Tóquio, Japão

Um Santuário Casamenteiro


1º Apuro Matrimonial

Noiva entra com enorme dificuldade no carro que a transportará e ao noivo para fora do templo Meiji.

Preciosa luz

Fotografo mede a luz na face de uma noiva.

Noivos e costureira

Costureira dá os derradeiros arranjos no vestido da noiva.

Foto de grupo

Noivos, família e convidados numa foto pomposa de grupo.

Noiva entre braços

Costureiras ajustam o quimono da noiva.

Cortejo Religioso

Procissão xintoísta durante um de vários casamentos tradicionais do dia.

Ostentação

Convidadas seguram malas e bolsas da moda.

Quimono & Everio

Convidada de quimono filma parte dum casamento com uma câmara de vídeo japonesa.

Pluritratamento

Noiva recebe os últimos retoques para a sessão fotográfica.

Na Sombra de Shinto

Noivos são conduzidos ao longo de um átrio vasto do Templo Meiji sob uma sombrinha shintoista.

Noiva em apuros

Noiva é metida na limousine com grande dificuldade.

O templo Meiji de Tóquio foi erguido para honrar os espíritos deificados de um dos casais mais influentes da história do Japão. Com o passar do tempo, especializou-se em celebrar uniões.

O parque Yoyogi surge como uma verdadeira floresta no centro da vastidão só aparentemente caótica de betão pré-fabricado e néon em que se tornou Tóquio. São mais de 700.000m2 preenchidos com 120.000 árvores de 365 espécies distintas doadas por japoneses de todas as partes aquando da construção do Menji Jingu, de 1915 a 1926.

O imperador homónimo tinha completado a mais produtiva reforma político-cultural de que havia registo, incluindo a passagem da corte de Quioto para Edo (a Tóquio de então). Após a morte do líder, o parlamento japonês (Dieta) aprovou a celebração da sua vida e obra, na forma de um santuário de cipreste e cobre no coração do jardim em que o Imperador e a Imperatriz Shöken costumavam passear.

Por essa altura, as vistas e as companhias pouco tinham que ver com as de hoje. Quem interrompe a viagem circular na linha Yamanote e sai pela primeira vez na estação de Harajuku, surpreende-se com o óbvio predomínio juvenil explicado pela confluência próxima dos bairros mais sofisticados e requintados da capital, Shibuya, Omotesando e o próprio Harajuku. Também percebe que os adeptos do cosplay bem como outros adolescentes à margem da sociedade rígida da capital, têm, naquele lugar, uma espécie de ponto de encontro privilegiado.

Logo ao lado, mas ao abrigo da vegetação, há um tori gigantesco. Deste portal xintoísta para diante, tem início uma avenida ampla de gravilha que liga a Tóquio maquinal da actualidade à urbe clássica que a precedeu até à grande destruição ditada pelo encerrar da 2a Guerra Mundial. Percorremo-la lado a lado com um destes clãs alternativos que destoam dos restantes transeuntes devido aos visuais excêntricos.

Chegamos ao que parecem as traseiras de uma ala do templo Meiji. Ali, ainda sobre gravilha, encontramos uma espécie de flanco fotográfico de um casamento tradicional.

Três costureiras acertam diferentes abas do vestido branco da noiva.  Em seguida, calçam-lhe os sapatos diminutos de estilo secular. Composta a secção baixa do traje, dedicam-se, então, ao toucado wataboshi que protege o topete da peruca que uma outra profissional retoca com mestria. Por vezes é usado o tsunokakushi, um modelo desenhado para esconder o topete e conter os sinais de egoísmo e egocentrismo da noiva. Simboliza, assim, a sua resolução em tornar-se numa esposa gentil e obediente. 

As fotografias dos noivos e dos seus familiares podem ser feitas antes ou depois da cerimónia. Em qualquer dos casos, são vistas como uma expressão do futuro do casal e a sessão que as produz é considerada a etapa central do casamento. De acordo, o convencional fotógrafo de casamentos a que estamos habituados, não faz, ali sentido. 

O processo dura muito mais que o cerimonial xintoísta que se segue.  É levado a cabo em série o que significa que os mesmos trabalhadores tratam de noivos atrás de noivos.

A equipa responsável pelas imagens é composta de vários elementos trajados com tanta ou mais elegância que os convidados. Tem ao seu dispor um equipamento – em grande parte de médio-formato – milionário que opera de forma quase científica.

Um dos responsáveis usa um fotómetro e a própria mão recém-liberta dos punhos brancos imaculados para obter a medição criteriosa da luz na face da noiva. Logo após, esta é sentada e recomposta numa cadeira ao lado do noivo. Então, membros do pequeno batalhão engravatado, seguram num reflector, levantam um flash que dispara por simpatia, ao mesmo tempo que a dispendiosíssima câmara principal. Dezenas de familiares e convidados aproveitam o esforço por detrás dos profissionais, com as suas pequenas câmaras e telefones. Como se não bastasse, há ainda um colega fotógrafo independente que se move e capta imagens à margem do enquadramento trabalhado até à exaustão, se necessário com recurso a pá e vassoura, para remover da recordação toda e qualquer mácula.

Tal como acontece entre os costureiros e maquilhadoras, o  perfeccionismo é imperioso. Que Deus proteja aqueles servidores do templo – as equipas são residentes – da desonra de falharem na tarefa de projectarem a vida de qualquer casal compatriota ou de desiludirem as famílias que investiram mundos e fundos na excelência da cerimónia.

No Japão, um casamento para 50 a 100 convidados pode custar de 20 a 80 mil euros, dos quais, no caso de incluírem cerimónia xintoísta, uma verba entre os 700 e os 1000 euros vão para o santuário anfitrião.

Em 2011, a média despendida por casamento foi de quase 26.500 euros (à cotação actual do iene), 411 por convidado. Por sua vez, o retorno médio total obtido dos convidados cifrou-se em 17.300 euros. É esperado apenas dinheiro e, alguns noivos determinam, inclusive, uma quantia fixa que ajude a cobrir os custos sempre elevados.

O aluguer do fato do noivo fica-se pelos 500 euros. Já o dos 5 quimonos e vestidos usados pela noiva pode facilmente ultrapassar os 8 mil euros.  

Assim que termina a sessão com os protagonistas, têm lugar as fotografias de grupo. Primeiro, com os familiares directos em redor dos noivos, estes ainda e sempre sobre um tapete cinzento espesso e redondo. Depois, dispostos em destaque, mas na companhia dos convidados mais íntimos, em cadeiras organizadas por vários níveis e de forma quase piramidal. Apesar de restrita, a comitiva é numerosa. Um assistente do fotografo usa uma miniatura de pandeireta para conseguir a atenção de todos. 

Só este grupo assiste à cerimónia religiosa. Por norma, dezenas de outros convidados comparecem apenas na festa que se segue.

Já no templo, os convidados dos noivos começam por ser conduzidos a salas distintas e instruídos sobre a sua participação. Depois aguardam a entrada do cortejo que um sacerdote xintoísta conduz através do pátio exterior, seguido por duas mikos (jovens religiosas) e pelos noivos que um outro auxiliar protege dos elementos com um chapéu de sol vermelho.

Após a entrada desta procissão, todos os presentes se inclinam de forma reverente face ao altar. O padre entoa um pequeno discurso e brande um haraigushi (um ramo de uma árvore sagrada com tiras de tecido ou papel atadas). Por fim, canta uma evocação a diversos deuses e declara os noivos casados.

Chega a fase espirituosa da cerimónia. Uma das mikos traz saqué aos nubentes e serve-o em pequenos copos. O noivo bebe primeiro em três golos, a noiva faz o mesmo. A bebida é ainda servida aos pais de ambos e partilhada entre todos. A última das consagrações surge sob o grito partilhado de Omedeto gozimasu (parabéns).

Então, o noivo lê os votos maritais, a miko lê a data do casamento e o nome dos noivos. Já como marido e mulher, estes levam a cabo uma oferta de tamagushi (pequenos ramos da tal árvore sagrada) aos espíritos da Natureza. Todos os presentes se curvam duas vezes, batem as palmas e voltam a curvar-se.

Cada vez mais casais trocam anéis. Até há algum tempo, só uma pequena percentagem de nipónicos o fazia. Até que, na década de 60, a poderosa diamantífera De Beers lançou uma ofensiva de marketing no país e seduziu as mulheres nipónicas com imagens televisivas e de imprensa que promoviam os diamantes como símbolo da sexualidade e da ostentação Ocidental.

A cerimónia a que assistimos termina e o mesmo cortejo que entrou no templo, faz o caminho inverso. Reparamos que todas as mulheres seguram as suas pequenas malinhas e bolsas condizentes com as vestes, invariavelmente, das mais conceituadas marcas ocidentais.

O cortejo encerra-se na extremidade do templo e o parque de estacionamento não está longe. Os convidados acedem aos seus carros, o noivo, para a limusine que aguarda os recém-casados. Mas a noiva não se consegue mexer debaixo de tanto tecido, muito menos assumir uma posição que não seja a vertical, ou entrar num carro.

O esposo, a partir de dentro, e uma familiar, do exterior, ajudam a sentá-la no seu lugar, um exercício que obriga inclusive à abertura do tejadilho. Conseguido o aflitivo encaixe, o motorista transporta o casal para a festa a ter lugar numa qualquer sala de hotel da cidade.

Na ala fotográfica do santuário, as equipas assignadas tratam de mais um casal. Um outro é conduzido à entrada do templo por novo séquito xintoísta.

Estamos num dia favorável do calendário nipónico supersticioso rokuyo. Os casórios do santuário Meiji parecem não ter fim.

Quioto, Japão

Um Japão Quase Perdido

Quioto esteve na lista de alvos das bombas atómicas dos E.U.A. e foi mais que um capricho do destino que a preservou. Salva por um Secretário de Guerra norte-americano apaixonado pela sua riqueza histórico-cultural e sumptuosidade oriental, a cidade foi substituída à última da hora por Nagasaki no sacrifício atroz do segundo cataclismo nuclear.

Old Jaffa, Israel

Onde Assenta a Cidade que Nunca Pára

Telavive é famosa pela noite mais intensa do Médio Oriente. Mas, se os seus jovens se divertem até à exaustão nas discotecas à beira Mediterrâneo, é cada vez mais na vizinha Old Jaffa que dão o nó.

Tóquio, Japão

O Imperador sem Império

Após a capitulação na 2ª Guerra Mundial, o Japão submeteu-se a uma constituição que encerrou um dos mais longos impérios da História. O imperador japonês é, hoje, o único monarca a reinar sem império.

Las Vegas, E.U.A.

Capital Mundial dos Casamentos vs Cidade do Pecado

A ganância do jogo, a luxúria da prostituição e a ostentação generalizada fazem parte de Las Vegas. Como as capelas que não têm olhos nem ouvidos e promovem matrimónios excêntricos, rápidos e baratos.

A pequena-grande Senglea
Arquitectura & Design

Senglea, Malta

A Cidade com Mais Malta

No virar do século XX, Senglea acolhia 8.000 habitantes em 0.2 km2, um recorde europeu, hoje, tem “apenas” 3.000 cristãos bairristas. É a mais diminuta, sobrelotada e genuína das urbes maltesas.

Aurora fria II
Aventura
Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras do Circuito Annapurna pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
Tribal
Cerimónias e Festividades

Albuquerque, E.U.A.

Soam os Tambores, Resistem os Índios

Com mais de 500 tribos presentes, o "Gathering of the Nations" celebra o que de sagrado subsiste das culturas nativo-americanas. Mas também revela os danos infligidos pela civilização colonizadora.

Cidades
Guilin, China

O Portal Para o Reino Chinês de Pedra

A imensidão de colinas de calcário afiadas em redor é de tal forma majestosa que as autoridades de Pequim a imprimem no verso das notas de 20 yuans. Quem a explora, passa quase sempre por Guilin. E mesmo se esta cidade da província de Guangxi destoa da natureza exuberante em redor, também lhe achámos os seus encantos.
Orgulho
Comida

Vale de Fergana, Usbequistão

A Nação a Que Não Falta o Pão

Poucos países empregam os cereais como o Usbequistão. Nesta república da Ásia Central, o pão tem um papel vital e social. Os Usbeques produzem-no e consomem-no com devoção e em abundância.

Cultura
Dali, China

Flash Mob à Moda Chinesa

A hora está marcada e o lugar é conhecido. Quando a música começa a tocar, uma multidão segue a coreografia de forma harmoniosa até que o tempo se esgota e todos regressam às suas vidas.
Recta Final
Desporto

Inari, Lapónia, Finlândia

A Corrida Mais Louca do Topo do Mundo

Há séculos que os lapões da Finlândia competem a reboque das suas renas. Na final Kings Cup, confrontam-se a grande velocidade, bem acima do Círculo Polar Ártico e muito abaixo de zero.

Bark Europa
Em Viagem

Canal Beagle, Argentina

No Rumo da Evolução

Em 1833, Charles Darwin navegou a bordo do "Beagle" pelos canais da Terra do Fogo. A sua passagem por estes confins meridionais moldou a teoria revolucionária que formulou da Terra e das suas espécies

Pesca no Paraíso
Étnico

Ouvéa, Nova Caledónia

Entre a Lealdade e a Liberdade

A Nova Caledónia sempre questionou a integração na longínqua França. Em Ouvéa, encontramos uma história de resistência mas também nativos que preferem a cidadania e os privilégios francófonos.

Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
T4 à moda do Namibe
História

Kolmanskop, Namíbia

Gerada pelos Diamantes do Namibe, Abandonada às suas Areias

Foi a descoberta de um campo diamantífero farto, em 1908, que originou a fundação e a opulência surreal de Kolmanskop. Menos de 50 anos depois, as pedras preciosas esgotaram-se. Os habitantes deixaram a povoação ao deserto.

Tambores e tatoos
Ilhas

Taiti, Polinésia Francesa

Taiti Para lá do Clichê

As vizinhas Bora Bora e Maupiti têm cenários superiores mas o Taiti é há muito conotado com paraíso e há mais vida na maior e mais populosa ilha da Polinésia Francesa, o seu milenar coração cultural.

Doca gelada
Inverno Branco

Ilha Hailuoto, Finlândia

Um Refúgio no Golfo de Bótnia

Durante o Inverno, Hailuoto está ligada à restante Finlândia pela maior estrada de gelo do país. A maior parte dos seus 986 habitantes estima, acima de tudo, o distanciamento que a ilha lhes concede.

Sombra vs Luz
Literatura

Quioto, Japão

O Templo que Renasceu das Cinzas

O Pavilhão Dourado foi várias vezes poupado à destruição ao longo da história, incluindo a das bombas largadas pelos EUA mas não resistiu à perturbação mental de Hayashi Yoken. Quando o admirámos, luzia como nunca.

Caribe profundo
Natureza

Islas del Maiz, Nicarágua

Puro Caribe

Cenários tropicais perfeitos e a vida genuína dos habitantes são os únicos luxos disponíveis nas também chamadas Corn Islands, um arquipélago perdido nos confins centro-americanos do Mar das Caraíbas.

Filhos da Mãe-Arménia
Outono
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Parques Naturais

Glaciares

Planeta Azul-Gelado

Formam-se nas grandes latitudes e/ou altitudes. No Alasca ou na Nova Zelândia, na Argentina ou no Chile, os rios de gelo são sempre visões impressionantes de uma Terra tão frígida quanto inóspita.

Em plena costa do Ouro
Património Mundial Unesco

Elmina, Gana 

O Primeiro Jackpot dos Descobrimentos Portugueses

No séc. XVI, Mina gerava à Coroa mais de 310 kg de ouro anuais. Este proveito suscitou a cobiça da Holanda e da Inglaterra que se sucederam no lugar dos portugueses e fomentaram o tráfico de escravos para as Américas. A povoação em redor ainda é conhecida por Elmina mas, hoje, o peixe é a sua mais evidente riqueza.

Riso no elevador
Personagens

Osaka, Japão

Na Companhia de Mayu

A industria japonesa da noite é um negócio bilionário e multifacetado. Em Osaka, somos acolhidos por uma sua assalariada enigmática que opera algures entre a arte gueixa e a prostituição convencional.

Pedaço de Maldivas
Praia

Maldivas

De Atol em Atol

Trazido de Fiji para navegar nas Maldivas, o Princess Yasawa adaptou-se bem aos novos mares. Por norma, bastam um ou dois dias de itinerário, para a genuinidade e o deleite da vida a bordo virem à tona.

A Crucificação em Helsínquia
Religião

Helsínquia, Finlândia

Uma Via Crucis Frígido-Erudita

Chegada a Semana Santa, Helsínquia exibe a sua crença. Apesar do frio de congelar, actores pouco vestidos protagonizam uma re-encenação sofisticada da Via Crucis por ruas repletas de espectadores.

A todo o vapor
Sobre carris

Ushuaia, Argentina

O Derradeiro Comboio Austral

Até 1947, o Tren del Fin del Mundo fez incontáveis viagens para que os condenados do presídio de Ushuaia cortassem lenha. Hoje, os passageiros são outros mas nenhuma outra composição passa mais a Sul

Sociedade
Militares

Defensores das Suas Pátrias

Detectamo-los por todo o lado, mesmo em tempos de paz. A maior parte dos que encontramos a postos, nas cidades, cumpre apenas missões rotineiras que requerem, acima de tudo, rigor e paciência.
Fim da Viagem
Vida Quotidiana

Talkeetna, Alasca

Vida à Moda do Alasca

Em tempos um mero entreposto mineiro, Talkeetna rejuvenesceu, em 1950, para servir os alpinistas do Monte McKinley. A povoação é, de longe, a mais alternativa e cativante entre Anchorage e Fairbanks.

Brincadeira ao ocaso
Vida Selvagem
PN Gorongosa, Moçambique

O Coração Selvagem de Moçambique dá Sinais de Vida

A Gorongosa abrigava um dos mais exuberantes ecossistemas de África mas, de 1980 a 1992, sucumbiu à Guerra Civil travada entre a FRELIMO e a RENAMO. Greg Carr, o inventor milionário do Voice Mail recebeu a mensagem do embaixador moçambicano na ONU a desafiá-lo a apoiar Moçambique. Para bem do país e da humanidade, Carr comprometeu-se a ressuscitar o parque nacional deslumbrante que o governo colonial português lá criara.
Pleno Dog Mushing
Voos Panorâmicos

Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.