Pentecostes, Vanuatu

Bungee Jumping para Homens a Sério


Coragem

Adolescente prepara-se para o seu salto de iniciação à idade adulta, incitado pelos cânticos de outros elementos da aldeia.

Derradeiro Apelo

Saltador eleva os braços ao céu, segundos antes de se lançar do topo da torre do Naghol.

Apreensão juvenil

Crianças observam a coreografia levada a cabo pelos adultos na base da torre de saltos de Pentecostes.

Mergulho destemido

Jovem de uma aldeia de Pentecostes a meio do seu salto para o solo.

Coreografia

Nativos levam a cabo danças repetitivas para encorajar o próximo saltador.

Super-Poderes

Saltador de Naghol com os olhos vermelhos devido ao consumo de drogas naturais que facilitam o salto Naghol.

Verificações estruturais

Homem de Pentecostes examina a solidez da torre de saltos.

Esticadores naturais

Jovens testam a resistência de lianas que suportam a torre de saltos.

Pudor tribal

Mulher da aldeia de Lonorore cobre os seios algo envergonhada entre os valores tribais e os ocidentais.

Sobre os coqueiros

Um dos saltadores no topo da torre de saltos de Lanorore.

Sobremesa Tropical

Crianças dirigem-se para o lugar da cerimónia de Pentecostes pela praia e a comerem enormes toranjas.

Em 1995, o povo de Pentecostes ameaçou processar as empresas de desportos radicais por lhes terem roubado o ritual Naghol. Em termos de audácia, a imitação elástica fica muito aquém do original.

A aproximação do Harbin Y-12 à pista desvenda o monte Vulmat coberto de selva densa encharcada por dois dias de chuva intensa. E uma beira-mar exígua feita de areia negra e calhaus que a vegetação invade, quase alcançando a água azul do oceano Pacífico.

Quando o avião se imobiliza, uma pequena multidão de ni-vanuatu (os habitantes de Vanuatu) curiosos deixa a sombra das árvores e aproxima-se para saudar os novos visitantes. Somos convidados a registar-nos com os anciãos de Lonorore e, cumprida a formalidade, ficamos livres para explorar o litoral exótico que esconde a povoação.

Aos poucos, vão chegando grupos de nativos por um trilho apertado ou ao longo do areal e, também eles se aglomeram em redor dos barracões que servem o aeroporto.

Falta apenas uma hora para o início do ritual mas o recinto continua interdito, e é frequentado apenas pelos jovens saltadores e pelos homens que tratam dos derradeiros preparativos.

Estamos no fim de Maio e a época do Naghol ainda vai a meio. Em tempos, o evento tinha lugar uma vez por ano mas à medida que mais viajantes descobriam Pentecostes, a cerimónia revelou-se uma fonte de lucro incontornável para as aldeias que a praticavam e repete-se, agora, oito vezes, de Abril a Junho. Já a sua origem, se verdadeira, não podia ser mais única.

Conta-se na ilha que uma nativa se queixava da persistência dos avanços sexuais do seu marido, Tamalie. Sem o conseguir sensibilizar, fartou-se e fugiu para a floresta. Tamalie perseguiu-a obrigando-a a trepar a uma figueira-da-índia.  Encurralada, ao ver o marido subir, a mulher atou lianas aos tornozelos e lançou-se, ficando a balouçar junto ao solo, incólume, antes de se soltar.

Sentindo-se desafiado mas sem reparar nas lianas, Tamalie saltou atrás dela e perdeu a vida.

Daí em diante, os homens de Pentecostes decidiram praticar o salto com lianas para que não mais fossem enganados pelas parceiras e a prática tornou-se kastom (tradição).

À margem da lenda, o Naghol é levado a cabo como ritual de passagem dos rapazes das aldeias. Os nativos acreditam que, quando realizado com sucesso, contribui para boas colheitas de mandioca e para afastar os males próprios da época das chuvas, incluindo a malária que prevalece no arquipélago de Vanuatu, como noutras partes luxuriantes da Melanésia.

Quando é finalmente dada a permissão para avançarem, os forasteiros depressa se esquecem dos mosquitos que os incomodam e preocupam. Juntam-se ao grupo de espectadores locais e avançam pela floresta, seguindo um anfitrião apressado. A determinada altura, o trilho estreito entra numa clareira ampla de que se destacam uma encosta lamacenta e, no seu topo, uma enorme torre de troncos.

Enquanto a assistência se distribui pelo sopé e lados da encosta, vários homens amolecem o solo na projecção da base da torre. Outros, revêem e retocam a sua estrutura caótica.

Ao mesmo tempo, um grupo de apoiantes tribais – crianças à frente, seguidas de mulheres e, depois pelos homens – dançam, cantam e assobiam repetidamente para  incentivar os saltadores.

Estes, são mantidos nas imediações da torre durante dois dias, sem contacto com raparigas para garantir a requerida abstinência sexual. É também habitual que se untem de óleo de coco e que usem presas de javali como amuletos, além das nambas, cápsulas vegetais com que envolvem o pénis. Como pudemos notar mais tarde, alguns inspiram-se com recurso a substâncias naturais (leia-se drogas) e, quanto mais longo é o salto para que se preparam, maior é a inspiração.

O ritual começa com mergulhos a partir das plataformas inferiores da torre e vai evoluindo para o topo, consoante a idade dos participantes. As lianas são escolhidas pelos anciãos das aldeias. Têm que ser cortadas pouco antes da cerimónia, de acordo com o peso de cada saltador e a altura de que vai saltar mas, apesar da precisão exigida, os responsáveis continuam a dispensar qualquer instrumento moderno. Feita a selecção, desfiam-se as pontas das lianas que são presas aos tornozelos dos participantes. Se forem mal atadas ou demasiado longas, o saltador infeliz despenha-se no solo mas, caso fiquem curtas, pode colidir com a base da torre, de onde se projectam vários troncos.

Para não comprometer a elasticidade das lianas, o Naghol foi sempre realizado na época seca. Mas, em 1974, a administração colonial quis impressionar a soberana Rainha Isabel II – que visitava as então chamadas Novas Hébridas – e, contra a vontade dos indígenas, forçou uma cerimónia durante as chuvas. Foi uma vez sem exemplo. As lianas usadas por um dos saltadores quebraram-se e  causaram a única tragédia directamente provocada pelos mergulhos do Naghol.

De regresso à clareira, os saltadores intermédios cumpriram já o seu papel e a cerimónia decorre sem acidentes. O grupo de “apoiantes” volta a dançar e a cantar, desta vez, com intensidade redobrada. E um último adolescente trepa até ao topo da torre onde se posiciona sobre uma plataforma ínfima. Já no auge, junta-se aos cânticos por um minuto e acena olhando para o céu. Sem mais contemplações, impulsiona-se para diante, cobrindo a cabeça e o pescoço com os braços, sobrevoando, por momentos, a selva de Pentecostes antes de mergulhar em direcção ao solo.

As lianas quebram violentamente a queda, como a torre que se dobra ligeiramente e suaviza o esticão. E, como é esperado, as mãos do saltador tocam ligeiramente na terra mas, além de alguma dor nas pernas, depois de examinado por outros aldeãos, prova-se que está em condições de celebrar. 

Terminada a cerimónia, a assistência recebe autorização para se aproximar da torre e, em três tempos, envolve e glorifica o novo adulto. Mas a reacção é contida. Os seus olhos vermelhos explicam uma certa “ausência” que vai compensando com sorrisos sem fim.

A compensação monetária exigida pela ilha às empresas de bungee-jumping do mundo por estas terem copiado o Naghol ainda não foi paga. Mas, se um destes dias Pentecostes ganhar este caso, todos os seus nativos terão razões extra para sorrir.

Lijiang, China

Uma Cidade Cinzenta mas Pouco

Visto ao longe, o seu casario vasto é lúgubre mas as calçadas e canais seculares de Lijiang revelam-se mais folclóricos que nunca. Em tempos, esta cidade resplandeceu como a capital grandiosa do povo Naxi. Hoje, tomam-na de assalto enchentes de visitantes chineses que disputam o quase parque temático em que se tornou.

Wala, Vanuatu

Cruzeiro à Vista, a Feira Assenta Arraiais

Em grande parte de Vanuatu, os dias de “bons selvagens” da população ficaram para trás. Em tempos incompreendido e negligenciado, o dinheiro ganhou valor. E quando os grandes navios com turistas chegam ao largo de Malekuka, os nativos concentram-se em Wala e em facturar.

Efate, Vanuatu

A Ilha que Sobreviveu a "Survivor"

Grande parte de Vanuatu vive num abençoado estado pós-selvagem. Talvez por isso, reality shows em que competem aspirantes a Robinson Crusoes instalaram-se uns atrás dos outros na sua ilha mais acessível e notória. Já algo atordoada pelo fenómeno do turismo convencional, Efate também teve que lhes resistir.

Pentecostes, Vanuatu

Naghol: O Bungee Jumping sem Modernices

Em Pentecostes, no fim da adolescência, os jovens lançam-se de uma torre apenas com lianas atadas aos tornozelos. Cordas elásticas e arneses são pieguices impróprias de uma iniciação à idade adulta.

Honiara e Gizo, Ilhas Salomão

O Templo Profanado das Ilhas Salomão

Um navegador espanhol baptizou-as, ansioso por riquezas como as do rei bíblico. Assoladas pela 2a Guerra Mundial, por conflitos e catástrofes naturais, as Ilhas Salomão estão longe da prosperidade.

Competições

Uma Espécie Sempre à Prova

Está-nos nos genes. Seja pelo prazer de participar, por títulos, honra ou dinheiro, os confrontos dão sentido à vida. Surgem sob a forma de modalidades sem conta, umas mais excêntricas que outras.

Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.

Tanna, Vanuatu

Daqui se Fez Vanuatu ao Ocidente

O programa de TV “Meet the Natives” levou representantes tribais de Tanna a conhecer a Grã-Bretanha e os E.U.A. De visita à sua ilha, percebemos porque nada os entusiasmou mais que o regresso a casa.

Espiritu Santo, Vanuatu

Divina Melanésia

Pedro Fernandes de Queirós pensava ter descoberto o grande continente do sul. A colónia que propôs nunca se chegou a concretizar. Hoje, Espiritu Santo, a maior ilha de Vanuatu, é uma espécie de Éden.

Malekula, Vanuatu

Canibalismo de Carne e Osso

Até ao início do século XX, os comedores de homens ainda se banqueteavam no arquipélago de Vanuatu. Na aldeia de Botko descobrimos porque os colonizadores europeus tanto receavam a ilha de Malekula

Cocquete
Arquitectura & Design

Napier, Nova Zelândia

De Volta aos Anos 30

Devastada por um sismo, Napier foi reconstruida num Art Deco quase térreo e vive a fazer de conta que parou nos thirties. Os seus visitantes rendem-se à atmosfera Great Gatsby que a cidade encena.

Aventura
De Barco

Desafios Para Quem Só Enjoa de Navegar na Net

Embarque de corpo e alma nestas viagens e deixe-se levar pela adrenalina ou pela imponência de cenários tão dispares como o arquipélago filipino de Bacuit e o mar gelado do Golfo finlandês de Bótnia.
Natal de todas as cores
Cerimónias e Festividades
Shillong, India

Selfiestão de Natal num Baluarte Cristão da Índia

Chega Dezembro. Com uma população em larga medida cristã, o estado de Meghalaya sincroniza a sua Natividade com a do Ocidente e destoa do sobrelotado subcontinente hindu e muçulmano. Shillong, a capital, resplandece de fé, felicidade, jingle bells e iluminações garridas. Para deslumbre dos veraneantes indianos de outras partes e credos.
Arranha-céus maltês
Cidades
Valletta, Malta

As Capitais Não se Medem aos Palmos

Por altura da sua fundação, a Ordem dos Cavaleiros Hospitalários apodou-a de "a mais humilde". Com o passar dos séculos, o título deixou de lhe servir. Em 2018, Valletta foi a Capital Europeia da Cultura mais exígua de sempre e uma das mais recheadas de história e deslumbrantes de que há memória.
Orgulho
Comida

Vale de Fergana, Usbequistão

A Nação a Que Não Falta o Pão

Poucos países empregam os cereais como o Usbequistão. Nesta república da Ásia Central, o pão tem um papel vital e social. Os Usbeques produzem-no e consomem-no com devoção e em abundância.

Intersecção
Cultura

Hungduan, Filipinas

Filipinas em Estilo “Country”

Os GI's partiram com o fim da 2a Guerra Mundial mas a música do interior dos EUA que ouviam ainda anima a Cordillera de Luzon. É de tricycle e ao seu ritmo que visitamos os terraços de arroz Hungduan.

Bola de volta
Desporto

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Eternal Spring Shrine
Em Viagem

Garganta de Taroko, Taiwan

Nas Profundezas de Taiwan

Em 1956, taiwaneses cépticos duvidavam que os 20km iniciais da Central Cross-Island Hwy fossem possíveis. O desfiladeiro de mármore que a desafiou é, hoje, o cenário natural mais notável da Formosa.

Frescura da manhã
Étnico
Nzulezu, Gana

Uma Aldeia à Tona do Gana

Partimos da estância balnear de Busua, para o extremo ocidente da costa atlântica do Gana. Em Beyin, desviamos para norte, rumo ao lago Amansuri. Lá encontramos Nzulezu, uma das mais antigas e genuínas povoações lacustres da África Ocidental.
Luminosidade caprichosa no Grand Canyon
Fotografia
Luz Natural (Parte 1)

E Fez-se Luz na Terra. Saiba usá-la.

O tema da luz na fotografia é inesgotável. Neste artigo, transmitimos-lhe algumas noções basilares sobre o seu comportamento, para começar, apenas e só face à geolocalização, a altura do dia e do ano.
Paz de "cenote"
História

Iucatão, México

O Fim do Fim do Mundo

O dia anunciado passou mas o Apocalipse teimou em não chegar. Na Mesoamérica, os maias da actualidade observaram e aturaram, incrédulos, toda a histeria em redor do seu calendário.

Doca gelada
Ilhas

Ilha Hailuoto, Finlândia

Um Refúgio no Golfo de Bótnia

Durante o Inverno, Hailuoto está ligada à restante Finlândia pela maior estrada de gelo do país. A maior parte dos seus 986 habitantes estima, acima de tudo, o distanciamento que a ilha lhes concede.

Praia Islandesa
Inverno Branco

Islândia

O Aconchego Geotérmico da Ilha do Gelo

A maior parte dos visitantes valoriza os cenários vulcânicos da Islândia pela sua beleza. Os islandeses também deles retiram calor e energia cruciais para a vida que levam às portas do Árctico.

Trio das alturas
Literatura

PN Manyara, Tanzânia

Na África Favorita de Hemingway

Situado no limiar ocidental do vale do Rift, o parque nacional lago Manyara é um dos mais diminutos mas encantadores e ricos em vida selvagem da Tanzânia. Em 1933, entre caça e discussões literárias, Ernest Hemingway dedicou-lhe um mês da sua vida atribulada. Narrou esses dias aventureiros de safari em “As Verdes Colinas de África”.

Caçada com Bolhas
Natureza

Juneau, Alasca

Na Capital Diminuta do Grande Norte

De Junho a Agosto, Juneau desaparece por detrás dos navios de cruzeiro que atracam na sua doca-marginal. Ainda assim, é nesta cidade ínfima que se decidem os destinos do 49º estado norte-americano.

Filhos da Mãe-Arménia
Outono
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Parques Naturais
Vulcões

Montanhas de Fogo

Rupturas mais ou menos proeminentes da crosta terrestre, os vulcões podem revelar-se tão exuberantes quanto caprichosos. Algumas das suas erupções são gentis, outras provam-se aniquiladoras.
Sombra Missioneira
Património Mundial Unesco

Misiones, Argentina

Missões Impossíveis

No séc. XVIII, os jesuítas expandiam um domínio religioso no coração da América do Sul em que convertiam os indígenas guarani. Mas as Coroas Ibéricas arruinaram a utopia tropical da Companhia de Jesus

Gang de 4
Personagens
Tombstone, E.U.A.

Tombstone: a Cidade Demasiado Dura para Morrer

Filões de prata descobertos no fim do século XIX fizeram de Tombstone um centro mineiro próspero e conflituoso na fronteira dos Estados Unidos com o México. Lawrence Kasdan, Kurt Russel, Kevin Costner e outros realizadores e actores hollywoodescos tornaram famosos os irmãos Earp e o duelo sanguinário de “O.K. Corral”. A Tombstone que, ao longo dos tempos tantas vidas reclamou, está para durar.
Hotel à moda Tayrona
Praia

Santa Marta e PN Tayrona, Colômbia

O Paraíso de que Partiu Simón Bolívar

Às portas do PN Tayrona, Santa Marta é a cidade hispânica habitada em contínuo mais antiga da Colômbia.  Nela, Simón Bolívar, começou a tornar-se a única figura do continente quase tão reverenciada como Jesus Cristo e a Virgem Maria.  

Portal para uma ilha sagrada
Religião

Miyajima, Japão

Xintoísmo e Budismo ao Sabor das Marés

Quem visita a ilha de Itsukushima admira um dos três cenários mais reverenciados do Japão. Ali, a religiosidade nipónica confunde-se com a Natureza e renova-se com o fluir do Mar interior de Seto.

Colosso Ferroviário
Sobre carris

Cairns-Kuranda, Austrália

Comboio para o Meio da Selva

Construído a partir de Cairns para salvar da fome mineiros isolados na floresta tropical por inundações, com o tempo, o Kuranda Railway tornou-se no ganha-pão de centenas de aussies alternativos.

Encarregado da iluminação
Sociedade

Barragem Itaipu, Brasil

A Febre do Watt

Em 1974, milhares de brasileiros e paraguaios confluíram para a zona de construção da então maior barragem do Mundo. 30 anos após a conclusão, Itaipu gera 90% da energia paraguaia e 20% da do Brasil.

Gado
Vida Quotidiana

Colónia Pellegrini, Argentina

Quando a Carne é Fraca

É conhecido o sabor inconfundível da carne argentina. Mas esta riqueza é mais vulnerável do que se imagina. A ameaça da febre aftosa, em particular, mantém as autoridades e os produtores sobre brasas.

Brincadeira ao ocaso
Vida Selvagem
PN Gorongosa, Moçambique

O Coração Selvagem de Moçambique dá Sinais de Vida

A Gorongosa abrigava um dos mais exuberantes ecossistemas de África mas, de 1980 a 1992, sucumbiu à Guerra Civil travada entre a FRELIMO e a RENAMO. Greg Carr, o inventor milionário do Voice Mail recebeu a mensagem do embaixador moçambicano na ONU a desafiá-lo a apoiar Moçambique. Para bem do país e da humanidade, Carr comprometeu-se a ressuscitar o parque nacional deslumbrante que o governo colonial português lá criara.
Vale de Kalalau
Voos Panorâmicos

Napali Coast, Havai

As Rugas Deslumbrantes do Havai

Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto a exploramos por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.