Busselton, Austrália

2000 metros em Estilo Aussie


Sol nascente nos olhos

Participante perscruta o horizonte pouco antes do tiro de partida.

Quase a postos

Nadadores já dentro de água prontos para mais uma largada do Jetty Swim.

Desviem-se !

Polícia de Busselton dá o tiro de partida que inaugura mais uma das provas do Jetty Swim.

Braçadas mil

Nadadores mais rápidos começam a avançar ao longo do pontão de 1841 metros.

À sombra do pontão

Nadadora-salvadora a postos para um eventual socorro sob os pilares do pontão.

Na liderança

Alguns dos nadadores na dianteira da competição passam junto a um veleiro, para lá da extremidade do pontão.

Uma espécie de atalho

Nadadoras entram na água já na extremidade do pontão, para nadarem metade do percurso.

Amizade Amarela

Nadadoras-salvadoras de serviço sobre o pontão posam para a fotografia com grande entusiasmo.

De saída

Nadadores acabam de iniciar a sua prova atrás dos velhos armazéns do jetty de Busselton e ainda a muitas centenas de metros da outra extremidade.

Nadador solitário

Um dos competidores nada com recurso a um tubo de snorkeling.

Um Índico Caótico

Nadadores participantes, stewards, nadadores-salvadores e outros intervenientes salpicam a água azul-forte do oceano Índico.

Acompanhamento Total

Membro da organização segue de caiaque lado a lado com um dos nadadores da classe mais rápida do Jetty Swim.

Mestres do salvamento

Nadadores-salvadores convivem junto a uma margem pouco antes do início da competição.

De olho na Natação

Membro da organização observa o desenrolar da prova a partir do areal da praia de Busselton.

Os mais rápidos

Nadadores australianos e estrangeiros mais rápidos preparam-se para o primeiro tiro de partida do Jetty Swim.

Hidratação dentro de água

Participante já com idade avançada interrompe a sua natação para beber água.

Diferentes cores

A primeira leva de nadadores mais rápidos (de toucas amarelas) avança para a água à frente das seguintes, mais lentas.

O ponto de chegada na margem do oceano Índico e do lado oposto do pontão face aquele em que os concorrentes tinham alinhado à partida.

Em 1853, Busselton foi dotada de um dos pontões então mais longos do Mundo. Quando a estrutura decaiu, os moradores decidiram dar a volta ao problema. Desde 1996 que o fazem, todos os anos, a nadar.

Estávamos há três semanas em Perth e tínhamos já explorado as ruas históricas e solarengas da cidade e de Freemantle e ainda as praias imaculadas das imediações. Como tal, juntamo-nos à romaria veraneante dos seus moradores e viajamos em direcção ao sudoeste profundo da Austrália.

De acordo com os locais, “tudo começa em Busselton e só fica melhor a partir de lá.” Ainda sem deslumbres, as primeiras impressões matinais não nos permitem discordar. É um litoral de águas calmas em tom de esmeralda e areias brancas o que serve a pequena povoação, erguida numa arquitectura moderna assente no pré-construído improvisado. Depressa percebemos que, com o tempo, a estância tinha conquistado o papel de Meca regional da prática desportiva. E tudo fazia para manter a sua fama.

Ao fim de cada ano, Busselton acolhe uma competição do campeonato mundial Ironman que reúne oitocentos dos atletas mais resistentes do mundo, super-aptos a completar e vencer uma prova que combina 3.8 km de natação, 180 de ciclismo e 42 km de corrida. Como sempre, desde há algum tempo, a organização foi brilhante e voltou a destacar a Austrália aos olhos do mundo. Mas, como qualquer competidor, Busselton nunca está satisfeita e, quando não pode brilhar ao mais alto nível, vai praticando a uma escala nacional ou regional.

Caminhamos junto a água quando um transeunte nos interpela: “Estou a ver pelo equipamento que vieram fotografar a natação, certo?”. Passa-nos ao lado aquilo de que fala mas Mike põe-nos a par: “Ah não sabem de nada! Amanhã, às oito da manhã temos o Jetty Swim. É uma prova de natação muito concorrida por estes lados”. “Vão ser milhares dentro de água. Começa aqui no areal, dá a volta ao pontão e termina onde começou, mas do outro lado da estrutura”. O evento soa-nos a divertido e, nem que fosse só por isso, ia-nos permitir observar uma das nações mais desportivas do mundo em acção. Ficamos, assim, de aparecer antes da hora da partida.

No resto do dia, aproveitamos para descobrir Busselton e os arredores. Ao fim da tarde, damos com um drive-in que está prestes a recuperar o clássico hollywodesco de Baz Luhrmann, “Austrália”. Sem nada de demasiado importante para resolver, enfrentamos a fila de entrada que se prolonga por várias centenas de metros na faixa esquerda da estrada. Quando entramos, sobra apenas uma réstia de luz solar e ficamos mais longe do ecrã do que desejávamos. Vemo-nos também cercados de Utes (diminutivo aussie para utility vehicle) sobrelotadas e equipadas a rigor para o evento, com colchões a cobrir as superfícies desconfortáveis das suas caixas e recheadas de cerveja gelada e snacks.

A noite cai. Tentamos desligar do modo laboral e seguir a relação peculiar entre Lady Sarah Ashley (Nicole Kidman) e o rude sedutor drover (Hugh Jackman). Aproveitamos também para admirarmos, semi-in loco, as paisagens monumentais do inóspito Bungle Bungle (região do norte da Austrália Ocidental) exibidas no grande ecrã. Até que, a meio do filme, recebemos uma chamada telefónica da família, preocupada com a nossa segurança por se ter inteirado, nos noticiários portugueses, de vários mega-incêndios que lavram na região de Victoria. Como estamos a mais de 2500 km de distância, tentamos lidar com a situação como o drover aprendeu a lidar com Lady Sarah Ashley: com muita paciência e humor. Na manhã seguinte, por volta das sete, já estamos a tentar estacionar junto ao jetty de Busselton que os moradores e as autoridades asseguram tratar-se da estrutura de madeira mais longa do Hemisfério sul. O pontão começou a ser construído em 1853. Foi continuamente alongado até 1960 quando atingiu os actuais 1841 metros. Doze anos depois, seria considerado inapto para atracagem e carregamento de embarcações. Depois de um período de decadência, a cidade recuperou-o e ofereceu-o à população para sua recriação. À boa maneira australiana, os residentes aproveitaram a dádiva tanto quanto podiam. Deu-nos a ideia que, nos dias que correm, a cidade não poderia viver sem o seu jetty. Nem a cidade nem, pelos vistos, a imprensa local que publica, todas as semanas, uma estória dos moradores lá passada. Já foram abordados avistamentos de tubarões e relatos excêntricos de pescaria, propostas de casamento e celebrações de bodas, entre tantas outros acontecimentos e efemérides. O Jetty Swim, esse, teve a sua estreia em 1996. De evento organizado quase entre amigos, tornou-se numa competição internacional reputada.

Apesar da hora madrugadora, a chegada precoce de inúmeros nadadores ansiosos complica-nos a tarefa de arranjar lugar para o carro. Sobre o areal e o pontão, o espaço também não abunda. Milhares de corpos masculinos, femininos, de todas as idades e em distintas formas físicas exercitam-se sem parar, preparando os organismos para o frio da água e para o influxo de adrenalina que estão prestes a receber.

Vislumbramos Mike. Traja um uniforme da organização e usa um megafone para separar os competidores consoante a sua ordem de largada. Em três tempos, a multidão é dividida de maneira a que os mais lentos não atrapalhem os profissionais. E essa divisão, materializada nas diferentes toucas usadas pelos nadadores, forma, sobre o areal e também já ligeiramente dentro de água, um fascinante espectáculo multicolor.  

Distintas embarcações percorrem a área de mar em redor com a função de garantir que afastam possíveis tubarões ao largo, ou não estivéssemos na zona da Austrália com maior número de ataques destes temíveis predadores.

O público concentra-se sobre o relvado que antecede o areal e à entrada do pontão. Quando todas as cores estão alinhadas à beira de água e os nadadores de toucas amarelas (os mais rápidos) dentro dela, um policia estrategicamente colocado puxa de uma espingarda e dá o tiro de partida.

De imediato, centenas de competidores lançam-se nas águas frígidas do Índico. A organização deixa passar os tempos de intervalo necessários para as classes seguintes e a cena repete-se com colunas de toucas de outras cores até que todos os participantes nadam ao longo do pontão.

O jetty é, entretanto, aberto a mais público e uma verdadeira multidão percorre-o para achar e apoiar os nadadores familiares e amigos enquanto os stewards e salva-vidas ao serviço do evento verificam a segurança de quem segue dentro de água e, no caso das classes mais rápidas, a legalidade da sua natação.

Quando chegamos à extremidade oposta do pontão, já os competidores favoritos a dobraram e regressam a terra a grande velocidade, seguidos de perto por pequenas embarcações e motas de água.

Mais tarde, junto ao pódio, o último dos participantes demora tanto a completar a prova que a organização é forçada a começar a entrega dos prémios antes que saia de água. Enquanto são distribuídas as medalhas, é oferecido chá quente aos nadadores que acabaram de chegar e prestada assistência especial a vários outros que entraram em hipotermia. À boa maneira aussie, o sofrimento físico e a resiliência empregue para o vencer geram uma atmosfera de bem-estar que constatamos em incontáveis conversas entusiastas. Busselton tinha suplantado mais uma prova.

Nós, estávamos apenas a umas poucas centenas de quilómetros de contornar a esquina geográfica que separava o litoral índico do banhado pelo oceano Antárctico. Para sul, havia um outro mundo australiano por explorar.

Perth a Albany, Austrália

Pelos Confins do Faroeste Australiano

Poucos povos veneram a evasão como os aussies. Com o Verão meridional em pleno e o fim-de-semana à porta, os habitantes de Perth refugiam-se da rotina urbana no recanto sudoeste da nação. Pela nossa parte, sem compromissos, exploramos a infindável Austrália Ocidental até ao seu limite sul.

Competições

Uma Espécie Sempre à Prova

Está-nos nos genes. Seja pelo prazer de participar, por títulos, honra ou dinheiro, os confrontos dão sentido à vida. Surgem sob a forma de modalidades sem conta, umas mais excêntricas que outras.

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Seward, Alasca

O 4 de Julho Mais Longo

A independência dos E.U.A. é festejada, em Seward, de forma modesta. Para compensar, na cidade que honra o homem que prendou a nação com o seu maior estado, a data e a celebração parecem não ter fim.

Inari, Lapónia, Finlândia

A Corrida Mais Louca do Topo do Mundo

Há séculos que os lapões da Finlândia competem a reboque das suas renas. Na final Kings Cup, confrontam-se a grande velocidade, bem acima do Círculo Polar Ártico e muito abaixo de zero.

Sem corrimão
Arquitectura & Design

Brasília, Brasil

Da Utopia à Euforia

Desde os tempos do Marquês de Pombal que se falava da transferência da capital para o interior. Hoje, a cidade quimera continua a parecer surreal mas dita as regras do desenvolvimento brasileiro.

Totens tribais
Aventura

Malekula, Vanuatu

Canibalismo de Carne e Osso

Até ao início do século XX, os comedores de homens ainda se banqueteavam no arquipélago de Vanuatu. Na aldeia de Botko descobrimos porque os colonizadores europeus tanto receavam a ilha de Malekula

Tédio terreno
Cerimónias e Festividades

Bhaktapur, Nepal

As Máscaras Nepalesas da Vida

O povo indígena Newar do Vale de Katmandu atribui grande importância à religiosidade hindu e budista que os une uns aos outros e à Terra. De acordo, abençoa os seus ritos de passagem com danças de homens mascarados de divindades. Mesmo se há muito repetidas do nascimento à reencarnação, estas danças ancestrais não iludem a modernidade e começam a ver um fim.

White Pass & Yukon Train
Cidades

Skagway, Alasca

Uma Variante da Corrida ao Ouro do Klondike

A última grande febre do ouro norte-americana passou há muito. Hoje em dia, centenas de cruzeiros despejam, todos os Verões, milhares de visitantes endinheirados nas ruas repletas de lojas de Skagway.

Comodidade até na Natureza
Comida

Tóquio, Japão

O Império das Máquinas de Bebidas

São mais de 5 milhões as caixas luminosas ultra-tecnológicas espalhadas pelo país e muitas mais latas e garrafas exuberantes de bebidas apelativas. Há muito que os japoneses deixaram de lhes resistir.

Correria equina
Cultura
Castro Laboreiro, Portugal  

No Cimo Raiano-Serrano de Portugal

Chegamos à eminência da Galiza, a 1000m de altitude e até mais. Castro Laboreiro e as aldeias em redor impõem-se à monumentalidade granítica das serras e do Planalto da Peneda e de Laboreiro. Como o fazem as suas gentes resilientes que, entregues ora a Brandas ora a Inverneiras, ainda chamam casa a estas paragens deslumbrantes.
Recanto histórico
Em Viagem

Tasmânia, Austrália

À Descoberta de Tassie

Há muito a vítima predilecta das anedotas australianas, a Tasmânia nunca perdeu o orgulho no jeito mais rude que aussie de ser e mantém-se envolta em mistério no seu recanto meridional dos antípodas.

Todos a bordo
Étnico

Viti Levu, Fiji

Uma Partilha Improvável

Em pleno Pacífico Sul, uma comunidade numerosa de descendentes de indianos recrutados pelos ex-colonos britânicos e a população indígena melanésia repartem há muito a ilha chefe de Fiji.

Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
A inevitável pesca
História

Florianópolis, Brasil

O Legado Açoriano do Atlântico Sul

Durante o século XVIII, milhares de ilhéus portugueses perseguiram vidas melhores nos confins meridionais do Brasil. Nas povoações que fundaram, abundam os vestígios de afinidade com as origens.

Manhã cedo no Lago
Ilhas

Nantou, Taiwan

No Âmago da Outra China

Nantou é a única província de Taiwan isolada do oceano Pacífico. Quem hoje descobre o coração montanhoso desta região tende a concordar com os navegadores portugueses que baptizaram Taiwan de Formosa.

Praia Islandesa
Inverno Branco

Islândia

O Aconchego Geotérmico da Ilha do Gelo

A maior parte dos visitantes valoriza os cenários vulcânicos da Islândia pela sua beleza. Os islandeses também deles retiram calor e energia cruciais para a vida que levam às portas do Árctico.

De visita
Literatura

Rússia

O Escritor que Não Resistiu ao Próprio Enredo

Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

Eternal Spring Shrine
Natureza

Garganta de Taroko, Taiwan

Nas Profundezas de Taiwan

Em 1956, taiwaneses cépticos duvidavam que os 20km iniciais da Central Cross-Island Hwy fossem possíveis. O desfiladeiro de mármore que a desafiou é, hoje, o cenário natural mais notável da Formosa.

Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Príncipe da Selva
Parques Naturais

Príncipe, São Tomé e Príncipe

O Nobre Retiro de Príncipe

A 150 km de solidão para norte da matriarca São Tomé, Príncipe eleva-se do Atlântico profundo num cenário abrupto e vulcânico de montanha coberta de selva. Há muito encerrada na sua natureza tropical arrebatadora e num passado luso-colonial contido mas comovente, esta pequena ilha africana ainda abriga mais estórias para contar que visitantes para as escutar.

Doces crocantes
Património Mundial Unesco

São João de Acre, Israel

A Fortaleza que Resistiu a Tudo

Foi alvo frequente das Cruzadas e tomada e retomada vezes sem conta. Hoje, israelita, Acre é partilhada por árabes e judeus. Vive tempos bem mais pacíficos e estáveis que aqueles por que passou.

Gang de 4
Personagens

Tombstone, E.U.A.

A Cidade Demasiado Dura para Morrer

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Baie d'Oro
Praia

Île-des-Pins, Nova Caledónia

A Ilha que se Encostou ao Paraíso

Em 1964, Katsura Morimura deliciou o Japão com um romance-turquesa passado em Ouvéa. Mas a vizinha Île-des-Pins apoderou-se do título "A Ilha mais próxima do Paraíso" e extasia os seus visitantes.

Ferry Nek Luong
Religião

Ho Chi-Minh a Angkor, Camboja

O Tortuoso Caminho para Angkor

Do Vietname em diante, as estradas cambojanas desfeitas e os campos de minas remetem-nos para os anos do terror Khmer Vermelho. Sobrevivemos e somos recompensados com a visão do maior templo religioso

A Toy Train story
Sobre carris
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Ainda Circula a Sério o Comboio Himalaia de Brincar

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Sociedade
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O Pão que o Diabo Amassou

O trabalho é essencial à maior parte das vidas. Mas, certos trabalhos impõem um grau de esforço, monotonia ou perigosidade de que só alguns eleitos estão à altura.
Um
Vida Quotidiana

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No final do século XIX, Mariano Lacson, um fazendeiro filipino e Maria Braga, uma portuguesa de Macau, apaixonaram-se e casaram. Durante a gravidez do que seria o seu 11º filho, Maria sucumbiu a uma queda. Destroçado, Mariano ergueu uma mansão em sua honra. Em plena 2ª Guerra Mundial, a mansão foi incendiada mas as ruínas elegantes que resistiram eternizam a sua trágica relação.

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