Myanmar


Yangon, Myanmar

A Grande Capital Birmanesa (Delírios da Junta Militar à Parte)

Em 2005, o governo ditatorial do Myanmar inaugurou uma nova capital bizarra e quase deserta. A vida exótica e cosmopolita mantém-se intacta, em Yangon, a maior e mais fascinante cidade birmanesa.

Lago Inlé, Myanmar
Uma Agradável Paragem Forçada
No segundo dos furos que temos durante um passeio em redor do lago Inlé, esperamos que nos tragam a bicicleta com o pneu remendado. Na loja de estrada que nos acolhe e ajuda, o dia-a-dia não pára.

Lago Taungthaman, Myanmar

O Crepúsculo da Ponte da Vida

Com 1.2 km, a ponte de madeira mais antiga e mais longa do mundo permite aos birmaneses de Amarapura viver o lago Taungthaman. Mas 160 anos após a sua construção, U Bein carece de cuidados especiais.

Bagan, Myanmar

A Planície das Compensações Celestiais

A religiosidade birmanesa sempre assentou num compromisso de redenção. Em Bagan, os crentes endinheirados e receosos continuam a erguer pagodes na esperança de conquistarem a benevolência dos deuses.

Coração Budista do Myanmar

Yangon, Myanmar

A Grande Capital Birmanesa (Delírios da Junta Militar à Parte)

Em 2005, o governo ditatorial do Myanmar inaugurou uma nova capital bizarra e quase deserta. A vida exótica e cosmopolita mantém-se intacta, em Yangon, a maior e mais fascinante cidade birmanesa.

Lago Inlé, Myanmar

Uma Agradável Paragem Forçada

No segundo dos furos que temos durante um passeio em redor do lago Inlé, esperamos que nos tragam a bicicleta com o pneu remendado. Na loja de estrada que nos acolhe e ajuda, o dia-a-dia não pára.
Travessia ao ocaso

Lago Taungthaman, Myanmar

O Crepúsculo da Ponte da Vida

Com 1.2 km, a ponte de madeira mais antiga e mais longa do mundo permite aos birmaneses de Amarapura viver o lago Taungthaman. Mas 160 anos após a sua construção, U Bein carece de cuidados especiais.

Planície sagrada

Bagan, Myanmar

A Planície das Compensações Celestiais

A religiosidade birmanesa sempre assentou num compromisso de redenção. Em Bagan, os crentes endinheirados e receosos continuam a erguer pagodes na esperança de conquistarem a benevolência dos deuses.

Mapa


Dinheiro e Custos


A moeda do Myanmar é o Kyat (MMK). Que vale substancialmente mais no mercado negro do que ao câmbio oficial. Quase não existem caixas ATM no Myanmar e os pagamentos com cartões ainda são excepcionais. Leve consigo euros ou dólares em quantidade suficiente para o tempo que planeia passar no país e troque-os por kyats, de preferência, nas recepções dos hotéis pelo valor mais próximo ao câmbio indicado. Os roubos e assaltos são praticamente desconhecidos no Myanmar mas conte sempre as notas que recebeu ao balcão e em frente da pessoa que lhas entregou.

ALOJAMENTO

Diárias podem ir de 5€ nas guest houses mais humildes para mochileiros a 100€ ou mais nos hotéis e resorts de cadeias de luxo, também presentes no Myanmar. 

ALIMENTAÇÃO

Refeições tradicionais em restaurantes familiares ficam-se pelos 3€ a 7€ por pessoa dependendo dos pratos e acompanhamentos pedidos. Nos melhores resorts podem custar de 15€ a 60€.

INTERNET

O acesso pode considerar-se caro para a velocidade e restrições de acesso a diversos sites de que os internautas são vítimas. Em Fevereiro de 2013, muitos hotéis passaram a conseguir garantir Wi-fi gratuito e sem restrições. Já a maior parte dos internet cafés são mais baratos em Yangon (a partir de 0,10€ por hora) do que noutras zonas mais a norte (0,50€).  Continuam a debater-se com bloqueios a certos sites que, por vezes, conseguem contornar com recurso a proxies.

Como ir


VISTOS E OUTROS PROCEDIMENTOS

Deverá possuir passaporte válido para, no mínimo, mais seis meses. O pedido de visto deve ser feito para a embaixada do Myanmar em Londres. À data deste texto, era necessário enviar, por correio, o passaporte válido, 15 libras em dinheiro e um envelope já preenchido em que lhe era devolvido o passaporte já com o visto.

Embaixada do Myanmar em Londres

Morada:  19A, CHARLES St,   LONDON W1J 5DX, United kingdom   

email: [email protected]

CUIDADOS DE SAÚDE

As autoridades do Myanmar exigem certificado da vacina da febre amarela a todos os visitantes com mais que um ano de idade que provenham de um destino com risco de transmissão do país ou que tenham transitado durante mais de 12 horas em aeroportos desses países. 

Existe risco de contracção de malária em todo o Myanmar excepto Mandalay e Yangon. 

Para mais informações sobre saúde em viagem, consulte o Portal da Saúde do Ministério da Saúde e Clínica de Medicina Tropical e do Viajante. Em FitForTravel encontra conselhos de saúde e prevenção de doenças específicas de cada país (em língua inglesa).

VIAGEM PARA O MYANMAR

A Star Alliance voa de Lisboa para Yangon com a TAP (tel.: 707 205 700) e a Thai Airways, via Madrid ou Frankfurt e Banguecoque, a partir de 1.200€. 

A não perder


  • Yangon e Bago
  • Golden Rock
  • Bagan
  • Monte Popa
  • ​Lago Inlé
  • Viagem pelo Rio Ayeyarwaddy
  • Mandalay
  • Sagaing, Inwa, Amarapura e Ponte U Bein
  • Kalaw
  • ​Hsipaw
  • Praia em Ngapali e Chaungtha
  • Myitkyina
  • Bhamo

 

Explorar


VOOS INTERNOS

Os voos internos operados pelas companhias Air Bagan, Air Mandalay, Myanmar Airways e Yangon Airways são pouco dispendiosos e permitem chegar aos locais mais interessantes do país com relativa facilidade. Os táxis privados – principalmente se divididos com outros passageiros – e os autocarros são as alternativas mais em conta para colmatar a impossibilidade de se alugar um veículo para condução própria. São relativamente baratos, na ordem dos 50€ a 100€ nos principais trechos aéreos do país. 

ALUGUER DE VIATURA

Não é permitido o aluguer de viaturas para condução própria. Um carro alugado com motorista custa entre 15€ a 20€ por dia. Pode consegui-lo facilmente numa das agências ou até hotéis de Yangon e Mandalay.

AUTOCARRO

Os autocarros percorrem quase todo o país, grande parte só parte após reunir um certo número de passageiros. Custam uma média de 1,50€ a 3€ por cada 3 horas de viagem. Só algumas companhias garantem autocarros mais modernos e com ar condicionado para percursos longos.

COMBOIO

O comboio tem preços a condizer com os dos autocarros que – caso precise de chegar mais depressa – não compensam a excessiva lentidão das composições. De qualquer maneira, vale a pena viajar de comboio no Myanmar nem que seja pela genuinidade e excentricidade da experiência. A empresa estatal Myanmar Railways não tem site. Leia mais em Myanmar Railways

OUTROS

O aluguer de uma bicicleta (com cesto e cadeado) é muito comum em Bagan. Custa de 1€ a 3€. 

Quando ir


A melhor altura para visitar o Myanmar vai de Novembro a Fevereiro, durante a época seca, quando quase não chove na região e o céu está quase sempre limpo. A partir do meio de Março, o calor no Myanmar pode ser bastante intenso, com máximas a ultrapassar os 40ºC. De Junho a meio de Outubro é época de monções. Parte considerável do país fica semi-alagada.