Holanda


Amesterdão, Holanda

Numa Holanda Surreal (Sempre a Mudar de Canal)

Liberal no que a drogas e sexo diz respeito, Amesterdão acolhe uma multidão de forasteiros. Entre canais, bicicletas, coffee shops e montras de bordéis, procuramos, em vão, pelo seu lado mais pacato. 

Canal de Lazer

Amesterdão, Holanda

Numa Holanda Surreal (Sempre a Mudar de Canal)

Liberal no que a drogas e sexo diz respeito, Amesterdão acolhe uma multidão de forasteiros. Entre canais, bicicletas, coffee shops e montras de bordéis, procuramos, em vão, pelo seu lado mais pacato. 

Mapa


Como ir


VISTOS E OUTROS PROCEDIMENTOS

Cidadãos da União Europeia necessitam apenas de um cartão de cidadão válido mas podem igualmente usar passaporte válido para entrar na Holanda. Cidadãos de outros países podem necessitar de um visto Schengen para entrarem na Holanda mesmo se apenas com fins turísticos.

CUIDADOS DE SAÚDE

Nenhuma vacina ou reforço são digno de registo para visitas à Holanda. Para mais informações sobre cuidados de saúde em viagens para em ​FitForTravel (em inglês).

Leve consigo o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença para poder usufruir de cuidados de saúde a custo reduzido e com condições especiais, caso tenha algum problema inesperado.

VIAJAR PARA A HOLANDA

A TAP tem vários voos diários directos de Lisboa e do Porto para Amesterdão. Se adquirido com bastante antecedência e em alturas estratégicas, o voo de ida e volta pode ficar-lhe em pouco mais de 100€. Outras companhias com voos directos de Lisboa e/ou Porto para Amesterdão são a Easyjet, a Transavia e a Ryanair que voam de Lisboa e Porto para Eindhoven. Estas últimas têm, por norma, preços inferiores mas cobram extra por bagagem demasiado volumosa ou demasiado pesada que apenas a convencional de mão.

A não perder


  • Amesterdão
  • Paisagem e moinhos tradicionais de Kinderdijk ou Zanze Schans
  • Arnhem
  • Delft
  • Groeningen
  • Roterdão
  • Maastricht
  • Utrecht
  • ​Parque Nacional Hoge Veluwe
  • Ameland
  • Kaasmarkt
  • ​Plantação de flores de Keukenhof
  • ​Ilha e vila abandonada de Schokland

Explorar


A Holanda tem um sistema de transporte quase-perfeito que chega até às mais ínfimas povoações. Um cartão electrónico recarregável denominado OV Chipkaart pode ser adquirido e usado em diversos tipos de transporte.

VOOS INTERNOS

Devido à área reduzida do país, os voos domésticos comerciais nunca fizeram sentido dentro da Holanda e são, por norma, inexistentes.

COMBOIO

A base deste sistema é a rede ferroviária que é moderna, funcional mas algo dispendiosa, com o km a custar para cima de 0.25€. Os bilhetes devem ser adquiridos antes de entrar no comboio caso contrário podem custar-lhe o seu preço (sem descontos) mais 35€ de multa. Viajar de comboio do extremo norte do país ao sul demora cerca de 4 horas e meia.

Visitantes europeus interessados em explorar o máximo da Holanda (eventualmente também Bélgica e Luxemburgo) podem optar por adquirir o passe Inter Rail para a zona europeia correspondente. Cidadãos não europeus podem comprar o Eurail correspondente.

AUTOCARROS

A rede ferroviária é complementada com serviço de autocarros operados por diversas empresas. 

METRO

Amesterdão e Roterdão têm metro. Amesterdão, Roterdão, Haia e Utrecht têm redes de eléctricos. 

ALUGUER DE VIATURA

A Holanda também tem excelentes condições para se explorar de carro ou caravana mas tenha em conta que o estacionamento no centro das cidades pode ser escasso e muito dispendioso, 3€ a 8€ ou mais, por hora. Por este motivo, se planeia visitar apenas cidades, o carro nunca será uma boa opção. 

Um carro mini ou económico pode custar tão pouco como 15€ por dia fora da época alta, ainda menos se o aluguer se estender por vários dias. Em época alta, os preços aumentam consideravelmente. Lembre-se ainda que a Holanda tem preços de combustíveis bastante elevados.

OUTROS

A bicicleta é um meio de transporte predominante na sempre plana Holanda com faixas dedicadas que não devem ser ocupadas ou percorridas por peões. O roubo de bicicletas é, todavia, um problema sério, em grande parte agravado pela acção de toxicodependentes. Use mais que um cadeado de tipos diferentes sempre fechados em volta de um poste ou outra estrutura urbana fixa e bem sólida. Caso se ausente por mais que um dia, guarde a sua bicicleta em parques guardados de estações de comboio, autocarro ou dos centros das cidades.

Quando ir


Fim de Abril a fim de Setembro é o intervalo em que pode esperar temperaturas mais elevadas (máximas de 18º a 23º) e – mesmo longe de garantido – dias com sol.

A época alta vai de Junho a fim de Agosto.

A época baixa estende-se entre Novembro e Março quando as temperaturas se podem manter negativas e a chuva ou neve são muito prováveis e se podem revelar duradouras.

Dinheiro e Custos


A moeda holandesa é o Euro (EUR). São abundantes por todo o país as caixas ATM. Os pagamentos com cartões de crédito são comuns em toda a parte. A Holanda tem um custo de vida bastante superior ao português e que, nas cidades e outras povoações mais turísticas, é grandemente inflacionado pela invasão de visitantes durante os meses de época alta.

ALOJAMENTO

Abunda em todas as formas e feitios principalmente nas cidades e povoações mais turísticas do país. O mais baratos são os Youth Hostels holandeses (conhecidos por Stay Okay) e os Bed & Breakfast. Os primeiros têm preços a começar próximo dos 15€ por noite, por pessoa nos quartos mais espartanos, com casa de banho partilhada. Os Bed & Breakfast são comuns tanto nas cidades como no campo e podem custar de 35€ a 150€ por noite, por pessoa, consoante a localização e a época do ano.

Tem-se popularizado também o aluguer de curta duração de apartamentos ou casas de particulares via sites especializados. Esta prática é muito popular na Holanda e, como tal, contempla todo o tipo de preços e condições. Os ciclistas ou quem explorar a Holanda a pé pode ainda recorrer a uma rede de alojamento em casas privadas com mais de 4000 moradas. Nesta rede chamada Vrienden op de Fiets, cada noite de estada custa a partir de 20€.

ALIMENTAÇÃO

A Holanda não é propriamente conhecida pela excelência da sua gastronomia nacional mas muitos pratos tradicionais são suficientemente interessantes para surpreender os visitantes mais curiosos. Nas maiores cidades e povoações vai encontrar abundância de restaurantes com especialidades europeias e de várias partes do mundo, incluindo indonésios – a Indonésia foi uma colónia holandesa – e dos territórios e ex-territórios holandeses das Caraíbas.

Na base da excelência culinária estão cadeias de snacks pronto a comer automáticos do estilo Febo onde por uns poucos euros pode comer uma refeição frita, quase sempre demasiado oleosa. No polo oposto, estão os melhores restaurantes sofisticados de Amesterdão e das outras principais cidades em que uma refeição pode custar várias centenas de euros.

INTERNET

Como país sempre na dianteira em termos tecnológicos, a Holanda tem uma Internet abundante, fiável e extremamente rápida. Ao contrário de outros países tecnologicamente avançados – por exemplo o Japão – quase todas as redes particulares e de negócios estão fechadas a detentores de passwords. A sua guest-house, pousada, hotel ou apartamento particular terá certamente uma rede para seu uso, caso contrário poderá usar um Smart Phone, Tablet ou portátil num café ou em zonas estratégicas que os municípios dotam de redes públicas. Mesmo assim, ainda resistem vários cibercafés nas cidades com custos de navegação médios de 1€ a 2€ por hora.

Em alternativa, compre um cartão SIM de um dos muitos operadores holandeses de telecomunicações e associe-e a um tarifário indicado para o seu tempo de estadia e território holandês visitado. O SIMs costumam ser gratuitos. Os tarifários são muitos e mudam a toda a hora mas podem considerar-se a par com o que é praticado um pouco por toda a Europa Ocidental.