Masada, Israel

O Último Baluarte Judaico


Visitantes

Um grupo diversificado de visitantes explora o topo de Masada.

Teleférico

Teleférico que liga a planície do deserto de Negev às alturas da meseta de Masada.

Bandeira

Bandeira de Israel esvoaça no topo de Masada.

Negev & Mar Morto

A superfície desolada do Deserto de Negev e, ao fundo, o Mar Morto.

Augúrio

Corvídeo pousado sobre um muro da fortaleza de Masada.

Terraço

O terraço do palácio que o rei Herodes mandou erguer sobre a meseta de Masada.

Proa

Recanto de Masada dotado com caminhos escavados na encosta.

Acampamento romano

Vestígios geológicos deixados pelo acampamento da Legião Romana que teve a missão de conter a revolta de Masada.

Labirinto

Visitantes de Masada percorrem um corredor secular protegidos do sol.

Colunas de Herodes

Visitante passa pelas colunas do terraço do palácio de Herodes.

Defesa

As encostas abruptas que impediram a conquista romana durante meses, no século 6 a.C.

Pelotão

Grupo de visitantes atravessa a meseta de Masada.

Vista de Masada

Elevações escarpadas em redor de Masada e do Mar Morto.

Em 73 d.C, após meses de cerco, uma legião romana constatou que os resistentes no topo de Masada se tinham suicidado. De novo judaica, esta fortaleza é agora o símbolo supremo da determinação sionista

O teleférico ganha altitude e desvenda a vastidão inóspita e amarelada do deserto de Negev e a mancha de névoa gerada pela evaporação do Mar Morto, a leste. Tinha-nos passado pela cabeça subir a pé pelo trilho que serpenteia ao longo da encosta íngreme mas o calor de Verão aperta e desmotiva. Sobram outras paragens para o resto da tarde e até nestes cenários bíblicos e seculares o tempo corre. Alguns visitantes optaram por não resistir ao apelo e esforçam-se para acrescentar sensações à memória solene do lugar. Vemo-los, a meio do trajecto, relativamente de perto mas, à medida que a cabine se aproxima do topo, as suas figuras quase se somem contra a dimensão da meseta.

Uma plataforma semi-suspensa conduz-nos a partir da saída do teleférico e, passada uma porta escavada na rocha, entramos, por fim, no reduto elevado de Masada em que sobressai, de imediato, a bandeira azul e branca de Israel.

Inteiramo-nos da configuração do espaço e seguimos à procura das estruturas que resistiram à erosão, perdidos, aqui e ali, numa multidão internacional de forasteiros e guias que nos fazem pensar que também poderíamos estar no cimo da mítica Torre de Babel.

Até por volta de 103 a.C. – quando começou a ser fortificada – Masada não passava de um pequeno planalto com cerca de 400 metros de altitude e quase inacessível, perdido na imensidão do Negev. Mas, onde outros governantes não tinham achado nada de  interessante, Herodes, o Grande, viu um refúgio perfeito para se proteger tanto de uma eventual revolta judaica, como dos caprichos de Cleópatra que, por essa altura, lhe ansiava subtrair toda a Judeia. Diz-se que logo no seu primeiro encontro, a rainha adulterou a máxima romana Vini, Vidi, Vinci. Marco António chegou e viu mas Cleópatra conquistou-o. E, se o romano não se havia atrevido a fazer a vontade completa à amante, partes simbólicas do subdomínio de Herodes, incluindo as suas plantações reais de tâmaras e bálsamo de Jericó e Ein Gedi, tinham-lhe já sido oferecidas. Em Masada, Herodes preparou-se para futuras investidas da rainha egípcia.

O monarca reforçou as defesas da fortaleza com muralhas em casamata e torres. Adicionou ainda casernas, arsenais e armazéns e, para garantir que qualquer retiro forçado não fosse passado em desconforto, construiu também dois palácios luxuosos equipados com terraços com vista sobre o deserto e o Mar Morto, banhos termais e piscinas.

Muitas destas estruturas mantiveram-se reconhecíveis aos arqueólogos e alimentam o imaginário dos visitantes, enriquecido pelas descrições e explicações dos guias que se esforçam também por esclarecer diversas interrogações associadas, casos do complexo armazenamento e abastecimento de água, a real função do pombal e o local em que, mais tarde, os romanos viriam a aceder ao topo.

Herodes morreu de causas naturais no ano 4 a.C. e nunca chegou a usar o seu refúgio esplendoroso. Mas em 66 d.C., deu-se a primeira revolta dos judeus contra os romanos e um grupo de Sicários (zelotas extremistas que usavam sicae, punhais) proveniente de Jerusalém tomou a fortaleza às tropas imperiais que a guardavam. Foram prendados com uma reserva variada de armas e munições, matérias primas que permitiam construir mais, bem como grãos, óleos, vinho, tâmaras e hortas que forneciam alimentos frescos. Também as cisternas que recebiam as águas das chuvas se revelaram bem cheias.

Sete anos depois, Masada estava ocupada por 960 zelotas e famílias de judeus sob o comando de Eleazar ben Yair e era usada como base para ataques planeados aos romanos.

Como quase todos os visitantes, questionamo-nos se os vários rectângulos visíveis no solo rochoso em redor da fortaleza serão vestígios de acampamentos militares romanos. E os guias resumem, pela milionésima vez, mas com entusiasmo, a resposta epopeica da história.

Durante dois anos, a guarnição foi o último foco de insubordinação judaica na região. Resistia aos ataques das legiões romanas e  humilhava os líderes ocupantes. Por essa altura, o governador general Flavius Silva assumiu ele próprio as operações militares no sul da Judeia e, determinado em pôr cobro ao insulto, liderou a marcha da Legio X Fretensis de Jerusalém para o Mar Morto. Chegado a Masada, distribuiu 8000 homens em oito campos instalados em volta da base da montanha e, recorrendo a escravos judeus, começou a aproveitar uma formação natural para instalar um rampa de terra junto à encosta hoje considerada traseira da fortaleza. Os engenheiros romanos planearam-na com uma base de 210 metros e um gradiente de 1:3. Naquele ponto, a rampa precisava de evoluir apenas cerca de 140 metros. Quando a obra ficou pronta, foi instalada contra a muralha uma torre de cerco com 28 metros. Do topo desta torre, os artilheiros romanos podiam operar os seus escorpiões e balistas, enquanto um aríete destruía a base da muralha. Cerca de um mês após a chegada de Silva a Masada e findos diversos preparativos que os zelotas acompanhavam do interior, os romanos estavam prontos para o assalto final. Mas, na manhã em que entraram na fortaleza, encontraram-na em silencio. Quando chamaram os rebeldes para o combate, depararam-se apenas com duas mulheres e cinco crianças.

Tão determinados como radicais, durante a noite, os resistentes decidiram que preferiam matar-se a ser mortos ou feitos escravos pelos romanos. Começaram por sacrificar as mulheres e crianças e, depois, todos os outros, até que ficaram apenas o comandante e mais dez homens que sortearam entre si para apurar quem mataria os restantes. Depois de o fazer, o último homem incendiou o palácio e suicidou-se. As cinco mulheres e crianças que apareceram aos romanos, esconderam-se da matança nas condutas subterrâneas de água.

A pouco e pouco, investigamos cada recanto da meseta, incluindo a zona em que a rampa dos romanos foi erguida e resistiu parcialmente à erosão. Descemos ao terraço inferior do palácio de Herodes e apreciamos a vista do deserto e do Mar Morto, sobrevoados por bandos de pequenos corvídeos. Regressamos ao topo e, ao passarmos pelo espaço que resta da velha sinagoga dos zelotas, deparamo-nos com um ritual semi-retirado de Bar Mitzvah. Uma família judaica norte-americana de férias em Israel decidira prendar os filhos realizando a cerimónia sobre a fortaleza para reforçar a sua solenidade.

Depois da redescoberta e recuperação arqueológica de 1963, mais que um lugar religioso, Masada tornou-se no símbolo supremo da determinação sionista. A história do assédio de que foram vítimas os zelotas é frequentemente usada para representar a situação do estado judaico moderno. De acordo, muitas escolas israelitas organizam visitas à fortaleza como rito de passagem para as suas crianças, algo tão importante como a aprendizagem do hebraico e da matemática. E várias unidades das Forças de Defesa de Israel (IDF) levam ali a cabo os juramentos dos seus novos recrutas, concretizados com a renovação da promessa gritada de que: “Masada não voltará a cair”. Estamos ainda no seu topo quando um rugido ensurdecedor vindo de sul se intensifica. Sem outro aviso, um esquadrão de caças israelitas sobrevoa o Deserto do Negev para o assegurar. A ameaça romana há muito que ficou para trás mas os novos judeus de Israel também se encontram cercados.

Sigiriya, Sri Lanka

A Capital de um Rei Parricida

Kashyapa I chegou ao poder após emparedar o monarca seu pai. Receoso de um provável ataque do irmão herdeiro do trono, mudou a principal cidade do reino para o cimo de um pico de granito. Hoje, o seu excêntrico refúgio está mais acessível que nunca e permitiu-nos explorar o enredo maquiavélico deste drama cingalês.

Mar Morto, Israel

À Tona d'água, nas profundezas da Terra

É o lugar mais baixo à superfície do planeta e palco de várias narrativas bíblicas. Mas o Mar Morto também é especial pela concentração de sal que inviabiliza a vida mas sustém quem nele se banha. 

São João de Acre, Israel

A Fortaleza que Resistiu a Tudo

Foi alvo frequente das Cruzadas e tomada e retomada vezes sem conta. Hoje, israelita, Acre é partilhada por árabes e judeus. Vive tempos bem mais pacíficos e estáveis que aqueles por que passou.

Tsfat, Israel

Quando a Cabala é Vítima de Si Mesma

Nos anos 50, Tsfat congregava a vida artística da jovem nação israelita e recuperava a sua mística secular. Mas convertidos famosos como Madonna vieram perturbar a mais elementar discrição cabalista.

Cemitérios

A Última Morada

Dos sepulcros grandiosos de Novodevichy, em Moscovo, às ossadas maias encaixotadas de Pomuch, na província mexicana de Campeche, cada povo ostenta a sua forma de vida. Até na morte.

Jerusalém, Israel

Mais Perto de Deus

Três mil anos de uma história tão mística quanto atribulada ganham vida em Jerusalém. Venerada por cristãos, judeus e muçulmanos, esta cidade irradia controvérsias mas atrai crentes de todo o Mundo.

Old Jaffa, Israel

Onde Assenta a Cidade que Nunca Pára

Telavive é famosa pela noite mais intensa do Médio Oriente. Mas, se os seus jovens se divertem até à exaustão nas discotecas à beira Mediterrâneo, é cada vez mais na vizinha Old Jaffa que dão o nó.

Herança colonial
Arquitectura & Design

Lençois da Bahia, Brasil

Nem os Diamantes São Eternos

No século XIX, Lençóis tornou-se na maior fornecedora mundial de diamantes. Mas o comércio das gemas não durou o que se esperava. Hoje, a arquitectura colonial que herdou é o seu bem mais precioso.

Aterragem sobre o gelo
Aventura

Mount Cook, Nova Zelândia

A Conquista Aeronáutica dos Alpes do Sul

Em 1955, o piloto Harry Wigley criou um sistema de descolagem e aterragem sobre asfalto ou neve. Desde então, a sua empresa revela, a partir do ar, alguns dos cenários mais grandiosos da Oceania.

Coragem
Cerimónias e Festividades

Pentecostes, Vanuatu

Bungee Jumping para Homens a Sério

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À pendura
Cidades

São Francisco, E.U.A.

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Comida
Margilan, Usbequistão

Um Ganha-Pão do Usbequistão

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Aposentos dourados
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Cortejo garrido
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1000 Anos de Rússia à Moda Antiga

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O Escritor que Não Resistiu ao Próprio Enredo

Alexander Pushkin é louvado por muitos como o maior poeta russo e o fundador da literatura russa moderna. Mas Pushkin também ditou um epílogo quase tragicómico da sua prolífica vida.

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Praia

Nha Trang-Doc Let, Vietname

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Em busca de litorais atraentes na velha Indochina, desiludimo-nos com a rudeza balnear de Nha Trang. E é no labor feminino e exótico das salinas de Hon Khoi que encontramos um Vietname mais a gosto.

Bruxinha de chaleira
Religião

Helsínquia, Finlândia

A Páscoa Pagã de Seurasaari

Em Helsínquia, o sábado santo também se celebra de uma forma gentia. Centenas de famílias reúnem-se numa ilha ao largo, em redor de fogueiras acesas para afugentar espíritos maléficos, bruxas e trolls

White Pass & Yukon Train
Sobre carris

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Uma Variante da Corrida ao Ouro do Klondike

A última grande febre do ouro norte-americana passou há muito. Hoje em dia, centenas de cruzeiros despejam, todos os Verões, milhares de visitantes endinheirados nas ruas repletas de lojas de Skagway.

Noite Pachinko
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Começou como um brinquedo mas a apetência nipónica pelo lucro depressa transformou o pachinko numa obsessão nacional. Hoje, são 30 milhões os japoneses rendidos a estas máquinas de jogo alienantes.

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Miranda, Brasil

Maria dos Jacarés: o Pantanal abriga criaturas assim

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Voos Panorâmicos

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