimidações controladas.

Não é nada que afecte demasiado o dia-a-dia ocupado dos taiwaneses. Desde a chegada de Chiang Kai-shek que a Formosa vive sob ameaça.

Militares

Defensores das Suas Pátrias

Detectamo-los por todo o lado, mesmo em tempos de paz. A maior parte dos que encontramos a postos, nas cidades, cumpre apenas missões rotineiras que requerem, acima de tudo, rigor e paciência.

Garganta de Taroko, Taiwan

Nas Profundezas de Taiwan

Em 1956, taiwaneses cépticos duvidavam que os 20km iniciais da Central Cross-Island Hwy fossem possíveis. O desfiladeiro de mármore que a desafiou é, hoje, o cenário natural mais notável da Formosa.

Nantou, Taiwan

No Âmago da Outra China

Nantou é a única província de Taiwan isolada do oceano Pacífico. Quem hoje descobre o coração montanhoso desta região tende a concordar com os navegadores portugueses que baptizaram Taiwan de Formosa.

Hiroxima, Japão

Uma Cidade Rendida à Paz

Em 6-8-1945, Hiroxima sucumbiu à explosão da primeira bomba atómica usada em guerra. Volvidos 70 anos, a cidade luta pela memória da tragédia e para que as armas nucleares sejam erradicadas até 2020.

Dorasan, DMZ - Coreia do Sul

A Linha Sem Retorno

Uma nação e milhares de famílias foram divididas pelo armistício na Guerra da Coreia. Hoje, enquanto turistas curiosos visitam a DMZ, várias das fugas dos oprimidos norte-coreanos terminam em tragédia

Perth, Austrália

Em Honra da Fundação, de Luto Pela Invasão

26/1 é uma data controversa na Austrália. Enquanto os colonos britânicos o celebram com churrascos e muita cerveja, os aborígenes celebram o facto de não terem sido completamente dizimados.

Pequim, China

O Coração do Grande Dragão

É o centro histórico incoerente da ideologia maoista-comunista e quase todos os chineses aspiram a visitá-la mas a Praça Tianamen será sempre recordada como um epitáfio macabro das aspirações da nação

Ouvéa, Nova Caledónia

Entre a Lealdade e a Liberdade

A Nova Caledónia sempre questionou a integração na longínqua França. Em Ouvéa, encontramos uma história de resistência mas também nativos que preferem a cidadania e os privilégios francófonos.

Herança colonial
Arquitectura & Design

Lençois da Bahia, Brasil

Nem os Diamantes São Eternos

No século XIX, Lençóis tornou-se na maior fornecedora mundial de diamantes. Mas o comércio das gemas não durou o que se esperava. Hoje, a arquitectura colonial que herdou é o seu bem mais precioso.

Aurora fria II
Aventura
Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras do Circuito Annapurna pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
Verificação da correspondência
Cerimónias e Festividades

Rovaniemi, Finlândia

Árctico Natalício

Fartos de esperar pela descida do velhote de barbas pela chaminé, invertemos a história. Aproveitamos uma viagem à Lapónia Finlandesa e passamos pelo seu furtivo lar. 

A ver a vida passar
Cidades
Dali, China

A China Surrealista de Dali

Encaixada num cenário lacustre mágico, a antiga capital do povo Bai manteve-se, até há algum tempo, um refúgio da comunidade mochileira de viajantes. As mudanças sociais e económicas da China fomentaram a invasão de chineses à descoberta do recanto sudoeste da nação.
Muito que escolher
Comida

São Tomé e Príncipe

Que Nunca Lhes Falte o Cacau

No início do séc. XX, São Tomé e Príncipe geravam mais cacau que qualquer outro território. Graças à dedicação de alguns empreendedores, a produção subsiste e as duas ilhas sabem ao melhor chocolate.

O projeccionista
Cultura

Sainte-Luce, Martinica

Um Projeccionista Saudoso

De 1954 a 1983, Gérard Pierre projectou muitos dos filmes famosos que chegavam à Martinica. 30 anos após o fecho da sala em que trabalhava, ainda custava a este nativo nostálgico mudar de bobine.

Bola de volta
Desporto

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Viajar é conhecer
Em Viagem
Volta ao Mundo - Parte 1

Viajar Traz Sabedoria. Saiba como dar a Volta ao Mundo.

A Terra gira sobre si própria todos os dias. Nesta série de artigos, encontra esclarecimentos e conselhos indispensáveis a quem faz questão de a circundar pelo menos uma vez na vida.
Étnico
Nelson a Wharariki, Nova Zelândia

O Litoral Maori em que os Europeus Deram à Costa

Abel Janszoon Tasman explorava mais da recém-mapeada e mítica "Terra Australis" quando um equívoco azedou o contacto com nativos de uma ilha desconhecida. O episódio inaugurou a história colonial da Nova Zelândia. Hoje, tanto a costa divinal em que o episódio se sucedeu como os mares em redor evocam o navegador holandês.
Luminosidade caprichosa no Grand Canyon
Fotografia
Luz Natural (Parte 1)

E Fez-se Luz na Terra. Saiba usá-la.

O tema da luz na fotografia é inesgotável. Neste artigo, transmitimos-lhe algumas noções basilares sobre o seu comportamento, para começar, apenas e só face à geolocalização, a altura do dia e do ano.
Madeira Excêntrica
História

Sitka, Alasca

Memórias de Uma América que Já foi Russa

134 anos após o início da colonização, o czar Alexandre II teve que vender parte do actual 49º estado dos EUA. Em Sitka, encontramos heranças desses colonos e dos nativos que os combateram.

Banco improvisado
Ilhas
Ibo, Moçambique

Ilha de um Moçambique Ido

Foi fortificada, em 1791, pelos portugueses que expulsaram os árabes das Quirimbas e se apoderaram das suas rotas comerciais. Tornou-se o 2º entreposto português da costa oriental de África e, mais tarde, a capital da província de Cabo Delgado, Moçambique. Com o fim do tráfico de escravos na viragem para o século XX e a passagem da capital para Porto Amélia, a ilha Ibo viu-se no fascinante remanso em que se encontra.
Esqui
Inverno Branco

Lapónia, Finlândia

Sob o Encanto Gélido do Árctico

Estamos a 66º Norte e às portas da Lapónia. Por estes lados, a paisagem branca é de todos e de ninguém como as árvores cobertas de neve, o frio atroz e a noite sem fim.

Baie d'Oro
Literatura

Île-des-Pins, Nova Caledónia

A Ilha que se Encostou ao Paraíso

Em 1964, Katsura Morimura deliciou o Japão com um romance-turquesa passado em Ouvéa. Mas a vizinha Île-des-Pins apoderou-se do título "A Ilha mais próxima do Paraíso" e extasia os seus visitantes.

Brincadeira ao ocaso
Natureza
PN Gorongosa, Moçambique

O Coração Selvagem de Moçambique dá Sinais de Vida

A Gorongosa abrigava um dos mais exuberantes ecossistemas de África mas, de 1980 a 1992, sucumbiu à Guerra Civil travada entre a FRELIMO e a RENAMO. Greg Carr, o inventor milionário do Voice Mail recebeu a mensagem do embaixador moçambicano na ONU a desafiá-lo a apoiar Moçambique. Para bem do país e da humanidade, Carr comprometeu-se a ressuscitar o parque nacional deslumbrante que o governo colonial português lá criara.
Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Anéis de Fogo
Parques Naturais
PN Bromo Tengger Semeru, Indonésia

O Mar Vulcânico de Java

A gigantesca caldeira de Tengger eleva-se a 2000m no âmago de uma vastidão arenosa do leste de Java. Dela se projectam o monte supremo desta ilha indonésia, o Semeru, e vários outros vulcões. Da fertilidade e clemência deste cenário tão sublime quanto dantesco prospera uma das poucas comunidades hindus que resistiram ao predomínio muçulmano em redor.
Tédio terreno
Património Mundial Unesco
Bhaktapur, Nepal

As Máscaras Nepalesas da Vida

O povo indígena Newar do Vale de Katmandu atribui grande importância à religiosidade hindu e budista que os une uns aos outros e à Terra. De acordo, abençoa os seus ritos de passagem com danças newar de homens mascarados de divindades. Mesmo se há muito repetidas do nascimento à reencarnação, estas danças ancestrais não iludem a modernidade e começam a ver um fim.
De visita
Personagens

Rússia

O Escritor que Não Resistiu ao Próprio Enredo

Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

Hotel à moda Tayrona
Praia

Santa Marta e PN Tayrona, Colômbia

O Paraíso de que Partiu Simón Bolívar

Às portas do PN Tayrona, Santa Marta é a cidade hispânica habitada em contínuo mais antiga da Colômbia.  Nela, Simón Bolívar, começou a tornar-se a única figura do continente quase tão reverenciada como Jesus Cristo e a Virgem Maria.  

Rumo ao vale
Religião
Alaverdi, Arménia

Um Teleférico Chamado Ensejo

O cimo da garganta do rio Debed esconde os mosteiros arménios de Sanahin e Haghpat e blocos de apartamentos soviéticos em socalcos. O seu fundo abriga a mina e fundição de cobre que sustenta a cidade. A ligar estes dois mundos, está uma cabine suspensa providencial em que as gentes de Alaverdi contam viajar na companhia de Deus.
Em manobras
Sobre carris

Fianarantsoa-Manakara, Madagáscar

A Bordo do TGV Malgaxe

Partimos de Fianarantsoa às 7a.m. Só às 3 da madrugada seguinte completámos os 170km para Manakara. Os nativos chamam a este comboio quase secular Train Grandes Vibrations. Durante a longa viagem, sentimos, bem fortes, as do coração de Madagáscar.

Formação
Sociedade

Jerusalém, Israel

Em Festa no Muro das Lamentações

Nem só a preces e orações atende o lugar mais sagrado do judaísmo. As suas pedras milenares testemunham, há décadas, o juramento dos novos recrutas das IDF e ecoam os gritos eufóricos que se seguem.

Fim da Viagem
Vida Quotidiana

Talkeetna, Alasca

Vida à Moda do Alasca

Em tempos um mero entreposto mineiro, Talkeetna rejuvenesceu, em 1950, para servir os alpinistas do Monte McKinley. A povoação é, de longe, a mais alternativa e cativante entre Anchorage e Fairbanks.

Hipo-comunidade
Vida Selvagem

PN Chobe, Botswana

Um Rio na Fronteira da Vida com a Morte

O Chobe marca a divisão entre o Botswana e três dos países vizinhos, a Zâmbia, o Zimbabwé e a Namíbia. Mas o seu leito caprichoso tem uma função bem mais crucial que esta delimitação política.

Vale de Kalalau
Voos Panorâmicos

Napali Coast, Havai

As Rugas Deslumbrantes do Havai

Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto a exploramos por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.