Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival


Pleno Dog Mushing

Greg Stoddard conduz um trenó puxado por cães.

Cães ansiosos

Cães líderes desejosos de começar a sua corrida.

Recanto

Trabalhadores mantêm protectores auriculares à mão para os fornecerem aos visitantes prestes a embarcarem nos helicópteros que servem o campo.

Camping de Godwin

Vista aérea do acampamento no glaciar de Godwin.

Recompensa merecida

Greg Stoddard afaga e recompensa um dos seus cães preferidos.

Linhas no gelo

Dois trenós puxados por cães percorrem trilhos sobre o glaciar de Godwin.

Em circuito

Equipa de cães puxa um trenó por um trilho no campo de gelo de Godwin.

Cães Eleitos

Greg Stoddard e Rhonda Pemberton escolhem os cães para a próxima equipa de puxadores.

Na expectativa

Huskies, malamutes e centenas de outros cães acompanham os movimentos dos tratadores.

Travessia arriscada

Sinal alerta os visitantes para a passagem eminente de trenós de dog mushing.

Tempo morto

Cães aguardam com inesperada paciência a sua vez de arrancar.

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.

A julgar apenas pelo som, podíamos ser levados a pensar que Juneau estava em guerra. Hidroaviões descolam uns atrás dos outros deslizando ao longo do Canal de Gastineau. E dezenas de helicópteros sobrevoam-no e às redondezas em missões relâmpago. Na origem, os causadores desta agitação são os gigantescos cruzeiros que atracam todos os dias nas docas da cidade, deixando-a à sombra, à medida que o Sol vai descendo por detrás.

Desembarcam de cada um dos navios verdadeiros exércitos de visitantes que se entregam às primeiras lojas de recordações que encontram. Mas, como quase todas as povoações do estado, Juneau é ínfima. Apanha desprevenido o típico yankee do Lower 48, habituado aos espaços sem fim e às metrópoles imponentes. Inspirados pela mais pura ignorância, aqueles ofendem vezes sem conta os locais, perguntando-lhes, em plena baixa da capital alasquense, “onde fica afinal Juneau?” ou o caminho para lá chegar. Quando elucidados, fartam-se do seu urbanismo minimal num par de horas e procuram compensar a desilusão com conquistas inesquecíveis na última fronteira dos E.U.A. São eles os clientes preferidos das empresas de voos panorâmicos. Turistas com a mania das grandezas e carteiras a condizer ou mera disposição para gastar.

Num dia solarengo, os seus escritórios e hangares não têm descanso. Fazem-se reservas e mais reservas, pesagens atrás de pesagens e dão-se briefings após briefings desde as primeiras horas da manhã até ao pôr-do-sol tardio. Os pilotos dos helicópteros, esses, repetem as mesmas rotas, locuções e piadas até à exaustão, satisfeitos pelo enriquecimento acelerado mas, ainda assim, ansiosos pelo fim da temporada. Não tanto como os seus sacrificados parceiros da montanha.

Até há algum tempo, os voos panorâmicos limitavam-se a desvendar os melhores cenários do Alasca. Mas a criatividade do marketing norte-americano não conhece limites. A partir do meio da década de oitenta, as empresas de voos panorâmicos banalizaram as aterragens em glaciares e nos campos de gelo que os alimentam. E, pouco depois, associaram-se aos principais criadores de cães e mushers do Grande Norte e enriqueceram as suas aventuras com baptismos “a despachar” de Dog Mushing, nesses mesmos lugares extremos.

Com o passar dos anos, este tornou-se num dos pacotes que mais lucros gera ou não custasse cada tour de hora e meia para cima de 500 dólares. Mas se a vida dos investidores no negócio se limita à gestão e recolha dos lucros, alguns dos participantes mais abaixo na hierarquia, sofrem a bom sofrer para garantir os seus dividendos.

Descolamos dos arredores de Juneau, para uma segunda experiência da “modalidade”. À medida que o helicóptero sobe, deixamos a planície aluvial da península de Mendenhall e ascendemos às alturas da Thunder Mountain. Contra o vento, o piloto vence uma derradeira vertente e desvenda-nos o lago Mendenhall e um vale amplo pintado de azul pelo glaciar homónimo. Prosseguimos, então, ao longo dos 19 km do rio de gelo até à vastidão branca elevada onde nasce. Aí, vislumbramos um enorme arraial branco semi-camuflado sobre a neve, em que ladram centenas de cães excitados pela aparição súbita da aeronave.

Somos recebidos por Ted Williams, o responsável pelo campo que nos conduz aos seus malamutes e huskies preferidos enquanto fala sobre a vida romântica mas árdua da equipa. Ted descreve os longos períodos de retiro na montanha. Ele e os restantes membros costumam descer a Juneau apenas uma vez por semana. E, entre esses dias, suportam um pouco de tudo, animados apenas pelo dinheiro que fazem e pelo convívio com os colegas e com os cães que vão treinando e tratando. As visitas dos clientes – que surgem frequentemente de calças de ganga e t-shirt – são tão constantes como efémeras e, quando as tempestades se instalam, os helicópteros deixam de aparecer e o isolamento pode durar semanas.

A maior parte destes mushers são apaixonados pela modalidade e competem com os seus melhores cães nas principais provas, incluindo as mundialmente famosas Iditarod Trail e Yukon Quest. 

Alguns dias antes de chegarmos a Juneau, conhecemos Greg Stoddard sobre o campo de gelo de Godwin, situado na proximidade de Seward, nas terras altas da Península Kenai. Apesar dos latires e uivos ensurdecedores, Greg explica-nos o funcionamento do acampamento mas depressa atalha caminho para esclarecimentos e estórias do verdadeiro mushing e, confessa, sem cerimónias, que a associação às empresas de voos panorâmicos e os meses passados na montanha lhes permitem dedicar-se, depois, a tempo inteiro aos treinos e à competição evitando antigos constrangimentos financeiros, os mesmos que muitos dos colegas mushers continuam a sofrer.

Decorridos alguns minutos, volta a interromper a conversa para atender a nova leva de turistas que acaba de sair do helicóptero. Leva a cabo mais um curto périplo pelo acampamento, agrupa uma equipa de cães ansiosos e, transmitidas aos passageiros as instruções básicas de condução dos trenós, um colega faz a equipa canina deslizar sobre um trilho fechado já bem escavado na neve, incentivada por dois líderes Siberian Huskies conflituosos.

Aproveitando uma curta pausa do passeio, uma “passageira” cinquentona de vestido esvoaçante às flores e chapéu de palha pede para mudar do trenó para o posto de musher e, em três tempos, confunde totalmente os cães com os seus comandos incoerentes. Até ao fim do percurso a dignidade do mushing pouco melhora.

Nenhum dos povos esquimós do Grande Norte Árctico alguma vez pensou que a sua forma de locomoção milenar pudesse ser tão infamemente profanada mas, enquanto os cruzeiros atracarem no Alasca e os turistas do sul desembarcarem dispostos a gastar, este estranho Dog Mushing de Verão terá que continuar.

Key West, E.U.A.

O Faroeste Tropical dos E.U.A.

Chegamos ao fim da Overseas Highway e ao derradeiro reduto das propagadas Florida Keys. Os Estados Unidos continentais entregam-se, aqui, a uma deslumbrante vastidão marinha esmeralda-turquesa. E a um devaneio meridional alentado por uma espécie de feitiço caribenho.
Ketchikan, Alasca

Aqui Começa o Alasca

A realidade passa despercebida a boa parte do mundo, mas existem dois Alascas. Em termos urbanos, o estado é inaugurado no sul do seu oculto cabo de frigideira, uma faixa de terra separada dos restantes E.U.A. pelo litoral oeste do Canadá. Ketchikan, é a mais meridional das cidades alasquenses, a sua Capital da Chuva e a Capital Mundial do Salmão.

Anchorage a Homer, E.U.A.

Viagem ao Fim da Estrada Alasquense

Se Anchorage se tornou a grande cidade do 49º estado dos E.U.A., Homer, a 350km, é a sua mais famosa estrada sem saída. Os veteranos destas paragens consideram esta estranha língua de terra solo sagrado. Também veneram o facto de, dali, não poderem continuar para lado nenhum. 

Denali, Alasca

O Tecto Sagrado da América do Norte

Os indígenas Athabascan chamaram-no Denali, ou o Grande e reverenciam a sua altivez. Esta montanha deslumbrante suscitou a cobiça dos montanhistas e uma longa sucessão de ascensões recordistas.

Lagoa de Jok​ülsárlón, Islândia

O Canto e o Gelo

Criada pela água do oceano Árctico e pelo degelo do maior glaciar da Europa, Jokülsárlón forma um domínio frígido e imponente. Os islandeses reverenciam-na e prestam-lhe surpreendentes homenagens.

Glaciares

Planeta Azul-Gelado

Formam-se nas grandes latitudes e/ou altitudes. No Alasca ou na Nova Zelândia, na Argentina ou no Chile, os rios de gelo são sempre visões impressionantes de uma Terra tão frígida quanto inóspita.

Sitka, Alasca

Memórias de Uma América que Já foi Russa

134 anos após o início da colonização, o czar Alexandre II teve que vender parte do actual 49º estado dos EUA. Em Sitka, encontramos heranças desses colonos e dos nativos que os combateram.

Juneau, Alasca

Na Capital Diminuta do Grande Norte

De Junho a Agosto, Juneau desaparece por detrás dos navios de cruzeiro que atracam na sua doca-marginal. Ainda assim, é nesta cidade ínfima que se decidem os destinos do 49º estado norte-americano.

Talkeetna, Alasca

Vida à Moda do Alasca

Em tempos um mero entreposto mineiro, Talkeetna rejuvenesceu, em 1950, para servir os alpinistas do Monte McKinley. A povoação é, de longe, a mais alternativa e cativante entre Anchorage e Fairbanks.

Prince William Sound, Alasca

Alasca Colossal

Encaixado contra as montanhas Chugach, Prince William Sound abriga alguns dos cenários descomunais do 49º estado. Nem sismos poderosos nem uma maré negra devastadora afectaram o seu esplendor natural.

Husavik a Myvatn, Islândia

Neve sem Fim na Ilha do Fogo

O nome mítico desencoraja a maior parte dos viajantes de explorações invernais. Mas quem chega fora do curto aconchego estival, é recompensado com a visão dos cenários vulcânicos sob um manto branco.

Katmai, Alasca

Nos Passos do Grizzly Man

Timothy Treadwell conviveu Verões a fio com os ursos de Katmai. Em viagem pelo Alasca, seguimos alguns dos seus trilhos mas, ao contrário do protector tresloucado da espécie, nunca fomos longe demais.

Herança colonial
Arquitectura & Design

Lençois da Bahia, Brasil

Nem os Diamantes São Eternos

No século XIX, Lençóis tornou-se na maior fornecedora mundial de diamantes. Mas o comércio das gemas não durou o que se esperava. Hoje, a arquitectura colonial que herdou é o seu bem mais precioso.

Fogo-de-artifício branco
Aventura

Seward, Alasca

O 4 de Julho Mais Longo

A independência dos E.U.A. é festejada, em Seward, de forma modesta. Para compensar, na cidade que honra o homem que prendou a nação com o seu maior estado, a data e a celebração parecem não ter fim.

Cerimónias e Festividades
Apia, Samoa Ocidental

Fia Fia: Folclore Polinésio de Alta Rotação

Da Nova Zelândia à Ilha da Páscoa e daqui ao Havai, contam-se muitas variações de danças polinésias. As noites samoanas de Fia Fia, em particular, são animadas por um dos estilos mais acelerados.
Memória cruel
Cidades

Hiroxima, Japão

Uma Cidade Rendida à Paz

Em 6-8-1945, Hiroxima sucumbiu à explosão da primeira bomba atómica usada em guerra. Volvidos 70 anos, a cidade luta pela memória da tragédia e para que as armas nucleares sejam erradicadas até 2020.

Vendedores de Tsukiji
Comida

Tóquio, Japão

No Reino do Sashimi

Num ano apenas, cada japonês come mais que o seu peso em peixe e marisco. Uma parte considerável é processada e vendida por 65 mil habitantes de Tóquio no maior mercado piscícola do mundo.

Cultura
Cemitérios

A Última Morada

Dos sepulcros grandiosos de Novodevichy, em Moscovo, às ossadas maias encaixotadas de Pomuch, na província mexicana de Campeche, cada povo ostenta a sua forma de vida. Até na morte.
Recta Final
Desporto

Inari, Lapónia, Finlândia

A Corrida Mais Louca do Topo do Mundo

Há séculos que os lapões da Finlândia competem a reboque das suas renas. Na final Kings Cup, confrontam-se a grande velocidade, bem acima do Círculo Polar Ártico e muito abaixo de zero.

Las Cuevas
Em Viagem

Mendoza, Argentina

De Um Lado ao Outro dos Andes

Saída da Mendoza cidade, a ruta N7 perde-se em vinhedos, eleva-se ao sopé do Monte Aconcágua e cruza os Andes até ao Chile. Poucos trechos transfronteiriços revelam a imponência desta ascensão forçada

Punta Cahuita
Étnico

Cahuita, Costa Rica

Costa Rica de Rastas

Em viagem pela América Central, exploramos um litoral costariquenho tão afro quanto caribenho. Em Cahuita, a Pura Vida inspira-se numa fé excêntrica em Jah e numa devoção alucinante pela cannabis.

Luminosidade caprichosa no Grand Canyon
Fotografia
Luz Natural (Parte 1)

E Fez-se Luz na Terra. Saiba usá-la.

O tema da luz na fotografia é inesgotável. Neste artigo, transmitimos-lhe algumas noções basilares sobre o seu comportamento, para começar, apenas e só face à geolocalização, a altura do dia e do ano.
Enseada escondida
História

Busuanga, Filipinas

Uma Armada Pouco Secreta

Na 2a Guerra Mundial, uma frota nipónica falhou em ocultar-se ao largo de Busuanga e foi afundada pelos aviões norte-americanos. Hoje, os seus destroços subaquáticos atraem milhares de mergulhadores.

Antes da chuva
Ilhas

Camiguin, Filipinas

Uma Ilha de Fogo Rendida à Água

Com mais de vinte cones acima dos 100 metros, a abrupta e luxuriante, Camiguin tem a maior concentração de vulcões que qualquer outra das 7641 ilhas filipinas ou do planeta. Mas, nos últimos tempos, nem o facto de um destes vulcões estar activo tem perturbado a paz da sua vida rural, piscatória e, para gáudio dos forasteiros, fortemente balnear.

Frígida pequenez
Inverno Branco
Kemi, Finlândia

Não é Nenhum “Barco do Amor”. Quebra Gelo desde 1961

Construído para manter vias navegáveis sob o Inverno árctico mais extremo, o “Sampo” cumpriu a sua missão entre a Finlândia e a Suécia durante 30 anos. Em 1988, reformou-se e dedicou-se a viagens mais curtas que permitem aos passageiros flutuar num canal recém-aberto do Golfo de Bótnia, dentro de fatos que, mais que especiais, parecem espaciais.
Litoral de Upolu
Literatura

Upolu, Samoa Ocidental

A Ilha do Tesouro de Stevenson

Aos 30 anos, o escritor escocês começou a procurar um lugar que o salvasse do seu corpo amaldiçoado.Em Upolu e nos samoanos, encontrou um refúgio acolhedor a que entregou a sua vida de alma e coração

Budismo majestoso
Natureza
Circuito Anapurna: 4º – Upper Pisang a Ngawal, Nepal

Do Pesadelo ao Deslumbre

Sem que estivéssemos avisados, confrontamo-nos com uma subida que nos leva ao desespero. Puxamos ao máximo pelas forças e alcançamos Ghyaru onde nos sentimos mais próximos que nunca das Anapurnas. O resto do caminho para Ngawal soube como uma espécie de extensão da recompensa.
Filhos da Mãe-Arménia
Outono
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Abastecimento
Parques Naturais

PN Serengeti, Tanzânia

A Grande Migração da Savana Sem Fim

Nestas pradarias que o povo Masai diz siringet (correrem para sempre), milhões de gnus e outros herbívoros perseguem as chuvas. Para os predadores, a sua chegada e a da monção são uma mesma salvação.

Um matrimónio espacial
Património Mundial Unesco

Samarcanda, Usbequistão

O Sultão Astrónomo

Neto de um dos grandes conquistadores da Ásia Central, Ulugh Beg preferiu as ciências. Em 1428, construiu um observatório espacial em Samarcanda. Os seus estudos dos astros levaram-lhe o nome a uma cratera da Lua. 

Riso no elevador
Personagens

Osaka, Japão

Na Companhia de Mayu

A industria japonesa da noite é um negócio bilionário e multifacetado. Em Osaka, somos acolhidos por uma sua assalariada enigmática que opera algures entre a arte gueixa e a prostituição convencional.

Insólito Balnear
Praia

Sul do Belize

A Estranha Vida ao Sol do Caribe Negro

A caminho da Guatemala, constatamos como a existência proscrita do povo garifuna, descendente de escravos africanos e de índios arawaks, contrasta com a de vários redutos balneares bem mais airosos.

Céu Divinal
Religião

Monte Sinai, Egipto

Força nas Pernas e Fé em Deus

Moisés recebeu os Dez Mandamentos no cume do Monte Sinai e revelou-os ao povo israelita. Hoje, centenas de peregrinos vencem, todas as noites, os 4000 degraus daquela dolorosa mas mística ascensão.

Colosso Ferroviário
Sobre carris

Cairns-Kuranda, Austrália

Comboio para o Meio da Selva

Construído a partir de Cairns para salvar da fome mineiros isolados na floresta tropical por inundações, com o tempo, o Kuranda Railway tornou-se no ganha-pão de centenas de aussies alternativos.

Sociedade
Margilan, Usbequistão

Um Ganha-Pão do Usbequistão

Numa de muitas padarias de Margilan, desgastado pelo calor intenso do forno tandyr, o padeiro Maruf'Jon trabalha meio-cozido como os distintos pães tradicionais vendidos por todo o Usbequistão
O projeccionista
Vida Quotidiana

Sainte-Luce, Martinica

Um Projeccionista Saudoso

De 1954 a 1983, Gérard Pierre projectou muitos dos filmes famosos que chegavam à Martinica. 30 anos após o fecho da sala em que trabalhava, ainda custava a este nativo nostálgico mudar de bobine.

Vai-e-vem fluvial
Vida Selvagem

Iriomote, Japão

Uma Pequena Amazónia Japonesa

Florestas tropicais e manguezais impenetráveis preenchem Iriomote sob um clima de panela de pressão. Aqui, os visitantes estrangeiros são tão raros como o yamaneko, um lince endémico esquivo.

Vale de Kalalau
Voos Panorâmicos

Napali Coast, Havai

As Rugas Deslumbrantes do Havai

Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto a exploramos por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.