Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada


Aurora fria
A aldeia de Pisang amanhece sob um nevão caído durante a noite. A montanha Anapurna II, surge em fundo.
Cume quebrado
Recorte da montanha Swargadwari Danda (4800m), batida pela ventania e iluminada pelo sol nascente.
Aurora fria II
Luz solar prestes a descer sobre o vale de Pisang, não tarda sobre sobre o casario de Lower e Upper Pisang.
Preguiça canina
Cão dormita no recinto do templo budista de Upper Pisang.
Concentrado nepalês
Vista lateral de Upper Pisang, a partir do trilho que a liga à povoação que se segue: Ghyaru.
Manhã soalheira
Iaque e dois moradores de Upper Pisang, os três numa saborosa e solarenga indolência.
Pouso gelado
Corvídeos ocupam um telhado nevado, pouco antes de o sol nascente ali incidir.
Soltura II
Anciã da povoação conduz uma vaca a zonas mais baixas de Upper Pisang e à sua principal fonte.
Gerações sorridentes
Duas jovens habitantes de Upper Pisang, preparam-se para uma lavagem de roupa, junto a uma das fontes da povoção.
Trio Budista
A entrada do templo budista de Upper Pisang disposta contra a encosta nevada oposta à dos Anapurnas.
Pedra mani
Elementos religiosos budistas dispostas na parede de oração mani de Upper Pisang.
Soltura I
Nativa de Upper Pisang faz sair o seu gado para um deambução acima e abaixo da povoação.
Arquitectura nepalesa
Típicos telhados nepaleses. Nevados e com estandartes budistas a esvoaçar ao vento e a abençoar os lares.
Crença ao sol
Moradora de Upper Pisang faz desfilar um rosário budista (yapa mala), enquanto apanha sol sentada num solo amortecido por uma camada vegetal seca.
Paredes-meias
Secção de Upper Pisang, com traços nepaleses e budistas bem marcados.
De olho em tudo
Corvo sonda o seu território, o vale amplo de Pisang, um de tantos dos Himalaias nepaleses.
Calor budista
Monge tenta acender um fogo ritual no templo budista cimeiro de Upper Pisang.
Um cimo dos Himalaias
Sol e vento incidem no cume nevado do monte Anapurna II, aos 7937 metros de altitude.
Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.

Faz parte do ritual. Ditam as regras que, para evitar o mal de montanha devemos beber litros de água. Segui-las, significa, quase sempre, dormir de bexiga cheia e acordar uma, duas, três vezes para incómodas idas à casa-de-banho.

Este tormento voltara a repetir-se. Tornou bem menos revigorantes as quase dez horas de descanso que já levávamos. Às seis e pouco da manhã, estamos numa espécie de sétimo sono. Mila, o encarregado da Mount Kailash guest house, bate-nos à porta. Tínhamos-lhe pedido água quente. Quando abrimos a porta, lá está ele, com dois grandes baldes fumegantes aos pés.

Levantamo-nos sobressaltados e a esforço. Damos-lhe os bons dias e agradecemos-lhe a cruel pontualidade. Aproveitamos a embalagem, aventuramo-nos na madrugada gélida e  espreitamos o panorama fantasmagórico a partir do alpendre no exterior do quarto. Uma luz ténue azulava o vale por diante. Esfregamos os olhos e inspecionamo-lo uma vez mais. O azulado não assentava nos tons em que nos tínhamos despedido de Pisang pouco depois do ocaso. Tingia uma alvura disfarçada de penumbra que, durante a noite, se apoderara das povoações e das montanhas envolventes. Quando, por fim, caímos em nós, fazemos soar o alarme de nevão e reagimos a condizer.

Atabalhoados, reunimos o equipamento fotográfico necessário sobre os sacos-camas enrodilhados. Vestimo-nos o mais possível, já com luvas e gorros. Quando subimos ao terraço panorâmico, também ele coberto de neve, o sol começava a incidir no pico supremo das montanhas por diante, aos 7937 metros do monte Anapurna II, a décima sexta elevação do mundo. Iluminava uma névoa limiar provocada pela incidência da luz no cume gelado, reforçada pela neve que o vento arrancava à força das arestas expostas.

O raiar alastra-se pelo cimo daquela secção da cordilheira. Pouco depois, incide nas encostas abaixo e, aos poucos, no casario de Pisang instalado no seu sopé e no talvegue percorrido pelo Marsyangdi, o rio que nos continuava a acompanhar.

O amanhecer não tarda a passar para o lado de cá do rio e  abençoa a Upper Pisang íngreme em que o apreciávamos. Num ápice, a povoação  recupera os sentidos. Corvos saídos do nada esvoaçam sobre os telhados brancos e os estandartes budistas tremelicantes, a debaterem-se pelos seus pousos preferenciais. Alguns habitantes emergem das profundezas dos lares de pedra para apreciarem o que lhes trazia o novo dia. Quase uma hora depois, a bênção solar atinge também o cimo do monte Pisang, por detrás de nós, e oposto ao Anapurna II. Por essa altura, lembramo-nos da água quente e dos banhos que não chegámos a tomar. Voltamos ao piso intermédio e procuramos por Mila. “Não se preocupem, já a voltei a aquecer” sossega-nos mal nos cruzamos junto à cozinha.

Ganhamos coragem, metemo-nos na salinha exígua de duche, despimo-nos arrepiados e entregamo-nos a ensaboares intercalados por catadupas tépidas que despejamos sobre nós de um pequeno alguidar. Vencida a passagem do término gélido do banho  para o conforto da roupa invernal, sentamo-nos à mesa e atacamos as papas de aveia com maçã e mel que o anfitrião tinha acabado de servir. Ao mesmo tempo, aproveitamos o regresso da eletricidade para carregarmos o máximo possível de baterias.

Consciente de que ainda éramos os seus únicos clientes e de que os afazeres estavam controlados, Mila senta-se junto a nós. Conversa puxa conversa, percebemos que a pousada não lhe pertencia, que o ancião não era sequer de Pisang. A Mount Kailash resultara da iniciativa de Bhujung Gurung, um nativo mais novo e aventureiro que mantinha nas paredes da pousada uma série de fotos suas, sempre barbudo, a cavalo e noutro tipos de aventuras. Mila e a família, tinham-se limitado a aproveitar a crescente notoriedade de Upper Pisang e a oportunidade que a guest-house lhes havia proporcionado.

Àquela hora, pouco mais conhecíamos da povoação que a rampa sinuosa para a Mount Kailash que, aliada ao peso excessivo das mochilas, nos tinha arrasado à chegada. Como tal, deixamo-las refeitas no quarto, gritamos um até já à Mila e saímos à descoberta.

Subimos uns metros adicionais na povoação. Apontamos ao templo budista que o terraço destacado antes nos tinha revelado. Já no interior do recinto, percebemos que estava entregue a um monge solitário, demasiado concentrado com as tarefas religiosas matinais ou habituado à paz do retiro para connosco perder tempo. O sacerdote acende um fogo ritual numa torre chorten elementar, de pedras empilhadas. Quando o consegue, retira-se para um qualquer anexo e deixamos de o ver.

Curioso como é da sua natureza, um corvo suspeita que o fogo pode representar algum proveito. Pousa sobre um mastro de bandeira de oração a uns poucos metros de nós e, por momentos, fica a controlar-nos os movimentos. Quando intui a mais que provável falta de proveito, debanda.

Nós, percebemos que a subida do sol para o seu zénite, fazia derreter a neve noturna e descobrir os telhados azuis modernos e incaracterísticos que, para desilusão de qualquer fotógrafo, os nepaleses se habituaram a usar. Descemos para o âmago da povoação na peugada de uma nativa que solta os iaques do curral, os leva a beber água e liberta para a habitual deambulação pastoral. Espreitamos algumas outras ruas, casas e recantos. Saudamos três ou quatro habitantes, os poucos com que nos cruzamos.

Tinham chegado as dez da manhã, a hora de nos pormos a caminho. De acordo, de volta à Mount Kailash, selamos as mochilas, colocamo-las às costas e despedimo-nos de Mila. Caminhamos, motivados, rumo à orla da povoação, contornamos o seu muro mani de rodas de oração, atravessamos a estupa de saída/entrada e fazemo-nos ao trilho Annapurna Parikrama Padmarga, apontados a Ghyaru.

Circuito Annapurna: 5º- Ngawal-Braga, Nepal

Rumo a Braga. A Nepalesa.

Passamos nova manhã de meteorologia gloriosa à descoberta de Ngawal. Segue-se um curto trajecto na direcção de Manang, a principal povoação no caminho para o zénite do circuito Annapurna. Ficamo-nos por Braga (Braka). A aldeola não tardaria a provar-se uma das suas mais inolvidáveis escalas.
Circuito Anapurna: 4º – Upper Pisang a Ngawal, Nepal

Do Pesadelo ao Deslumbre

Sem que estivéssemos avisados, confrontamo-nos com uma subida que nos leva ao desespero. Puxamos ao máximo pelas forças e alcançamos Ghyaru onde nos sentimos mais próximos que nunca das Anapurnas. O resto do caminho para Ngawal soube como uma espécie de extensão da recompensa.
Circuito Annapurna: 2º - Chame a Upper Pisang, Nepal

(I)Eminentes Annapurnas

Despertamos em Chame, ainda abaixo dos 3000m. Lá  avistamos, pela primeira vez, os picos nevados e mais elevados dos Himalaias. De lá partimos para nova caminhada pelos sopés e encostas da grande cordilheira. Rumo a Upper Pisang.

Bhaktapur, Nepal

As Máscaras Nepalesas da Vida

O povo indígena Newar do Vale de Katmandu atribui grande importância à religiosidade hindu e budista que os une uns aos outros e à Terra. De acordo, abençoa os seus ritos de passagem com danças de homens mascarados de divindades. Mesmo se há muito repetidas do nascimento à reencarnação, estas danças ancestrais não iludem a modernidade e começam a ver um fim.

Circuito Anapurna: 1º Pokhara a Chame, Nepal

Por Fim, a Caminho

Depois de vários dias de preparação em Pokhara, partimos em direcção aos Himalaias. O percurso pedestre só o começamos em Chame, a 2670 metros de altitude, com os picos nevados da cordilheira Annapurna já à vista. Até lá, completamos um doloroso mas necessário preâmbulo rodoviário pela sua base subtropical.
Arquitectura & Design
Napier, Nova Zelândia

De volta aos Anos 30 – Calhambeque Tour

Numa cidade reerguida em Art Deco e com atmosfera dos "anos loucos" e seguintes, o meio de locomoção adequado são os elegantes automóveis clássicos dessa era. Em Napier, estão por toda a parte.
Doca gelada
Aventura

Ilha Hailuoto, Finlândia

Um Refúgio no Golfo de Bótnia

Durante o Inverno, Hailuoto está ligada à restante Finlândia pela maior estrada de gelo do país. A maior parte dos seus 986 habitantes estima, acima de tudo, o distanciamento que a ilha lhes concede.

Folia Divina
Cerimónias e Festividades

Pirenópolis, Brasil

Cavalgada de Fé

Introduzida, em 1819, por um padre português, a Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis agrega uma complexa rede de celebrações. Dura mais de 20 dias, passados, em grande parte, sobre a sela.

A Crucificação em Helsínquia
Cidades

Helsínquia, Finlândia

Uma Via Crucis Frígido-Erudita

Chegada a Semana Santa, Helsínquia exibe a sua crença. Apesar do frio de congelar, actores pouco vestidos protagonizam uma re-encenação sofisticada da Via Crucis por ruas repletas de espectadores.

Basmati Bismi
Comida

Singapura

A Capital Asiática da Comida

Eram 4 as etnias condóminas de Singapura, cada qual com a sua tradição culinária. Adicionou-se a influência de milhares de imigrados e expatriados numa ilha com metade da área de Londres. Apurou-se a nação com a maior diversidade e qualidade de víveres do Oriente. 

Santuário sobre a floresta II
Cultura

Quioto, Japão

Um Japão Quase Perdido

Quioto esteve na lista de alvos das bombas atómicas dos E.U.A. e foi mais que um capricho do destino que a preservou. Salva por um Secretário de Guerra norte-americano apaixonado pela sua riqueza histórico-cultural e sumptuosidade oriental, a cidade foi substituída à última da hora por Nagasaki no sacrifício atroz do segundo cataclismo nuclear.

Recta Final
Desporto

Inari, Lapónia, Finlândia

A Corrida Mais Louca do Topo do Mundo

Há séculos que os lapões da Finlândia competem a reboque das suas renas. Na final Kings Cup, confrontam-se a grande velocidade, bem acima do Círculo Polar Ártico e muito abaixo de zero.

À sombra da falésia
Em Viagem

Red Centre, Austrália

No Coração Partido da Austrália

O Red Centre abriga alguns dos monumentos naturais incontornáveis da Grande Ilha. Impressiona-nos pela grandiosidade dos cenários mas também a incompatibilidade renovada das suas duas civilizações.

Tribal
Étnico

Albuquerque, E.U.A.

Soam os Tambores, Resistem os Índios

Com mais de 500 tribos presentes, o "Gathering of the Nations" celebra o que de sagrado subsiste das culturas nativo-americanas. Mas também revela os danos infligidos pela civilização colonizadora.

Crepúsculo exuberante
Fotografia
Luz Natural (Parte 2)

Um Sol, tantas Luzes

A maior parte das fotografias em viagem são tiradas com luz solar. A luz solar e a meteorologia formam uma interacção caprichosa. Saiba como a prever, detectar e usar no seu melhor.
Silhuetas Registão
História

Samarcanda, Usbequistão

Um Desvio na Rota da Seda

Em Samarcanda, o algodão é agora o bem mais transaccionado e os Ladas e Chevrolets substituíram os camelos. Hoje, em vez de caravanas, Marco Polo iria encontrar os piores condutores do Usbequistão.

Pacífico celestial
Ilhas

Mo'orea, Polinésia Francesa

A Irmã que Qualquer Ilha Gostaria de Ter

A meros 17km de Taiti, Mo’orea não conta com uma única cidade e abriga um décimo dos habitantes. Há muito que os taitianos veem o sol pôr-se e transformar a ilha ao lado numa silhueta enevoada para, horas depois, lhe devolver as cores e formas exuberantes. Para quem visita estas paragens longínquas do Pacífico, conhecer também Mo’orea é um privilégio a dobrar.

Solidariedade equina
Inverno Branco

Husavik a Myvatn, Islândia

Neve sem Fim na Ilha do Fogo

O nome mítico desencoraja a maior parte dos viajantes de explorações invernais. Mas quem chega fora do curto aconchego estival, é recompensado com a visão dos cenários vulcânicos sob um manto branco.

Suspeitos
Literatura

São Petersburgo, Rússia

Na Pista de “Crime e Castigo”

Em São Peterburgo, não resistimos a investigar a inspiração para as personagens vis do romance mais famoso de Fiódor Dostoiévski: as suas próprias lástimas e as misérias de certos concidadãos.

Normatior
Natureza

PN Amboseli, Quénia

Uma Dádiva do Kilimanjaro

O primeiro europeu a aventurar-se nestas paragens masai ficou estupefacto com o que encontrou. E ainda hoje grandes manadas de elefantes e de outros herbívoros vagueiam ao sabor do pasto irrigado pela neve da maior montanha africana.

Aposentos dourados
Outono

Sheki, Azerbaijão

Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Lagoas fumarentas
Parques Naturais

Tongariro, Nova Zelândia

Os Vulcões de Todas as Discórdias

No final do século XIX, um chefe indígena cedeu os vulcões de Tongariro à coroa britânica. Hoje, parte significativa do povo maori continua a reclamar aos colonos europeus as suas montanhas de fogo.

Anéis de Fogo
Património Mundial Unesco

PN Bromo Tengger Semeru, Indonésia

O Mar Vulcânico de Java

A gigantesca caldeira de Tengger eleva-se a dois mil metros no âmago de uma vastidão arenosa do leste de Java. Dela se projectam o monte supremo desta ilha indonésia, o Semeru, e vários outros vulcões. Da fertilidade e clemência deste cenário tão sublime quanto dantesco prospera uma das poucas comunidades hindus que resistiram ao predomínio muçulmano em redor.

Lenha
Personagens

PN Oulanka, Finlândia

Um Lobo Pouco Solitário

Jukka “Era-Susi” Nordman criou uma das maiores matilhas de dog sledding do mundo. Tornou-se numa das personagens mais emblemáticas do país mas continua fiel ao seu cognome: Wilderness Wolf

Praia
Gizo, Ilhas Salomão

Gala dos Pequenos Cantores de Saeraghi

Em Gizo, ainda são bem visíveis os estragos provocados pelo tsunami que assolou as ilhas Salomão. No litoral de Saeraghi, a felicidade balnear das crianças contrasta com a sua herança de desolação.
1001 Noites Russas
Religião
Rostov Veliky, Rússia

Sob as Cúpulas da Alma Russa

É uma das mais antigas e importantes cidades medievais, fundada durante as origens ainda pagãs da nação dos czares. No fim do século XV, incorporada no Grande Ducado de Moscovo, tornou-se um centro imponente da religiosidade ortodoxa. Hoje, só o esplendor do kremlin moscovita suplanta o da cidadela da tranquila e pitoresca Rostov Veliky.
Assento do sono
Sobre carris

Tóquio, Japão

Os Hipno-Passageiros de Tóquio

O Japão é servido por milhões de executivos massacrados com ritmos de trabalho infernais e escassas férias. Cada minuto de tréguas a caminho do emprego ou de casa lhes serve para passarem pelas brasas

Comodidade até na Natureza
Sociedade

Tóquio, Japão

O Império das Máquinas de Bebidas

São mais de 5 milhões as caixas luminosas ultra-tecnológicas espalhadas pelo país e muitas mais latas e garrafas exuberantes de bebidas apelativas. Há muito que os japoneses deixaram de lhes resistir.

Vida Quotidiana
Profissões Árduas

O Pão que o Diabo Amassou

O trabalho é essencial à maior parte das vidas. Mas, certos trabalhos impõem um grau de esforço, monotonia ou perigosidade de que só alguns eleitos estão à altura.
Campo de géiseres
Vida Selvagem

El Tatio, Chile

Uma Ida a Banhos Andina

Envolto de vulcões supremos, o campo geotermal de El Tatio surge como uma miragem dantesca de enxofre e vapor a uns gélidos 4300 m de altitude. Os seus geiseres e fumarolas atraem hordas de viajantes. Ditou o tempo que uma das mais concorridas celebrações dos Andes e do Deserto do Atacama passasse por lá partilharem uma piscina aquecida a 30º pelas profundezas da Terra.

Radical 24h por dia
Voos Panorâmicos

Queenstown, Nova Zelândia

Digna de uma Raínha

No séc. XVIII, o governo kiwi proclamou uma vila mineira da ilha do Sul "fit for a Queen". Hoje, os cenários e as actividades extremas reforçam o estatuto majestoso da sempre desafiante Queenstown.