Viti Levu, Fiji

Uma Partilha Improvável


Todos a bordo

Passageiros fijianos e indo-fijianos partilham um autocarro citadino da capital Suva.

Índia longe da Índia

Camponeses indo-fijianos vendem vegetais no mercado de Ba.

Pacífico do Sul Superficial

Litoral idílico de uma ilha ao largo de Viti Levu.

Suva Rosada

Transeuntes cruzam-se sob arcadas coloridas numa rua de Suva, a capital de Fiji.

Viti Levu Rural

Camponês de origem indiana com duas das suas vacas no interior norte de Viti Levu.

Montanhas rapadas

Primeiras elevações do norte de Viti Levu, ainda muito abaixo das Nausori Highlands do interior.

No conforto do Lar

Jovem família na sua casa nos arredores de Suva.

Domicílio Campestre

Casa rural entre palmeiras no nordeste de Viti Levu.

Assento do costume

Dois jovens fijianos repousam no exterior de uma loja.

Mar interior

Enseada interior verdejante na costa nordeste de Viti Levu.

Pastagem sob Coqueiros

Vaca pasta em frente a um dos muitos coqueirais de Viti Levu.

Ilha do Tesouro de Fiji

Vista aérea da Tresure island, uma de várias ao largo da costa norte de Fiji.

Protecção Maternal

Mãe e filha de etnia fijiana sob um chapéu de chuva de todas as cores.

Natação em águas calmas

Nativos banham-se junto a um veleiro ancorado à entrada de Suva.

Passageira solitária

Moradora de Suva segue a bordo de um autocarro colorido da capital.

Ilha Submersa

Perspectiva aérea de um banco de areia ao largo da costa norte de Viti Levu.

Bandito juvenil

Crianças fijianas improvisam poses numa aldeia nos arredores de Suva.

Do Oceano às Montanhas

Litoral verde e azul para norte de Nadi, no noroeste de Viti Levu.

Rota Suva Gaji Road

Autocarro folclórico percorre uma rua de Suva.

Cenário Irrigado

Meandros apertados de um rio lamaçento do norte de Viti Levu.

Nadovi Shopping Centre

Donas de uma pequena loja de Nadovi com um nome ambicioso.

Em pleno Pacífico Sul, uma comunidade numerosa de descendentes de indianos recrutados pelos ex-colonos britânicos e a população indígena melanésia repartem há muito a ilha chefe de Fiji.

À chegada a Viti Levu, encontramos o aeroporto de Nadi sobrecarregado, repleto de famílias da Oceânia ávidas por aterrarem nas espreguiçadeiras dos resorts ao largo, mas também de mochileiros descontraídos e sem grandes pressas.

Nadi destoa do imaginário que a maior parte dos visitantes ocidentais trazem nas mentes. O cimento e o asfalto predominam, quebrados apenas por pequenas clareiras de vegetação tropical disputadas por bandos de corvídeos dos trópicos.

Recém-chegados a este ambiente urbano, espantamo-nos ao observar como prospera a comunidade indo-fijiana modernizada de Fiji. Inúmeros rent-a-car, hotéis e pousadas, lojas e restaurantes estão nas mãos de famílias com parentes esquecidos no subcontinente. Têm nomes que não deixam dúvidas: Singh Motel, Narwhal Tours ou Shandilya Flowers.

“Compreendemos que para vocês seja fascinante nós termos vindo parar aqui tão longe mas foram coisas do destino…” afiança-nos Sharmila, enquanto passa o espanador pelo tabliê do veículo pouco preparado para as estradas lamacentas do interior, que nos estava prestes a entregar. “Há muito que temos uma nova realidade. E, de cada vez que as coisas por cá ficam mais instáveis, as nossas mentes viram-se para a Austrália ou a Nova Zelândia, não é propriamente para a Índia. Temos familiares tanto aussies como kiwis. Eu, pessoalmente, não me importava nada de me mudar.”

Hoje, a coexistência dos indo-fijianos com os comercialmente mais discretos melanésios é frequentemente desafiada pelos interesses políticos e económicos dos líderes do país. 

Os indo-fijianos, mais hábeis na arte do lobby, ganham eleições atrás de eleições, por vezes coligados com representantes fijianos. Mas, com demasiada frequência, os militares predominantemente fijianos, rejeitam a submissão aos “invasores” e levam a cabo golpes de estado correctores. 

Desde 1987 até à data, foram três. O primeiro causou a expulsão – temporária mas longa – de Fiji da Commonwealth. Os seguintes, quase deram origem a guerras civis e a novas expulsões da comunidade anglófona.

E, no entanto, a coexistência política de ambas as etnias constitui um testemunho tão vivo como mutável do passado colonial de Fiji.

A meio do século XIX, os colonos ingleses infiltravam-se já em secções importantes das ilhas principais do arquipélago. Aos poucos, cobriram-nas com plantações de cana-de-açúcar, algodão e tabaco em que escravizavam indígenas raptados nas actuais Ilhas Salomão e Vanuatu.

A cana-de-açúcar, em particular, expandiu-se desmesuradamente e exigiu mais e mais cortadores que os colonos deixaram de poder obter nas ilhas em redor uma vez que o trabalho escravo fora, entretanto, proibido na Grã-Bretanha.

Como alternativa, os ingleses recorreram à mão-de-obra inesgotável da Jóia da Coroa. Entre 1879 e 1916, mais de 60.000 indianos foram legalmente trazidos para Fiji. Os contratos de cinco anos celebrados eram inicialmente vistos pelos signatários como bênçãos divinas mas essa percepção mudava num ápice perante a crueldade do trabalho e as condições de vida miseráveis em geral, agravadas por longas faltas de pagamentos e por alojamentos sobrelotados, partilhados por membros de diferentes castas e religiões.

Findos os prazos, a maior parte dos girmityas (girmit significa acordo) decidiram ou viram-se obrigados a permanecer em Fiji. Muitas  famílias vieram da Índia para se lhes juntarem. A sequência desta imigração forçada alterou, para sempre, o panorama étnico do país. Hoje, de quase um milhão de habitantes, Fiji conta com mais de 40% de indo-fijianos. 

À medida que conduzimos em redor de Viti Levu, constatamos como, por contraponto social aos habitantes indo-fijianos citadinos de Nadi e Lautoka, pequenos núcleos permanecem no interior rural. Lavram as terras de que ainda subsistem, fiéis à sua existência original e à cultura da pátria-mãe, que dista em redor de 11.000 km. 

Como acontece em certas zonas da Índia, por forma a divulgar a sua fé e evitar confusões, também em Viti Levu as famílias hindus marcam as suas casas com pequenas bandeiras vermelhas, enquanto as muçulmanas as pintam preferencialmente com o verde e branco do Islão. 

Nos mercados, mulheres enroladas em saris garridos, vendem frutas e vegetais enquanto os homens muçulmanos continuam a usar os seus vestidos salwaar-kameez.

A gastronomia pouco mudou, sustentada por uma incontornável paixão por rotis servidos directamente dos fornos caseiros, por caris picantes acompanhados de arroz e seguidos pelos doces tradicionais mithai. Também os tempos de lazer continuam a obedecer às modas de Mumbay e Nova Deli que as novas tecnologias agora permitem acompanhar com relativa facilidade. Quase sem excepção, os cinemas hindus das principais povoações passam regularmente os clássicos e os novos sucessos de Bollywood e, nas casas dos seus fãs, os DVD’s repetem-nos vezes sem conta bem como às estridentes bandas sonoras.

Estes e outros hábitos da comunidade indo-fijiana conviveram ao longo do tempo com o modo de vida original da ilha. Mas nem todos reconhecem ou aprovam a partilha da nação.

Um jovem casal visivelmente melanésio convida-nos para sua casa humilde, a norte de Suva. Ali, conversa puxa conversa, perguntamos-lhe se não vivem indo-fijianos na aldeia. Ao que nos respondem de sorriso nos lábios mas com determinação: “Em Suva, Nadi e Lautoka, isso até acontece mas, nas povoações, é raro. Por norma, nós vivemos entre fijianos, eles vivem entre indo-fijianos. Até mesmo entre eles iria haver problemas caso se misturassem de forma pouco pensada. Eles podem ser indo-fijianos hindus ou muçulmanos. Depois são calcuttas (do norte da Índia) ou madrassis (do sul da Índia). E, como se não bastasse, os hindus ainda pertencem a castas diferentes. A verdade é que é um milagre não haver mais confusão entre eles e entre eles e nós.”

Além de assistirem juntos a alguns desportos, eventos culturais e outras ocasiões especiais, durante largo tempo, os dois grupos pouco interagiram. As suas prioridades educacionais, sociais e económicas sempre foram diferentes. Em virtude disso, uma boa parte dos fijianos continua a considerar os indo-fijianos vulagi, que é como quem diz, meros intrusos. Uma vez por outra, os ânimos aquecem mas os conflitos mais habituais são os político-militares.

É claro que, à medida que a modernidade toma conta do país, a integração vai-se reforçando e, mesmo ainda apenas sob a forma de excepções, baralha todas as regras.

Mulheres fijianas começaram a usar jóias e tecidos com padrões de sari. Algumas das suas famílias deixam-se igualmente contagiar pela febre de Bollywood ao ponto de certos êxitos “indianos” recentes terem sido gravados por artistas indígenas. Estes, por sua vez, podem-nos ouvir em bares em que, empregados fijianos servem bebidas em taças de caril, tal como a comunidade indo-fijiana faz em suas casas.

E, como acompanhámos, entretanto da beira da Kings Road, numa tarde chuvosa, jovens indo-fijianos também já aderem ao rugby, até há pouco uma herança colonial exclusiva dos indígenas.

 

 

 

Viti Levu, Fiji

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