Sentosa, Singapura

O Recreio de Singapura


Praia portuária

Jovem expatriada em Singapura numa das praias artificiais de Sentosa.

Aventura sub-sub-aquática

Casal filma a actividade de um mergulhador numa passadeira rolante que passa por baixo de um oceanário.

Viagem MRT

Carruagem do Mass Rapid Transit passa em frente ao porto de Singapura, vinda de Sentosa e a caminho da ilha principal de Singapura.

Subida solitária

Mulher numa das escadarias automáticas que conduzem à linha MRT de Sentosa.

Curiosidade marinha

Mulher muçulmana examina um cavalo-marinho exótico no S.E.A. Aquarium, um dos maiores do mundo.

Tropical que chegue

Família de origem chinesa caminha sobre o paredão que separa as praias de Sentosa do Estreito de Singapura.

Terapia podal

Grupo de amigas partilha um tratamento com peixes garra-rufa.

Debaixo dos tubarões

Casal de singapurenses de origem indiana filma-se sob o Oceanário S.E.A de Sentosa.

Areal Providencial

Família de origem indiana percorre uma das praias artificial de Sentosa.

Destino: Sentosa

MRT (Mass Rapid Transit) parte da estação de Harbour Bay para Sentosa.

A caminho da diversão

Passageiros de várias etnias a bordo do MRT de Sentosa.

Foi uma fortaleza em que os japoneses assassinaram prisioneiros aliados e acolheu tropas que perseguiram sabotadores indonésios. Hoje, a ilha de Sentosa combate a monotonia que se apoderava do país.

A espera é tão curta quanto o contador decrescente digital marcava. Pontual ao segundo, a pequena composição azul-celeste Expresso Sentosa surge de uma curva fechada do monocarril e, desprovida de qualquer agente humano, desliza lentamente até à estação. Uma pequena multidão multiétnica entra nas carruagens futuristas de forma ordeira e aguarda o início da viagem enquanto a áudio-anfitriã transmite instruções e informações em várias línguas.

As portas fecham-se, então, com um som espacial. O comboio avança sobre o mar da Harbour Bay até que passa diante dos contentores sem fim do porto de Singapura, até há bem pouco o mais movimentado do mundo, ultrapassado apenas recentemente pelo de Xangai. Alguns passageiros são apanhados de surpresa pela imensidão do estranho cenário colorido e expressam a sua admiração. Outros – os nativos já conhecedores e os que se mantêm de olho nos filhos irrequietos – limitam-se a ansiar pela chegada à que se habituaram a ver como a ilha da salvação.

O governo singapurense luta há muito para evitar a estagnação da economia nacional e tenta optimizar o número de habitantes através da captação de talentos dos quatro cantos do mundo oferecendo aos candidatos salários, protecção social e restantes benesses acima da média.

Mais que necessários, estes iscos são imprescindíveis. Quem chega, apercebe-se que o espaço e as novidades a explorar depressa se esgotam e o mundo muçulmano socialmente semi-rígido em redor – Malásia e Indonésia – levanta uma barreira de que os próprios singapurenses mais ocidentalizados se queixam. Sentosa surgiu como uma resposta das autoridades a este sentimento de aborrecimento e clausura. Em três décadas, o governo converteu-a de bastião militar hiperactivo no principal recreio da região.

Durante a 2a Guerra Mundial, a ilha foi fortificada pelos britânicos que aguardavam uma tentativa de invasão nipónica, por mar. Mas os japoneses trocaram-lhes as voltas e capturaram primeiro a Malásia vindos do norte. Apesar de os colonos se gabarem de que era inexpugnável, Singapura não tardou a cair. Com a inversão do poder, Sentosa foi transformada num campo de concentração para prisioneiros de guerra britânicos e australianos. Também lá seriam assassinados chineses suspeitos de actividades anti-nipónicas.  

Confirmada a reviravolta e a vitória dos aliados, o 1º Regimento de Artilharia Real fez dela a sua base. Dez anos mais tarde, seria substituído por unidades de infantaria Gurkha encarregues de defender a ilha contra a ameaça da Konfrontasi, uma acção de retaliação e sabotagem indonésia contra a criação da Federação da Malásia (que agrupou, por alguns anos, os territórios de Singapura e da actual Malásia). Já nos anos 70, o governo do território independente considerou que estava conseguida a estabilidade desejada e transformou a ilha num refúgio de diversão e férias com o propósito de animar os residentes e atrair visitantes. Aproveitou ainda para a rebaptizar de Sentosa, um termo que significa paz e tranquilidade, em Malaio. Desde então, investiu 319 milhões de euros, a que se juntaram 268 milhões de capitais privados. O lugar sofreu uma longa metamorfose e, como acontece com frequência na pragmática Singapura, os objectivos foram suplantados. Hoje, são cerca de 5 milhões as almas que se entretêm em Sentosa todos os anos. 

Deixamos o monocarril na estação de Waterfront e damos de imediato com as bancadas erguidas em redor de um campo de vólei de praia montado para acolher uma prova internacional do desporto. Contornamos a estrutura e damos com uma das várias enseadas artificiais da ilha, construídas com areia trazida de outras partes do sudeste asiático. Molhes elevados, erguidos com pedras empilhadas, cobertos de terra batida e uma linha de coqueiros tombados protegem a pseudo-baía do mar do Estreito de Singapura e isolam-na de uma vista nada idílica que a nação não se pode dar ao luxo de sacrificar.

Banhistas esbracejam dentro da água quase imóvel, outros absorvem os raios solares deitados sobre o areal elevado. A atmosfera é o mais balnear possível, tendo em conta as circunstâncias. Para lá do molhe, estão atracados ou navegam dezenas de petroleiros e cargueiros de calado impressionante que, não fosse a barreira, provocariam pequenos tsunamis.

A passagem marítima ao largo liga o oceano Pacífico ao Índico que, de outra forma, obrigaria a um slalom entre as ilhas indonésias. É a mais movimentada à face da Terra. E para bem da economia singapurense, a presença das embarcações costuma revelar-se ainda mais intensa.

Subimos à linha de costa falsa para melhor contemplarmos o cenário surreal e acabamos por o partilhar com uma família de chineses intrigados. Em seguida, mudamo-nos para o famoso Underwater World de Sentosa.

Ali, uma passadeira rolante move os visitantes em redor dos tanques gigantescos, num fundo de mar oxigenado que exploramos sob as silhuetas deslizantes de raias e tubarões.

Somam-se às cores dos peixes e dos corais as do saris das mulheres indianas e dos baju melayus das senhoras malaias. A mistura forma um ecossistema improvável que nos entretemos a estudar enquanto as famílias se fotografam e filmam junto dos seus espécimes preferidos.

De volta à superfície, temos outros mundos para desvendar. O parque das borboletas, o jardim dos insectos e a Terra dos Vulcões, decorada com motivos e temas maias. De quando em quando, alguns desgastam-se ou sofrem percalços e são substituídos por outros como aconteceu com a Ilha da Fantasia que, dois acidentes mortais depois, fechou as portas.

Optamos ainda por espreitar a Tiger Sky Tower que nos espanta com um panorama a 360º sobre Singapura, a Malásia e o estremo norte retalhado do arquipélago de Sumatra. Tínhamos chegado havia apenas alguns dias destas últimas paragens e ainda recuperávamos energias de uma longa aventura indonésia que, em termos de cansaço, o calor e a humidade singapurense só haviam prolongado. Aproveitamos, assim, diversas experiências inovadoras de um SPA excêntrico e cedemos a juntarmo-nos a um grupo de amigas que trocam gritos histéricos com os pés imersos num tanque repleto de peixes Garra Rufa. Apenas para lhes estragarmos a festa.

Só temos lugar do canto oposto do tanque. É lá que nos sentamos e começamos a dialogar com as nativas até que causamos uma inesperada injustiça: “Oh, assim não pode ser!! Vocês é que ficam com todos??“ Entretidos com a conversa, não estávamos alerta para o que se passava dentro de água mas, por andarmos há meses de sandálias de caminhada, tínhamos os pés  queimados pelo sol. Os peixes preferiam-nos aos brancos e imaculados das adolescentes e mudaram-se num ápice para o nosso lado.

O dia termina cedo sobre o Equador que passa só um pouco abaixo de Singapura. Deixamos o edifício requintado e partimos à descoberta de outros recantos da ilha, casos do Forte Siloso, da praia homónima e da Palawan que tomou de empréstimo o nome de um sub-arquipélago do sul das Filipinas e, quem sabe, também alguma da sua areia.

Ali, a final de um concurso de boogie anima dezenas de crianças que dançam, em fato de banho, ao som de música estridente. É mais ruído e movimento do que estamos dispostos a assimilar e do que o nome Sentosa prometia. Afastamo-nos da competição e ficamos a observar os petroleiros e os cargueiros contra o pôr-do-sol que pintava o vasto Estreito de Singapura. 

Singapura

A Capital Asiática da Comida

Eram 4 as etnias condóminas de Singapura, cada qual com a sua tradição culinária. Adicionou-se a influência de milhares de imigrados e expatriados numa ilha com metade da área de Londres. Apurou-se a nação com a maior diversidade e qualidade de víveres do Oriente. 

Las Vegas, E.U.A.

Onde o Pecado tem Sempre Perdão

Projectada do Deserto Mojave como uma miragem de néon, a capital norte-americana do jogo e do espectáculo é vivida como uma aposta no escuro. Exuberante e viciante, Vegas nem aprende nem se arrepende.

Singapura

A Ilha do Sucesso e da Monotonia

Habituada a planear e a vencer, Singapura seduz e recruta gente ambiciosa de todo o mundo. Ao mesmo tempo, parece aborrecer de morte alguns dos seus habitantes mais criativos.

Little India, Singapura

Singapura de Sari

São uns milhares de habitantes em vez dos 1.3 mil milhões da pátria-mãe mas não falta alma à Little India, um bairro da ínfima Singapura. Nem alma, nem cheiro a caril e música de Bollywood.

Filhos da Mãe-Arménia
Arquitectura & Design
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Radical 24h por dia
Aventura

Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.

Nana Kwame V
Cerimónias e Festividades
Cape Coast, Gana

O Festival da Divina Purificação

Reza a história que, em tempos, uma praga devastou a população da Cape Coast do actual Gana. Só as preces dos sobreviventes e a limpeza do mal levada a cabo pelos deuses terão posto cobro ao flagelo. Desde então, os nativos retribuem a bênção das 77 divindades da região tradicional Oguaa com o frenético festival Fetu Afahye.
Danças na Catedral
Cidades

Antigua, Guatemala

Guatemala à Moda Antigua

Em 1743, vários sismos arrasaram uma das cidades coloniais pioneiras mais encantadora das Américas. Antigua regenerou-se mas preserva a religiosidade e o dramatismo do seu passado épico-trágico.

Vendedores de Tsukiji
Comida

Tóquio, Japão

No Reino do Sashimi

Num ano apenas, cada japonês come mais que o seu peso em peixe e marisco. Uma parte considerável é processada e vendida por 65 mil habitantes de Tóquio no maior mercado piscícola do mundo.

Mini-snorkeling
Cultura

Ilhas Phi Phi, Tailândia

De regresso a “A Praia”

Passaram 15 anos desde a estreia do clássico mochileiro baseado no romance de Alex Garland. O filme popularizou os lugares em que foi rodado. Pouco depois, alguns desapareceram temporária mas literalmente do mapa mas, hoje, a sua fama controversa permanece intacta.

Bola de volta
Desporto

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

De volta ao porto
Em Viagem

Anchorage a Homer, E.U.A.

Viagem ao Fim da Estrada Alasquense

Se Anchorage se tornou a grande cidade do 49º estado dos E.U.A., Homer, a 350km, é a sua mais famosa estrada sem saída. Os veteranos destas paragens consideram esta estranha língua de terra solo sagrado. Também veneram o facto de, dali, não poderem continuar para lado nenhum. 

A galope
Étnico
Jaisalmer, Índia

Há Festa no Deserto do Thar

Mal o curto Inverno parte, Jaisalmer entrega-se a desfiles, a corridas de camelos e a competições de turbantes e de bigodes. As suas muralhas, ruelas e as dunas em redor ganham mais cor que nunca. Durante os três dias do evento, nativos e forasteiros assistem, deslumbrados, a como o vasto e inóspito Thar resplandece afinal de vida.
Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Tempo de surf
História

Ilha do Norte, Nova Zelândia

A Caminho da Maoridade

A Nova Zelândia é um dos países em que descendentes de colonos e nativos mais se respeitam. Ao explorarmos a sua lha do Norte, inteirámo-nos do amadurecimento interétnico desta nação tão da Commonwealth como maori e polinésia. 

Praia soleada
Ilhas

Miami Beach, E.U.A.

A Praia de Todas as Vaidades

Poucos litorais concentram, ao mesmo tempo, tanto calor e exibições de fama, de riqueza e de glória. Situada no extremo sudeste dos E.U.A., Miami Beach tem acesso por seis pontes que a ligam ao resto da Flórida. É manifestamente parco para o número de almas que a desejam.

Praia Islandesa
Inverno Branco

Islândia

O Aconchego Geotérmico da Ilha do Gelo

A maior parte dos visitantes valoriza os cenários vulcânicos da Islândia pela sua beleza. Os islandeses também deles retiram calor e energia cruciais para a vida que levam às portas do Árctico.

De visita
Literatura

Rússia

O Escritor que Não Resistiu ao Próprio Enredo

Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

Eternal Spring Shrine
Natureza

Garganta de Taroko, Taiwan

Nas Profundezas de Taiwan

Em 1956, taiwaneses cépticos duvidavam que os 20km iniciais da Central Cross-Island Hwy fossem possíveis. O desfiladeiro de mármore que a desafiou é, hoje, o cenário natural mais notável da Formosa.

Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

O louro da selva
Parques Naturais

Costa Rica

Um Fenómeno da Natureza

A Costa Rica tem uma das democracias mais antigas do mundo, abdicou de exército e quase não passou por ditaduras. Mas o que salta à vista é a forma incomum como preserva o seu meio-ambiente exuberante.

Património Mundial Unesco
Cidade Velha, Cabo Verde

Cidade Velha: a anciã das Cidades Tropico-Coloniais

Foi a primeira povoação fundada por europeus abaixo do Trópico de Câncer. Em tempos determinante para expansão portuguesa para África e para a América do Sul e para o tráfico negreiro que a acompanhou, a Cidade Velha tornou-se uma herança pungente mas incontornável da génese cabo-verdiana.

Lenha
Personagens

PN Oulanka, Finlândia

Um Lobo Pouco Solitário

Jukka “Era-Susi” Nordman criou uma das maiores matilhas de dog sledding do mundo. Tornou-se numa das personagens mais emblemáticas do país mas continua fiel ao seu cognome: Wilderness Wolf

Perigo: correntes
Praia
Reunião

O Melodrama Balnear da Reunião

Nem todos os litorais tropicais são retiros prazerosos e revigorantes. Batido por rebentação violenta, minado de correntes traiçoeiras e, pior, palco dos ataques de tubarões mais frequentes à face da Terra, o da ilha da Reunião falha em conceder aos seus banhistas a paz e o deleite que dele anseiam.
Himalaias urbanos
Religião
Gangtok, Índia

Uma Vida a Meia-Encosta

Gangtok é a capital de Sikkim, um antigo reino da secção dos Himalaias da Rota da Seda tornado província indiana em 1975. A cidade surge equilibrada numa vertente, de frente para a Kanchenjunga, a terceira maior elevação do mundo que muitos nativos crêem abrigar um Vale paradisíaco da Imortalidade. A sua íngreme e esforçada existência budista visa, ali, ou noutra parte, o alcançarem.
À pendura
Sobre carris

São Francisco, E.U.A.

Uma Vida aos Altos e Baixos

Um acidente macabro com uma carroça inspirou a saga dos cable cars de São Francisco. Hoje, estas relíquias funcionam como uma operação de charme da cidade do nevoeiro mas também têm os seus riscos.

Sociedade
Dali, China

Flash Mob à Moda Chinesa

A hora está marcada e o lugar é conhecido. Quando a música começa a tocar, uma multidão segue a coreografia de forma harmoniosa até que o tempo se esgota e todos regressam às suas vidas.
Um
Vida Quotidiana

Talisay City, Filipinas

Monumento a um Amor Luso-Filipino

No final do século XIX, Mariano Lacson, um fazendeiro filipino e Maria Braga, uma portuguesa de Macau, apaixonaram-se e casaram. Durante a gravidez do que seria o seu 11º filho, Maria sucumbiu a uma queda. Destroçado, Mariano ergueu uma mansão em sua honra. Em plena 2ª Guerra Mundial, a mansão foi incendiada mas as ruínas elegantes que resistiram eternizam a sua trágica relação.

Vida Selvagem
Miranda, Brasil

Maria dos Jacarés: o Pantanal abriga criaturas assim

Eurides Fátima de Barros nasceu no interior da região de Miranda. Há 38 anos, instalou-se e a um pequeno negócio à beira da BR262 que atravessa o Pantanal e ganhou afinidade com os jacarés que viviam à sua porta. Desgostosa por, em tempos, as criaturas ali serem abatidas, passou a tomar conta delas. Hoje conhecida por Maria dos Jacarés, deu nome de jogador ou treinador de futebol a cada um dos bichos. Também garante que reconhecem os seus chamamentos.
Pleno Dog Mushing
Voos Panorâmicos

Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.