White Beach, Filipinas

A Praia Asiática de Todos os Sonhos


Conversa ao pôr-do-sol

Banhistas convivem na água morna do Mar de Sibuyan, enquanto um paraw desliza mais ao fundo.

Filipinas Tropicais

Paraw colorido navega no mar esmeralda que banha as ilhas de Panay e Boracay.

Para Mais Tarde Recordar

Irmãs asiáticas são fotografadas junto a um enorme castelo de areia, erguido num estilo arquitectónico oriental.

Espera Sem Desespero

Proprietário de um paraw garrido aguarda por passageiros junto ao areal diminuído pela maré cheia da White Beach.

Horizonte de Paraws

Dezenas de barcos tradicionais coloridos navegam no mar de Sibuyan, em frente à White Beach.

Carregamento solidário

Equipa de desportistas transporta uma canoa para dentro de água.

Remador estilo White Beach

Um dos líderes das equipas de remadores de canoas, em grande forma e trajado com óbvios cuidados estéticos.

Visão invertida

Passageiros asiáticos descontraem sob a vela de um paraw, uma embarcação à vela tradicional muito abundante na ilha filipina de Panay.

Corridas para a boa-forma

Grupo corre ao longo do areal da White Beach, antes de darem início a um treino mais duro a bordo de canoas.

De pagaias em riste

Remadores preparam-se para embarcar para mais uma sessão de treinos ao largo da White Beach.

À sombra do coqueiro

Casal protege-se do sol tropical que incide na White Beach, sob um dos inúmeros coqueiros de Boracay e com vista para o mar de Sibuyan.

Foi revelada por mochileiros ocidentais e pela equipa de filmagem de “Assim Nascem os Heróis”. Seguiram-se centenas de resorts e milhares de veraneantes orientais mais alvos que o areal de giz.

Amanheceu faz umas poucas horas mas, enquanto caminhamos aquém da floresta limiar de coqueiros, surpreende-nos a visão de dezenas de casais entregues a pacientes sessões fotográficas. Como o vemos, a maior parte está de lua-de-mel mas, mesmo noutros casos, pouco

muda na servidão com que os jovens japoneses, chineses, sul-coreanos e taiwaneses se entregam aos caprichos das parceiras. Embelezadas em modo estival, estas assumem pose atrás de pose e aguardam pelos respectivos disparos da câmaras. Sempre que os visores dos aparelhos reflecte

m algum defeito, reclamam o renovar do processo. Sem alternativas, os namorados, noivos ou maridos fazem-lhes a vontade com sorrisos nos lábios e piropos elegantes.

Há um óbvio paralelismo entre a adulação pelas jovens modelos e a do litoral imaculado que as acolhe.

É com recurso a um outro retoque de cosmética durante a época  das chuvas habagat e a autoconfiança dos elogios passados que White Beach revalida, ano após ano, o título de Princesa das Praias Filipinas.

Até aos anos setenta, esta extremidade da ilha de Boracay, situada a 315km a sul da capital Manila mantinha-se um refúgio visitado apenas por viajantes intrépidos a quem havia sido revelado o grande segredo do Mar Sibuyan.

Em 1970, Robert Aldrich dirigiu Michael Cayne e Henri Fonda em “Assim Nascem os Heróis”, rodado em Boracay. No filme, Sam Lawson faz de um interprete de japonês que tinha evitado entrar em combate no teatro de guerra do Pacífico da 2a Guerra Mundial. Mas o seu comandante (Henry Fonda) destaca-o para uma base britânica perdida na selva nas então Novas Hébridas (hoje Vanuatu). Ali, Lawson não só se vê forçado a combater como conquista o estatuto de herói, após, segundo narra Tosh Hearne – um médico Cockney e soberbo da companhia (Michael Cayne) – ter matado quinze japoneses, possivelmente trinta, por sua conta.

Ao invés do enredo da longa metragem e do que, por essa altura se passava na vizinha ilha meridional Mindanao – que então abrigava os grupos islamistas, separatistas e terroristas MNLF (Moro National Liberation Front) e MILF (Moro Islamica Liberation Force) e, hoje, abriga ainda os resistentes BIFF (Bangsamoro Islamic Freedom Fighters) – Boracay e a bem maior Panay sempre se mantiveram pacíficas. Malgrado o conflito mais a sul, o passa-palavra da equipa de filmagens inglesa e norte-americana granjeou-lhes uma substancial notoriedade. 

Um dos visitantes ocidentais mais influentes que se seguiu à equipa de filmagem, um alemão de nome Jens Peter, louvou estas ilhas e em particular a White Beach num dos seus conceituados guias de viagem. A menção honrosa desencadeou um afluxo, a partir de então, quase contínuo de mochileiros curiosos e uma fama sem retorno. Uma década depois, a beleza dos litorais filipinos, em geral, corria mundo. A White Beach destacava-se dos demais e, nos anos 90, já dotada de inúmeros resorts de todos os tipos surgia com frequência em listas das melhores praias do Mundo elaboradas por publicações conceituadas de viagem.

Sem surpresa, nos países vizinhos –  Japão, Taiwan, China e Coreia do Sul – as agências de turismo passaram a vendê-la em pacotes turísticos como um paraíso barato logo ali ao lado das suas paragens asiáticas.

Até 1980, os únicos sons que se ouviam eram os do mar e de uma ou outra liquidificadora distante em plena produção de batidos, hoje, há uma frota de embarcações motorizadas de diferentes tipos ancoradas junto ao areal da White Beach para o que der e vier.  Clientes não faltam. Em intervalos dos seus muitos momentos fotográficos, os casais românticos – como os grupos de turistas asiáticos em geral esforçam-se por ser o mais destemidos possível. Na White Beach, pegou de moda ter aulas de mergulho.

Como acompanhámos da beira do mar sedutor de Sibuyan, a aventura da experiência revela-se contida mas, de acordo com a famosa psicologia de grupo que comanda o Extremo Oriente, é para todos. Literalmente.

Como um exército madrugador de ninjas desajeitados, centenas de vultos enfiados em fatos escuros de neoprene percorrem o areal conduzidos por um instrutor. Chegados à projecção no areal de uma grande barcaça, formam um círculo e recebem um briefing exaustivo que memorizam e passam a executar com precisão de autómatos. Segue-se uma não menos espalhafatosa incursão na água para dar início aos exercícios de submersão e, por fim, a viagem em direcção a alto mar que desassombra a praia.

Para lá da rebentação insignificante, permanecem ainda atracados dezenas de bangkas (a embarcação típica das filipinas) e de paraws (outros barcos à vela pitorescos) que, mal o vento se insinue, os veraneantes hão-de fretar.

Muitos outros forasteiros mantêm-se à sombra da linha de coqueiros, sentados nos bares e restaurantes ou entretidos com as bagatelas – óculos de sol, joalharia, relógios, roupa e tours – que um enxame de vendedores sediados no mercado ao ar livre de nome D’Mall lhes tenta impingir. O empregado de serviço de uma esplanada em que repousamos, oriundo de Manila, respeita a missão e o empenho quase guerrilheiro dos compatriotas mas não se refreia em beliscá-los: “São moros. Em época alta migram para cá de Mindanao, de Jolo e de outras ilhas Sulu, lá mais para baixo. Também são dos vendedores mais chatos que já alguma vez já pisaram as Filipinas. Eu até tenho pena de alguns turistas.”

Para os aliviar deste inevitável stress comercial e do surpreendente cansaço balnear, um regimento de massagistas residentes mantém-se a postos para aplicar nos corpos ainda por bronzear a magia das suas mãos.

Por norma, a meio da tarde, o vento e os desportistas filipinos residentes e estrangeiros apoderam-se da praia. Junto à água, os adeptos do windsurf e do kyte surfing tratam dos últimos preparativos antes de se fazerem ao mar quase alto enquanto que dois pelotões internacionais e multirraciais correm ao longo da praia e ultimam a forma física para uma corrida de barcos dragão a ter lugar nos dias que se seguem. Lideram-nos jovens orgulhosos, de óbvia etnia malaia, vários deles  híper-dedicados às suas imagens, com corpos esculturais, fatos de banho irreverentes, brincos, piercings, óculos escuros, pulseiras, bem como lenços ou bandoletes garridas a condizer com os conjuntos.

Terminado o aquecimento, o grupo regressa ao ponto de partida e divide-se. Cada equipa eleva um dragon boat sobre a cabeça. Em esforço solidário, vencem o areal alargado pela maré vazia, depositam-nos sobre mar, embarcam e zarpam com pagaiadas vigorosas.

Nas imediações, empregados de um resort fazem o seu próprio exercício diário: carregam centenas de malas de hóspedes asiáticos para a caixa de um camião. Para os proprietários da bagagem, o breve deleite filipino da White Beach está prestes a terminar. 

Camiguin, Filipinas

Uma Ilha de Fogo Rendida à Água

Com mais de vinte cones acima dos 100 metros, a abrupta e luxuriante, Camiguin tem a maior concentração de vulcões que qualquer outra das 7641 ilhas filipinas ou do planeta. Mas, nos últimos tempos, nem o facto de um destes vulcões estar activo tem perturbado a paz da sua vida rural, piscatória e, para gáudio dos forasteiros, fortemente balnear.

Talisay City, Filipinas

Monumento a um Amor Luso-Filipino

No final do século XIX, Mariano Lacson, um fazendeiro filipino e Maria Braga, uma portuguesa de Macau, apaixonaram-se e casaram. Durante a gravidez do que seria o seu 11º filho, Maria sucumbiu a uma queda. Destroçado, Mariano ergueu uma mansão em sua honra. Em plena 2ª Guerra Mundial, a mansão foi incendiada mas as ruínas elegantes que resistiram eternizam a sua trágica relação.

Arquipélago Bacuit, Filipinas

A Última Fronteira Filipina

Um dos cenários marítimos mais fascinantes do Mundo, a vastidão de ilhéus escarpados de Bacuit esconde recifes de coral garridos, pequenas praias e lagoas idílicas. Para a descobrir, basta uma bangka.

Hungduan, Filipinas

Filipinas em Estilo "Country"

Os GI's partiram com o fim da 2a Guerra Mundial mas a música do interior dos EUA que ouviam ainda anima a Cordillera de Luzon. É de tricycle e ao seu ritmo que visitamos os terraços de arroz Hungduan.

Vigan, Filipinas

A Mais Hispânica das Ásias

Os colonos espanhóis partiram mas as suas mansões estão intactas e as kalesas circulam. Quando Oliver Stone buscava cenários mexicanos para "Nascido a 4 de Julho" encontrou-os nesta ciudad fernandina

Busuanga, Filipinas

Uma Armada Pouco Secreta

Na 2a Guerra Mundial, uma frota nipónica falhou em ocultar-se ao largo de Busuanga e foi afundada pelos aviões norte-americanos. Hoje, os seus destroços subaquáticos atraem milhares de mergulhadores.

Bohol, Filipinas

Filipinas do Outro Mundo

O arquipélago filipino estende-se por 300.000 km2 de oceano Pacífico. No grupo Visayas, Bohol abriga pequenos primatas com aspecto alienígena e colinas extraterrenas a que chamaram Chocolate Mountains

Batad, Filipinas

Os Socalcos que Sustentam as Filipinas

Há mais de 2000 anos, inspirado pelo seu deus do arroz, o povo Ifugao esquartejou as encostas de Luzon. O cereal que os indígenas ali cultivam ainda nutre parte significativa do país.

Sirocco
Arquitectura & Design

Helsínquia, Finlândia

O Design que Veio do Frio

Com parte do território acima do Círculo Polar Árctico, os finlandeses respondem ao clima com soluções eficientes e uma obsessão pela estética e pelo modernismo inspirada pela vizinha Escandinávia.

Aurora fria II
Aventura
Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras do Circuito Annapurna pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
Natal de todas as cores
Cerimónias e Festividades
Shillong, India

Selfiestão de Natal num Baluarte Cristão da Índia

Chega Dezembro. Com uma população em larga medida cristã, o estado de Meghalaya sincroniza a sua Natividade com a do Ocidente e destoa do sobrelotado subcontinente hindu e muçulmano. Shillong, a capital, resplandece de fé, felicidade, jingle bells e iluminações garridas. Para deslumbre dos veraneantes indianos de outras partes e credos.
Derradeiro casario austral
Cidades

Ushuaia, Argentina

A Última das Cidades

A capital da Terra do Fogo marca o limiar austral da civilização. Dali partem inúmeras incursões ao continente gelado. Nenhuma destas aventuras de toca e foge se compara à da vida na cidade final.

Comodidade até na Natureza
Comida

Tóquio, Japão

O Império das Máquinas de Bebidas

São mais de 5 milhões as caixas luminosas ultra-tecnológicas espalhadas pelo país e muitas mais latas e garrafas exuberantes de bebidas apelativas. Há muito que os japoneses deixaram de lhes resistir.

Smoke sauna
Cultura

Saariselka, Finlândia

O Delicioso Calor do Árctico

Diz-se que os finlandeses criaram os SMS para não terem que falar. Mas o imaginário dos nórdicos frios perde-se na névoa das suas amadas saunas, verdadeiras sessões de terapia física e social.

Sol nascente nos olhos
Desporto

Busselton, Austrália

2000 metros em Estilo Aussie

Em 1853, Busselton foi dotada de um dos pontões então mais longos do Mundo. Quando a estrutura decaiu, os moradores decidiram dar a volta ao problema. Desde 1996 que o fazem, todos os anos, a nadar.

Convés multifuncional
Em Viagem

Puerto Natales-Puerto Montt, Chile

Cruzeiro num Cargueiro

Após longa pedinchice de mochileiros, a companhia chilena NAVIMAG decidiu admiti-los a bordo. Desde então, muitos viajantes exploraram os canais da Patagónia, lado a lado com contentores e gado.

Danças
Étnico
Okinawa, Japão

Danças de Ryukyu: têm séculos. Não têm grandes pressas.

O reino Ryukyu prosperou até ao século XIX como entreposto comercial da China e do Japão. Da estética cultural desenvolvida pela sua aristocracia cortesã contaram-se vários estilos de dança vagarosa.
Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Dourado sobre azul
História
Izamal, México

A Cidade Mexicana, Santa, Bela e Amarela

Até à chegada dos conquistadores espanhóis, Izamal era um polo de adoração do deus Maia supremo Itzamná e Kinich Kakmó, o do sol. Aos poucos, os invasores arrasaram as várias pirâmides dos nativos. No seu lugar, ergueram um grande convento franciscano e um prolífico casario colonial, com o mesmo tom solar em que a cidade hoje católica resplandece.
Ilhas
São Nicolau, Cabo Verde

Sodade, Sodade

A voz de Cesária Verde cristalizou o sentimento dos caboverdeanos que se viram forçados a deixar a sua ilha. Quem visita São Nicolau percebe porque lhe chamam, para sempre e com orgulho, "nha terra".
Verificação da correspondência
Inverno Branco

Rovaniemi, Finlândia

Árctico Natalício

Fartos de esperar pela descida do velhote de barbas pela chaminé, invertemos a história. Aproveitamos uma viagem à Lapónia Finlandesa e passamos pelo seu furtivo lar. 

Silhueta e poema
Literatura

Goiás Velho, Brasil

Uma Escritora à Margem do Mundo

Nascida em Goiás, Ana Lins Bretas passou a maior parte da vida longe da família castradora e da cidade. Regressada às origens, continuou a retratar a mentalidade preconceituosa do interior brasileiro

Uma Busca solitária
Natureza

Cabo da Boa Esperança, África do Sul

À Beira do Velho Fim do Mundo

Chegamos onde a grande África cedia aos domínios do “Mostrengo” Adamastor e os navegadores portugueses tremiam como varas. Ali, onde a Terra estava, afinal, longe de acabar, a esperança dos marinheiros em dobrar o tenebroso Cabo era desafiada pelas mesmas tormentas que lá continuam a grassar.

Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Solidão andina
Parques Naturais

Mérida, Venezuela

A Renovação Vertiginosa do Teleférico mais Alto do Mundo

Em execução desde 2010, a reconstrução do teleférico de Mérida chegou à sua estação terminal. Foi levada a cabo nas montanhas andinas por operários intrépidos que sofreram na pele a grandeza da obra.

Wall like an Egyptian
Património Mundial Unesco
Luxor, Egipto

De Luxor a Tebas: viagem ao Antigo-Egipto

Tebas foi erguida como a nova capital suprema do Império Egípcio, o assento de Amon, o Deus dos Deuses. A moderna Luxor herdou a sua sumptuosidade. Entre uma e a outra fluem o Nilo sagrado e milénios de história deslumbrante.
Personagens
Sósias, actores e figurantes

Estrelas do Faz de Conta

Protagonizam eventos ou são empresários de rua. Encarnam personagens incontornáveis, representam classes sociais ou épocas. Mesmo a milhas de Hollywood, sem eles, o Mundo seria mais aborrecido.
Aulas de surf
Praia

Waikiki, Havai

A Invasão Nipónica do Havai

Décadas após o ataque a Pearl Harbour e da capitulação na 2ª Guerra Mundial, os japoneses voltaram ao Havai armados com milhões de dólares. Waikiki, o seu alvo predilecto, faz questão de se render.

Promessa?
Religião
Goa, Índia

Para Goa, Rapidamente e em Força

Uma súbita ânsia por herança tropical indo-portuguesa faz-nos viajar em vários transportes mas quase sem paragens, de Lisboa à famosa praia de Anjuna. Só ali, a muito custo, conseguimos descansar.
White Pass & Yukon Train
Sobre carris

Skagway, Alasca

Uma Variante da Corrida ao Ouro do Klondike

A última grande febre do ouro norte-americana passou há muito. Hoje em dia, centenas de cruzeiros despejam, todos os Verões, milhares de visitantes endinheirados nas ruas repletas de lojas de Skagway.

Coreografia pré-matrimonial
Sociedade

Old Jaffa, Israel

Onde Assenta a Cidade que Nunca Pára

Telavive é famosa pela noite mais intensa do Médio Oriente. Mas, se os seus jovens se divertem até à exaustão nas discotecas à beira Mediterrâneo, é cada vez mais na vizinha Old Jaffa que dão o nó.

Vida Quotidiana
Enxame, Moçambique

Área de Serviço à Moda Moçambicana

Repete-se em quase todas as paragens em povoações de Moçambique dignas de aparecer nos mapas. O machimbombo (autocarro) detém-se e é cercado por uma multidão de empresários ansiosos. Os produtos oferecidos podem ser universais como água ou bolachas ou típicos da zona. Nesta região a uns quilómetros de Nampula, as vendas de fruta eram sucediam-se, sempre bastante intensas.
Vida Selvagem
Miranda, Brasil

Maria dos Jacarés: o Pantanal abriga criaturas assim

Eurides Fátima de Barros nasceu no interior da região de Miranda. Há 38 anos, instalou-se e a um pequeno negócio à beira da BR262 que atravessa o Pantanal e ganhou afinidade com os jacarés que viviam à sua porta. Desgostosa por, em tempos, as criaturas ali serem abatidas, passou a tomar conta delas. Hoje conhecida por Maria dos Jacarés, deu nome de jogador ou treinador de futebol a cada um dos bichos. Também garante que reconhecem os seus chamamentos.
Radical 24h por dia
Voos Panorâmicos

Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.