Santa Marta e PN Tayrona, Colômbia

O Paraíso de que Partiu Simón Bolívar


Hotel à moda Tayrona

Hóspedes à varanda de cabanas do lodge Eco-Habs, instaladas num encosta da Serra Nevada de Santa Marta.

Amigos de Tayrona

Felipe Guerrero e Vittoria Serra e outro amigo convivem nas imediações da Playa Cañaveral.

Burrico Tropical

Jumento à beira do Mar das Caraíbas.

Partida apressada

Colombianos da zona de Santa Marta zarpam de uma praia das redondezas na iminência de uma tempestade tropical.

Abrigo improvisado

Jovem tripulante de uma lancha de transporte da zona, abrigado da chuva.

Ao ataque

Pintura com uma cena naive da batalha de Carabobo, uma das mais marcantes para os objectivos de Bolivar.

Colombia al Libertador

Família prestes a entrar no memorial a Simón Bolívar erguido na Quinta de San Pedro Alejandrino.

La Bendicion de Diós

Chiva (velho autocarro) desperta a atenção de algumas banhistas.

Em honra do Libertador

Estátua do Simón Bolivar, "El Libertador" destacada num jardim da Quinta de San Pedro Alejandrino.

De visita escolar

Crianças junto ao monumento em honra do Libertador Simón Bolívar da Quinta de San Pedro Alexandrino.

O caribe colombiano

Uma de muitas enseadas paradisíaca do PN Tayrona.

Às portas do PN Tayrona, Santa Marta é a cidade hispânica habitada em contínuo mais antiga da Colômbia.  Nela, Simón Bolívar, começou a tornar-se a única figura do continente quase tão reverenciada como Jesus Cristo e a Virgem Maria.  

Chegámos ao areal da praia Cañaveral desgastados pela longa caminhada, ensopados em suor e com um objectivo claro. Largar a tralha amochilada que nos prensava os ombros, despir a roupa escassa e enfiarmo-nos na água com tom de esmeralda, ali a uns poucos passos. Já ensaiávamos os mergulhos no mar cálido quando estranhámos o seu estranho fluxo diagonal. Contrariados, abortámos a submersão para inspeccionarmos uma tabuleta de madeira espetada nas imediações. “Proibido Nadar. Não seja parte da estatística.” destacava-se da longa mensagem. Para bons entendedores, quatro ou cinco palavras bastaram. E obrigaram-nos a caminhar uns oitocentos metros adicionais. Nesse derradeiro percurso cruzámo-nos com três jovens banhistas em óbvio modo de descontração balnear, a comerem fruta tropical sobre um banco de madeira à sombra da selva. Nas imediações, um burrico cinzento preso a um tronco parecia intrigado com o alarido das suas gargalhadas e pela nossa inesperada passagem. Em simples fatos de banho e com a alma leve de preocupações, Felipe Guerrero e Vittoria Serra também estranham o peso que carregávamos e o desconforto que por essa altura já era impossível disfarçarmos: “Vocês andam a cumprir alguma penitência?” perguntou-nos o rapaz crioulo. A nossa explicação deu para uma conversa curiosa e sem fim à vista que, a determinada altura, achámos melhor atalhar ou nunca mais nos veríamos dentro de água. Prosseguimos até uma enseada de nome Piscinita que, por fim, nos concedeu a desejada recompensa.

Andávamos pelas derradeiras terras setentrionais da América do Sul, espartilhadas entre o Mar das Caraíbas e a orla frondosa da Serra Nevada de Santa Marta. Eram, as mesmas terras exuberantes e frondosas em que os conquistadores espanhóis desembarcaram, pouco depois de Colombo ter dado com diversas ilhas do Mar das Caraíbas e com a península do Iucatão. Nuns meros 42 quilómetros vertiginosos para o interior, as montanhas inaugurais daquela cordilheira andina ascendiam uns impressionantes 5.700 metros de altitude.

Ao longo do ano, tal barreira intransponível bloqueava as massas de ar quente e húmido sorvido ao mar pelo calor equatorial. Quase sem excepção, a panela de pressão que nos ia cozendo, rebentava com grande dramatismo e estrondo mal o sol começava a cair sobre a vastidão do Pacífico.

Não tínhamos sequer secado a água salgada quando fomos surpreendidos pelo dilúvio ribombante do dia. As pernas fraquejavam da longa vinda mas tivemos que as submeter a um regresso ainda mais esforçado pela floresta tropical escurecida pelas nuvens baixas, um retorno encharcado e, em pouco tempo, enlameado.

Há séculos que esta região assim é irrigada sem misericórdia. Os primeiros conquistadores espanhóis a ancorar nestas mesmas costas partilhadas com a selva, depressa se habituaram a precaver e a reagir aos caprichos meteorológicos, como aos mosquitos demasiadas vezes infernais e à resistência das tribos nativas.

Comandados por Rodrigo de Bastidas – na sua vida ibérica, um escrivão público dos arredores de Sevilha, mais tarde membro da tripulação da segunda viagem de Cristóvão Colombo ao Novo Mundo – desembarcaram na zona em 1525. Pouco depois, fundaram Santa Marta.

Em termos urbanísticos, esta cidade parece ter-se perdido para sempre do quase meio milénio de história. Ainda assim, aceitámos o seu acolhimento por uns dias esperançados de que nos viesse a surpreender. Não tardámos a confirmar que o mais conceituado dos hóspedes de Santa Marta é, desde há décadas, o seu principal cartão de visita. Só por si, a sua curta e trágica presença reforçou e muito o nosso interesse na capital do departamento colombiano de Magdalena.

Após a longa Admirável Campanha militar em que triunfou de forma sucessiva sobre as forças coloniais hispânicas, Simón Bolívar deu sequência à luta independentista no território actual da Colômbia (então Nova Granada), no Equador e no norte do Perú dos dias de hoje com o propósito de criar uma nova nação entregue aos seus próprios destinos.

Venceu a resistência recorrente das forças leais à coroa hispânica na famosa Batalha de Carabobo, entrou na sua cidade natal, Caracas, e em 1821, ditou a constituição da Gran Colómbia de que foi proclamado presidente. Bolívar não se ficou por aí. Aliado ao General José de San Martin, outro militar independentista proeminente e triunfante na zona actual da Argentina e do Chile, levou a luta para terras do sul do Peru e da Bolívia, mais tarde baptizada em sua honra. Bolívar tornou-se, aliás, um dos poucos homens a ter inspirado a nomenclatura de um país.

Estes feitos não impediram que divisões internas tivessem minado o seu sonho. Nove anos depois, a Gran Colómbia implodiu. Deu lugar às repúblicas da Venezuela, Nova Granada e Equador, logo entregues a guerras civis e a outros conflitos recorrentes.

Bolívar desistiu. Pouco disposto a viver o falhanço do seu ambicioso projecto de vida, planeou exilar-se na Europa com breve passagem pela Jamaica. Já tinha enviado diversas arcas com pertences e encaminhava-se para Cartagena das Índias de onde contava partir. Nunca lá chegou.

A narrativa da sua fase ascendente e dos momentos de queda está patente na propriedade em que terminou a sua epopeia, ilustrada por uma colecção de velhas pinturas legendadas, documentos e objectos oficiais e pessoais. É, hoje, um dos lugares mais emblemáticos da Colômbia, visitado numa base diária por excursões de alunos e estudantes irrequietos que assim se iniciam ou completam a sua doutrina Bolívariana, incontornável nestas paragens da América Latina como a dos Founding Fathers o é, mais a norte, em terras ianques, há já um bom tempo antagonistas da pátria-mãe do Libertador sul-americano.

A Quinta de San Pedro Alejandrino fica a 20 minutos de autocarro da marginal de Santa Marta. Quando a visitámos, vimo-nos forçados a dividir a atenção entre as travessuras dos miúdos demasiado jovens para aquela injecção de história, política e ideologia e essa mesma formação de que muitos infantes se tentam evadir.

Espreitámos a berlinda em que Bolívar ali chegou, numa viagem de quatro horas da casa de Joaquim de Mier de que se mudou por o incomodar o calor e o bulício do centro de Santa Marta. A sua solene chegada obrigou a mudanças e cuidados, incluindo a adaptação de uma sala que o protegesse do fumo de tabaco produzido por vários dos seus acompanhantes e que o irritava. Bolívar não fumava mas era um apreciador de vinho do Porto. Nem uma coisa nem outra lhe deram a saúde que merecia. Pouco tempo depois de se instalar, surgiram-lhe sintomas de um mal abrupto. A sua pele escureceu, perdeu muito peso, sofria de exaustão, tinha dores de cabeça e perdia a consciência. Foi-lhe diagnosticada tuberculose.

Esse diagnóstico ainda é o mais aceite mas alguns estudiosos negam-no. É o caso do norte-americano especialista em doenças infecciosas Dr. Paul Awvaerter que defende que o mais provável é Bolívar ter perecido de envenenamento por arsénico. Na sua opinião, resta saber se se tratou de um simples incidente ou de um assassínio. Paul Awvaerter contempla ambas as hipóteses. Inclina-se mais para a primeira: “Bolívar passou muito tempo no Perú. Têm lá sido encontradas diversas múmias com elevados índices de arsénico. Alguns lugares no Perú tinham, então, águas com quantidades excessivas deste químico. Simón Bolívar pode tê-las bebido durante demasiado tempo o que levou a um envenenamento crónico.”

Esta hipótese foi de imediato acolhida pelo ainda vivo Hugo Chávez, assumido admirador número um de Simón Bolívar que adaptou como principal inspiração da sua luta política. “Durante anos tive, no meu coração, a convicção de que Bolívar não tinha deixado o governo nem morrido por causa da tuberculose. Temos a obrigação moral de limpar esta mentira. De abrir o seu caixão sacrossanto e verificar os seus restos mortais.” Desde então, Chávez insistiu na teoria de que o autor terá sido um rival colombiano, Francisco de Santander, um amigo próximo e aliado de Bolívar antes de terem entrado em conflito. Até à sua morte, Chávez continuou a usar a suspeição levantada por Paul Awvaerter para os mais diversos propósitos políticos. Como aconteceu ao ideal Gran Colombista de Bolívar e ao próprio Libertador, a sua Revolução Bolivariana parece ter sucumbido com o resultado das eleições venezuelanas de Domingo passado.

Cartagena de Índias, Colômbia

Cidade Apetecida

Muitos tesouros passaram por Cartagena antes da entrega à Coroa espanhola - mais que os piratas que os tentaram saquear. Hoje, as muralhas protegem uma cidade majestosa sempre pronta a "rumbear".

PN Tayrona, Colômbia

Quem Protege os Guardiães do Mundo?

Os indígenas da Serra Nevada de Santa Marta acreditam que têm por missão salvar o Cosmos dos “Irmãos mais Novos”, que somos nós. Mas a verdadeira questão parece ser: "Quem os protege a eles?"

PN Henri Pittier, Venezuela

Entre o Mar das Caraíbas e a Cordilheira da Costa

Em 1917, o botânico Henri Pittier afeiçoou-se à selva das montanhas marítimas da Venezuela. Os visitantes do parque nacional que este suíço ali criou são, hoje, mais do que alguma vez desejou

Minhocas
Arquitectura & Design

Tbilissi, Geórgia

Geórgia ainda com Perfume a Revolução das Rosas

Em 2003, uma sublevação político-popular fez a esfera de poder na Geórgia inclinar-se do Leste para Ocidente. De então para cá, a capital Tbilisi não renegou nem os seus séculos de história também soviética, nem o pressuposto revolucionário de se integrar na Europa. Quando a visitamos, deslumbramo-nos com a fascinante mixagem das suas passadas vidas.

Radical 24h por dia
Aventura

Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.

A galope
Cerimónias e Festividades
Jaisalmer, Índia

Há Festa no Deserto do Thar

Mal o curto Inverno parte, Jaisalmer entrega-se a desfiles, a corridas de camelos e a competições de turbantes e de bigodes. As suas muralhas, ruelas e as dunas em redor ganham mais cor que nunca. Durante os três dias do evento, nativos e forasteiros assistem, deslumbrados, a como o vasto e inóspito Thar resplandece afinal de vida.
Forte de Saint Louis
Cidades

Fort-de-France, Martinica

Liberdade, Bipolaridade e Tropicalidade

Na capital da Martinica confirma-se uma fascinante extensão caribenha do território francês. Ali, as relações entre os colonos e os nativos descendentes de escravos ainda suscitam pequenas revoluções.
Comodidade até na Natureza
Comida

Tóquio, Japão

O Império das Máquinas de Bebidas

São mais de 5 milhões as caixas luminosas ultra-tecnológicas espalhadas pelo país e muitas mais latas e garrafas exuberantes de bebidas apelativas. Há muito que os japoneses deixaram de lhes resistir.

Tribal
Cultura

Albuquerque, E.U.A.

Soam os Tambores, Resistem os Índios

Com mais de 500 tribos presentes, o "Gathering of the Nations" celebra o que de sagrado subsiste das culturas nativo-americanas. Mas também revela os danos infligidos pela civilização colonizadora.

Sol nascente nos olhos
Desporto

Busselton, Austrália

2000 metros em Estilo Aussie

Em 1853, Busselton foi dotada de um dos pontões então mais longos do Mundo. Quando a estrutura decaiu, os moradores decidiram dar a volta ao problema. Desde 1996 que o fazem, todos os anos, a nadar.

Em Viagem
Circuito Annapurna: 5º- Ngawal-Braga, Nepal

Rumo a Braga. A Nepalesa.

Passamos nova manhã de meteorologia gloriosa à descoberta de Ngawal. Segue-se um curto trajecto na direcção de Manang, a principal povoação no caminho para o zénite do circuito Annapurna. Ficamo-nos por Braga (Braka). A aldeola não tardaria a provar-se uma das suas mais inolvidáveis escalas.
Étnico
Gizo, Ilhas Salomão

Gala dos Pequenos Cantores de Saeraghi

Em Gizo, ainda são bem visíveis os estragos provocados pelo tsunami que assolou as ilhas Salomão. No litoral de Saeraghi, a felicidade balnear das crianças contrasta com a sua herança de desolação.
Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Canal de Lazer
História

Amesterdão, Holanda

Numa Holanda Surreal (Sempre a Mudar de Canal)

Liberal no que a drogas e sexo diz respeito, Amesterdão acolhe uma multidão de forasteiros. Entre canais, bicicletas, coffee shops e montras de bordéis, procuramos, em vão, pelo seu lado mais pacato. 

Banco improvisado
Ilhas
Ibo, Moçambique

Ilha de um Moçambique Ido

Foi fortificada, em 1791, pelos portugueses que expulsaram os árabes das Quirimbas e se apoderaram das suas rotas comerciais. Tornou-se o 2º entreposto português da costa oriental de África e, mais tarde, a capital da província de Cabo Delgado, Moçambique. Com o fim do tráfico de escravos na viragem para o século XX e a passagem da capital para Porto Amélia, a ilha Ibo viu-se no fascinante remanso em que se encontra.
Esqui
Inverno Branco

Lapónia, Finlândia

Sob o Encanto Gélido do Árctico

Estamos a 66º Norte e às portas da Lapónia. Por estes lados, a paisagem branca é de todos e de ninguém como as árvores cobertas de neve, o frio atroz e a noite sem fim.

Baie d'Oro
Literatura

Île-des-Pins, Nova Caledónia

A Ilha que se Encostou ao Paraíso

Em 1964, Katsura Morimura deliciou o Japão com um romance-turquesa passado em Ouvéa. Mas a vizinha Île-des-Pins apoderou-se do título "A Ilha mais próxima do Paraíso" e extasia os seus visitantes.

Budismo majestoso
Natureza
Circuito Anapurna: 4º – Upper Pisang a Ngawal, Nepal

Do Pesadelo ao Deslumbre

Sem que estivéssemos avisados, confrontamo-nos com uma subida que nos leva ao desespero. Puxamos ao máximo pelas forças e alcançamos Ghyaru onde nos sentimos mais próximos que nunca das Anapurnas. O resto do caminho para Ngawal soube como uma espécie de extensão da recompensa.
Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Entusiasmo Vermelho
Parques Naturais

Lijiang e Yangshuo, China

Uma China Impressionante

Um dos mais conceituados realizadores asiáticos, Zhang Yimou dedicou-se às grandes produções ao ar livre e foi o co-autor das cerimónias mediáticas dos J.O. de Pequim. Mas Yimou também é responsável por “Impressions”, uma série de encenações não menos polémicas com palco em lugares emblemáticos. 

As Cores da Ilha Elefante
Património Mundial Unesco

Assuão, Egipto

Onde O Nilo Acolhe a África Negra

1200km para montante do seu delta, o Nilo deixa de ser navegável. A última das grandes cidades egípcias marca a fusão entre o território árabe e o núbio. Desde que nasce no lago Vitória, o rio dá vida a inúmeros povos africanos de tez escura.

Riso no elevador
Personagens

Osaka, Japão

Na Companhia de Mayu

A industria japonesa da noite é um negócio bilionário e multifacetado. Em Osaka, somos acolhidos por uma sua assalariada enigmática que opera algures entre a arte gueixa e a prostituição convencional.

Leme Manual
Praia

Ilhabela, Brasil

A Caminho de Bonete

Uma comunidade de caiçaras descendentes de piratas fundou uma povoação num recanto da Ilhabela. Apesar do acesso difícil, Bonete foi descoberta e considerada uma das 10 melhores praias do Brasil.

Religião
Cidade Velha, Cabo Verde

Cidade Velha: a anciã das Cidades Tropico-Coloniais

Foi a primeira povoação fundada por europeus abaixo do Trópico de Câncer. Em tempos determinante para expansão portuguesa para África e para a América do Sul e para o tráfico negreiro que a acompanhou, a Cidade Velha tornou-se uma herança pungente mas incontornável da génese cabo-verdiana.

À pendura
Sobre carris

São Francisco, E.U.A.

Uma Vida aos Altos e Baixos

Um acidente macabro com uma carroça inspirou a saga dos cable cars de São Francisco. Hoje, estas relíquias funcionam como uma operação de charme da cidade do nevoeiro mas também têm os seus riscos.

Cabana de Brando
Sociedade

Apia, Samoa Ocidental

A Anfitriã do Pacífico do Sul

Vendeu burgers aos GI’s na 2ª Guerra Mundial e abriu um hotel que recebeu Marlon Brando e Gary Cooper. Aggie Grey faleceu em 1988 mas o seu legado de acolhimento perdura no Pacífico do Sul.

Retorno na mesma moeda
Vida Quotidiana
Dawki, Índia

Dawki, Dawki, Bangladesh à Vista

Descemos das terras altas e montanhosas de Meghalaya para as planas a sul e abaixo. Ali, o caudal translúcido e verde do Dawki faz de fronteira entre a Índia e o Bangladesh. Sob um calor húmido que há muito não sentíamos, o rio também atrai centenas de indianos e bangladeshianos entregues a uma pitoresca evasão.
Manada de búfalos asiáticos numa zona lamaçenta do Maguri Beel, Assam
Vida Selvagem
Maguri Bill, Índia

Um Pantanal nos Confins do Nordeste Indiano

O Maguri Bill ocupa uma área anfíbia nas imediações assamesas do rio Bramaputra. É louvado como um habitat incrível sobretudo de aves. Quando o navegamos em modo de gôndola, deparamo-nos com muito (mas muito) mais vida que apenas a asada.
Pleno Dog Mushing
Voos Panorâmicos

Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.