Big Sur, E.U.A.

A Costa de Todos os Refúgios


Enseada Florida

Encosta abrupta e florida de Big Sur.

Pôr-do-Sol

Pôr-do-sol tinge o nevoeiro sobre o oceano Pacífico.

Caixas de vida

Caixas de correio orgânicas construídas por moradores da região.

Bixby Bridge

A famosa Bixby Bridge permitiu a sequência da estrada litoral que ligou o norte ao sul da Califórnia.

Big Fog

Névoa toma conta do litoral frígido.

Conflito marinho

Leões-marinhos disputam território num areal do Big Sur.

Big Sur Inn

Uma pousada garante conforto num cenário nem sempre acolhedor.

Big Sur, Big Foto

Visitante fotografa um cenário grandioso de praia.

O nevoeiro do costume

Nevoeiro apodera-se do Big Sur, enseada atrás de enseada.

Sinal da Bixby Bridge

Placa informa o nome e o ano da construção da ponte mais emblemática do Big Sur.

Água Doce, Água Salgada

Pequena queda d'água precipita-se de uma encosta florestada do Big Sur para uma enseada batida pelo oceano Pacífico.

Ao longo de 150km, o litoral californiano submete-se a uma vastidão de montanha, oceano e nevoeiro. Neste cenário épico, centenas de almas atormentadas seguem os passos de Jack Kerouack e Henri Miller

Los Angeles ficou há muito para sul, como San Simeon, a última povoação digna de registo, só porque o magnata da imprensa William Hearst ali mandou erguer uma mansão impressionante com 165 quartos que a sua corporação homónima doou mais tarde ao estado da Califórnia.

Aos poucos, a Highway 1 rende-se ao cerco concertado entre a cordilheira de Santa Lucia e o oceano Pacífico. Passa a ziguezaguear acima e abaixo de encostas e vales que se lançam sobre uma costa pré-histórica e selvagem, “o encontro da terra e água mais grandioso do mundo”, assim se habituou a classifica-lo a vasta  comunidade de artistas admiradores do lugar. Todos os anos, são mais de três milhões os visitantes que se cruzam nas curvas caprichosas do percurso ou nas pontes em arco que atravessam os vários desfiladeiros. Após o pôr-do-sol, não se vislumbram luzes em postes eléctricos ou sequer de habitações. Só os rastos longínquos deixados pelos carros que ainda circulam mancham aquele domínio, na sua quase totalidade por colonizar.

Remoto, isolado e profundamente natural, o Big Sur emana uma forte geo-espiritualidade que não passa despercebida. Alguns mosteiros instalaram-se nas suas elevações para que as comunidades residentes de religiosos dela pudessem comungar.

Com ou sem fé, a sensação de se estar num santuário prevalece declive atrás de declive, reforçada sempre que o manto infindável de nevoeiro vela o Pacífico frígido e afaga as línguas de terra mais quentes como um incenso meteorológico. Uns poucos milhares de almas desenquadradas ou eremitas espalharam-se também por 400 km2 daquelas paragens na esperança de beneficiarem da purificação. Algumas mantêm-se ao longo do resto das suas vidas. Outras, vergam-se sob o peso da solidão e, mais cedo ou mais tarde, desistem dos votos de recolhimento.

Nos anos 60, Jack Kerouac tornou-se na personalidade mais famosa a responder ao apelo da costa de todos os refúgios. No romance autobiográfico “Big Sur” – que terá escrito em apenas dez dias – Kerouac passa para a pele de Jack Duluouz e narra a sua degradação física e mental, agravada pela crescente pressão dos fãs de que se procura abstrair consumindo álcool em quantidade proporcional.

No livro, a determinada altura, Duluouz cede à sua fraqueza e a um primeiro refúgio da cena Beat devoradora de São Francisco na cabana do poeta amigo de Kerouac Lawrence Ferlinghetti, situada em Bixby Canyon. Mas Duluouz lida tão mal com a as exigências da sociedade libertina de Frisco como com o isolamento confrangedor da beira-mar ou a morte do seu gato Tyke.

Tão abruptamente como tinha chegado, regressa à cidade. Mas continua a procurar a bênção do Big Sur, mais tarde, atormentado pela exigência do amor de Billie – a personagem da amante de Neal Cassady, um outro poeta Beat influente –  que reclama a Jack que se case com ela.

Duluouz, ou Kerouac, como preferirmos, rejeita o compromisso e volta a render-se ao chamamento da bebida e da vida boémia. Nem o Big Sur nem o destino o salvam. Dai em diante, o verdadeiro Jack entra numa espiral de declínio que só termina, em Outubro de 1969, com a sua morte, causada por uma hemorragia na sequência de uma cirrose agravada. 

Do topo de um de tantos penhascos assustadores, temos mais uma das visões que Kerouac admirava e temia em simultâneo, por alguma razão frequentemente baptizadas de Puerta del Diablo, outras de Devils Canyon e com nomes obscuros afins.

O abismo cru da rocha pré-histórica, os ramos distorcidos dos ciprestes, a beleza subtil da salva e de outros arbustos e arranjos florais espontâneos antecipando-se a longas quedas de água que se fundem com uma rebentação inclemente. Inebriado, paranóico e temeroso, Jack sentia nestes cenários vertiginosos do Big Sur uma ameaça semelhante à das realidades e pessoas que o acossavam. 

No entanto, tal como as lontras, as focas, e elefantes-marinhos nadam por entre colónias estranguladoras de limos e algas e manipulam o poder avassalador das ondas, também outros autores da Beat Generation se inspiraram com o assédio permanente de admiradores e prosperaram em termos criativos apesar da hipocrisia que começara a grassar no âmago do seu recém-gerado movimento. 

Kerouac não parou de produzir. As suas criações deixam, no entanto, transparecer a intensificação de um sentimento de intimidação e pequenez perante o Mundo. De volta ao Big Sur, impressionado pelo bruar e explodir permanente do oceano contra o continente americano, o escritor chegou a “Mar”, um poema de 22 páginas em que anotou as suas variações e contrastes.

A água marítima do Big Sur é gélida e nenhum banhista nela se aventura. Ao largo, nem veleiros nem o esperado petroleiro ou cargueiro sulca o mar selvagem, apenas, de tempos a tempos, a ocasional baleia em migração.

Para o interior, nos vales mais recônditos da cordilheira, a temperatura pode cair 10º nuns meros minutos. No Inverno, chega a valores negativos, um frio que a forte humidade potencia. Nos meses mais quentes do Verão, os incêndios provocados por relâmpagos assumem proporções dantescas e geram um efeito contrário.

Este contraste e a dureza da vida na Cordilheira de Santa Lucia era bem conhecido pelos percursores de Kerouac, os primeiros artistas que se mudaram e assentaram o seu dia-a-dia na fiabilidade de candeeiros a óleo e em fogareiros.

Robinson Jeffers, nos anos 20, foi o primeiro. A sua poesia deu origem ao imaginário romântico do Big Sur que atraiu seguidores. Henry Miller habitou na cordilheira de 1944 até praticamente à altura em que Jack Kerouac a visitou.

O seu ensaio/romance “Big Sur e as Laranjas de Hieronimous Bosch” aborda os prazeres e sofrimento decorrentes de “escapar do pesadelo de ar condicionado” da vida moderna. Miller também fez saber que, numa determinada ocasião, um viajante lhe bateu à porta à procura “do culto do sexo e da anarquia” e que regressou a casa, desiludido, por não ter encontrado nada do que buscava.

A presença de Miller surge ainda referenciada na obra de Richard Brautigan “Um General Confederado de Big Sur” em que uma dupla de jovens homens lá tentam a vida idílica que outros autores tinham promovido, erguendo pequenas barracas em que são molestados por pragas de moscas e outros insectos, pelos tectos baixos, pela visita de homens de negócios em colapso nervoso e pelo coaxar de milhares de sapos que os impediam de pôr o sono em dia.

Levado pela literatura e conversa nos bares e cafés de Haight, Castro e outros bairros de São Francisco, o Big Sur acabou por chegar também a Los Angeles e a Holywood. Em 1944, durante uma viagem em que percorreram a zona, Orson Wells e a esposa Rita Hayworth ficaram tão impressionados com a paisagem que, por impulso, compraram uma cabana. Nunca lá chegaram a passar uma noite que fosse. Mais tarde, a habitação deu lugar a um restaurante, o Nepenthe, por ironia, o nome grego de um medicamento ancestral para o desgosto, uma espécie de anti-depressivo clássico- helénico.

Em 1965, Richard Burton e Elisabeth Taylor protagonizaram o clássico "The Sandpiper", um dos poucos filmes rodados em Big Sur e a assumir os seus panoramas enquanto cenários reais.

As equipas de filmagem chegaram e logo partiram. O Big Sur passou nos ecrãs de cinema e de TV mas pouco ou nada mudou.   As cinzas de Henry Miller ainda por lá repousam e, como resumiu o escritor a propósito da fidelidade àquele lugar mágico, as únicas pessoas que se afeiçoam ao ponto de ficarem de vez são “almas engenhosas e auto-suficientes” e essa é uma combinação rara.

Encontra-se, entre os pintores e poetas das novas gerações. Mesmo esses, em maior número, convivem cada vez mais entre si para evitarem serem esmagados pela superioridade do céu, da terra e do mar, das forças eternas em disputa no grande Big Sur.

Key West, E.U.A.

O Faroeste Tropical dos E.U.A.

Chegamos ao fim da Overseas Highway e ao derradeiro reduto das propagadas Florida Keys. Os Estados Unidos continentais entregam-se, aqui, a uma deslumbrante vastidão marinha esmeralda-turquesa. E a um devaneio meridional alentado por uma espécie de feitiço caribenho.
Estradas Imperdíveis

Grandes Percursos, Grandes Viagens

Com nomes pomposos ou meros códigos rodoviários, certas estradas percorrem cenários realmente sublimes. Da Road 66 à Great Ocean Road, são, todas elas, aventuras imperdíveis ao volante.

Victoria, Austrália

No Grande Sul Australiano

Uma das evasões preferidas dos habitantes de Melbourne, a estrada B100 desvenda um litoral sublime que o oceano moldou. E bastam alguns km para perceber porque foi baptizada The Great Ocean Road.

São Francisco, E.U.A.

Uma Vida aos Altos e Baixos

Um acidente macabro com uma carroça inspirou a saga dos cable cars de São Francisco. Hoje, estas relíquias funcionam como uma operação de charme da cidade do nevoeiro mas também têm os seus riscos.

The Haight, São Francisco, E.U.A.

Órfãos do Verão do Amor

O inconformismo e a criatividade ainda estão presentes no antigo bairro Flower Power. Mas, quase 50 anos depois, a geração hippie deu lugar a uma juventude sem-abrigo, descontrolada e até agressiva.

A pequena-grande Senglea
Arquitectura & Design

Senglea, Malta

A Cidade com Mais Malta

No virar do século XX, Senglea acolhia 8.000 habitantes em 0.2 km2, um recorde europeu, hoje, tem “apenas” 3.000 cristãos bairristas. É a mais diminuta, sobrelotada e genuína das urbes maltesas.

Aventura
De Barco

Desafios Para Quem Só Enjoa de Navegar na Net

Embarque de corpo e alma nestas viagens e deixe-se levar pela adrenalina ou pela imponência de cenários tão dispares como o arquipélago filipino de Bacuit e o mar gelado do Golfo finlandês de Bótnia.
Cerimónias e Festividades
Pueblos del Sur, Venezuela

Os Pauliteiros de Mérida e Cia

A partir do início do século XVII, com os colonos hispânicos e, mais recentemente, com os emigrantes portugueses consolidaram-se nos Pueblos del Sur, costumes e tradições bem conhecidas na Península Ibérica e, em particular, no norte de Portugal.
Uma espécie de portal
Cidades

Little Havana, E.U.A.

A Pequena Havana dos Inconformados

Ao longo das décadas e até aos dias de hoje, milhares de cubanos cruzaram o estreito da Flórida em busca da terra da liberdade e da oportunidade. Com os E.U.A. ali a meros 145 km, muitos não foram mais longe. A sua Little Havana de Miami é, hoje, o bairro mais emblemático da diáspora cubana.

Orgulho
Comida

Vale de Fergana, Usbequistão

A Nação a Que Não Falta o Pão

Poucos países empregam os cereais como o Usbequistão. Nesta república da Ásia Central, o pão tem um papel vital e social. Os Usbeques produzem-no e consomem-no com devoção e em abundância.

Silhuetas Islâmicas
Cultura

Istambul, Turquia

Onde o Oriente encontra o Ocidente, a Turquia Procura um Rumo

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Bola de volta
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Trio das alturas
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Natureza
Vulcões

Montanhas de Fogo

Rupturas mais ou menos proeminentes da crosta terrestre, os vulcões podem revelar-se tão exuberantes quanto caprichosos. Algumas das suas erupções são gentis, outras provam-se aniquiladoras.
Filhos da Mãe-Arménia
Outono
Erevan, Arménia

Uma Capital entre o Leste e o Ocidente

Herdeira da civilização soviética, alinhada com a grande Rússia, a Arménia deixa-se seduzir pelos modos mais democráticos e sofisticados da Europa Ocidental. Nos últimos tempos, os dois mundos têm colidido nas ruas da sua capital. Da disputa popular e política, Erevan ditará o novo rumo da nação.
Correria equina
Parques Naturais
Castro Laboreiro, Portugal  

No Cimo Raiano-Serrano de Portugal

Chegamos à eminência da Galiza, a 1000m de altitude e até mais. Castro Laboreiro e as aldeias em redor impõem-se à monumentalidade granítica das serras e do Planalto da Peneda e de Laboreiro. Como o fazem as suas gentes resilientes que, entregues ora a Brandas ora a Inverneiras, ainda chamam casa a estas paragens deslumbrantes.
Tempo de surf
Património Mundial Unesco

Ilha do Norte, Nova Zelândia

A Caminho da Maoridade

A Nova Zelândia é um dos países em que descendentes de colonos e nativos mais se respeitam. Ao explorarmos a sua lha do Norte, inteirámo-nos do amadurecimento interétnico desta nação tão da Commonwealth como maori e polinésia. 

Gang de 4
Personagens
Tombstone, E.U.A.

Tombstone: a Cidade Demasiado Dura para Morrer

Filões de prata descobertos no fim do século XIX fizeram de Tombstone um centro mineiro próspero e conflituoso na fronteira dos Estados Unidos com o México. Lawrence Kasdan, Kurt Russel, Kevin Costner e outros realizadores e actores hollywoodescos tornaram famosos os irmãos Earp e o duelo sanguinário de “O.K. Corral”. A Tombstone que, ao longo dos tempos tantas vidas reclamou, está para durar.
Pura Vida em risco
Praia

Montezuma, Costa Rica

Um Recanto Abnegado da Costa Rica

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Àgua doce
Religião

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No século XIX, franceses e britânicos disputaram um arquipélago a leste de Madagáscar antes descoberto pelos portugueses. Os britânicos triunfaram, re-colonizaram as ilhas com cortadores de cana-de-açúcar do subcontinente e ambos admitiram a língua, lei e modos francófonos precedentes. Desta mixagem, surgiu a exótica Maurícia.    

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Nenhuma forma de viajar é tão repetitiva e enriquecedora como seguir sobre carris. Suba a bordo destas carruagens e composições díspares e aprecie cenários imperdíveis dos quatro cantos do mundo.
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Tongatapu, Tonga

O Último Trono da Polinésia

Da Nova Zelândia à Ilha da Páscoa e ao Havai nenhuma monarquia resistiu à chegada dos descobridores europeus e da modernidade. Para Tonga, durante várias décadas, o desafio foi resistir à monarquia.

Vida Quotidiana
Enxame, Moçambique

Área de Serviço à Moda Moçambicana

Repete-se em quase todas as paragens em povoações de Moçambique dignas de aparecer nos mapas. O machimbombo (autocarro) detém-se e é cercado por uma multidão de empresários ansiosos. Os produtos oferecidos podem ser universais como água ou bolachas ou típicos da zona. Nesta região a uns quilómetros de Nampula, as vendas de fruta eram sucediam-se, sempre bastante intensas.
Hipo-comunidade
Vida Selvagem

PN Chobe, Botswana

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O Chobe marca a divisão entre o Botswana e três dos países vizinhos, a Zâmbia, o Zimbabwé e a Namíbia. Mas o seu leito caprichoso tem uma função bem mais crucial que esta delimitação política.

Vale de Kalalau
Voos Panorâmicos

Napali Coast, Havai

As Rugas Deslumbrantes do Havai

Kauai é a ilha mais verde e chuvosa do arquipélago havaiano. Também é a mais antiga. Enquanto a exploramos por terra, mar e ar, espantamo-nos ao vermos como a passagem dos milénios só a favoreceu.