Old Jaffa, Israel

Onde Assenta a Cidade que Nunca Pára


Coreografia pré-matrimonial

Noivos protagonizam uma dança sugerida pelo fotógrafo do casamento.

Debate Comportamental

Grupo de jovens conversa em frente ao estúdio Aloofs.

Contra-picado

Noivos ensaiam mais uma situação nupcial para um plano engendrado por uma dupla de fotógrafos.

Bar disputado

Clientes de uma discoteca cercam o bar de uma discoteca de Telavive.

Vista de parra

Trepadeira de videira refresca a fachada de um dos domicílios de Old Jaffa.

Em vestidos garridos

Convidadas de um casamento riem numa ruela de Old Jaffa.

Arte de Jaffa

Pintora cria mais um obra no seu estúdio-galeria estrategicamente situado numa ruela de Jaffa muito percorrida.

Men & Women

Casal judaico em frente a uma loja de roupa de Jaffa.

Sempre à Espreita

Olaria decorativa de boneca à janela sobre uma porta de Jaffa.

Sessão Dupla

Noivos de casamentos distintos são fotografados em simultâneo numa ruela de Old Jaffa.

Kedumim Square

Transeunte atravessa a Praça de Kedumin, à entrada de Old Jaffa.

Arquitectura Mediterrânica

Entrada de uma casa típica da velha Jaffa.

Acrobacias nupciais

Noivo e outros intervenientes do casamento alegram mais uma fotografia com saltos originais.

Entre Realidades

Uma das praias mediterrânicas que separam Telavive da velha Jaffa.

Paredes Gastas

Ciclista percorre uma rua mais antiga de Telavive

Telavive é famosa pela noite mais intensa do Médio Oriente. Mas, se os seus jovens se divertem até à exaustão nas discotecas à beira Mediterrâneo, é cada vez mais na vizinha Old Jaffa que dão o nó.

Cinquentão de cabelo já bem branco, Oded veio do Egipto para Israel pouco depois da fundação da nação sionista que ajudou a defender do cerco inimigo total, na Guerra dos Seis Dias, e a consolidar a partir de kibutzes pioneiros. Insatisfeito e sempre contestatário, este judeu mizhraim irascível acelera para assustar os peões que cruzam a estrada fora dos semáforos. Também nos tira do sério com as frequentes tiradas sarcásticas sobre aqueles que considera os podres do país. “Eu por mim, corríamos com eles todos!” vocifera quando encontra um bando de ultra-ortodoxos que protestam contra sabe-se lá o quê. “Cambada de privilegiados que não fazem nada e são sustentados por todos os outros”. Ou expressa o seu óbvio desdém pelo presidente Benjamin Netanyahu que acusa de mil e uma patifarias.

Quando a salada chega à mesa que partilhamos, manifestamos espanto pelos pedaços ínfimos em que vêm os vegetais. Oded rejubila: “sei que vocês lá na Ibéria as fazem muito bem com os mesmos ingredientes que nós mas ninguém os corta tão pequenos como em Israel e no Líbano! Agora já os trituram de forma mecânica mas, antes, os restaurantes tinham mulheres só a tratar disso.”

Conversa puxa conversa, Oded começa a desesperar. A luz terminara havia já muito e desejava o seu tempo livre de forma indisfarçável.

Jaim aparece atrasado mas acaba, de imediato, com a angústia do compatriota que nos despacha o quanto antes. “Pronto. Aqui está o vosso anfitrião para a noite. Ele conhece tudo e mais alguma coisa. Divirtam-se!”

O recém-chegado cumpre o prometido. Cliente habitual, mete-nos nos seus bares nocturnos preferidos num ápice e deixa-nos a investigar as distintas atmosferas.

Mais tarde, passamos para uma fase “disco” da saída. Exploramos vários destes recintos sofisticados, dotados de boxes de bebidas estrategicamente situadas e concorridas em que os milhares de frequentadores em êxtase se reabastecem de álcool com uma sofreguidão paciente.

Quase não há como escapar-lhe: grande parte dos casais jovens de Telavive, predispostos a dançar e divertir-se até à exaustão, conhecem-se neste fascinante convívio tecno-transe. As relações mais estáveis e duradouras acabam em matrimónios celebrados na vizinha Jaffa. Jaffa, por sua vez, vive em união de facto com Telavive.

Durante os quase 4.000 anos em que Telavive não passava de dunas mediterrânicas, Jaffa manteve-se um dos principais portos do Mediterrâneo. Foi fenícia, judaica, romana, árabe alvo frequente das Cruzadas. Depois otomana, cercada e tomada por Napoleão , de novo Otomana, britânica e terra disputada. Até que os judeus intensificaram os seus esforços sionistas e, após um longo período de conflito e polémica diplomática, a conseguiram, incorporar primeiro em Israel, depois na municipalidade de Telavive.

Com o tempo, a população muçulmana de Jaffa diminuiu substancialmente, apenas 16.000 habitantes contra 30.000 judeus. Apesar de, de 1990 em diante, terem sido recuperados vários monumentos islâmicos, os árabes continuam a acusar as autoridades israelitas de judaizarem a velha cidade.

Certas secções de Jaffa permanecem degradadas e problemáticas, outras foram restauradas e embelezadas. Deram lugar a teatros, restaurantes, lojas de souvenirs, bares, cafés e estúdios de artistas perdidos em ruelas e escadarias sinuosas que, a espaços, espreitam o mar e o pequeno porto, ambos no sopé do casario pastel.

No dia seguinte ao da incursão na noite de Telaviv, Oded conduz-nos à entrada mais conveniente para este domínio. Com partida da Torre do Relógio de New Jaffa, embrenhamo-nos numa espécie de bazar ao ar livre, ocupado por antiquários e lojas árabes sortidas e, por fim, pela feira da ladra local. Atravessamos os jardins HaPisgah e avançamos para a frente do mosteiro de São Pedro, próximo da casa de Simão o Curtidor de Couro, onde, segundo a Bíblia, o apóstolo se terá alojado depois de ter ressuscitado Tabitha. 

Uma figura colorida de Napoleão assinala como sítio histórico o mosteiro mais tarde transformado em hospedaria Cristã que o acolheu. Reparamos no aviso mas também em Jaim que, já refeito da noitada, explica a um grupo de estrangeiros a visita avassaladora do general àquelas paragens e muitas outras curiosidades enciclopédicas ou nem tanto. 

O guia está a meio de uma longa dissertação. Sem poder interromper, limita-se a acenar e a piscar-nos o olho. Descemos para a secção mais antiga de Jaffa. Passamos por pintores de rua, por inúmeros gatos pardos vadios e por turistas que seguem itinerários marcados nos seus mapas.

Mas é fim-de-semana. O amor e o compromisso tomaram conta daquele lugar e a visão que mais nos assalta é a de noivos, noivas e outros intervenientes de casamentos a protagonizarem produções fotográficas pomposas.

Deparamo-nos com um casal que se beija frente a uma parede milenar e para duas teleobjectivas com que uma dupla de fotógrafos os enquadram do topo de um muro.  Passamos ainda por amigos e familiares que saltam o mais alto que podem de ambos os lados de uma noiva judia deslumbrante.

As ruas fotogénicas são disputadas por diferentes sessões de pré-casório. Uma outra noiva tem que abandonar a pose que lhe é pedida, vezes sem conta, por causa da intrusão de visitantes e desespera. Quando, por fim, parece ter a ruela só para si, somos nós que entramos em cena. Sem que o percebamos de imediato, na mesma imagem, captamo-la a ela e, em segundo plano, a um outro casal nubente mais afastado. Duas amigas em vestidos justos e arejados cor-de-rosa e púrpura reparam e reclamam atenção para a sua beleza exuberante: “Então e nós? Também demorámos horas a arranjar-nos. Estamos incríveis não estamos?” perguntam sem pejo mas muito boa disposição, exactamente por debaixo de uma placa que remete para o estúdio “Aloofs”, filial de um conceituadíssimo doutor homónimo, Ph.D em Ciências Comportamentais.

Deste último beco apertado, com ajuda de sinalizações artesanais, achamos a descida serpenteante para a beira-mar que achamos no fundo de uma escadaria coberta.

Apesar de um surpreendente nevoeiro litoral, vislumbramos o molhe de cimento e pedra e, mar adentro, uma bandeira israelita esvoaçante erguida sobre rochas que exibe a jurisdição da estrela de David sobre àquelas águas.

Após inúmeras subidas e descidas, precisávamos de repousar e bares e restaurantes não faltavam ao longo da doca. Sentamo-nos numa esplanada e apreciamos o seu ambiente tosco mas ao mesmo tempo requintado. Mas, desperta-nos a atenção um enorme berreiro dentro do armazém engalanado que servia as mesas no exterior. Espreitamos pela porta entreaberta e desvendamos uma algazarra casamenteira ébria ainda em incubação.

O ambiente dificilmente se podia comparar ao das discotecas da madrugada anterior mas acreditamos que não demorasse muito a lá chegar.

Os habitantes de Telavive até se podem conformar com o inevitável amadurecimento mas, em Jaffa, como um pouco por todo o lado, é suposto a sua estreia nas noites matrimoniais honrar as melhores farras de solteiros.

Mar Morto, Israel

À Tona d'água, nas profundezas da Terra

É o lugar mais baixo à superfície do planeta e palco de várias narrativas bíblicas. Mas o Mar Morto também é especial pela concentração de sal que inviabiliza a vida mas sustém quem nele se banha. 

São João de Acre, Israel

A Fortaleza que Resistiu a Tudo

Foi alvo frequente das Cruzadas e tomada e retomada vezes sem conta. Hoje, israelita, Acre é partilhada por árabes e judeus. Vive tempos bem mais pacíficos e estáveis que aqueles por que passou.

Jerusalém, Israel

Pelas Ruas Beliciosas da Via Dolorosa

Em Jerusalém, enquanto percorrem o caminho de Cristo para a cruz, os crentes mais sensíveis apercebem-se de como a paz do Senhor é difícil de alcançar nas ruelas mais disputadas à face da Terra.

Masada, Israel

O Último Baluarte Judaico

Em 73 d.C, após meses de cerco, uma legião romana constatou que os resistentes no topo de Masada se tinham suicidado. De novo judaica, esta fortaleza é agora o símbolo supremo da determinação sionista

Jerusalém, Israel

Em Festa no Muro das Lamentações

Nem só a preces e orações atende o lugar mais sagrado do judaísmo. As suas pedras milenares testemunham, há décadas, o juramento dos novos recrutas das IDF e ecoam os gritos eufóricos que se seguem.

Jaffa, Israel

Protestos Pouco Ortodoxos

Uma construção em Jaffa, Telavive, ameaçava profanar o que os judeus radicais pensavam ser vestígios dos seus antepassados. E nem a revelação de se tratarem de jazigos pagãos os demoveu da contestação

Las Vegas, E.U.A.

Capital Mundial dos Casamentos vs Cidade do Pecado

A ganância do jogo, a luxúria da prostituição e a ostentação generalizada fazem parte de Las Vegas. Como as capelas que não têm olhos nem ouvidos e promovem matrimónios excêntricos, rápidos e baratos.

Tóquio, Japão

Um Santuário Casamenteiro

O templo Meiji de Tóquio foi erguido para honrar os espíritos deificados de um dos casais mais influentes da história do Japão. Com o passar do tempo, especializou-se em celebrar uniões.

Templo Nigatsu, Nara, Japão
Kikuno
Nara, Japão

Budismo vs Modernismo: a Face Dupla de Nara

No século VIII d.C. Nara foi a capital nipónica. Durante 74 anos desse período, os imperadores ergueram templos e santuários em honra do Budismo, a religião recém-chegada do outro lado do Mar do Japão. Hoje, só esses mesmos monumentos, a espiritualidade secular e os parques repletos de veados protegem a cidade do inexorável cerco da urbanidade.
Arquitectura & Design
Cemitérios

A Última Morada

Dos sepulcros grandiosos de Novodevichy, em Moscovo, às ossadas maias encaixotadas de Pomuch, na província mexicana de Campeche, cada povo ostenta a sua forma de vida. Até na morte.
Bungee jumping, Queenstown, Nova Zelândia
Aventura
Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades radicais reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.
Chegada à festa
Cerimónias e Festividades

Perth, Austrália

Em Honra da Fundação, de Luto Pela Invasão

26/1 é uma data controversa na Austrália. Enquanto os colonos britânicos o celebram com churrascos e muita cerveja, os aborígenes celebram o facto de não terem sido completamente dizimados.

T4 à moda do Namibe
Cidades

Kolmanskop, Namíbia

Gerada pelos Diamantes do Namibe, Abandonada às suas Areias

Foi a descoberta de um campo diamantífero farto, em 1908, que originou a fundação e a opulência surreal de Kolmanskop. Menos de 50 anos depois, as pedras preciosas esgotaram-se. Os habitantes deixaram a povoação ao deserto.

Orgulho
Comida

Vale de Fergana, Usbequistão

A Nação a Que Não Falta o Pão

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Celebração Nahuatl
Cultura

Cidade do México, México

Alma Mexicana

Com mais de 20 milhões de habitantes numa vasta área metropolitana, esta megalópole marca, a partir do seu cerne de zócalo, o pulsar espiritual de uma nação desde sempre vulnerável e dramática.

Bola de volta
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