Taiwan

Formosa mas Não Segura


Marcha Patriota

Soldados marcham em frente ao mausoléu de Chiang Kai-shek durante uma cerimónia de recolher da bandeira, em Taipé.

Colegas a Tempo Inteiro

Funcionárias de uma loja durante a sua pausa para almoço.

Santuário dos Mártires

Um momento da complexa cerimónia do render da guarda que se realiza diariamente no Santuário dos Mártires de Taipé.

A Caminho

Morador monta na sua bicicleta, uma visão cada vez mais rara na sofisticada capital de Taiwan.

Geração Taipé-teen

Publicidade com design apelativo à entrada de um túnel de metro de Taipé.

Parada militar em dia de chuva

Soldados desfilam durante um cortejo militar, em Taipé.

OKWAP

Transeuntes descem para atravessar uma avenida de Taipé, através de uma passagem subterrânea.

Estilo cor-de-rosa

Mulher acrescenta algum estilo a um cenário típico de Taipé, as enormes aglomerações de motorizadas formadas nos semáforos.

Retoque Essencial

Homem ajusta o capacete a um soldado do santuário dos Mártires, em Taipé.

À sombra de Buda

Grupo de monges budistas atravessa uma feira realizada em frente ao mausoléu de Chiang kai-shek.

Montra Loveteen

Moradora passa por uma loja de roupa.

Santuário dos Mártires II

Um momento da complexa cerimónia do render da guarda que se realiza diariamente no Santuário dos Mártires de Taipé.

Iluminação Comercial

Neons coloridos acendem-se numa ruela de Taipé.

Através do Portal

Monges budistas entram na praça em redor do memorial de Chiang kai-shek.

De taxi

Outdoors políticos e outros numa rua movimentada de Taipé.

Noite Sun Young

Cruzamento com iluminação de neon intensa de um cabeleireiro e outros negócios.

Descida Paciente

Mãe e filha descem uma das escadarias do Mausoléu de Chiang kai-shek.

Do Quase Topo

Do Observatório Panorâmico de Taipé (no topo do 2º edifício mais alto de Taipé) tem-se uma vista a 360 graus da cidade, incluindo o arranha-céus 101 (o seu actual edifício mais alto).

Do Quase Topo II

Do Observatório Panorâmico de Taipé (no topo do 2º edifício mais alto de Taipé) tem-se uma vista a 360 graus da cidade, incluindo o arranha-céus 101 (o seu actual edifício mais alto).

Os navegadores portugueses não podiam imaginar o imbróglio reservado à ilha que os encantou. Passados quase 500 anos, Taiwan prospera, algures entre a independência e a integração na grande China.

O pôr-do-sol tinge o céu sobre o mausoléu de Chiang Kai-shek. E como acontece, dia após dia, uma pequena formação de soldados elegantes, de botas negras e uniforme branco, avança através da praça majestosa, contorna o edifício t

ambém ele branco e, em absoluta sincronia, acerca-se de um poste centrado que ostenta uma bandeira vermelha, azul e branca. Cumpridos mais alguns passos da coreografia, o enorme pano é dobrado sob o olhar curioso de uma meia dúzia de transeuntes.

Este cenário im

ponente fica em Taipé, a capital taiwanesa e, apesar da solenidade, em nenhum outro território terá uma cerimónia de recolher ou içar da bandeira um significado tão dúbio como aqui.

Em redor, a riqueza e a sofisticação são indisfarçáveis e transformaram esta ilha montanhosa e sobrelotada (22.5 milhões de habitantes em 35,980 km2 ) num dos quatro Tigres Asiáticos, junto com a Coreia do Sul, Singapura e Hong-Kong, com um PIB per capita, em 2010, superior ao do Japão e da França.

“Wait, wait, I come back” assegura o motorista que nos conduz por quinze dias. E vai até uma casota coroada por caracteres chineses de néon vermelho onde é atendido por uma jovem de mini-mini saia e top descaído. Foi esta apenas a primeira de muitas ocasiões em que interrompeu a condução para comprar a noz de bétele que mascaria durante toda a viagem.

Taiwan tem destas coisas. São resquícios curiosos de um passado tradicionalista em que, abençoada pelo ambiente democrático, a religião continua a ter o seu papel. E a modernização da capital e restantes grandes cidades não anularam a existência quase rural do interior montanhoso. 

À moda do extremo-oriente, Taipé revela-se simultaneamente caótica e organizada, cinzenta mas sedutora. Inspirou-se nas soluções dos vizinhos japoneses até que se emancipou, iluminada pelos seus próprios outdoors futuristas, pelas montras das multinacionais glamorosas e pelas criações geniais dos engenheiros e programadores que forma. Mesmo assim, nem todos os nativos estão para aturar para sempre os caprichos da metrópole frenética.

Centenas de quilómetros depois de a deixarmos, paramos numa margem do lago Sun Moon e, malgrado o nevoeiro, damos com três nadadores equipados a rigor que pedimos para fotografar. Solta a conversa, adiam as próximas braçadas para nos explicarem o porquê da sua actividade madrugadora: “Somos amigos, todos ex-professores …”, esclarece, em inglês, Julia Wang, a mais extrovertida do trio. “Trabalhámos em Taipé os anos necessários para a reforma e, depois, refugiámo-nos aqui no Sun Moon. Como vêem, atravessamo-lo quase todos os dias para nos mantermos em forma… “ “Quando éramos mais jovens gostávamos da vida de Taipé mas, com a idade, começámos a achar que este era o melhor lugar para a pátria retribuir os nossos serviços…”  

A palavra é usada com frequência pelos habitantes da ilha mas, em termos práticos, os taiwaneses não vivem num país. Nem numa província ou dependência de outra qualquer nação. Fazem parte da República da China, um caso de indefinição geopolítica único no mundo que, apesar da sua actualidade, se esboçou no longínquo ano de 1949.

Durante a 2ª Guerra Mundial, o exército comunista de Mao Zedong e o nacionalista (Kuomintang) de Chiang Kai-shek uniram forças ainda na grande China para expulsar o inimigo japonês. Com esse objectivo garantido, reataram a Guerra Civil, tal qual onde a tinham deixado, para decidir quem ficaria à frente do país.

Graças a um apoio soviético massivo, os comunistas inverteram o ascendente inicial nacionalista e, em 1949, obrigaram o General Chiang Kai-shek e o seu exército de 600.000 homens, mais um milhão de outros apoiantes, a fugir para Taiwan, um reduto situado a 60 km ao largo da costa leste da China, governado pelo KMT desde a expulsão dos japoneses decretada pelo Acordo de Yalta. 

Aquando da fuga, as tropas do KMT levaram consigo a constituição e a bandeira da República da China original, fundada, em 1911, pelo seu primeiro presidente, Dr. Sun Yatsen, uma das poucas figuras admiradas tanto na China como em Taiwan. Foi desta transposição ideológica do continente para os territórios insulares que surgiu a República da China actual.  

Apesar da retirada abrupta, Chiang Kai-shek, o novo presidente da ROC, estava convicto que a estadia do KMT em Taiwan seria breve e de que, assim que o seu exército estivesse reorganizado, voltaria à carga. Ao mesmo tempo, a ocidente do estreito, os comunistas preparavam a invasão de Taiwan. Nenhum dos planos se viria a concretizar e a China comunista, como a República da China, desenvolveram-se nos seus próprios territórios. 

Do terraço do Top View Taipei Observatory, contemplamos a imponência urbana de Taipé de que se destaca o famoso 101 (One o’ One). Com 509 metros, foi este o edifício mais alto do mundo de 2004 até à recente construção do Burj Khalifa, no Dubai.

Sugoy!” exclamam repetidamente vários japoneses entusiasmados. Não obstante a despromoção, gente dos quatro cantos do planeta e até os ultra-sofisticados nipónicos se surpreendem com a audácia arquitectónica do arranha-céus e com a prosperidade desafiante da pequena Formosa.

Ao contrário da economia exemplar da ilha, a sua situação politica mantém-se, hoje, estagnada. O regresso do KMT ao poder suavizou o relacionamento entre as duas partes e tornou tanto a declaração de independência como um eventual conflito menos provável. Mas a aproximação não implicou que Taiwan aceitasse a China Única há muito perseguida pela RPC.

O Dragão ultrapassou entretanto o Japão como segunda economia do mundo. De acordo, o seu orçamento militar atinge números recordistas que começam a preocupar tanto a RDC como os EUA (principais aliados militares).

Barak Obama deu seguimento ao compromisso assumido na Taiwan Relations Act renovando, assim, o jogo duplo dos americanos, que privilegiam a interacção diplomática oficial com a RPC mas inibem qualquer sua intenção de anexar Taiwan e restantes ilhas da RDC para concretizar a desejada Grande China.

Em 2010, os EUA anunciaram a sua intenção de vender material militar no valor de 6.4 biliões de dólares aos taiwaneses e voltaram a irritar o governo chinês que, como faz já de forma automática, libertou nova série de avisos e intimidações controladas.

Não é nada que afecte demasiado o dia-a-dia ocupado dos taiwaneses. Desde a chegada de Chiang Kai-shek que a Formosa vive sob ameaça.

Militares

Defensores das Suas Pátrias

Detectamo-los por todo o lado, mesmo em tempos de paz. A maior parte dos que encontramos a postos, nas cidades, cumpre apenas missões rotineiras que requerem, acima de tudo, rigor e paciência.

Garganta de Taroko, Taiwan

Nas Profundezas de Taiwan

Em 1956, taiwaneses cépticos duvidavam que os 20km iniciais da Central Cross-Island Hwy fossem possíveis. O desfiladeiro de mármore que a desafiou é, hoje, o cenário natural mais notável da Formosa.

Nantou, Taiwan

No Âmago da Outra China

Nantou é a única província de Taiwan isolada do oceano Pacífico. Quem hoje descobre o coração montanhoso desta região tende a concordar com os navegadores portugueses que baptizaram Taiwan de Formosa.

Hiroxima, Japão

Uma Cidade Rendida à Paz

Em 6-8-1945, Hiroxima sucumbiu à explosão da primeira bomba atómica usada em guerra. Volvidos 70 anos, a cidade luta pela memória da tragédia e para que as armas nucleares sejam erradicadas até 2020.

Dorasan, DMZ - Coreia do Sul

A Linha Sem Retorno

Uma nação e milhares de famílias foram divididas pelo armistício na Guerra da Coreia. Hoje, enquanto turistas curiosos visitam a DMZ, várias das fugas dos oprimidos norte-coreanos terminam em tragédia

Perth, Austrália

Em Honra da Fundação, de Luto Pela Invasão

26/1 é uma data controversa na Austrália. Enquanto os colonos britânicos o celebram com churrascos e muita cerveja, os aborígenes celebram o facto de não terem sido completamente dizimados.

Pequim, China

O Coração do Grande Dragão

É o centro histórico incoerente da ideologia maoista-comunista e quase todos os chineses aspiram a visitá-la mas a Praça Tianamen será sempre recordada como um epitáfio macabro das aspirações da nação

Ouvéa, Nova Caledónia

Entre a Lealdade e a Liberdade

A Nova Caledónia sempre questionou a integração na longínqua França. Em Ouvéa, encontramos uma história de resistência mas também nativos que preferem a cidadania e os privilégios francófonos.

Templo Nigatsu, Nara, Japão
Kikuno
Nara, Japão

Budismo vs Modernismo: a Face Dupla de Nara

No século VIII d.C. Nara foi a capital nipónica. Durante 74 anos desse período, os imperadores ergueram templos e santuários em honra do Budismo, a religião recém-chegada do outro lado do Mar do Japão. Hoje, só esses mesmos monumentos, a espiritualidade secular e os parques repletos de veados protegem a cidade do inexorável cerco da urbanidade.
Seydisfjordur
Arquitectura & Design

Seydisfjordur, Islândia

Da Arte da Pesca à Pesca da Arte

Quando a frota pesqueira de Seydisfjordur foi comprada por armadores de Reiquejavique, a povoação teve que se adaptar. Hoje captura discípulos de Dieter Roth e outras almas boémias e criativas.

Pleno Dog Mushing
Aventura

Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.

Cocquete
Cerimónias e Festividades

Napier, Nova Zelândia

De Volta aos Anos 30

Devastada por um sismo, Napier foi reconstruida num Art Deco quase térreo e vive a fazer de conta que parou nos thirties. Os seus visitantes rendem-se à atmosfera Great Gatsby que a cidade encena.

Competição do Alaskan Lumberjack Show, Ketchikan, Alasca, EUA
Cidades
Ketchikan, Alasca

Aqui Começa o Alasca

A realidade passa despercebida a boa parte do mundo, mas existem dois Alascas. Em termos urbanos, o estado é inaugurado no sul do seu oculto cabo de frigideira, uma faixa de terra separada dos restantes E.U.A. pelo litoral oeste do Canadá. Ketchikan, é a mais meridional das cidades alasquenses, a sua Capital da Chuva e a Capital Mundial do Salmão.
Vendedores de Tsukiji
Comida

Tóquio, Japão

No Reino do Sashimi

Num ano apenas, cada japonês come mais que o seu peso em peixe e marisco. Uma parte considerável é processada e vendida por 65 mil habitantes de Tóquio no maior mercado piscícola do mundo.

Creepy-Graffiti
Cultura

The Haight, São Francisco, E.U.A.

Órfãos do Verão do Amor

O inconformismo e a criatividade ainda estão presentes no antigo bairro Flower Power. Mas, quase 50 anos depois, a geração hippie deu lugar a uma juventude sem-abrigo, descontrolada e até agressiva.

Sol nascente nos olhos
Desporto

Busselton, Austrália

2000 metros em Estilo Aussie

Em 1853, Busselton foi dotada de um dos pontões então mais longos do Mundo. Quando a estrutura decaiu, os moradores decidiram dar a volta ao problema. Desde 1996 que o fazem, todos os anos, a nadar.

Vendedores de fruta, Enxame, Moçambique
Em Viagem
Enxame, Moçambique

Área de Serviço à Moda Moçambicana

Repete-se em quase todas as paragens em povoações de Moçambique dignas de aparecer nos mapas. O machimbombo (autocarro) detém-se e é cercado por uma multidão de empresários ansiosos. Os produtos oferecidos podem ser universais como água ou bolachas ou típicos da zona. Nesta região a uns quilómetros de Nampula, as vendas de fruta eram sucediam-se, sempre bastante intensas.
Tribal
Étnico

Albuquerque, E.U.A.

Soam os Tambores, Resistem os Índios

Com mais de 500 tribos presentes, o "Gathering of the Nations" celebra o que de sagrado subsiste das culturas nativo-americanas. Mas também revela os danos infligidos pela civilização colonizadora.

Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Um matrimónio espacial
História

Samarcanda, Usbequistão

O Sultão Astrónomo

Neto de um dos grandes conquistadores da Ásia Central, Ulugh Beg preferiu as ciências. Em 1428, construiu um observatório espacial em Samarcanda. Os seus estudos dos astros levaram-lhe o nome a uma cratera da Lua. 

Litoral de Upolu
Ilhas

Upolu, Samoa Ocidental

A Ilha do Tesouro de Stevenson

Aos 30 anos, o escritor escocês começou a procurar um lugar que o salvasse do seu corpo amaldiçoado.Em Upolu e nos samoanos, encontrou um refúgio acolhedor a que entregou a sua vida de alma e coração

Cavalos sob nevão, Islândia
Inverno Branco
Husavik a Myvatn, Islândia

Neve sem Fim na Ilha do Fogo

Quando, a meio de Maio, a Islândia já conta com o aconchego do sol mas o frio mas o frio e a neve perduram, os habitantes cedem a uma fascinante ansiedade estival.
Trio das alturas
Literatura

PN Manyara, Tanzânia

Na África Favorita de Hemingway

Situado no limiar ocidental do vale do Rift, o parque nacional lago Manyara é um dos mais diminutos mas encantadores e ricos em vida selvagem da Tanzânia. Em 1933, entre caça e discussões literárias, Ernest Hemingway dedicou-lhe um mês da sua vida atribulada. Narrou esses dias aventureiros de safari em “As Verdes Colinas de África”.

Fim do dia no lago da barragem do rio Teesta, em Gajoldoba, Índia
Natureza
Dooars, Índia

Às Portas dos Himalaias

Chegamos ao limiar norte de Bengala Ocidental. O subcontinente entrega-se a uma vasta planície aluvial preenchida por plantações de chá, selva, rios que a monção faz transbordar sobre arrozais sem fim e povoações a rebentar pelas costuras. Na iminência da maior das cordilheiras e do reino montanhoso do Butão, por óbvia influência colonial britânica, a Índia trata esta região deslumbrante por Dooars.
Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Hell's Bend do Fish River Canyon, Namíbia
Parques Naturais
Fish River Canyon, Namíbia

As Entranhas Namibianas de África

Quando nada o faz prever, uma vasta ravina fluvial esventra o extremo meridional da Namíbia. Com 160km de comprimento, 27km de largura e, a espaços, 550 metros de profundidade, o Fish River Canyon é o Grand Canyon de África. E um dos maiores desfiladeiros à face da Terra.
Água grande
Património Mundial UNESCO

Cataratas Iguaçu, Brasil/Argentina

O Grande Splash

Após um longo percurso tropical, o rio Iguaçu dá o mergulho dos mergulhos. Ali, na fronteira entre o Brasil e a Argentina, formam-se as cataratas maiores e mais impressionantes à face da Terra.

Riso no elevador
Personagens

Osaka, Japão

Na Companhia de Mayu

A industria japonesa da noite é um negócio bilionário e multifacetado. Em Osaka, somos acolhidos por uma sua assalariada enigmática que opera algures entre a arte gueixa e a prostituição convencional.

Fila Vietnamita
Praias

Nha Trang-Doc Let, Vietname

O Sal da Terra Vietnamita

Em busca de litorais atraentes na velha Indochina, desiludimo-nos com a rudeza balnear de Nha Trang. E é no labor feminino e exótico das salinas de Hon Khoi que encontramos um Vietname mais a gosto.

Cortejo garrido
Religião

Suzdal, Rússia

1000 Anos de Rússia à Moda Antiga

Foi uma capital pródiga quando Moscovo não passava de um lugarejo rural. Pelo caminho, perdeu relevância política mas acumulou a maior concentração de igrejas, mosteiros e conventos do país dos czares. Hoje, sob as suas incontáveis cúpulas, Suzdal é tão ortodoxa quanto monumental.

Composição Flam Railway abaixo de uma queda d'água, Noruega
Sobre carris
Nesbyen a Flam, Noruega

Flam Railway: Noruega Sublime da Primeira à Última Estação

Por estrada e a bordo do Flam Railway, num dos itinerários ferroviários mais íngremes do mundo, chegamos a Flam e à entrada do Sognefjord, o maior, mais profundo e reverenciado dos fiordes da Escandinávia. Do ponto de partida à derradeira estação, confirma-se monumental esta Noruega que desvendamos.
No coração amarelo de San Cristóbal
Sociedade

San Cristóbal de Las Casas, México

O Lar Doce Lar da Consciência Social Mexicana

Maia, mestiça e hispânica, zapatista e turística, campestre e cosmopolita, San Cristobal não tem mãos a medir. Nela, visitantes mochileiros e activistas políticos mexicanos e expatriados partilham uma mesma demanda ideológica.

O projeccionista
Vida Quotidiana

Sainte-Luce, Martinica

Um Projeccionista Saudoso

De 1954 a 1983, Gérard Pierre projectou muitos dos filmes famosos que chegavam à Martinica. 30 anos após o fecho da sala em que trabalhava, ainda custava a este nativo nostálgico mudar de bobine.

Jipe cruza Damaraland, Namíbia
Vida Selvagem
Damaraland, Namíbia

Namíbia On the Rocks

Centenas de quilómetros para norte de Swakopmund, muitos mais das dunas emblemáticas de Sossuvlei, Damaraland acolhe desertos entrecortados por colinas de rochas avermelhadas, a maior montanha e a arte rupestre decana da jovem nação. Os colonos sul-africanos baptizaram esta região em função dos Damara, uma das etnias da Namíbia. Só estes e outros habitantes comprovam que fica na Terra.
Aterragem sobre o gelo
Voos Panorâmicos

Mount Cook, Nova Zelândia

A Conquista Aeronáutica dos Alpes do Sul

Em 1955, o piloto Harry Wigley criou um sistema de descolagem e aterragem sobre asfalto ou neve. Desde então, a sua empresa revela, a partir do ar, alguns dos cenários mais grandiosos da Oceania.