Zanzibar, Tanzânia

As Ilhas Africanas das Especiarias


Vela ao vento

Dhow (barco típico da costa ocidental do Índico) navega junto ao norte de Unguja.

Passatempo milenar

Nativos jogam uma partida de bao, um jogo de estratégia tradicional africano.

A caminho do continente

Passageiros aguardam o embarque num ferry destinado à capital da Tanzânia Dar-es-Salam, em frente ao edifício histórico da velha farmácia da cidade de Zanzibar.

Índico Raso

Um banco de areia destaca-se do azul-esverdeado do oceano Índico pouco profundo em redor do arquipélago de Zanzibar.

Ashura

Nativa de Anguja em trajes tradicionais coloridos na sombra de uma das entrada do velho Forte Árabe.

Diferentes épocas, diferentes estilos

A Casa das Maravilhas - o maior edifício de Zanzibar - destacado detrás do Forte Árabe que foi erguido no local em que existia uma capela portuguesa.

Fardas de Alá

Jovens estudantes de Zanzibar percorrem uma ruela da Cidade de Pedra, nos seus uniformes tradicionais islamitas.

Macacos colobus

Os habitantes mais sociáveis da floresta de Jozani investigam a chegada de novos visitantes humanos.

Arte balnear

Vendedor de pinturas instalado à sombra de um coqueiro no litoral de Nungwi, na costa norte de Unguja, a maior ilha de Zanzibar.

Longe do Sol

Hassam, guia de Jozani, instalado sobre as raízes fortes do manguezal no limiar da floresta tropical.

Especiaria fresca

Anfitrião de uma pequena granja de especiarias mostra uma noz moscada recentemente aberta.

Vasco da Gama abriu o Índico ao império luso. No século XVIII, o arquipélago de Zanzibar tornou-se o maior produtor de cravinho e as especiarias diversificaram-se, tal como os povos que o disputaram.

A determinada altura da conversa, Othamn Masoud inaugura uma lição de gentílicos em suaíli: “inglês dizemos Kiingereza, francês é Kifaransa. Portugal?? Portugal é Ureno e português é Kireno! Não vos sei explicar o porquê” confessa-nos o adolescente quanto tentamos perceber a discrepância fonética do termo. O mistério intriga-nos.

Entretanto, passados vastos arrozais ressequidos que aguardavam as monções, chegamos à floresta verdejante de Jozani. Recebe-nos Hassan. Apresenta-se trajado de acordo com a sua religião e o ofício. Traz uma kofia – barrete islamita em estilo do sudeste africano – e galochas de borracha. Sobre os trilhos apertados, revela-nos um raro musaranho saltador antes de seguirmos para o reduto da espécie menos tímida e, por isso, mais ameaçada de extinção daquele ecossistema exíguo: o macaco colobus. Em três tempos, dezenas de espécimes felpudos e listados, brancos e negros, descem das copas das árvores para a proximidade do vasto manguezal e concedem-nos um curioso convívio investigativo.

Como o dia ainda ia a meio, aproveitámos para passar por uma das várias granjas de especiarias que coexistem em Anguja, a maior ilha de Zanzibar. Conduziu-nos, nesta ocasião, Abdallah Rasih, um guia nativo experiente com vozeirão e porte a condizer.

Pelo que percebemos, desenvolveu-se com o passar do tempo um estilo muito próprio de apresentação destas granjas e das plantas aos visitantes. O seu ingrediente fulcral era a total ausência de expressividade facial e o suspense. “já viram estas folhas, indaga-nos Ysuf, um anfitrião da granja? Esta textura, conhecem? E este cheiro? Se calhar, pelo cheiro já vão lá? E se esmagar as folhas assim? Assim já sabem o que é ? Muito bem, é citronela!” confirma-nos. Depois de termos passado por rituais mais ou menos exaustivos para o cravinho a canela, a noz moscada, a pimenta e por aí fora.

A explicação para a sua presença tão distante da origem geográfica estava associada ao mistério de “Ureno”. Não tardámos a desvendá-lo.

“Bom, já que vimos uma das vossas heranças e estamos aqui tão perto, vamos espreitar o sítio onde se crê em que os navegadores portugueses primeiro ancoraram”. Seguimos de carro até Fukuchani. Ali, Abdallah mostra-nos as ruínas de um edifício que se acreditou durante muito tempo ter servido de fortificação aos primeiros descobridores a desembarcar naquelas paragens.

A passagem de Vasco da Gama pelo arquipélago ditou a sua incorporação na província de Arábia e Etiópia do reino de Portugal, que então se expandia a forte ritmo num império. Segundo apurámos na Internet e nos pareceu fazer todo o sentido, Ureno, o tal gentílico suaíli derivou de os portugueses terem sido conotados como o povo do Reino. Também foram eles os responsáveis por as especiarias se terem disseminado pelo leste de África.

Num novo dia, solarengo como todos, deixamos o acolhedor Mapenzi, avançamos até à estrada que percorre a costa leste da ilha e aguardamos que passe o primeiro dala dala (autocarro à moda local) apontado à cidade de Zanzibar, a capital da ilha. Não esperamos cinco minutos quando apareceu o 117, proveniente de Kiwenga e à pinha. O motorista intui lucro adicional. Faz-nos seguir ao seu lado em vez de na cabine sobrelotada. Cobra-nos o dobro. Por um lado, furta-nos a eventual interacção com os outros passageiros mas, pelo outro, apreciamos melhor o caminho.

O dala dala pára a todos os momentos e em todos os lugares  instruído por transeuntes que saem do nada ou pelos passageiros em frequentes disputas verbais. Passa por motoretas, bicicletas, carros de bois e pedestres que se adensa à entrada das povoações, perdidas entre colónias densas de coqueiros e bananais. Abundam as escolas, fáceis de identificar àquela hora da manhã pelos inúmeros grupos de jovens em uniformes, ainda mais quando avistávamos longas procissões de raparigas todas cobertas por jilbabs ou combinações de hijabs com túnicas.

São apertadas as bermas da estrada mas a população parece já se ter habituado a levar a sua vida em sincronia e até em função do trânsito. Em breve, descobriríamos o paradeiro da restante.

O 117 passa por uma vivenda que apuramos ter sido domicílio do explorador escocês David Livingstone. Ao lado, vários masais trabalham na construção. Logo, o dala dala embrenha-se na orla da cidade de Zanzibar e na estação de dala dalas do mercado de Darajani que transborda de gente e nos inunda os sentidos de movimentos, das cores, dos cheiros e dos sons da miríade de produtos e transacções que ali têm lugar.

Exploramo-lo com o fascínio que qualquer mercado genuíno de uma cidade africana secular nos desperta. Perdidos naquele labirinto sobrelotado, recorremos a um mapa e fazemo-nos ao que pensamos ser uma entrada viável da Cidade de Pedra, a cidade velha com arquitectura predominante do século XIX que a UNESCO classificou, em 2000, de Património Mundial devido à incrível mistura de influências de elementos árabes, persas, indianos e europeus, meia centena de mesquitas, seis templos hindus e duas igrejas católicas subjacentes à cultura agregadora suaíli.

Caminhamos com a orientação única do mar pelas ruelas ora sombrias ora solarengas, raramente desertas. Grande parte dos edifícios que as delimitam estão degradados ou em ruína. Preservam um encanto decadente. É o caso do Forte Árabe que foi erguido como defesa pelos ocupantes de Omã, em 1780, no lugar em que existia uma capela portuguesa. Acolhe, em Fevereiro, o Sauti za Busara, Festival de Música de Zanzibar, um dos maiores eventos de música étnica do Mundo.

A Cidade da Pedra tem uma outra relação fascinante com a música. Foi na rua Kenyatta que também percorremos que nasceu, em 1946, Farrokh Bulsara, filho de pais parses e zoroástricos indianos. Farouk viveu em Zanzibar até aos nove anos até que a família se mudou para a Índia. Em 1970, chegou a Londres. Já na capital inglesa, sob o pseudónimo de Freddie Mercury, liderou uma banda que poucos leitores desconhecerão, de nome Queen.

Regressamos atrás no tempo e à frente marítima da Cidade de Pedra. Mesmo ao lado do Forte Árabe, destaca-se pela sua dimensão suprema, o Beit-el-Ajaib ou a Casa das Maravilhas. Um sultão mandou erguê-la em 1883.  Conquistou o título por ter sido o primeiro edifício da ilha dotado de iluminação eléctrica e o primeiro da África Oriental equipado com elevador movido a electricidade. Nos dias que correm, o acesso ao interior está interdito. A grande torre do relógio parado dá horas falsas.

Nas imediações, a antiga casa do zanzibarita Tippu Tip é considerada uma das ruínas mais majestosas de África. Tippu Tip, terá ganho o seu nome pelo som que as muitas armas ao seu dispor faziam nas incursões negreiras que liderava ao interior de África com o fim de capturar escravos para as suas plantações de cravinho e para as de outros proprietários.

Então, as embarcações a que se socorria partiam da marginal onde nos sentamos a apreciar os dhows (barcos árabes de vela triangular) e outros na sua azáfama turística ou pesqueira.

Aos dhows em particular, haveríamos de os voltar a ver passar com grande frequência a partir das areias de pó-de-talco ao largo da ponta norte de Anguja, a ilha principal de Zanzibar. Durante o dia, os barcos velozes sulcavam as águas azul-turquesa do oceano cálido em que nos banhávamos. Com o sol a pôr-se, transformavam-se em silhuetas geométricas que íamos acompanhando até ao anoitecer.

Malé, Maldivas

As Maldivas a Sério

Contemplada do ar, Malé, a capital das Maldivas, pouco mais parece que uma amostra de ilha atafulhada. Quem a visita, não encontra coqueiros deitados, praias de sonho, SPAs ou piscinas infinitas. Deslumbra-se com o dia-a-dia maldivano  genuíno que as brochuras turísticas omitem.

PN Manyara, Tanzânia

Na África Favorita de Hemingway

Situado no limiar ocidental do vale do Rift, o parque nacional lago Manyara é um dos mais diminutos mas encantadores e ricos em vida selvagem da Tanzânia. Em 1933, entre caça e discussões literárias, Ernest Hemingway dedicou-lhe um mês da sua vida atribulada. Narrou esses dias aventureiros de safari em “As Verdes Colinas de África”.

PN Amboseli, Quénia

Uma Dádiva do Kilimanjaro

O primeiro europeu a aventurar-se nestas paragens masai ficou estupefacto com o que encontrou. E ainda hoje grandes manadas de elefantes e de outros herbívoros vagueiam ao sabor do pasto irrigado pela neve da maior montanha africana.

Praslin, Seichelles

O Éden dos Enigmáticos Cocos-do-Mar

Durante séculos, os marinheiros árabes e europeus acreditaram que a maior semente do mundo, que encontravam nos litorais do Índico com forma de quadris voluptuosos de mulher, provinha de uma árvore mítica no fundo dos oceanos.  A ilha sensual que sempre os gerou deixou-nos extasiados.

PN Serengeti, Tanzânia

A Grande Migração da Savana Sem Fim

Nestas pradarias que o povo Masai diz siringet (correrem para sempre), milhões de gnus e outros herbívoros perseguem as chuvas. Para os predadores, a sua chegada e a da monção são uma mesma salvação.

Seydisfjordur
Arquitectura & Design

Seydisfjordur, Islândia

Da Arte da Pesca à Pesca da Arte

Quando a frota pesqueira de Seydisfjordur foi comprada por armadores de Reiquejavique, a povoação teve que se adaptar. Hoje captura discípulos de Dieter Roth e outras almas boémias e criativas.

Totens tribais
Aventura

Malekula, Vanuatu

Canibalismo de Carne e Osso

Até ao início do século XX, os comedores de homens ainda se banqueteavam no arquipélago de Vanuatu. Na aldeia de Botko descobrimos porque os colonizadores europeus tanto receavam a ilha de Malekula

Portal para uma ilha sagrada
Cerimónias e Festividades

Miyajima, Japão

Xintoísmo e Budismo ao Sabor das Marés

Quem visita a ilha de Itsukushima admira um dos três cenários mais reverenciados do Japão. Ali, a religiosidade nipónica confunde-se com a Natureza e renova-se com o fluir do Mar interior de Seto.

Lenha à Pressa
Cidades
Ketchikan, Alasca

Aqui Começa o Alasca

A realidade passa despercebida a boa parte do mundo, mas existem dois Alascas. Em termos urbanos, o estado é inaugurado no sul do seu oculto cabo de frigideira, uma faixa de terra separada dos restantes E.U.A. pelo litoral oeste do Canadá. Ketchikan, é a mais meridional das cidades alasquenses, a sua Capital da Chuva e a Capital Mundial do Salmão.
Basmati Bismi
Comida

Singapura

A Capital Asiática da Comida

Eram 4 as etnias condóminas de Singapura, cada qual com a sua tradição culinária. Adicionou-se a influência de milhares de imigrados e expatriados numa ilha com metade da área de Londres. Apurou-se a nação com a maior diversidade e qualidade de víveres do Oriente. 

Cultura
Apia, Samoa Ocidental

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Da Nova Zelândia à Ilha da Páscoa e daqui ao Havai, contam-se muitas variações de danças polinésias. As noites samoanas de Fia Fia, em particular, são animadas por um dos estilos mais acelerados.
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Uma Espécie Sempre à Prova

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Santuário sobre a floresta II
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Quioto esteve na lista de alvos das bombas atómicas dos E.U.A. e foi mais que um capricho do destino que a preservou. Salva por um Secretário de Guerra norte-americano apaixonado pela sua riqueza histórico-cultural e sumptuosidade oriental, a cidade foi substituída à última da hora por Nagasaki no sacrifício atroz do segundo cataclismo nuclear.

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Colosso Ferroviário
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Vale de Kalalau
Voos Panorâmicos

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