Osaka, Japão

Na Companhia de Mayu


Riso no elevador

Mayu deixa a sua casa já de quimono.

Quimono

Mayu escolhe o quimono que vai usar.

Descida em Quimono

Mayu desce dos seus aposentos no piso superior do andar de Osaka.

Começo do dia

Curta viagem de metro de casa para o cabeleireiro.

Penteados

Cabeleireira mostra um catálogo de penteados a Mayu.

A Máscara

Mayu segura uma máscara enquanto a cabeleireira executa o novo penteado.

Regresso a Casa

Mayu prestes a chamar o elevador que a leva ao seu apartamento.

Coffee Brake

Uma pausa antes do começo do trabalho, para uma bebida revigorante.

Com a benção xinto

Pose de quem não quer a coisa sob um tori (portal xintoísta) de Osaka.

Na sala

Elegância tradicional de Mayu na sala do seu apartamento de Osaka.

Mayu

Mayu, em modo pré-trabalho.

Mala Íntima

Mayu analisa uma mala repleta de roupa interior, cintas, bandas e outros acessórios que usa por baixo dos seus quimonos.

Retoque Imprescindível

Mayu acerta as suas sobrancelhas sob o olhar atento de uma das suas cabeleireiras.

Arranha-céus de Osaka

Os prédios mais altos do centro administrativo e de negócios da cidade, uma das maiores megalópoles do Japão.

Simplesmente Mayu

Mayu num dos seus muitos quimonos e prestes a iniciar o seu turno laboral num bar de Osaka.

A industria japonesa da noite é um negócio bilionário e multifacetado. Em Osaka, somos acolhidos por uma sua assalariada enigmática que opera algures entre a arte gueixa e a prostituição convencional.

São 22h em ponto. Mayu aparece ao fim do corredor profundo da estação de Osaka Jokitazume e desce uma espécie de passerelle fria, feita de mosaicos brancos industriais. Aproxima-se da barreira de torniquetes e de nós com uma leveza nipónica que nos impressiona. Apresenta-se num inglês surpreendente, com uma voz bem mais grave do que estávamos habituados a ouvir nas mulheres japonesas, ainda assim suave e a condizer: “Olá, sou eu a Mayu, vão ficar em minha casa.”

Confirmamos a nossa identidade, agradecemos de novo a hospitalidade e seguimos os passos curtos da anfitriã. Metemo-nos no elevador e saímos para a avenida na superfície. A entrada do prédio em que habitava, fica a menos de 100 metros. Entramos no átrio e noutro elevador.

Chegamos ao 10º andar e ao seu domicílio, tiramos os sapatos e instalamo-nos na pequena sala, com vista para o Osaka-Jo, o castelo imponente que as bombas americanas arrasaram no fim da 2ª Guerra Mundial mas que as autoridades da cidade reconstruiram e fazem agora sobressair do breu urbano, com recurso a potentes canhões de luz.

Mayu põe-nos à vontade sobre o seu pequeno sofá branco de napa e traz-nos latas de cerveja Sapporo gelada. Nós dividimos uma. Ela bebe três e ruboresce a olhos vistos. O seu inglês confirma-se intermediate  e não beginner como tinha registado no perfil que preencheu.

“Apreendi-o quase todo na Europa, confessa-nos. Já estive por duas vezes na Croácia. Também fui à Bósnia-Herzegovina e a França. Fiquei a adorar os vossos Festivais da Eurovisão”. Quando perguntamos porquê a Croácia e a Bósnia-Herzegovina entre tantos países da Europa, limita-se a encolher os ombros e a esboçar um “Porque calhou.” nada explicativo ou convincente. Além do domínio das línguas estrangeiras, e dos 32 anos de idade, constava no perfil o inevitável item “Occupation”. Quanto a este, Mayu não podia ser mais defensiva: “Not of your business!”

Ficamos à conversa até à 1a da manhã. Por volta dessa hora, o álcool e o cansaço aliam-se e obrigam-na a recolher ao seu quarto elevado numa espécie de divisão mezanina. Aproveitamos a sugestão e cedemos ao conforto soporífero dos futons e edredons que nos tinha estendido.

Acordamos às 10, prendados por um sol radiante. Damos com um bilhete de Mayu a informar que tinha ido para o ginásio e voltava à hora do almoço. Deixamos o apartamento para explorar o precinto vizinho do castelo de Osaka, ocupado por inúmeras almas livres da metrópole, grupos de jovens alunos irrequietos, casais de namorados e até um dançarino de J-Pop excêntrico e solitário que se move como se fosse de borracha ao ritmo da música privada fornecida pelos seus fones.

Regressamos a casa para buscar os portáteis antes de recorrermos à sempre conveniente Internet gratuita da cadeia MacDonalds. Encontramos Mayu a preparar-se para descer, vestida de quimono. “Não se assustem, são coisas do meu trabalho. Só volto lá para as 2 da madrugada. Já devem estar a dormir.” 

No interior, reparamos com mais atenção num cabide repleto de outras roupas tradicionais nipónicas e, a contrastar, fotografias suas feitas em purikuras (estúdios de fotografia sofisticados japoneses) com amigas, em roupa interior. O mistério em relação à sua profissão adensava-se sob o espectro proibitivo do aviso online. Não era da nossa conta, ponto final. 

Em termos de horas, o dia-a-dia sui generis de Mayu dificilmente coincidia com o nosso. Ela continuava a regressar já estávamos a dormir há muito. Nós deixávamos a casa bem antes de ela acordar. Passaram-se, assim, três dias sem nos cruzarmos. Começámos a achar a situação imprópria e, na noite seguinte, esperamos por ela. Chega de quimono e, no meio de mais uma longa conversa, concordou que a fotografássemos com o traje típico. Pediu-nos ajuda para escolher um mais colorido e exemplificou a delicada colocação do cinto.  Confessou-nos que esperava que o namorado a viesse visitar de Tóquio no fim de semana mas que estava desiludida porque isso já não ia acontecer. Conversa puxa conversa, Mayu sente-se mais à vontade. Fala pela primeira vez nos seus clientes e revela-nos parte do enigma. “Muitas dessas coisas que vêem por aí são presentes. Todos os dias me dão coisas. Por falar, tenho um cliente novo que é especialmente rico. Como vocês próprios concordaram, estou a precisar de um portátil novo. Acho que vou ver se ele mo oferece”. Mayu confessa-se uma acompanhante e explica, assim, as suas viagens repetidas e improváveis à Europa. Deixa em aberto o grau de intimidade das suas prestações de serviços.

Fechamos mais aquela madrugada com diálogos amenos regados a Sapporo e, aproveitando a cumplicidade reforçada, sugerimos acompanhá-la em parte do seu Sábado pré-laboral. Mayu aceita.

A anfitriã volta a acordar tarde. Encontramo-nos em casa por volta das 14h, tinha ela acabado de regressar do ginásio. Almoçamos bentos aquecidos no micro-ondas. Em seguida, vamos juntos ao salão hair stylist. Mayu sai de cabelo ainda molhado indigno de novo quimono que, por sua vez, destoa do visual futurista do metro e dos passageiros com que nos cruzamos. Sentimo-nos a seguir um equívoco temporal e, Mayu, desconfortável como não tinha previsto, enquanto a fotografamos ao longo do percurso comutável.

Penetramos num labirinto de arcadas e, logo, no estabelecimento a que vai todos os dias. As jovens estilistas saúdam-na, instalam-na num cadeirão e passam-lhe para as mãos um catálogo plastificado de penteados que examina com destreza. “Gostam deste?” e mostra-nos a imagem correspondente. Dizemos que sim. “OK, então está decidido”.

Em três tempos, as cabeleireiras secam-lhe o cabelo e colocam os rolos necessários. Enquanto o cabelo adquire o volume desejado, Mayu aproveita para se maquilhar. Em seguida, uma outra estilista desenha o toucado escolhido que termina com uma boa dose de laca em spray de que Mayu protege a cara com uma protecção facial transparente.

Fica pronto o visual para a noite que se aproxima. A cliente saca de 2000 ienes, assina um papel e despede-se. Já no exterior, concede-nos uma curiosa explicação comercial. “O preço normal para este styling que fiz são uns 8.000 ienes mas como venho cá todos os dias tenho um belo desconto. Só pago 2000. Também, não é toda a gente que faz estes penteados todos os dias, certo?”.

Vamos juntos para uma zona central e passeamos pelas ruelas repletas de pequenos bares e restaurantes. Chega a hora de nos separarmos e diz-nos que, dali, seguia sozinha. Ficamos com a ideia que para manter secreto o lugar em que trabalhava.

Nessa noite, regressamos do restaurante Portugália (negócio pioneiro do nosso compatriota Eduardo Mira Batista, radicado no Japão há 30 anos). Percorremos as ruas a caminho de casa quando reconhecemos a zona em que a anfitriã nipónica nos deixou. Interrogamo-nos se não a encontraríamos quando somos confrontados pelo aparato de uma qualquer operação de socorro que combina bombeiros e polícia.

Centenas de trabalhadores e clientes dos estabelecimentos, como moradores dos andares superiores saem para a rua assustados e atrapalham a movimentação dos veículos de emergência e dos agentes. Apesar do frenesim, estes chegam finalmente ao bar de porta fechada em que tinha disparado o alarme e encontram algum fumo no interior mas nada de demasiado complicado. O fumo é extinto, os agentes desligam o alarme, registam a ocorrência e cobram a multa correspondente aos proprietários.

Passada a confusão, a multidão debanda e aquele bairro de Osaka volta a entregar-se à sua intensa mizu shobai.

Já é Domingo e Mayu retorna a casa mais tarde que nunca. Na manhã seguinte, diz-nos que um novo cliente tinha gostado dela mais que o habitual. Mudamo-nos para Hiroshima sem sabermos ao certo o que isso teria implicado. Ainda hoje estamos por perceber.

Couchsurfing (Parte 1)

Mi Casa, Su Casa

Em 2003, uma nova comunidade online globalizou um antigo cenário de hospitalidade, convívio e de interesses. Hoje, o Couchsurfing acolhe milhões de viajantes, mas não deve ser praticado de ânimo leve.

Tóquio, Japão

O Vídeo-Vício Que Deprime o Japão

Começou como um brinquedo mas a apetência nipónica pelo lucro depressa transformou o pachinko numa obsessão nacional. Hoje, são 30 milhões os japoneses rendidos a estas máquinas de jogo alienantes.

Tóquio, Japão

Ronronares Descartáveis

Tóquio é a maior das metrópoles mas, nos seus apartamentos exíguos, não há lugar para mascotes. Empresários nipónicos detectaram a lacuna e lançaram "gatis" em que os afectos felinos se pagam à hora.

Quioto, Japão

Sobrevivência: A Última Arte Gueixa

Já foram quase 100 mil mas os tempos mudaram e estas acompanhantes de luxo estão em vias de extinção. Hoje, as poucas que restam vêem-se forçadas a ceder a modernidade menos subtil e elegante do Japão

Cocquete
Arquitectura & Design

Napier, Nova Zelândia

De Volta aos Anos 30

Devastada por um sismo, Napier foi reconstruida num Art Deco quase térreo e vive a fazer de conta que parou nos thirties. Os seus visitantes rendem-se à atmosfera Great Gatsby que a cidade encena.

Fogo-de-artifício branco
Aventura

Seward, Alasca

O 4 de Julho Mais Longo

A independência dos E.U.A. é festejada, em Seward, de forma modesta. Para compensar, na cidade que honra o homem que prendou a nação com o seu maior estado, a data e a celebração parecem não ter fim.

Verificação da correspondência
Cerimónias e Festividades

Rovaniemi, Finlândia

Árctico Natalício

Fartos de esperar pela descida do velhote de barbas pela chaminé, invertemos a história. Aproveitamos uma viagem à Lapónia Finlandesa e passamos pelo seu furtivo lar. 

Caminho para o deserto
Cidades

Dunhuang, China

Um Oásis na China das Areias

A milhares de quilómetros para oeste de Pequim, a Grande Muralha tem o seu extremo ocidental e a China é outra. Um inesperado salpicado de verde vegetal quebra a vastidão árida em redor. Anuncia Dunhuang, antigo entreposto crucial da Rota da Seda, hoje, uma cidade intrigante na base das maiores dunas da Ásia.

Comida
Comida do Mundo

Gastronomia Sem Fronteiras nem Preconceitos

Cada povo, suas receitas e iguarias. Em certos casos, as mesmas que deliciam nações inteiras repugnam muitas outras. Para quem viaja pelo mundo, o ingrediente mais importante é uma mente bem aberta.
Santuário sobre a floresta II
Cultura

Quioto, Japão

Um Japão Quase Perdido

Quioto esteve na lista de alvos das bombas atómicas dos E.U.A. e foi mais que um capricho do destino que a preservou. Salva por um Secretário de Guerra norte-americano apaixonado pela sua riqueza histórico-cultural e sumptuosidade oriental, a cidade foi substituída à última da hora por Nagasaki no sacrifício atroz do segundo cataclismo nuclear.

Bola de volta
Desporto

Melbourne, Austrália

O Futebol em que os Australianos Ditam as Regras

Apesar de praticado desde 1841, o AFL Rules football só conquistou parte da grande ilha. A internacionalização nunca passou do papel, travada pela concorrência do râguebi e do futebol clássico.

Mini-dinossauro
Em Viagem
Iucatão, México

A Lei de Murphy Sideral que Condenou os Dinossauros

Cientistas que estudam a cratera provocada pelo impacto de um meteorito há 66 milhões de anos chegaram a uma conclusão arrebatadora: deu-se exatamente sobre uma secção dos 13% da superfície terrestre suscetíveis a tal devastação. Trata-se de uma zona limiar da península mexicana de Iucatão que um capricho da evolução das espécies nos permitiu visitar.
Espantoso
Étnico

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O Recreio do Belize

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Luminosidade caprichosa no Grand Canyon
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Luz Natural (Parte 1)

E Fez-se Luz na Terra. Saiba usá-la.

O tema da luz na fotografia é inesgotável. Neste artigo, transmitimos-lhe algumas noções basilares sobre o seu comportamento, para começar, apenas e só face à geolocalização, a altura do dia e do ano.
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História

Lençois da Bahia, Brasil

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Viagem no Tempo
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Aurora fria II
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Circuito Anapurna: 3º- Upper Pisang, Nepal

Uma Inesperada Aurora Nevada

Aos primeiros laivos de luz, a visão do manto branco que cobrira a povoação durante a noite deslumbra-nos. Com uma das caminhadas mais duras pela frente, adiamos a partida tanto quanto possível. Contrariados, deixamos Upper Pisang rumo a Ngawal quando a derradeira neve se desvanecia.
De visita
Literatura

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A Gran Sabana
Natureza

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Um Verdadeiro Parque Jurássico

Apenas a solitária estrada EN-10 se aventura pelo extremo sul selvagem da Venezuela. A partir dela, desvendamos cenários de outro mundo, como o da savana repleta de dinossauros da saga de Spielberg.

Aposentos dourados
Outono

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Outono no Cáucaso

Perdida entre as montanhas nevadas que separam a Europa da Ásia, Sheki é uma das povoações mais emblemáticas do Azerbaijão. A sua história em grande parte sedosa inclui períodos de grande aspereza. Quando a visitámos, tons pastéis de Outono davam mais cor a uma peculiar vida pós-soviética e muçulmana.

Épico Western
Parques Naturais

Monument Valley, E.U.A.

Índios ou cowboys?

Realizadores de Westerns emblemáticos como John Ford imortalizaram aquele que é o maior território indígena dos E.U.A. Hoje, na Navajo Nation, os navajos também vivem na pele dos velhos inimigos.

Foz incandescente
Património Mundial Unesco

Big Island, Havai

À Procura de Rios de Lava

São 5 os vulcões que fazem a Big Island aumentar de dia para dia. O Kilauea, o mais activo à face da Terra, liberta lava em permanência. Apesar disso, vivemos uma espécie de epopeia para a vislumbrar.

Gang de 4
Personagens

Tombstone, E.U.A.

A Cidade Demasiado Dura para Morrer

Filões de prata descobertos no fim do século XIX fizeram de Tombstone um centro mineiro próspero e conflituoso na fronteira dos Estados Unidos com o México. Lawrence Kasdan, Kurt Russel, Kevin Costner e outros realizadores e actores hollywoodescos tornaram famosos os irmãos Earp e o duelo sanguinário de “O.K. Corral”. A Tombstone que, ao longo dos tempos tantas vidas reclamou, está para durar.

Insólito Balnear
Praia

Sul do Belize

A Estranha Vida ao Sol do Caribe Negro

A caminho da Guatemala, constatamos como a existência proscrita do povo garifuna, descendente de escravos africanos e de índios arawaks, contrasta com a de vários redutos balneares bem mais airosos.

Àgua doce
Religião

Maurícias

Uma Míni-Índia nos Fundos do Índico

No século XIX, franceses e britânicos disputaram um arquipélago a leste de Madagáscar antes descoberto pelos portugueses. Os britânicos triunfaram, re-colonizaram as ilhas com cortadores de cana-de-açúcar do subcontinente e ambos admitiram a língua, lei e modos francófonos precedentes. Desta mixagem, surgiu a exótica Maurícia.    

A todo o vapor
Sobre carris

Ushuaia, Argentina

O Derradeiro Comboio Austral

Até 1947, o Tren del Fin del Mundo fez incontáveis viagens para que os condenados do presídio de Ushuaia cortassem lenha. Hoje, os passageiros são outros mas nenhuma outra composição passa mais a Sul

Mini-snorkeling
Sociedade

Ilhas Phi Phi, Tailândia

De regresso a “A Praia”

Passaram 15 anos desde a estreia do clássico mochileiro baseado no romance de Alex Garland. O filme popularizou os lugares em que foi rodado. Pouco depois, alguns desapareceram temporária mas literalmente do mapa mas, hoje, a sua fama controversa permanece intacta.

Vida Quotidiana
Enxame, Moçambique

Área de Serviço à Moda Moçambicana

Repete-se em quase todas as paragens em povoações dignas de aparecer nos mapas. O machimbombo (autocarro) detém-se e é cercado por uma multidão de empresários ansiosos. Os produtos oferecidos podem ser universais como água ou bolachas ou típicos da zona. Nesta região a uns quilômetros de Nampula, fruta tropical é coisa que não falta.
Um rasto na madrugada
Vida Selvagem

Damaraland, Namíbia

Namíbia On the Rocks

Centenas de quilómetros para norte de Swakopmund, muitos mais das dunas emblemáticas de Sossuvlei, Damaraland acolhe desertos entrecortados por colinas de rochas avermelhadas, a maior montanha e a arte rupestre decana da jovem nação. Os colonos sul-africanos baptizaram esta região em função dos Damara, uma das suas etnias. Só estes e outros habitantes comprovam que fica na Terra.

Pleno Dog Mushing
Voos Panorâmicos

Glaciar de Godwin, Alasca

Dog mushing estival

Estão quase 30º e os glaciares degelam. No Alasca, os empresários têm pouco tempo para enriquecer. Até ao fim de Agosto, os cães e os trenós não podem parar.