Nara, Japão

Budismo Hiperbólico


Budas

Visitantes admiram a enorme estátua do buda Buda Vairocana, com 15 metros de altura e 500 toneladas.

Grande Salão de Buda

O maior edifício antigo de madeira do mundo, Daibutsuden, no centro do templo Todai-ji.

Hesitação

Visitante detém-se sob um portal de acesso ao templo.

Ritual de Fumo

Casal coloca um pau de incenso à entrada do Grande Salão de Buda.

Multidão de Nara

Visitantes percorrem a alameda que conduz ao templo Todai-ji.

Curandeiro Divino

Fiéis afagam partes do corpo de Binzuru Sonja, deus japonês da cura e da boa visão.

Condução Amplificada

Guia munido de um megafone conduz um grupo de visitantes asiático.

Guardião Budista

Estátua de um guardião nio, um dos protectores do buda Daibutsu.

Passagem Apertada

Aluna de colégio japonês atravessa o buraco num pilar do Grande Salão, um ritual incontornável do templo Todai-ji.

Curiosidade e indiferença

Homem japonês inspecciona a estátua de um guardião nio, ao lado de um veado letárgico.

Todai-ji Outonal

O Grande Salão Daibutsuden do lado de lá do lago do templo Todai-ji.

Nara deixou, há muito, de ser capital e o seu templo Todai-ji foi despromovido. Mas o Grande Salão mantém-se o maior edifício antigo de madeira do Mundo. E alberga o maior buda vairocana de bronze.

Dessi, uma anfitriã javanesa que se procurava adaptar à alma tradicionalista e fechada de Nara tinha-nos falado maravilhas do santuário Todai-ji, O Grande Templo do Leste. Apesar de sensacionalista, a sua descrição só nos aumentou a curiosidade e fez-nos apressar a descoberta do monumento.

Percorremos todo o vasto Nara Park. Passados os vários portais de acesso ao recinto, deparamo-nos com o enorme templo principal Daibutsuden (Grande Salão de Buda) que não desilude. Elegante e imponente, sobressaem nele as típicas linhas arquitecturais budistas, culminadas por um telhado duplo que se projecta lateralmente do corpo base como uma espécie de capelo asiático. No centro do grande salão, protegida por dois guardiões nio ameaçadores, destaca-se a estátua colossal e também recordista (15 metros de altura, 500 toneladas) de bronze do Buda Vairocana – no Japão, Daibutsu – a saudar os visitantes e crentes que, após se purificarem à entrada com o fumo do incenso admiram, agora, a sua magnificência.

A imensidão de madeira do edifício renova-se em espaços distintos. Em cada um deles, o budismo reclama distintas provas de fé. Uma delas revela-se um verdadeiro desafio contorcionista.

Forma-se uma fila em frente a um dos pilares que sustentam o Daibutsuden. Famílias inteiras e excursões escolares de jovens japoneses fotografam-se a passar para lá e para cá, através de um buraco apertado na sua base que se crê ter a mesma largura que as narinas de Daibutsu.

É suposto esta passagem conceder a libertação espiritual de quem a consegue, mas, quando chega a vez de alguns pretendentes do norte da Europa e da América do Norte, o desafio torna-se sério. Em vez de libertados, alguns têm que ser socorridos de um aflitivo sufoco.

Fazendo fé na mitologia budista, eventuais mazelas resultantes do aperto podem sempre ser resolvidas por Binzuru Sonja, deus japonês da cura e da boa visão. À saída do Daibutsuden, vemos vários fiéis idosos em simultâneo a tocar e a esfregam as mãos em diferentes partes da estátua desta divindade por forma a tentarem ultrapassar problemas de saúde que têm em zonas equivalentes dos corpos. Com a mobilidade que a longevidade nipónica lhes concede, os pacientes apressam-se a seguir os seus guias, sempre bem identificados por bandeiras coloridas.

Malgrado a secular inimizade sino-nipónica, cada vez mais destas comitivas turísticas são também chinesas e os seus participantes deliciam-se com a exuberante cultura japonesa. Alguns deles, só descobrem in loco que foi a sua nação han que a inspirou.

Com menos de 400.000 habitantes, Nara revela-se, hoje, uma cidade insignificante para os padrões japoneses. Mas, de 710 a 784 d.C.., foi promovida a capital revolucionária. Por essa altura, a sociedade japonesa era predominantemente rural, assente em aldeias primitivas e constituída por comunidades que adoravam os kamis (espíritos) das forças naturais e dos seus antepassados. 

Mas a influência política e cultural da poderosa China fazia-se sentir como nunca. E, quando os imperadores ditaram a construção de Heijo-Kyo (antecessora de Nara), segundo a grelha e o modelo confucionista de Chang’an (a Xi’an actual), uma cidade de palácios, sedas, riqueza e opulência generalizada alteraram para sempre a paisagem local, até então formada por florestas e campos agrícolas.

Da China chegaram também a escrita (que os japoneses continuam a usar enquanto alfabeto kanji) e várias correntes artísticas. O desenvolvimento cultural mais importante protagonizado por Nara foi, no entanto, o florescimento do Budismo, consolidado pela instalação de grandes mosteiros e das respectivas escolas de pensamento que se tinham distinguido o outro lado do Mar do Japão, durante a dinastia Tang. 

A prática da nova religião começou por se cingir à capital mas, sob a regência do Príncipe Shotoku, influenciou em definitivo o governo nipónico que se deixou fascinar em especial pelo Sutra da Luz Dourada, segundo o qual Buda era definido não só como um ser humano histórico mas como a Lei e a Verdade do Universo.

A adopção pelos governantes e pela aristocracia palaciana, em geral, concedeu ao budismo uma vitalidade inédita e os seus ensinamentos – adaptados à realidade e cruzados com a mitologia milenar xintoísta – depressa contagiaram as ilhas japonesas.

Nos dias que correm, o budismo continua a reger a sua espiritualidade e a cultura, em sintonia com os preceitos bem mais antigos do xintoísmo. Em Nara, como um pouco por todo o país, esta dicotomia exibe-se nas mais variadas formas, das requintadas e sublimes às mais caricatas.

Uma multidão longitudinal percorre a avenida secular que conduz ao exterior do santuário Todai-ji e ao coração do vasto Nara Park. O seu fluxo é perturbado apenas pela presença de esquadrões dos famosos veados da cidade (cervus nippon) que se mantêm de faro apurado e perscrutam os transeuntes para mendigarem ou lhes roubarem as iguarias que transportam, em especial, os biscoitos shika sembei, à venda em bancas distribuídas pelos jardins e concentradas à porta dos monumentos. De início divertidos com as más experiências alheias, não tardamos a ver-nos também aflitos e a termos que correr para nos livrarmos das suas perseguições implacáveis.

De acordo com a mitologia xintoísta registada no santuário Kazuga de Nara, o deus Takemikazuchi teria chegado montado num veado branco para proteger a recém-construída capital. Quando a lenda se popularizou, os animais passaram a ser considerados mensageiros sagrados dos deuses. Vários séculos depois, ainda vagueiam pelas ruas e parques, agora protegidos pela legislação da cidade.

Desesperados para nos livrarmos do assédio dos cervídeos, subimos ao ponto mais elevado da povoação, o monte Kaigahira-yama (822m). Dali, desvendamos um panorama impressionante sobre a cidade em geral e alguns dos edifícios imponentes que dela se projectam.

Também observamos como o inevitável desenvolvimento urbanístico tinha invadido o vale contíguo, se estendia em redor do centro histórico e a partir do eixo urbanístico que é a Sanjo-dori, a mais importante das suas avenidas comerciais. Essa era, todavia, a Nara contemporânea. Reservámo-la para os dias de Kansai que se seguiam.

Bingling Si, China

O Desfiladeiro dos Mil Budas

Durante mais de um milénio e, pelo menos sete dinastias, devotos chineses exaltaram a sua crença religiosa com o legado de esculturas num estreito remoto do rio Amarelo. Quem desembarca no Desfiladeiro dos Mil Budas, pode não achar todas as esculturas mas encontra um santuário budista deslumbrante.
Guwahati, India

A Cidade que Venera o Desejo e a Fertilidade

Guwahati é a maior cidade do estado de Assam e do Nordeste indiano. Também é uma das que mais se desenvolve do mundo. Para os hindus e crentes devotos do Tantra, não será coincidência lá ser venerada Kamakhya, a deusa-mãe da criação.

Quioto, Japão

O Templo que Renasceu das Cinzas

O Pavilhão Dourado foi várias vezes poupado à destruição ao longo da história, incluindo a das bombas largadas pelos EUA mas não resistiu à perturbação mental de Hayashi Yoken. Quando o admirámos, luzia como nunca.

Miyajima, Japão

Xintoísmo e Budismo ao Sabor das Marés

Quem visita a ilha de Itsukushima admira um dos três cenários mais reverenciados do Japão. Ali, a religiosidade nipónica confunde-se com a Natureza e renova-se com o fluir do Mar interior de Seto.

Lhasa, Tibete

Quando o Budismo se Cansa da Meditação

Nem só com silêncio e retiro espiritual se procura o Nirvana. No Mosteiro de Sera, os jovens monges aperfeiçoam o seu saber budista com acesos confrontos dialécticos e bateres de palmas crepitantes.

Takayama, Japão

Entre o Passado Nipónico e a Modernidade Japonesa

Em três das suas ruas, Takayama retém uma arquitectura tradicional de madeira e concentra velhas lojas e produtoras de saquê. Em redor, aproxima-se dos 100.000 habitantes e rende-se à modernidade.

Quioto, Japão

Um Japão Quase Perdido

Quioto esteve na lista de alvos das bombas atómicas dos E.U.A. e foi mais que um capricho do destino que a preservou. Salva por um Secretário de Guerra norte-americano apaixonado pela sua riqueza histórico-cultural e sumptuosidade oriental, a cidade foi substituída à última da hora por Nagasaki no sacrifício atroz do segundo cataclismo nuclear.

Magome-Tsumago, Japão

O Caminho Sobrelotado Para o Japão Medieval

Em 1603, o shogun Tokugawa ditou a renovação de um sistema de estradas já milenar. Hoje, o trecho mais famoso da via que unia Edo a Quioto é frequentemente invadido por uma turba ansiosa por evasão.

Lhasa, Tibete

O Mosteiro da Sagrada Discussão

Em poucos lugares do mundo se usa um dialecto com tanta veemência como no mosteiro de Sera. Ali, centenas de monges travam, em tibetano, debates intensos e estridentes sobre os ensinamentos de Buda.

Bagan, Myanmar

A Planície das Compensações Celestiais

A religiosidade birmanesa sempre assentou num compromisso de redenção. Em Bagan, os crentes endinheirados e receosos continuam a erguer pagodes na esperança de conquistarem a benevolência dos deuses.

Quioto, Japão

Uma Fé Combustível

Durante a celebração xintoísta de Ohitaki são reunidas no templo de Fushimi preces inscritas em tabuínhas pelos fiéis nipónicos. Ali, enquanto é consumida por enormes fogueiras, a sua crença renova-se

Monte Koya, Japão

A Meio Caminho do Nirvana

Segundo algumas doutrinas do budismo, são necessárias várias vidas para atingir a iluminação. O ramo shingon defende que se consegue numa só. A partir de Koya San, pode ser ainda mais fácil.

Sirocco
Arquitectura & Design

Helsínquia, Finlândia

O Design que Veio do Frio

Com parte do território acima do Círculo Polar Árctico, os finlandeses respondem ao clima com soluções eficientes e uma obsessão pela estética e pelo modernismo inspirada pela vizinha Escandinávia.

Lenha
Aventura

PN Oulanka, Finlândia

Um Lobo Pouco Solitário

Jukka “Era-Susi” Nordman criou uma das maiores matilhas de dog sledding do mundo. Tornou-se numa das personagens mais emblemáticas do país mas continua fiel ao seu cognome: Wilderness Wolf

Auto-flagelação
Cerimónias e Festividades

Gasan, Filipinas

A Paixão Filipina de Cristo

Nenhuma nação em redor é católica mas muitos filipinos não se deixam intimidar. Na Semana Santa, entregam-se à crença herdada dos colonos espanhóis.A auto-flagelação torna-se uma prova sangrenta de fé

Celebração Nahuatl
Cidades

Cidade do México, México

Alma Mexicana

Com mais de 20 milhões de habitantes numa vasta área metropolitana, esta megalópole marca, a partir do seu cerne de zócalo, o pulsar espiritual de uma nação desde sempre vulnerável e dramática.

Comida
Margilan, Usbequistão

Um Ganha-Pão do Usbequistão

Numa de muitas padarias de Margilan, desgastado pelo calor intenso do forno tandyr, o padeiro Maruf'Jon trabalha meio-cozido como os distintos pães tradicionais vendidos por todo o Usbequistão
Seydisfjordur
Cultura

Seydisfjordur, Islândia

Da Arte da Pesca à Pesca da Arte

Quando a frota pesqueira de Seydisfjordur foi comprada por armadores de Reiquejavique, a povoação teve que se adaptar. Hoje captura discípulos de Dieter Roth e outras almas boémias e criativas.

Recta Final
Desporto

Inari, Lapónia, Finlândia

A Corrida Mais Louca do Topo do Mundo

Há séculos que os lapões da Finlândia competem a reboque das suas renas. Na final Kings Cup, confrontam-se a grande velocidade, bem acima do Círculo Polar Ártico e muito abaixo de zero.

Em Viagem
Lago Inlé, Myanmar

Uma Agradável Paragem Forçada

No segundo dos furos que temos durante um passeio em redor do lago Inlé, esperamos que nos tragam a bicicleta com o pneu remendado. Na loja de estrada que nos acolhe e ajuda, o dia-a-dia não pára.
MAL(E)divas
Étnico
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As Maldivas a Sério

Contemplada do ar, Malé, a capital das Maldivas, pouco mais parece que uma amostra de ilha atafulhada. Quem a visita, não encontra coqueiros deitados, praias de sonho, SPAs ou piscinas infinitas. Deslumbra-se com o dia-a-dia maldivano  genuíno que as brochuras turísticas omitem.
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Fotografia
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História

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A principal ilha do arquipélago Juan Fernández foi abrigo de piratas e tesouros. A sua história fez-se de aventuras como a de Alexander Selkirk, o marinheiro abandonado que inspirou o romance de Dafoe

Esqui
Inverno Branco

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Sob o Encanto Gélido do Árctico

Estamos a 66º Norte e às portas da Lapónia. Por estes lados, a paisagem branca é de todos e de ninguém como as árvores cobertas de neve, o frio atroz e a noite sem fim.

Suspeitos
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Na Pista de “Crime e Castigo”

Em São Peterburgo, não resistimos a investigar a inspiração para as personagens vis do romance mais famoso de Fiódor Dostoiévski: as suas próprias lástimas e as misérias de certos concidadãos.

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Natureza
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No Cimo Raiano-Serrano de Portugal

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Filhos da Mãe-Arménia
Outono
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Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
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Parques Naturais

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Há muito a vítima predilecta das anedotas australianas, a Tasmânia nunca perdeu o orgulho no jeito mais rude que aussie de ser e mantém-se envolta em mistério no seu recanto meridional dos antípodas.

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A Praia de Todas as Vaidades

Poucos litorais concentram, ao mesmo tempo, tanto calor e exibições de fama, de riqueza e de glória. Situada no extremo sudeste dos E.U.A., Miami Beach tem acesso por seis pontes que a ligam ao resto da Flórida. É manifestamente parco para o número de almas que a desejam.

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Na Companhia de Mayu

A industria japonesa da noite é um negócio bilionário e multifacetado. Em Osaka, somos acolhidos por uma sua assalariada enigmática que opera algures entre a arte gueixa e a prostituição convencional.

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Costa Rica de Rastas

Em viagem pela América Central, exploramos um litoral costariquenho tão afro quanto caribenho. Em Cahuita, a Pura Vida inspira-se numa fé excêntrica em Jah e numa devoção alucinante pela cannabis.

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Religião

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O dia anunciado passou mas o Apocalipse teimou em não chegar. Na Mesoamérica, os maias da actualidade observaram e aturaram, incrédulos, toda a histeria em redor do seu calendário.

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Os Hipno-Passageiros de Tóquio

O Japão é servido por milhões de executivos massacrados com ritmos de trabalho infernais e escassas férias. Cada minuto de tréguas a caminho do emprego ou de casa lhes serve para passarem pelas brasas

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26/1 é uma data controversa na Austrália. Enquanto os colonos britânicos o celebram com churrascos e muita cerveja, os aborígenes celebram o facto de não terem sido completamente dizimados.

Fim da Viagem
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Vida à Moda do Alasca

Em tempos um mero entreposto mineiro, Talkeetna rejuvenesceu, em 1950, para servir os alpinistas do Monte McKinley. A povoação é, de longe, a mais alternativa e cativante entre Anchorage e Fairbanks.

Trio das alturas
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Situado no limiar ocidental do vale do Rift, o parque nacional lago Manyara é um dos mais diminutos mas encantadores e ricos em vida selvagem da Tanzânia. Em 1933, entre caça e discussões literárias, Ernest Hemingway dedicou-lhe um mês da sua vida atribulada. Narrou esses dias aventureiros de safari em “As Verdes Colinas de África”.

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No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.