Wycliffe Wells, Austrália

Os Ficheiros Pouco Secretos de Wycliffe Wells


Mural Espacial

Mural com motivos extraterrestres pintado na estação de serviço de Wycliffe Wells.

ET’s

Criaturas extraterrestres representadas à entrada da povoação.

Trópico Capricórnio

Marco do trópico de Capricórnio à beira da longa Stuart Highway, em pleno Território do Norte australiano.

Devil’s Marbles

O equilíbrio improvável dos Devil's Marbles, que alguns crentes na faceta exotérica de Wycliffe Wells acreditam serem obra extraterrestre.

Aborígene

Mulher aborígene nas redondezas de Wycliffe Wells.

Contacto

Viajante nipónica fotografa as figuras extraterrestres de Wycliffe Wells.

Estrada para lado nenhum

Estrada secundária que ramifica da Stuart Highway tingida de vermelho pela poeira sempre presente do Outback australiano.

Stuart Highway

Depósito de água em Tennant Creek, à beira da Stuart Highway.

Curiosidade por terráqueos

Figurinhas extraterrestres curiosas espreitam os terrestres em abastecimento.

Outback inundável

Aviso possibilidade de inundação súbita nas imediações dos Devils' Marbles.

Outback Servo

Estacão de serviço de um outro mundo junto ao famoso pub Daly Waters.

Há décadas que os moradores, peritos de ovnilogia e visitantes testemunham avistamentos em redor de Wycliff Wells. Aqui, Roswell nunca serviu de exemplo e cada novo fenómeno é comunicado ao mundo.

A altura da vegetação aumenta à medida que a latitude decresce. Ao mesmo tempo, as nuvens brancas que salpicam o céu azulão assumem formas particulares e anunciam a experiência mais esotérica da longa Stuart Highway. Situada a quatrocentos quil&oacu

te;metros para norte de Alice Springs, a povoação seguinte não passa de um ponto ínfimo perdido na vastidão do mapa australiano mas, fazendo fé em vários testemunhos, parece ter conquistado um lugar de destaque no Universo.

Luzes no firmamento, discos rotativos com cúpulas azuis e seres prateados deles teletransportados para a superfície, ali, vermelha da Terra, tudo parece ser comum em Wycliffe Wells.

Lew Farkas, gerente da estação de serviço e do parque de caravanas local durante vinte e cinco anos, não só decorou as suas instalações com estátuas e motivos de outros mundos como assegura “ … eu próprio já tive uma meia dúzia de avistamentos, só este ano”. E, para que não fiquem quaisquer dúvidas, remata: “o dono anterior avisou-me logo quando me passou isto … com ele, e com vários aborígenes de cá, é exactamente a mesma coisa”.

As posições mantêm-se extremadas. Os analistas mais incrédulos afiançam que tudo se deve, na verdade, ao alto consumo de álcool do Território do Norte e à necessidade que os locais têm de acrescentar emoções àquelas que são consideradas as vidas mais monótonas do país. Do lado oposto e sem complexos, os residentes rejubilam com as frequentes visitas de ovnilogistas conceituados, participam em convenções e descrevem experiências aos media especializados internacionais.

A Tom, o guia que conhecemos em Alice Springs faz confusão, acima de tudo, o tamanho do restaurante. “Eu começo a pensar que eles ali alimentam os extraterrestres às escondidas, é a única explicação que me ocorre.” “Para que raio têm uma sala de refeições tão grande e com tantas mesas e cadeiras se nunca lá estão mais de cinco ou seis pessoas ?…”

Dez quilómetros para diante, duas viajantes inglesas aparecem paradas à beira da estrada. Apesar de terem acabado de passar mais uma estação de serviço, o seu pequeno Twingo imobilizou-se por falta de combustível. Quando voltam, à boleia, a Wycliffe Wells, um amigo de Lew Farkas, não resiste a comentar: “Estão a ver!?” Aqui, nunca é preciso ir muito longe para ver extraterrestres.”

Os alegados avistamentos de OVNI’s são comuns na zona desde os dias já distantes da 2a Guerra Mundial quando Wycliffe Wells acolheu uma horta e mercado de vegetais que servia a longa Rota do Gado. Nessa altura, os empregados para ali recrutados mantiveram registos num livro sobre os objectos não identificados que encontravam. Esse livro foi mantido durante vários anos sobre o balcão principal do estabelecimento para que todos os clientes e visitantes pudessem examinar. E acabou por ser roubado o que não favoreceu a credibilidade das suas narrativas.

Contamo-nos entre os mais cépticos. Custa-nos acreditar que seres hiper-dotados de outros planetas viajassem até à Terra para investigarem as actividades dos humanos e escolhessem como amostra a vida insignificante em redor de uma pequena estação de serviço e café perdidos no meio do outback australiano. Parece-nos que mais facilmente os atraíssem as grandes cidades do mundo onde a civilização terráquea é mais exuberante e sintomática que em qualquer outra parte.

Mesmo assim, há que considerar o número de avistamentos anunciados a partir de Wycliffe Wells. Um número de tal forma impressionante que os seguidores da ovnilogia avaliaram a povoação como o quinto maior hotspot do mundo e ali se encontram com regularidade para estudar e debater o fenómeno.

Em Março de 2011, era suposto o parque de caravanas da povoação receber a primeira conferência anual sobre óvnis, um encontro programado para durar três dias de Março, que incluiria observação do céu a partir de Devils Marbles e, à boa maneira ozzy, seria encerrado com um churrasco.

Além de organizar o evento, o incontornável Lew Farkas preparou-se para dissertar sobre as suas experiências bem como as de outros residentes, dos campistas, visitantes e viajantes. Entre os ilustres convidados, contavam-se Rex Gilroy, um dos ovnilogistas mais influentes da Austrália e o fundador da criptozoologia daquele país,  Kevin Robb que afiança ter avistado centenas de óvnis e ter recebido informação sobre como vivemos num mundo multidimensional. E ainda Peter Khoury, autor de “DNA PCR Hair Sample”, e testemunha de duas experiências de abdução por óvnis: uma primeira em 1988 que diz ter-lhe deixado uma marca na cabeça no lugar em que os extraterrestres lhe inseriram uma agulha e uma outra na perna direita de onde lhe retiraram uma amostra. Peter Khoury garante ter presenciado, em 1992, a uma outra abdução que envolveu duas mulheres extraterrestres, segundo as suas palavras, uma loura e outra asiática. Este foi o primeiro acontecimento deste tipo em que foram conseguidas evidências biológicas.

Todos os contactos e planos estavam feitos mas fenómenos mais próprios do nosso planeta em geral do que daquela região interior do Território do Norte, ditaram o cancelamento do evento. Uma enorme depressão tropical invadiu Wycliffe Wells sem misericórdia e inundou a área de tal maneira que a água no parque das caravanas passava a altura dos joelhos.

Lew Farkas não teve outro remédio senão devolver os 130 dólares australianos pagos pelo público para assistir aos 3 dias (50 AUD para um só dia) e esperar que as águas baixassem para pensar em recuperar a ansiada conferência.

Até à sua realização, pouco mais resta aos residentes de Wycliffe Wells que conformarem-se com a normalidade alienígena do lugar o que já não é nada pouco. Peças artesanais de papel e online que promovem a povoação começam por afirmar que a localidade é conhecida pela actividade regular dos óvnis. Mas, logo em seguida, o tom do marketing torna-se mais determinado. Garante-se que os avistamentos são tão comuns, que se um visitante ficar acordado toda a noite será considerado azarado se não tiver visto nada, em vez de sortudo por ter presenciado algum fenómeno.

Vínhamos de uma longa viagem que começara em Alice Springs e só terminaria quase 1500 km depois, em Darwin. Extenuados pelo calor atroz do outback e pela monotonia da condução, nunca chegámos a ficar despertos para lá das onze da noite e, como tal, não nos revemos em nenhum dos adjectivos. Mas nada nos garante que não fomos raptados por extraterrestres, levados para um qualquer planeta distante e trazidos de volta antes do nascer do dia.

Samarcanda, Usbequistão

O Sultão Astrónomo

Neto de um dos grandes conquistadores da Ásia Central, Ulugh Beg preferiu as ciências. Em 1428, construiu um observatório espacial em Samarcanda. Os seus estudos dos astros levaram-lhe o nome a uma cratera da Lua. 

Hobart, Austrália

A Porta dos Fundos da Austrália

Hobart, a capital de estado mais a sul da grande ilha foi colonizada por milhares de degredados de Inglaterra. Sem surpresa, a sua população preserva uma forte admiração pelos modos de vida marginais.

Alice Springs a Darwin, Austrália

A Caminho do Top End

Do Red Centre ao Top End tropical, a Stuart Hwy percorre mais de 1.500km solitários através da Austrália. Nesse trajecto, a grande ilha muda radicalmente de visual mas mantém-se fiel à sua alma rude.

Norte de Queensland, Austrália

Uma Austrália Demasiado Selvagem

Os ciclones e as inundações são só a expressão meteorológica da rudeza tropical de Queensland. Quando não é o tempo, é a fauna mortal da região que mantém os seus habitantes sob alerta.

Red Centre, Austrália

No Coração Partido da Austrália

O Red Centre abriga alguns dos monumentos naturais incontornáveis da Grande Ilha. Impressiona-nos pela grandiosidade dos cenários mas também a incompatibilidade renovada das suas duas civilizações.

Cairns-Kuranda, Austrália

Comboio para o Meio da Selva

Construído a partir de Cairns para salvar da fome mineiros isolados na floresta tropical por inundações, com o tempo, o Kuranda Railway tornou-se no ganha-pão de centenas de aussies alternativos.

Seydisfjordur
Arquitectura & Design

Seydisfjordur, Islândia

Da Arte da Pesca à Pesca da Arte

Quando a frota pesqueira de Seydisfjordur foi comprada por armadores de Reiquejavique, a povoação teve que se adaptar. Hoje captura discípulos de Dieter Roth e outras almas boémias e criativas.

Doca gelada
Aventura

Ilha Hailuoto, Finlândia

Um Refúgio no Golfo de Bótnia

Durante o Inverno, Hailuoto está ligada à restante Finlândia pela maior estrada de gelo do país. A maior parte dos seus 986 habitantes estima, acima de tudo, o distanciamento que a ilha lhes concede.

Coragem
Cerimónias e Festividades

Pentecostes, Vanuatu

Bungee Jumping para Homens a Sério

Em 1995, o povo de Pentecostes ameaçou processar as empresas de desportos radicais por lhes terem roubado o ritual Naghol. Em termos de audácia, a imitação elástica fica muito aquém do original.

Modelos de rua
Cidades

Tóquio, Japão

À Moda de Tóquio

No ultra-populoso e hiper-codificado Japão, há sempre espaço para mais sofisticação e criatividade. Sejam nacionais ou importados, é na capital que começam por desfilar os novos visuais nipónicos.

Comida
Margilan, Usbequistão

Um Ganha-Pão do Usbequistão

Numa de muitas padarias de Margilan, desgastado pelo calor intenso do forno tandyr, o padeiro Maruf'Jon trabalha meio-cozido como os distintos pães tradicionais vendidos por todo o Usbequistão
Cultura
Sósias, actores e figurantes

Estrelas do Faz de Conta

Protagonizam eventos ou são empresários de rua. Encarnam personagens incontornáveis, representam classes sociais ou épocas. Mesmo a milhas de Hollywood, sem eles, o Mundo seria mais aborrecido.
Bola de volta
Desporto

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Recanto histórico
Em Viagem

Tasmânia, Austrália

À Descoberta de Tassie

Há muito a vítima predilecta das anedotas australianas, a Tasmânia nunca perdeu o orgulho no jeito mais rude que aussie de ser e mantém-se envolta em mistério no seu recanto meridional dos antípodas.

Tempo de surf
Étnico

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Luminosidade caprichosa no Grand Canyon
Fotografia
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Ilhas

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Nem Além, Nem Aquém da Lendária Taprobana

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De visita
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Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

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Natureza

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Nem Todos os Rios Chegam ao Mar

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Aposentos dourados
Outono

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Outono no Cáucaso

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Budismo majestoso
Parques Naturais
Circuito Anapurna: 4º – Upper Pisang a Ngawal, Nepal

Do Pesadelo ao Deslumbre

Sem que estivéssemos avisados, confrontamo-nos com uma subida que nos leva ao desespero. Puxamos ao máximo pelas forças e alcançamos Ghyaru onde nos sentimos mais próximos que nunca das Anapurnas. O resto do caminho para Ngawal soube como uma espécie de extensão da recompensa.
Sombras Quentes
Património Mundial Unesco

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América do Norte Abismal

O rio Colorado e tributários começaram a fluir no planalto homónimo há 17 milhões de anos e expuseram metade do passado geológico da Terra. Também esculpiram uma das suas mais deslumbrantes entranhas.

Acima de tudo e de todos
Personagens
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O Último Estertor do Surreal Mugabué

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Perigo de praia
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Na eminência do litoral de Moçambique, a província de KwaZulu-Natal abriga uma inesperada África do Sul. Praias desertas repletas de dunas, vastos pântanos estuarinos e colinas cobertas de nevoeiro preenchem esta terra selvagem também banhada pelo oceano Índico. Partilham-na os súbditos da sempre orgulhosa nação zulu e uma das faunas mais prolíficas e diversificadas do continente africano.

Cortejo Ortodoxo
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Eutímio foi um asceta russo do século XIV que se entregou a Deus de corpo e alma. A sua fé inspirou a religiosidade de Suzdal. Os crentes da cidade veneram-no como ao santo em que se tornou.
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Uma Variante da Corrida ao Ouro do Klondike

A última grande febre do ouro norte-americana passou há muito. Hoje em dia, centenas de cruzeiros despejam, todos os Verões, milhares de visitantes endinheirados nas ruas repletas de lojas de Skagway.

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Maia, mestiça e hispânica, zapatista e turística, campestre e cosmopolita, San Cristobal não tem mãos a medir. Nela, visitantes mochileiros e activistas políticos mexicanos e expatriados partilham uma mesma demanda ideológica.

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O Coração Selvagem de Moçambique dá Sinais de Vida

A Gorongosa abrigava um dos mais exuberantes ecossistemas de África mas, de 1980 a 1992, sucumbiu à Guerra Civil travada entre a FRELIMO e a RENAMO. Greg Carr, o inventor milionário do Voice Mail recebeu a mensagem do embaixador moçambicano na ONU a desafiá-lo a apoiar Moçambique. Para bem do país e da humanidade, Carr comprometeu-se a ressuscitar o parque nacional deslumbrante que o governo colonial português lá criara.
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Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto a exploramos por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.