Alice Springs a Darwin, Austrália

A Caminho do Top End


Devils Marbles

A visão excêntrica dos Devils Marbles, um fenómeno geológico improvável também sagrado para os aborígenes.

Terra inundável

Sinal avisa para o risco de inundação súbita nas imediações dos Devils Marbles.

Negócio isolado

Marco, dono de um negócio à beira da estrada em Barrow Creek.

Búfalo em Bar

Duas viajantes asiáticas investigam um pub peculiar.

Stuart Highway em Tenant Creek

Tanque de água destaca-se logo ao lado da Stuart Highway, em Tenant Creek.

Austrália Tropical

Monumento geográfico assinala a intersecção da Stuart Highway com o Trópico de Capricórnio.

Arte indígena vs Publicidade Aussie

Mulher aborígene vende pinturas.

Em busca de petroglifos

Viajantes procuram pinturas deixadas pelos aborígenes nas imediações de Ubirr.

Daly Waters Servo

Viajantes param na estação de serviço improvisada do Daly Waters Pub.

Thylacine

Pintura rupestre aborígene de um Thylacine (Tigre da Tasmânia) que em tempos proliferava na Austrália.

Edith Falls

Rio Katherine precipita-se num lago natural, num cenário avermelhado do Outback do Parque Nacional Nitmiluk.

Abastecimento tardio

Viajantes enchem um jerrican depois de ficarem sem combustível a norte de Wycliff Wells.

Lagoa escura

Grupo de viajantes refrescam-se num lago natural do Parque Nacional Litchfield.

A transbordar

O rio Katherine inundado pelas chuvas permanentes trazidas pela monção que toma conta da costa norte da Austrália.

Mary River crock

Tripulante de um barco faz um crocodilo saltar do rio Mary.

Puzzle Daly Waters

Decoração com a evolução histórica do pub Daly Waters.

Mural de matrículas

Espécie de mural repleto de matrículas nas traseiras do pub Daly Waters.

Ancoradouro luxuriante

Embarcações de recreio ancoradas junto à floresta tropical na margem alagada do rio Katherine.

Selva aussie

Vegetação cobre a planície de Nadab.

Arte aborígene

Pintura rupestre aborígene numa vertente rochosa de Ubirr.

Do Red Centre ao Top End tropical, a Stuart Hwy percorre mais de 1.500km solitários através da Austrália. Nesse trajecto, a grande ilha muda radicalmente de visual mas mantém-se fiel à sua alma rude.

É na sugestiva povoação perdida no Outback vermelho de Erlunda que nos juntamos ao tráfico espaçado da Stuart Highway. 

Baptizada em honra do pioneiro homónimo, esta estrada 

liga Adelaide a Darwin, via Alice Springs, nuns intermináveis 2834 km. Percorrem-na, com enormes intervalos, veículos de todos os tipos, das mais antigas relíquias automóveis a sofisticados comboios rodoviários compostos por dezenas de atrelados. 

Al

guns quilómetros depois da partida madrugadora, o “Track” – como é também chamado – leva-nos a cruzar  a linha imaginária do Trópico de Capicórnio assinalada, sem grande pompa, numa esfera armilar plantada à beira do asfalto. Con

tinuamos em direcção ao topo do grande norte e deparamo-nos com a primeira paragem histórica do percurso: Barrow Creek.

A povoação fantasma surgiu no mapa como uma estação de telégrafo perdida no meio do nada australiano. Depressa se tornou famosa pelos permanentes conflitos entre colonos e aborígenes Kaytetye de que foi palco, originados inicialmente pelo roubo de gado e sabotagens da linha por parte dos últimos e alimentados por consequentes vinganças e contra-vinganças sanguinárias.

Sobram da povoação original, apenas as ruínas do edifício emissor e da pequena prisão. Na proximidade, as bombas de combustível e o pub local reciclaram o seu estatuto de estação do outback, a que atribuíram, hoje, funções de abastecimento.

Marco, o barman residente, queixa-se de que há muito que não deixa o negócio-domicílio: “aqui tudo fica longe demais. Estamos condenados a esta sina eternamente renovada de ver passar…” O desabafo poético é interrompido pelo pedido de mais dois pints de Millers e resgata-o da realidade árida do bush circundante. Enquanto isso, os clientes, todos estrangeiros, ignoram o balcão e o interminável test de cricket e circulam ao longo das paredes de madeira como intelectuais de ocasião, maravilhados pela incoerência criativa das obras expostas. Há notas antigas de todo o mundo, recortes de jornais com notícias insólitas, troféus poeirentos e outros bibelots improváveis. Retoca-se a galeria cada vez que chegam mais viajantes. Sarah e Rebecca, inglesas de Liverpool, afixam dois postais cómicos. Ainda divertidas com o contributo, regressam, ao seu ínfimo Twingo alugado e somem no horizonte da Stuart Hwy.

A altura da vegetação aumenta à medida que a latitude decresce. Também parte da dinâmica climatérica e paisagística, as nuvens brancas que salpicam o céu azulão assumem formas particulares e anunciam a próxima experiência esotérica do percurso.

Situada a quatrocentos quilómetros para norte de Alice Springs, a povoação seguinte, não passa de um ponto ínfimo perdido na vastidão do mapa australiano mas, fazendo fé em vários testemunhos, parece ter conquistado um lugar de destaque no Universo.

Luzes no firmamento, discos rotativos com cúpulas azuis e seres prateados deles teletransportados para a superfície, ali, vermelha da Terra, tudo parece ser comum em Wycliffe Wells.

Lew Farkas, gerente da estação de serviço e do parque de caravanas locais, há cerca de vinte e cinco anos, não só decorou as suas instalações com estátuas e motivos de outros mundos como assegura “ … eu próprio já tive uma meia dúzia de avistamentos, só este ano”. E, para que não fiquem quaisquer dúvidas, remata: “o dono anterior avisou-me logo quando me passou isto … com ele, e com vários aborígenes de cá, é exactamente a mesma coisa”.

As posições mantêm-se extremadas. Os analistas mais cépticos afiançam que tudo se deve, na verdade, ao alto consumo de álcool do Northern Territory e à necessidade que os locais têm de acrescentar emoções àquelas que são consideradas as vidas mais monótonas do país. Do lado oposto e sem complexos, os locais rejubilam com as frequentes visitas de ovnilogistas conceituados, participam em convenções e descrevem experiências à media especializada internacional.

Dez quilómetros para diante, Sarah e Rebecca reaparecem paradas à beira da estrada. Apesar de terem acabado de passar mais uma estação de serviço, o seu Twingo imobilizou-se por falta de combustível. Quando voltam, à boleia, a Wycliffe Wells, um amigo de Lew Farkas, não resiste a comentar: “Estão a ver !? ” Aqui, nunca é preciso ir muito longe para ver extraterrestres.”

À passagem pelos Devils Marbles – duas enormes rochas amareladas, redondas e sagradas para os aborígenes que se equilibram sobre uma plataforma rochosa – o sol revela-se mais abrasador que o normal. Provoca uma busca desesperada de sombra que acaba por precipitar a partida.

Três horas depois, anuncia-se Daly Waters. A chegada é acompanhada duma suave transição para o clima tropical do Top End e as nuvens cobrem, agora, totalmente o céu. Surgem árvores dignas desse nome e rios a extrapolar o leito que nos obrigam desviar caminho e a cruzar pontes de campanha.

A povoação revela-se mais um apinhado de casas de madeira abandonadas que tem na proximidade o que resta do primeiro aeroporto internacional da Austrália, construído para combater a invasão japonesa, na 2a Guerra Mundial. Daly Waters dá sinais de vida apenas no pub homónimo, mais um antro aberrante e acolhedor do Outback que seduz e retêm ozzies e estrangeiros como se a função da Stuart Hwy fosse, tão só, ali chegar. Repete-se a decoração caótica de um qualquer ferro-velho próspero e a oferta das melhores cervejas australianas. Ao lado do balcão, jazem a inevitável mesa de snooker e uma TV em que o mesmo test de cricket emitido, na tarde anterior, em Barrow Creek,  está para durar.

O acumular dos quilómetros deixa o Outback vermelho definitivamente para trás enquanto a estação das chuvas se adensa. Aparecem os já esperados territórios inacessíveis do Top End. 

Sem forma de chegar a Matarranca e às curiosas termas homónimas, seguimos directos ao Parque Nacional Nitmiluk (lugar do sonho das cigarras, em dialecto aborígene jawoyn) para descobrir que a sua Katherine Gorge está, também, parcialmente, fora de alcance. Sobra a vista panorâmica do alto da falésia, logo à entrada da garganta que revela a vastidão verdejante do “bush” ensopado, quebrada pelo caudal transbordante e repleto de crocodilos do rio Katherine.

O cenário repete-se ao longo dos parques nacionais vizinhos, o Lichtfield e o Kakadu, permanentemente irrigados por uma humidade sufocante e pela chuva, ora escassa ora diluviana mas sempre presente. Só as estradas principais, como a Stuart e a Arhnem Highway, escapam à inundação impondo-se frequentes travessias anfíbias sempre que delas nos desviamos.

A planície de Nadab é um território privilegiado pela natureza. Dela se projectam mesetas ferrosas que contrastam com o verde  dominante e foram, há muito, eleitas pelos aborígenes como abrigos e suportes da sua arte. Ubirr destaca-se pela quantidade de inscrições em surpreendente estado de preservação descrevendo cenas de caça, cerimónias, mitologia e magia. Para êxtase dos apaixonados pela fauna australiana e da pré-história, entre desenhos de peixes locais, tartarugas e wallabies (pequenos cangurus) sobressai uma pintura de um thylacine, o recém-extinto Tigre da Tasmânia.

Pela sua localização, no prolongamento do planalto de Arhnem, o caudal do Mary river transborda, de Dezembro a Abril e cria, em redor, uma enorme área de pântanos, pauis e lagoas fluviais que, com a chegada do Gurrung (uma das seis estações do ano aborígenes, de meio de Agosto a meio de Outubro), se transformam nos oásis australianos, os billabongs.

Até então, a comunidade conflituosa de saltwater e freshwater crocks partilha a paisagem verdejante e encharcada com uma fauna variada que inclui manadas de brumbies (cavalos selvagens) e de búfalos de água.

A impossibilidade de viajar pelos territórios inundados até às famosas Jim Jim Falls de Kakadu, faz das diversas quedas de água do Parque Nacional Lichtfield um itinerário alternativo, procurado pelos australianos da capital Darwin e por todas as agências de turismo a operar no Northern Territory. Uma atrás da outra, Wangi, Tolmer, Tjaetaba e Tjayanera surgem invadidas por grupos de jovens irrequietos que, munidos de geleiras pejadas de cervejas, celebram cada minuto longe de Darwin e dos seus castigantes postos de trabalho.

Com 120.650 habitantes, a cidade mais moderna e populosa do inóspito Northern Territory, é simultaneamente a menor das capitais de estado do país. Erguida, de frente para o Mar de Timor e o Oceano Indico, como porta de entrada setentrional da Austrália, Darwin tem um passado complicado e um futuro promissor.

Foi destruída e reconstruída em duas ocasiões distintas. Em 1942, 188 caças japoneses – a mesma frota que atacaria, em seguida, Pearl Harbour – deram início a uma série de raides que deixaram a cidade em ruínas. Na década de setenta, Tracy, o mais devastador dos ciclones que a visitaram até hoje, destruiu 70% dos edifícios erguidos ou recuperados após o fim da 2a Guerra Mundial.

A nova reconstrução sublinhou os traços modernos da sua arquitectura que acolheu uma sociedade multiétnica enriquecida por imigrantes dos quatro cantos do mundo que continuam a instalar-se para trabalhar na indústria mineira e no crescente sector turístico local.

Darwin esforça-se para não desiludir quem chega ao fim da Stuart Highway, animando-se com festivais originais e outros eventos. A missão revela-se, no entanto, ingrata. É que, de Alice Springs a este longínquo Top End, a estranha Austrália do Northern Territory faz questão de deslumbrar.

Overseas Highway, E.U.A.

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Transbordo
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Bola de volta
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Taiti Para lá do Clichê

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Crepúsculo exuberante
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Um Sol, tantas Luzes

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Escravos foragidos subsistiram séculos em redor de um pantanal da Chapada Diamantina. Hoje, o quilombo do Remanso é um símbolo da sua união e resistência mas também da exclusão a que foram votados.

À boleia do mar
Ilhas
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Divino Havai

Maui é um antigo chefe e herói do imaginário religioso e tradicional havaiano. Na mitologia deste arquipélago, o semi-deus laça o sol, levanta o céu e leva a cabo uma série de outras proezas em favor dos humanos. A ilha sua homónima, que os nativos creem ter criado no Pacífico do Norte, é ela própria prodigiosa.
Tempo de aurora
Inverno Branco

Lapónia Finlandesa

Em Busca da Raposa de Fogo

São exclusivas dos píncaros da Terra as auroras boreais ou austrais, fenómenos de luz gerados por explosões solares. Os nativos Sami da Lapónia acreditavam tratar-se de uma raposa ardente que espalhava brilhos no céu. Sejam o que forem, nem os quase 30º abaixo de zero que se faziam sentir no extremo norte da Finlândia nos demoveram de as admirar.

Trio das alturas
Literatura

PN Manyara, Tanzânia

Na África Favorita de Hemingway

Situado no limiar ocidental do vale do Rift, o parque nacional lago Manyara é um dos mais diminutos mas encantadores e ricos em vida selvagem da Tanzânia. Em 1933, entre caça e discussões literárias, Ernest Hemingway dedicou-lhe um mês da sua vida atribulada. Narrou esses dias aventureiros de safari em “As Verdes Colinas de África”.

De volta ao porto
Natureza

Anchorage a Homer, E.U.A.

Viagem ao Fim da Estrada Alasquense

Se Anchorage se tornou a grande cidade do 49º estado dos E.U.A., Homer, a 350km, é a sua mais famosa estrada sem saída. Os veteranos destas paragens consideram esta estranha língua de terra solo sagrado. Também veneram o facto de, dali, não poderem continuar para lado nenhum. 

Estátua Mãe-Arménia, Erevan, Arménia
Outono
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Respeito felino
Parques Naturais

PN Hwange, Zimbabwé

O Legado do Saudoso Leão Cecil

No dia 1 de Julho de 2015, Walter Palmer, um dentista e caçador de trofeus do Minnesota matou Cecil, o leão mais famoso do Zimbabué. O abate gerou uma onda viral de indignação. Como constatamos no PN Hwange, quase dois anos volvidos, os descendentes de Cecil prosperam.

Oeste Dourado
Património Mundial UNESCO

Khiva, Usbequistão

A Fortaleza da Rota da Seda que os Soviéticos Aveludaram

Nos anos 80, dirigentes soviéticos renovaram Khiva numa versão amaciada que, em 1990, a UNESCO declarou património Mundial. A URSS desintegrou-se no ano seguinte. Khiva preservou o seu novo lustro.

Verificação da correspondência
Personagens

Rovaniemi, Finlândia

Árctico Natalício

Fartos de esperar pela descida do velhote de barbas pela chaminé, invertemos a história. Aproveitamos uma viagem à Lapónia Finlandesa e passamos pelo seu furtivo lar. 

Brigada incrédula
Praias

La Digue, Seichelles

Monumental Granito Tropical

Praias escondidas por selva luxuriante, feitas de areia coralífera banhada por um mar turquesa-esmeralda são tudo menos raras no oceano Índico. La Digue recriou-se. Em redor do seu litoral, brotam rochedos massivos que a erosão esculpiu como uma homenagem excêntrica e sólida do tempo à Natureza.

Casario de Gangtok, Sikkim, Índia
Religião
Gangtok, Índia

Uma Vida a Meia-Encosta

Gangtok é a capital de Sikkim, um antigo reino da secção dos Himalaias da Rota da Seda tornado província indiana em 1975. A cidade surge equilibrada numa vertente, de frente para a Kanchenjunga, a terceira maior elevação do mundo que muitos nativos crêem abrigar um Vale paradisíaco da Imortalidade. A sua íngreme e esforçada existência budista visa, ali, ou noutra parte, o alcançarem.
A Toy Train story
Sobre carris
Darjeeling Himalayan Railway, Índia

Ainda Circula a Sério o Comboio Himalaia de Brincar

Nem o forte declive de alguns tramos nem a modernidade o detêm. De Siliguri, no sopé tropical da grande cordilheira asiática, a Darjeeling, já com os seus picos cimeiros à vista, o mais famoso dos Toy Trains indianos assegura há 117 anos, dia após dia, um árduo percurso de sonho. De viagem pela zona, subimos a bordo e deixamo-nos encantar.
Modelos de rua
Sociedade

Tóquio, Japão

À Moda de Tóquio

No ultra-populoso e hiper-codificado Japão, há sempre espaço para mais sofisticação e criatividade. Sejam nacionais ou importados, é na capital que começam por desfilar os novos visuais nipónicos.

Fim da Viagem
Vida Quotidiana

Talkeetna, Alasca

Vida à Moda do Alasca

Em tempos um mero entreposto mineiro, Talkeetna rejuvenesceu, em 1950, para servir os alpinistas do Monte McKinley. A povoação é, de longe, a mais alternativa e cativante entre Anchorage e Fairbanks.

Vai-e-vem fluvial
Vida Selvagem

Iriomote, Japão

Uma Pequena Amazónia Japonesa

Florestas tropicais e manguezais impenetráveis preenchem Iriomote sob um clima de panela de pressão. Aqui, os visitantes estrangeiros são tão raros como o yamaneko, um lince endémico esquivo.

Bungee jumping, Queenstown, Nova Zelândia
Voos Panorâmicos
Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades radicais reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.